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quinta-feira,3 setembro,2026
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Três nomes de Palmas entram na urna e colocam a representatividade local à prova

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Um candidato disputa vaga na Câmara Federal e dois buscam uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Palmas chega à eleição de 2026 diante de uma situação que há muito alimenta as conversas políticas da cidade: a possibilidade de voltar a ter voz própria nos parlamentos. Desta vez, três nomes ligados ao município estarão nas urnas, dois mirando Curitiba e um, Brasília.

Na disputa para deputado estadual, aparecem Daniel Andraschko, do Podemos, e Dr. Kosmos Nicolaou, do MDB. Daniel é advogado, pertence a uma família tradicional da política palmense e entra na corrida defendendo maior presença do município nas decisões do Governo do Paraná.

Kosmos, médico e ex-prefeito por dois mandatos, retorna às urnas agora buscando uma cadeira na Assembleia Legislativa. Leva para a campanha a experiência de oito anos à frente da Prefeitura e aposta no trabalho realizado no Executivo como principal cartão de apresentação ao eleitor.

A terceira candidatura tem destino diferente. Rodrigo João Pimenta, também do Podemos, concorre a deputado federal e é o único nome de Palmas na disputa por uma cadeira em Brasília. Pedagogo, comunicador e ex-diretor municipal de Cultura, Pimenta chega à eleição depois de ter sido o candidato a vereador mais votado da cidade em 2024, com 1.479 votos.

Mais do que três candidaturas, a eleição coloca uma velha questão novamente diante do eleitor palmense: Palmas continuará apenas entregando votos a candidatos de fora ou conseguirá transformar votos da cidade em representação política própria?

Em outubro, essa resposta estará na urna.

Sala da Mulher promove saúde, criatividade e fortalecimento feminino em Palmas

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A Sala da Mulher de Palmas segue desenvolvendo atividades voltadas ao cuidado, acolhimento e fortalecimento das mulheres, oferecendo espaços que unem saúde, bem-estar, criatividade, aprendizado e convivência.

Entre as ações realizadas estão as atividades físicas, que proporcionam às participantes momentos de movimento e descontração, ao mesmo tempo em que incentivam hábitos mais saudáveis e contribuem para a disposição e a qualidade de vida.

Para a coordenadora da Mulher, Marilene Aparecida Santana de Lara, as atividades desenvolvidas buscam oferecer às participantes oportunidades de cuidar de si mesmas e, ao mesmo tempo, fortalecer os vínculos de convivência.

“Cuidar da saúde também é um ato de amor próprio. Queremos que a Sala da Mulher seja um espaço onde nossas mulheres se sintam acolhidas, tenham momentos de cuidado, movimento, descontração e convivência”, destaca Marilene.

Mãos que criam, aprendem e transformam
Além das atividades voltadas à saúde, o artesanato também ocupa espaço importante na programação da Sala da Mulher.

As oficinas proporcionam momentos de criatividade e aprendizado, permitindo que as participantes desenvolvam habilidades, compartilhem experiências e valorizem seus próprios talentos.

Mais do que produzir peças artesanais, os encontros também se tornam momentos de integração e fortalecimento dos vínculos entre as participantes.

“Cada atividade tem um propósito. No artesanato, além de aprender e criar, nossas mulheres encontram um ambiente de convivência e valorização dos seus talentos. São mãos que criam, aprendem e transformam”, ressalta a coordenadora.

Espaço de acolhimento e fortalecimento

A proposta é fazer da Sala da Mulher um ambiente cada vez mais próximo das mulheres palmenses, reunindo diferentes iniciativas capazes de contribuir para a autonomia, autoestima, saúde, integração e qualidade de vida.

Com atividades diversificadas, o espaço reforça seu propósito de proporcionar oportunidades para que as mulheres possam aprender, cuidar de si, trocar experiências e fortalecer vínculos.

Fonte:https://pmp.pr.gov.br/

Programa Bons Olhos Paraná começa em Palmas e vai atender estudantes de 6 a 17 anos

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Teve início nesta terça-feira, 1º de setembro, em Palmas, no sul do Paraná a primeira etapa do Programa Bons Olhos Paraná, iniciativa que levará atendimento oftalmológico às crianças e adolescentes matriculados nas redes municipal e estadual de ensino.

De acordo com a secretária municipal de Assistência Social, Rubiana Cristine Matoso Terencio, a programação segue até o dia 18 de setembro e, nesta primeira fase, contempla estudantes com idades entre 6 e 17 anos, que passarão por uma triagem oftalmológica realizada por profissionais especializados.

O objetivo é identificar precocemente possíveis dificuldades relacionadas à visão e garantir o encaminhamento dos estudantes que necessitarem de avaliação médica especializada.

Para organizar os atendimentos, foi elaborado um cronograma dividido em três polos. Os alunos serão transportados até os locais de atendimento por meio dos ônibus municipais, seguindo a programação estabelecida.

Confira o cronograma das triagens:

1º a 4 de setembro

Quadra do CRAS Lagoão

8 a 11 de setembro

Auditório do Oscar Rocker

14 a 18 de setembro

Ginásio Municipal de Esportes

“Começamos hoje esse importante trabalho em Palmas. É uma ação que chega diretamente às nossas crianças e adolescentes, permitindo identificar dificuldades de visão e encaminhar aqueles que precisam para as próximas etapas do programa”, destaca a secretária Rubiana Cristine Matoso Terencio.

Segunda etapa terá consultas com oftalmologista

A triagem realizada durante o mês de setembro é apenas a primeira etapa do programa. Os estudantes que apresentarem necessidade de uma avaliação mais detalhada serão encaminhados para consulta com médico oftalmologista.

A previsão é que essa segunda etapa aconteça no início de outubro, quando a equipe médica estará no município para realizar os atendimentos.

Nesta fase, serão feitas as consultas oftalmológicas, os exames necessários e, para os estudantes que precisarem de correção visual, a escolha dos óculos.

Entrega dos óculos está prevista para novembro

A terceira e última etapa será destinada à entrega dos óculos aos estudantes atendidos pelo programa, prevista para ocorrer durante o mês de novembro.

Com isso, o Bons Olhos Paraná desenvolverá em Palmas um acompanhamento dividido em três momentos: triagem em setembro, avaliação especializada e escolha dos óculos em outubro e entrega dos óculos em novembro.

A iniciativa busca contribuir diretamente para a saúde e o desenvolvimento dos estudantes, considerando a importância da boa visão para a aprendizagem, leitura, participação nas atividades escolares e qualidade de vida.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

Palmas realiza Encontro de Fanfarras neste domingo (6) na Praça Bom Jesus

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A Praça Bom Jesus será palco de música e tradição neste domingo, 6 de setembro, com a realização do Encontro de Fanfarras, a partir das 14h, em Palmas, sul do Paraná.

O evento faz parte da programação alusiva à Semana da Pátria e promete reunir a comunidade para acompanhar apresentações que valorizam a música, a cultura e o civismo.

O Encontro contará com a participação de fanfarras, que levarão ao público diferentes apresentações, transformando a região central da cidade em um espaço de confraternização e celebração.

Além de proporcionar entretenimento para as famílias, a iniciativa busca valorizar o trabalho desenvolvido pelas fanfarras e manter viva uma tradição historicamente ligada às comemorações da Independência do Brasil.

A realização do Encontro de Fanfarras também antecede um dos principais momentos da programação cívica do município: o Desfile Cívico de 7 de setembro, marcado para segunda-feira (7), a partir das 13h30, também na Praça Bom Jesus.

A comunidade está convidada a prestigiar as apresentações e participar da programação preparada para celebrar a Semana da Pátria em Palmas.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

Copa Basquete Energia em Quadra realiza segunda etapa em setembro

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Disputas da categoria Adulto acontecem nos dias 11, 12 e 13, no Ginásio Monsenhor Engelberto, com entrada gratuita

A Copa Basquete Energia em Quadra realiza sua segunda etapa nos dias 11, 12 e 13 de setembro, reunindo equipes da categoria Adulto no Ginásio Monsenhor Engelberto.

Além dos jogos, a programação contará com um Desafio de Habilidades, prometendo mais emoção e entretenimento ao público. A entrada será gratuita.

O evento conta com o patrocínio da Itaipu Binacional e busca fortalecer e incentivar a prática do basquete na região.

Mobilização na Praça Bom Jesus reforça combate à violência contra a mulher em Palmas

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A Praça Senhor Bom Jesus, no Centro de Palmas, no sul do Paraná recebeu uma mobilização alusiva à campanha Agosto Lilás, iniciativa voltada à conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher.

A ação levou informação e orientação diretamente à população, reforçando a importância de reconhecer situações de violência, buscar ajuda e denunciar casos de agressão ou ameaça.

Segundo Marilene Aparecida Santana de Lara, durante a mobilização foram distribuídos aproximadamente 500 panfletos informativos, contendo orientações sobre medidas de proteção e os principais canais disponíveis para denúncias.

A iniciativa contou com a participação de diferentes instituições e entidades, fortalecendo a atuação conjunta da rede de proteção às mulheres em Palmas. Participaram da mobilização a Polícia Militar do Paraná (PMPR), Polícia Civil do Paraná (PCPR), OAB Palmas, Procuradoria da Mulher de Palmas, Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG) e Sala da Mulher.

Além da distribuição dos materiais, a atividade buscou aproximar os órgãos de proteção da comunidade e ampliar o acesso às informações necessárias para que vítimas, familiares, amigos e demais cidadãos saibam como agir diante de situações de violência.

Informação também é proteção

O Agosto Lilás é marcado por ações de conscientização sobre as diferentes formas de violência contra a mulher e pela divulgação dos mecanismos existentes para proteção das vítimas.

A mobilização em Palmas reforçou que o enfrentamento à violência exige a participação de toda a sociedade. Identificar os sinais, acolher a vítima e comunicar os órgãos competentes são atitudes fundamentais para interromper ciclos de violência.

A população pode realizar denúncias por meio do Disque 181, inclusive para repassar informações sobre situações que necessitem de apuração. Em casos de emergência ou quando a violência estiver acontecendo, o acionamento da Polícia Militar deve ser feito pelo telefone 190.

A campanha também chama atenção para a necessidade de não silenciar diante da violência. A denúncia pode representar o primeiro passo para garantir proteção à vítima e possibilitar a atuação dos órgãos que integram a rede de enfrentamento à violência contra a mulher.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

O financiamento foi aprovado. Mas isso significa que o negócio está garantido?

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Comprar um imóvel é, para muitas famílias, uma das decisões financeiras mais importantes da vida. Por isso, é comum que, depois de fazer uma simulação e receber uma aprovação inicial de crédito, o comprador imagine que o financiamento está garantido e que basta aguardar a assinatura do contrato. Na prática, não é tão simples assim.

Recentemente, acompanhei uma negociação que mostrou exatamente isso. O comprador tinha apenas dois meses de carteira assinada. A documentação apresentada permitiu que o processo avançasse normalmente, mas, em uma etapa posterior, surgiu uma dúvida sobre o histórico profissional daquele cliente durante o ano anterior. Foi necessário explicar melhor a situação e apresentar documentos complementares para que a análise pudesse continuar.

Esse tipo de situação é importante porque muita gente confunde aprovação de crédito com conclusão do financiamento. São coisas diferentes. Durante o processo, o banco pode analisar documentos, solicitar esclarecimentos e pedir informações complementares antes da contratação. Por isso, receber uma aprovação inicial é uma etapa importante, mas não significa que o contrato já esteja assinado ou que os recursos já estejam disponíveis.
Se você está comprando um imóvel financiado, não tome decisões importantes acreditando que o financiamento está garantido apenas porque recebeu uma aprovação inicial.

No caso que acompanhei, escolhemos fazer aquilo que considero indispensável em qualquer negociação: contar a verdade. Explicamos ao banco a situação profissional do cliente exatamente como ela havia sido apresentada por ele e buscamos documentos que ajudassem a comprovar sua trajetória. Os extratos bancários do período anterior contribuíram para esclarecer a situação, e o processo pôde continuar até a contratação do financiamento.

Mas poderia ter sido diferente. Por isso, uma das principais recomendações que faço a quem pretende comprar um imóvel é: não esconda informações do seu corretor, do correspondente ou do banco para tentar facilitar a aprovação. Uma informação omitida no início pode aparecer mais tarde e colocar em risco uma negociação que já envolveu tempo, dinheiro e expectativa de toda a família.

Também é importante entender que o financiamento não depende apenas do valor do imóvel. A situação profissional, a renda, os documentos apresentados e outras informações da vida financeira do comprador fazem parte da análise. Por isso, quanto mais organizada estiver a documentação e quanto mais verdadeira for a informação apresentada, mais preparado estará o comprador para enfrentar eventuais questionamentos durante o processo.
Para quem está vendendo um imóvel, a recomendação também vale. Saber que o comprador teve o crédito aprovado é uma informação importante, mas ainda é necessário acompanhar as etapas seguintes até que o financiamento seja efetivamente contratado e o negócio possa avançar para sua conclusão.

Foi acompanhando situações como essa que compreendi ainda mais profundamente que meu trabalho no mercado imobiliário vai muito além de apresentar imóveis. Ao longo da minha trajetória, trabalhando diretamente com financiamento imobiliário, aprendi que conhecimento técnico, organização e transparência fazem diferença justamente quando surgem situações que não estavam previstas.

É esse conhecimento que procuro compartilhar também com os corretores que formo e acompanho. Porque comprar um imóvel não deve ser apenas realizar um sonho; deve ser realizar esse sonho com informação, segurança e responsabilidade.

Sou Ecléa Camine, empresária do mercado imobiliário, especialista em financiamento imobiliário e formadora de corretores. E, depois de tantos anos acompanhando famílias em processos de compra e financiamento, continuo acreditando que existe uma regra que não pode ser negociada: a verdade pode tornar uma negociação mais difícil, mas é ela que permite construir negócios seguros e sustentáveis.

“Trabalhei sem carteira assinada. Esse período pode contar para minha aposentadoria?”

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Muitas pessoas chegam perto da aposentadoria e descobrem que alguns anos de trabalho simplesmente não aparecem no cadastro do INSS. É comum, então, surgir a dúvida: se trabalhei sem carteira assinada, perdi esse tempo para sempre?

Nem sempre.
Quando existe uma verdadeira relação de emprego, a obrigação de registrar o trabalhador e recolher as contribuições previdenciárias é do empregador. Por isso, a falta de registro não significa automaticamente que aquele período não possa ser reconhecido para fins previdenciários.

O grande ponto é a prova do trabalho realizado.

Dependendo do caso, documentos como recibos de pagamento, contratos, registros internos da empresa, extratos, documentos trabalhistas e outros elementos da época podem ajudar a demonstrar que a atividade realmente existiu. A prova exclusivamente testemunhal, em regra, não basta para comprovar tempo de serviço perante a Previdência, razão pela qual documentos são especialmente importantes.

Também é possível que o vínculo tenha sido reconhecido posteriormente em uma ação trabalhista. Porém, é preciso atenção: uma sentença ou acordo trabalhista, por si só, nem sempre será suficiente para que o INSS reconheça automaticamente aquele período. A documentação que demonstra a efetiva prestação do serviço continua sendo relevante.

A situação é diferente para quem trabalhou por conta própria, sem vínculo de emprego. Nesse caso, como a responsabilidade pelas contribuições pode ser do próprio trabalhador, eventualmente será necessário analisar a possibilidade de recolhimentos em atraso e os requisitos para que aquele período seja considerado.

Por isso, quem está planejando a aposentadoria deve conferir com antecedência o CNIS, documento que reúne os vínculos e contribuições registrados no sistema previdenciário.

Encontrou um período de trabalho que não aparece? Não significa necessariamente que ele foi perdido.

Documentos antigos que parecem não ter mais utilidade podem fazer uma enorme diferença anos depois. Antes de descartá-los — e, principalmente, antes de pedir a aposentadoria – vale conferir se todo o histórico profissional está corretamente registrado.

Afinal, alguns anos esquecidos no cadastro podem ser justamente os anos que faltam para conquistar um direito.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

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