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sexta-feira,4 setembro,2026
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Suplementar colágeno oral ou bioestimulador de colágeno injetável: o que realmente vale a pena?

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Você sabia que a nossa capacidade de produzir colágeno começa a diminuir progressivamente ao longo da vida? A partir da idade adulta – cerca de 25 a 30 anos – essa produção já não é a mesma da juventude e, com o passar do tempo, fatores como exposição solar, tabagismo, alterações hormonais, estresse, insônia e hábitos de vida podem acelerar ainda mais essa perda.
O resultado aparece na pele: redução da firmeza e elasticidade, surgimento de flacidez, aspecto opaco, alterações na textura e formação de rugas.

Diante disso, uma pergunta se tornou cada vez mais comum no consultório: vale mais a pena tomar colágeno ou investir em um bioestimulador?

O colágeno oral, especialmente na forma de peptídeos de colágeno, pode ser utilizado como um complemento aos cuidados. Estudos mostram benefícios modestos na hidratação, elasticidade e qualidade da pele após uso contínuo. Mas é importante ter expectativas realistas: o suplemento não substitui uma alimentação equilibrada, proteção solar ou tratamentos dermatológicos. É importante ter em mente que a ruga instalada não irá desaparecer com a suplementação via oral.

Os bioestimuladores de colágeno atuam de outra maneira. Substâncias como o ácido poli-L-láctico e a hidroxiapatita de cálcio são aplicadas em planos específicos da pele e estimulam uma resposta local que favorece a produção de novo colágeno. O resultado é progressivo e pode contribuir para melhorar firmeza, sustentação, textura e qualidade da pele.

Então, qual vale mais a pena?

Depende do objetivo. O colágeno oral pode fazer sentido como parte de uma estratégia de manutenção e cuidados globais. Já para quem apresenta perda de firmeza ou deseja uma ação mais direcionada e significativa sobre a qualidade da pele, os bioestimuladores podem oferecer resultados mais perceptíveis.

E eles não precisam ser vistos como tratamentos concorrentes. Em muitos casos, a melhor estratégia é combinar diferentes recursos: alimentação adequada, proteção solar, skincare, hábitos saudáveis e, quando indicados, suplementação e procedimentos.

Mais importante do que escolher entre “colágeno em cápsula” ou “colágeno injetável” é entender quanto colágeno sua pele perdeu, quais são suas necessidades e qual estratégia faz sentido para o seu momento. Seu médico dermatologista traçará uma estratégia pensando exatamente no que você precisa.

Envelhecer é natural. Cuidar para envelhecer bem é uma escolha inteligente.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

Coração: 10 perguntas que todo mundo já fez

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Quando o assunto é coração, muitas dúvidas aparecem no consultório. Afinal, nem toda dor no peito é infarto, nem todo coração acelerado significa arritmia e nem sempre quem se sente bem está livre de doenças cardiovasculares.

1. “Minha pressão está 14 por 9. Já sou hipertenso?”
Não necessariamente. Uma medida isolada não define hipertensão. É importante confirmar os níveis em diferentes momentos e, quando indicado, fazer medidas em casa ou MAPA.

2. “Colesterol alto dá sintomas?”
Na maioria das vezes, não. A pessoa pode se sentir perfeitamente bem enquanto o colesterol contribui para a formação de placas nas artérias. Por isso, prevenção é fundamental.

3. “Palpitação significa problema no coração?”
Nem sempre. Ansiedade, estresse, café, falta de sono e alguns medicamentos podem acelerar o coração. Mas palpitações frequentes ou acompanhadas de desmaio, falta de ar ou dor no peito precisam ser investigadas.

4. “Toda dor no peito é infarto?”
Não. Existem diversas causas. Porém, pressão ou dor no peito associada a falta de ar, suor frio, náusea ou dor irradiada para braço ou mandíbula exige avaliação imediata.

5. “Quem faz exercício não precisa se preocupar com o coração?”
Precisa. Exercício protege, mas não elimina fatores como genética, colesterol, hipertensão, diabetes ou tabagismo.

6. “Preciso tratar o colesterol mesmo sem sintomas?”
Em algumas situações, sim. A decisão depende do risco cardiovascular individual, e não apenas do valor do colesterol.

7. “Ansiedade pode aumentar a pressão?”
Pode. O estresse ativa mecanismos que elevam temporariamente a frequência cardíaca e a pressão. Quando persistente, também pode contribuir para hábitos prejudiciais à saúde.

8. “Emagrecer protege o coração?”
Sim. A redução do excesso de peso pode melhorar pressão, glicemia e metabolismo. Mas atividade física, alimentação, sono e controle dos fatores de risco também são essenciais.

9. “Se não sinto nada, preciso fazer avaliação?”
Depende dos seus fatores de risco, idade e histórico familiar. Muitas doenças cardiovasculares são silenciosas.

10. “Qual é a melhor forma de cuidar do coração?”
Não existe um único exame ou remédio. Cuidar do coração é controlar pressão e colesterol, não fumar, praticar atividade física, cuidar do peso, dormir bem, alimentar-se adequadamente e também cuidar da saúde mental.

A prevenção cardiovascular começa muito antes do primeiro sintoma.

Setembro Amarelo

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Quando a depressão pode esconder um diagnóstico de autismo na vida adulta

Setembro Amarelo é um período de reflexão sobre saúde mental, prevenção do suicídio e a importância de olhar com mais atenção para o sofrimento emocional. Entre os diversos desafios presentes na prática clínica, está a possibilidade de pessoas adultas receberem, durante anos, diagnósticos que explicam apenas parte de suas dificuldades.
Não é incomum que adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente aqueles que passaram grande parte da vida tentando se adaptar socialmente, procurem ajuda psicológica ou psiquiátrica devido à ansiedade, exaustão emocional, isolamento e sintomas depressivos. Embora essas condições possam estar realmente presentes, em alguns casos elas são consequências de uma trajetória marcada por sobrecarga, dificuldades sociais, sensação de inadequação e esforço constante para corresponder às expectativas do ambiente.
Isso não significa que toda depressão esconda um diagnóstico de autismo. A depressão é uma condição séria e precisa ser cuidadosamente avaliada. O ponto central é compreender que sintomas semelhantes podem ter origens diferentes e que uma avaliação clínica aprofundada é fundamental.
Muitos adultos autistas só recebem o diagnóstico tardiamente porque aprenderam, ao longo da vida, a mascarar suas dificuldades. Ao compreenderem melhor sua própria história e forma de funcionamento, podem encontrar novas possibilidades de cuidado, autoconhecimento e qualidade de vida.
Neste Setembro Amarelo, falar sobre saúde mental também é falar sobre escuta qualificada. Um diagnóstico preciso pode transformar a maneira como uma pessoa compreende seu sofrimento e, principalmente, ajudá-la a encontrar caminhos mais adequados para viver com maior bem-estar.

Alessandra Procópio Moreira Psicóloga e Neuropsicológa CRP 08/41553

Marini Meu Lugar

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Meu nome é Julio Cesar de Barros, tenho onze anos de empresa e, atualmente, sou supervisor de manutenção. O que me fez escolher trabalhar na Marini foi a oportunidade de crescer profissionalmente e de fazer parte de uma empresa que me valorizou desde o primeiro dia.
É muito importante lembrar e tornar pública a maneira como somos tratados aqui dentro. A receptividade é um dos fatores positivos, entre muitos outros, que encontramos na empresa.
A empresa vem crescendo nitidamente ao longo desses anos e, a cada ano que passa, novas oportunidades vão surgindo. O colaborador precisa acompanhar essa evolução, mostrar o seu propósito aqui dentro, estudar e demonstrar interesse em aprender coisas novas.
Um exemplo disso é a minha própria trajetória. Quando comecei, eu era auxiliar de eletricista. No decorrer do tempo, fiz curso técnico e, subindo um degrau aqui dentro, passei a trabalhar como mecânico industrial. Não muito tempo depois, fiz faculdade de Engenharia e, hoje, já estou colaborando com a Marini como supervisor de manutenção.
A rotina do dia a dia aqui dentro é muito gratificante. É muito bom saber que estamos dando conta das tarefas que aparecem e que a equipe executa as demandas com seriedade e profissionalismo.
Fazer parte de uma empresa como a Marini e vir trabalhar diariamente é um privilégio. Também é muito bom participar dos momentos de confraternização que acontecem todos os finais de ano com todas as equipes da manutenção. Nesses momentos, todos os colaboradores se reúnem, aproveitam para se descontrair e tornam aquele dia especial.
Hoje, posso dizer para quem está começando na Marini que aqui é o lugar ideal para o crescimento profissional e até mesmo pessoal. Eu mesmo aprendi e continuo aprendendo muito aqui dentro, tanto com meus amigos quanto com os gestores e diretores.

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva e Taís Reis
para o Jornal Destaque Regional

A palmense Eduarda “Duda” Gomes, estreou com vitória no circuito profissional de tênis

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A palmense Eduarda “Duda” Gomes, estreou com vitória no circuito profissional de tênis nesta terça-feira (25), se tornando apenas a segunda tenista nascida em 2012 a vencer um jogo profissional. Esse momento marcante ocorreu no ITF W35 de Barueri, em São Paulo. Com o resultado, Duda avançou para as oitavas de final e aguarda definição de sua adversária que sairá do duelo entre a mexicana Ana Sofia Sanchez (406ª), cabeça de chave 5, 32 anos, ou a brasileira de 20 anos Sofia Perovani (SR).

Com apenas 14 anos, completados recentemente, a jovem palmense já é destaque no circuito mundial juvenil, neste ano ela venceu o Roland Garros Junior Series e a Copa Cosat, além de ser semifinalista de Wimbledon 14 anos.

Esta estreia com vitória no profissional lhe rendeu 4 pontos, porém para entrar no ranking da WTA, é preciso somar ao menos 10 pontos em 12 meses ou pontuar em três torneios diferentes. Duda mira mais uma vitória em Barueri para acumular 8 pontos e, caso avance mais uma vez, terá a chance de entrar para o ranking mundial pela primeira vez.

O Jogo

Duda encarou uma reedição da final de Roland Garros Junior, a catarinense Maria Eduarda Carbone, de 16 anos, com parciais de 6/2, 1/6 e 6/0, a palmense voltou a vencer sua adversária.

Fonte: Facebook Rádio Horizonte FM

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