MÉDICO PREFEITO… SAÚDE PRECÁRIA?

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Postado em rede social essa semana, tudo leva a crê que o prefeito de Palmas não está com essa bola toda perante a sociedade, visto que ele sendo médico e o posto de saúde numa situação calamitosa no qual a imagem postada em rede social (imagem acima) mostra a indignação de uma cidadã palmense desabafando seu descontentamento com a situação da saúde pública de Palmas e em seguida muitos comentários que também leva a crer o que ela diz é verídico.

Segundo ela, tinha data e consulta marcada e o posto de saúde não á atendeu naquele dia.

Após ela tornar público em sua rede social outros comentários surgiram, um deles de uma gestante que também tinha consulta marcada e só irá consultar novamente após a data prevista.

Outro comentário foi de um cidadão que diz que estava com a consulta marcada e quando chegou ao posto não tinha médico, e assim várias outras reclamações foram expostas por pessoas que necessitavam do posto de saúde na rede social e também aqui na redação do Jornal Destaque Regional.

Além das postagens feitas em redes sociais alguns boatos também vem repercutindo na sociedade, uma delas é a renovação de contratos com os médicos que ainda não se sabe a que pé anda essa situação e o que o povo simplesmente não consegue entender o porquê de ter um médico prefeito e uma saúde pública tão precária diferente daquela que ele se comprometeu em promessas de campanha.

Em contato por telefone com a Secretária de Saúde de Palmas, a mesma disse-nos que em nenhum momento está faltando médico nas unidades de Palmas, fez questão de enfatizar que todas as unidades de saúde de Palmas encontram-se com médicos atendendo.

Quanto a renovação de contrato dos médicos será realizado no dia 18 de março, inclusive onde novos médicos virão para Palmas aumentando o número de médicos através do Programa Mais Médicos.

Minutos depois, chegou uma senhora na redação onde nos contou que estava no posto de saúde desde manhã, para pegar uma ficha no horário da tarde, mas que no entanto o número de fichas era muito pouco e depois de ficar mais de quatro horas esperando, cansada e sem almoço, voltou para casa sem a ficha e sem o atendimento médico.

Por Jocemar Ferreira da Silva
Jornal Destaque Regional