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sexta-feira,31 julho,2026
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Marini Meu Lugar

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Nesta edição, conversamos com o colaborador Jhionatan Dare, Supervisor Fiscal,
que compartilha um pouco da sua trajetória na empresa.

“Faço parte da Marini Compensados há um ano e dez meses como Supervisor Fiscal. Sou responsável por coordenar a área fiscal, garantindo que os processos sejam realizados com segurança e oferecendo suporte aos diversos setores que dependem do nosso trabalho.
Meu primeiro dia na empresa foi marcado por muita expectativa e por uma recepção muito acolhedora. Fui muito bem recebido por toda a equipe, e hoje sou grato não apenas por aquele momento, mas também por tudo o que vivencio diariamente na Marini.
Aqui, temos a oportunidade de crescer profissional e pessoalmente. A empresa valoriza a liderança, a comunicação e o trabalho em equipe, princípios que fazem parte da nossa rotina.
Na área fiscal, trabalhamos de forma integrada com muitos setores da empresa. Essa interação torna o dia a dia dinâmico, repleto de desafios e, ao mesmo tempo, de oportunidades constantes de aprendizado.
Muitas pessoas acreditam que a Supervisão Fiscal se resume à emissão e ao recebimento de notas fiscais, mas nosso trabalho vai muito além disso. Atuamos com análises, planejamento, acompanhamento da legislação e orientação às demais áreas, contribuindo diretamente para a tomada de decisões e para o bom funcionamento da empresa.
Dizer que a Marini é o meu lugar significa fazer parte de uma empresa onde continuo aprendendo, crescendo e evoluindo ao lado da minha equipe. Poder contribuir para o desenvolvimento da empresa e caminhar junto com meus colegas é motivo de muito orgulho e gratidão.”

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva e Taís Reis
para o Jornal Destaque Regional

Podemos confirma Rodrigo João Pimenta como candidato a deputado federal

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Para a Câmara Federal, Pimenta é o único candidato de Palmas e também o único do partido no Sudoeste.

O Podemos oficializou, durante convenção realizada na quarta-feira (29), em Curitiba, a candidatura de Rodrigo João Pimenta a deputado federal. Pimenta é o único candidato de Palmas à Câmara Federal e também o único do partido no Sudoeste. A homologação marca o início de uma caminhada cuja principal bandeira é fortalecer a saúde pública por meio da destinação de emendas parlamentares aos municípios, priorizando a ampliação da rede de médicos especialistas, a prevenção e o atendimento à população.
A candidatura tem o apoio do deputado federal Felipe Francischini, de quem Pimenta foi secretário parlamentar em 2026, e da presidente estadual do Podemos, Lu Bonatto, candidata a deputada estadual, com quem soma forças na defesa das demandas da região – em especial a proteção das mulheres e das crianças, bandeiras lideradas por Lu no Paraná.
Pedagogo, jornalista, diretor de teatro e ex-diretor municipal de Cultura, pai de três filhos, Rodrigo construiu sua trajetória ouvindo as comunidades, dando visibilidade às demandas dos municípios e cobrando soluções do poder público. Foi o candidato a vereador mais votado de Palmas em 2024 – a segunda maior votação da história eleitoral do município – e há mais de dez anos usa o jornalismo para dar voz às pessoas do Sudoeste do Paraná. “Agora quero ser essa voz em Brasília e lutar pelas soluções que nossa região necessita”, afirmou.
Segundo Pimenta, sua atuação será municipalista, buscando recursos para saúde, infraestrutura, educação, cultura e desenvolvimento regional. “Eu fiz minhas cirurgias do coração pelo SUS. Sei o que é esperar por consultas, exames e cirurgias – e sei o que é ser salvo pelo sistema público. Quero garantir que os recursos cheguem onde a população mais precisa, reduzindo filas, aproximando especialistas e fortalecendo o SUS”, destacou.
Com Pimenta e Lu Bonatto confirmados, o Podemos aposta no fortalecimento da representatividade do Sudoeste no Congresso Nacional e na Alep.

Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo WhatsApp 46 98820-4604.

Lagoão recebe operação tapa-buracos; Prefeitura inicia recuperação da malha asfáltica após período de chuvas intensas

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A Secretaria Municipal de Infraestrutura, Trânsito e Urbanismo iniciou nesta semana uma força-tarefa para recuperar a pavimentação em diversos pontos de Palmas no sul do Paraná. A ação começou pela Avenida Getúlio Vargas, no bairro Lagoão, uma das vias com maior fluxo de veículos pesados da cidade.

Os serviços de tapa-buracos foram intensificados em razão do elevado volume de chuvas registrado nos últimos dias. A infiltração de água, somada ao intenso tráfego de caminhões e veículos pesados, acelerou o desgaste do pavimento, ocasionando erosões e o surgimento de buracos em diversos trechos da malha asfáltica.

De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, Izaias Mikilita, as equipes estão priorizando os pontos considerados mais críticos para garantir melhores condições de segurança aos motoristas e pedestres.

“As chuvas dos últimos dias causaram danos significativos em algumas vias, principalmente naquelas que recebem grande circulação de caminhões. Iniciamos os trabalhos pela Avenida Getúlio Vargas, no Lagoão, mas a operação seguirá por outros bairros conforme o cronograma da Secretaria. Nosso objetivo é recuperar a trafegabilidade e oferecer mais segurança para quem utiliza as ruas diariamente”, destacou o secretário Izaias Mikilita.

A Prefeitura informa que a operação continuará nos próximos dias, conforme as condições climáticas permitirem, atendendo gradativamente outras ruas e avenidas que também apresentaram danos provocados pelo excesso de chuvas.

Durante a execução dos serviços, a Administração Municipal orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao trafegar pelos locais sinalizados, já que em alguns pontos poderá haver estreitamento de pista ou trânsito em meia pista para garantir a segurança das equipes de trabalho e dos usuários da via.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

No Dia do Agricultor, Presidente da OAB Palmas recebe o deputado federal Pedro Lupion

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Em uma data dedicada a homenagear quem impulsiona o agronegócio brasileiro, o presidente da OAB Subseção de Palmas, Eduardo Tobera, recebeu nesta segunda-feira (28) o deputado federal Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), para uma reunião institucional em seu escritório.

Durante o encontro, foram debatidos os principais desafios enfrentados pelo setor agropecuário, com destaque para as medidas voltadas à renegociação e prorrogação das dívidas rurais, pauta que tem mobilizado produtores de todo o país. Pedro Lupion tem sido um dos principais articuladores das iniciativas em defesa do agronegócio no Congresso Nacional.

A reunião reforçou o compromisso com o diálogo e a busca por soluções que fortaleçam o setor produtivo, reconhecendo a importância dos agricultores para o desenvolvimento econômico e social do Brasil.

Nos próximos dias, será divulgado um vídeo com trechos da conversa, trazendo mais detalhes sobre os temas discutidos e as perspectivas para o agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria

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MEU NEGÓCIO IMOBILIÁRIO

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5 cuidados antes de assinar um contrato de compra e venda de imóvel
Comprar ou vender um imóvel é uma daquelas decisões que a gente não toma todo dia. É um momento grande, de virada, cheio de emoção e expectativa. E é justamente essa empolgação toda que pode nos fazer fechar os olhos para detalhes que, lá na frente, viram dor de cabeça.
Eu já vi isso acontecer tantas vezes que perdi a conta. Casais que estavam realizando o sonho da casa própria, assinaram o contrato sem ler direito, não prestaram atenção nas cláusulas e, meses depois, se viram no meio de um problema que poderia ter sido evitado com meia hora de leitura e algumas perguntas simples.
Um contrato bem feito não é um empecilho. É exatamente o contrário: ele é a sua principal ferramenta de proteção. Protege quem compra, quem vende e até quem intermediou o negócio. E, antes de você assinar qualquer coisa, vale a pena prestar atenção em cinco pontos que fazem toda a diferença.
1. Leia todas as cláusulas do contrato
Eu sei que parece óbvio, mas você não imagina quantas pessoas assinam contratos sem ler o documento inteiro. Às vezes por confiança no corretor, às vezes por pressa, às vezes porque o texto parece complicado demais e a gente prefere não entender.
Mas é justamente ali, nas linhas que a gente pula, que estão as regras do jogo. As condições da venda, os prazos, a forma de pagamento, as multas, as responsabilidades de cada um. Se alguma coisa não estiver clara, pergunte. Insista até entender. Se ainda assim tiver dúvida, peça ajuda de alguém que domine o assunto. Assinar algo que você não compreende é assumir um compromisso às cegas — e o mercado imobiliário não é generoso com quem age no escuro.
2. Veja o que o contrato diz se o financiamento não passar
Quando a compra depende de financiamento , não basta comprador e vendedor estarem de acordo. O banco também entra nessa história. E ele tem critérios próprios, que podem mudar ao longo do processo.
Por isso, o contrato precisa dizer com todas as letras: o que acontece se o financiamento não for aprovado? Quem fica com o sinal? O dinheiro volta integralmente ou há alguma retenção? E se a culpa for do comprador, que omitiu uma dívida? E se o problema for do imóvel, que tinha uma irregularidade na matrícula?
Se essas hipóteses não estiverem previstas, as partes ficam reféns de interpretações e, quase sempre, de uma briga que ninguém quer enfrentar.
3. Confira a documentação do imóvel e do vendedor
Esse é um daqueles cuidados que parecem chatos no começo e salvam vidas no meio do caminho. Matrícula atualizada, certidões, situação fiscal, regularidade da construção, documentação pessoal do vendedor, tudo isso precisa ser verificado antes da assinatura.
Quantas vezes eu vi um negócio travar porque a matrícula estava desatualizada, a construção não estava regularizada ou o vendedor não conseguia apresentar um documento que o banco exigia? E o pior: o comprador só descobriu isso depois de já ter pago o sinal e assinado o contrato. Uma conferência simples, feita antes, teria resolvido tudo em minutos.
Não espere o banco identificar o problema. Antecipe-se.
4. Não conte com a memória de ninguém, registre tudo
A gente costuma confiar na palavra, não é? “Ficou combinado assim.” “Ele disse que ia resolver.” “Combinamos que o pagamento seria até o dia tal.” O problema é que, quando surge um problema, a memória falha. E, na falta de algo escrito, cada um lembra de um jeito.
Se houver alguma condição especial, um prazo diferente, uma responsabilidade específica, um acordo sobre quem paga determinada taxa, qualquer coisa que saia do padrão —, coloque no contrato. Por escrito. Com clareza. Acordo verbal não vale papel quando o negócio desanda. E confiança é uma coisa excelente, mas documentada ela funciona muito melhor.
5. Conte com quem entende do assunto
O corretor de imóveis tem um papel fundamental em toda a negociação. Ele conhece o mercado, entende de documentação, sabe identificar obstáculos antes que eles virem problemas. Mas um contrato bem elaborado e uma análise jurídica adequada oferecem uma camada a mais de segurança que não deve ser desprezada.
Buscar a orientação de profissionais qualificados não é gasto. É investimento. O custo de uma revisão contratual, de uma análise documental, de uma consulta com alguém que entende do riscado, é infinitamente menor do que o custo de um litígio que se arrasta por anos. Eu já vi os dois lados dessa moeda, e posso garantir: prevenir é sempre mais barato.
Informação também protege
Ao longo de mais de 16 anos de mercado, aprendi uma coisa que repito para todo mundo: a maioria dos problemas não começa quando o contrato é assinado. Eles começam muito antes, pela falta de informação. Pela pressa de fechar sem perguntar. Pela confiança em quem não deveria ser confiável. Pelo desconhecimento de etapas que pareciam detalhes e eram essenciais.
Quando comprador, vendedor e corretor conhecem seus direitos e seus deveres, quando entendem cada etapa do processo, as chances de a negociação dar certo aumentam. E quando algo dá errado, como às vezes acontece, todos sabem exatamente o que fazer, porque as regras estavam claras desde o início.
Um bom contrato não existe para resolver problemas. Ele existe, principalmente, para evitar que eles aconteçam.

Eclea Camine é especialista em financiamento imobiliário, correspondente bancária e empresária do mercado imobiliário, com mais de 16 anos de atuação.

Recebo um benefício do INSS. Posso perdê-lo?

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Muitas pessoas acreditam que, depois que o INSS concede um benefício, ele nunca mais poderá ser cancelado. Mas isso não é verdade.

Em algumas situações, o benefício pode ser revisto e até cessado pelo próprio INSS. Isso não significa que o segurado fez algo errado, mas sim que a legislação permite a reavaliação de determinados benefícios.

É o caso, por exemplo, do benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença). Como o próprio nome indica, ele é concedido enquanto durar a incapacidade para o trabalho. Se, em uma nova perícia, o INSS concluir que o segurado recuperou sua capacidade laboral, o benefício poderá ser encerrado.

Outro exemplo é a aposentadoria por incapacidade permanente. Embora seja destinada a quem não possui condições de retornar ao trabalho, ela também pode ser revista em algumas situações. Caso seja constatada recuperação da capacidade ou retorno voluntário à atividade, o benefício poderá sofrer alterações.

Além das perícias, o INSS realiza periodicamente operações de revisão cadastral, conhecidas popularmente como “pente-fino”. Nessas revisões, o segurado pode ser convocado para apresentar documentos, realizar nova perícia ou atualizar informações. Ignorar a convocação pode resultar na suspensão do benefício.

Isso não significa que o segurado deva viver com medo. Na maioria das vezes, basta manter os documentos médicos atualizados, informar corretamente qualquer mudança de situação e atender às convocações feitas pelo INSS.

Caso o benefício seja cancelado de forma indevida, o segurado pode apresentar recurso administrativo e, se necessário, buscar a revisão na Justiça.

Conhecer seus direitos é tão importante quanto cumprir seus deveres. Afinal, a Previdência Social existe para proteger o trabalhador, mas essa proteção também depende de informação e acompanhamento.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Emagreci e minha pele mudou, e agora?

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A perda de peso traz benefícios para a saúde e representa importante conquista pessoal. No entanto, muitas pessoas se surpreendem ao perceber que, junto com os números menores na balança, podem surgir mudanças na aparência e na qualidade da pele. A flacidez do rosto e do corpo tem sido uma das principais queixas dos pacientes, especialmente após perdas de peso mais significativas e mais rápidas, frequentemente observadas com o uso dos análogos do GLP-1 – as famosas canetas emagrecedoras.
Esses medicamentos revolucionaram o tratamento da obesidade e do sobrepeso, proporcionando resultados expressivos. Entretanto, quando há uma redução importante do tecido adiposo em pouco tempo, a pele nem sempre consegue acompanhar essa transformação. O resultado pode ser a perda da firmeza, do contorno facial e corporal e uma aparência mais cansada ou envelhecida.

É importante esclarecer: a flacidez não é causada pelo medicamento. Ela é consequência da perda do volume que antes sustentava os tecidos associada ao processo natural do envelhecimento, que reduz a produção de colágeno e elastina.

Cada paciente envelhece de forma diferente e perde peso de maneira particular. Por isso, não existe um único tratamento capaz de resolver todas as queixas. O segredo está na programação individualizada, que avalia fatores como idade, quantidade e velocidade da perda de peso, qualidade da pele, grau de flacidez e expectativas do paciente.

Na face, muitas vezes é necessário associar tecnologias que estimulam a produção de colágeno em diferentes camadas da pele com tratamentos injetáveis capazes de melhorar sua qualidade, hidratação e firmeza. Em alguns casos, também pode ser indicada a reposição estratégica de volumes, sempre respeitando as características individuais e buscando resultados naturais.

No corpo, regiões como abdômen, braços, glúteos e face interna das coxas podem se beneficiar da combinação de tecnologias para retração cutânea e bioestimulação do colágeno. Os tratamentos injetáveis também desempenham um papel importante ao promover maior firmeza e melhora da textura da pele.

Outro ponto fundamental é compreender que o tratamento não acontece em apenas uma sessão. Assim como a perda de peso foi um processo, a recuperação da qualidade da pele também exige planejamento. Em determinadas situações, pode ser interessante iniciar o estímulo de colágeno ainda durante o processo de emagrecimento.

Emagrecer merece ser celebrado. E cuidar da pele que acompanhou toda essa transformação também faz parte desse processo. Busque seu médico dermatologista de confiança e restaure a autoestima.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

Você vive inchada? Talvez o problema não seja gordura

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“Nutri, parece que acordei maior.”

Essa é uma das frases que mais escuto no consultório. Muitas mulheres acreditam que ganharam gordura de um dia para o outro, quando, na verdade, o que mudou foi o nível de inchaço do organismo.

A boa notícia é que nem todo aumento na balança significa ganho de gordura.

Nosso corpo pode reter líquidos por diversos motivos: alterações hormonais, excesso de sódio na alimentação, baixa ingestão de água, intestino preso, noites mal dormidas, estresse e até o período pré-menstrual.

Além disso, processos inflamatórios também favorecem essa sensação de peso, roupas mais apertadas e abdômen estufado.

Por isso, antes de pensar que a dieta “parou de funcionar”, vale a pena observar o que aconteceu nos últimos dias. Você bebeu pouca água? Dormiu mal? Exagerou nos alimentos ultraprocessados? Seu intestino está funcionando bem?

Outro ponto importante é entender que o inchaço costuma ser temporário. Já o ganho de gordura acontece de forma gradual, quando existe um excesso de calorias mantido ao longo do tempo. São situações diferentes e que precisam de abordagens diferentes.

Isso não significa que devemos ignorar o inchaço. Pelo contrário. Ele é um sinal de que o corpo está tentando comunicar que algo não está em equilíbrio.

Uma alimentação rica em alimentos naturais, boa hidratação, consumo adequado de fibras, prática regular de atividade física e um sono de qualidade costumam fazer uma grande diferença. Em alguns casos, também é necessário investigar alterações hormonais, problemas intestinais ou outras condições clínicas que contribuem para esse quadro.

É por isso que o acompanhamento nutricional faz tanta diferença. Mais do que entregar uma dieta, eu avalio o funcionamento do organismo como um todo, identifico as causas do inchaço e construo um plano alimentar individualizado, respeitando a rotina, os objetivos e as necessidades de cada pessoa.

Antes de culpar a balança, escute os sinais do seu corpo.

Nem toda barriga mais estufada é gordura.

Às vezes, ela só está pedindo mais cuidado e menos culpa.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

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