A Marini Compensados esteve entre as empresas presentes na Lignum Latin America 2026, que aconteceu em Curitiba – PR, a Lignum é um dos principais eventos da indústria madeireira na América Latina. Representando a empresa, o CEO Roni Junior Marini teve participação ativa na programação, contribuindo para debates e discussões sobre o futuro e os desafios do setor.
Além de CEO da Marini, Roni Junior Marini ocupa atualmente as posições de presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI) e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), ampliando sua atuação na representação e no desenvolvimento da indústria madeireira.
Durante a feira, Roni participou de diferentes momentos da programação, incluindo palestras, mediações e conversas no Lignum Talks, levando sua experiência e a visão da indústria para os debates realizados ao longo do evento.
A Lignum Latin America reúne empresas, profissionais e lideranças de toda a cadeia produtiva da madeira, com uma programação voltada a temas como transformação, beneficiamento, preservação, energia, biomassa, uso da madeira e manejo florestal.
Com a participação de sua equipe e a atuação de Roni Junior Marini na programação, a Marini Compensados amplia sua presença em importantes espaços do setor e fortalece sua conexão com empresas, profissionais e lideranças da indústria madeireira.
Marini Compensados e Roni Junior Marini se destacam na Lignum Latin America 2026
Atletas de Palmas conquistam destaque nos Jogos Escolares Brasileiros; Brenda vai representar o Brasil no Equador
Duas jovens atletas de Palmas estão entre os destaques dos Jogos Escolares Brasileiros (JEB’s). Brenda Sophia Santos de Souza e Dyuli Wosnes Hilario, estudantes do Colégio Estadual Cívico-Militar Sebastião Paraná, conquistaram resultados expressivos nas provas de atletismo e colocaram o município em evidência na competição nacional.
O principal destaque é Brenda Sophia Santos de Souza, que subiu duas vezes ao lugar mais alto do pódio. A palmense conquistou o 1º lugar nos 80 metros – Série Prata e também foi campeã dos 150 metros, encerrando as disputas individuais com duas medalhas de ouro.
O desempenho nos JEB’s garantiu ainda uma conquista maior para a jovem atleta: Brenda vai representar o Brasil nos Jogos Sul-Americanos Escolares, previstos para novembro, em Guayaquil, no Equador.
Dyuli fica entre as melhores do Brasil
A atleta Dyuli Wosnes Hilario também obteve resultado de destaque na competição. Na prova dos 150 metros, a palmense conquistou a 7ª colocação, terminando a disputa como a 7ª melhor atleta do Brasil na categoria, diante de competidoras de diferentes estados.
Os resultados refletem a preparação e a dedicação das atletas, que contam com o acompanhamento do professor Cleyton Luiz Aguiar, responsável pelo trabalho de treinamento e preparação da equipe de atletismo.
Segundo o Departamento Municipal de Esportes, o trabalho desenvolvido pelo professor tem sido importante para o desenvolvimento dos atletas e para a preparação dos jovens que representam Palmas em competições.
Atletas ainda disputam revezamento
A participação de Brenda e Dyuli nos Jogos Escolares Brasileiros ainda não terminou. As duas atletas disputam nesta segunda-feira (21), às 16h45, a prova do revezamento 5×80 metros, encerrando a participação na competição.
O Departamento Municipal de Esportes parabenizou as atletas e o professor Cleyton pelos resultados alcançados e ressaltou a importância do incentivo ao esporte escolar e da formação de novos talentos no município.
Com apenas as provas individuais, Palmas já encerra os JEB’s com resultados de expressão nacional. Além das duas medalhas de ouro conquistadas por Brenda e da presença de Dyuli entre as melhores atletas brasileiras nos 150 metros, o município terá agora uma representante vestindo as cores do Brasil em uma competição internacional.
Fonte:https://pmp.pr.gov.br/
Prefeito Daniel Lângaro assina termo de cedência de veículo para a Rede Feminina de Combate ao Câncer
O prefeito de Palmas, Daniel Ricardo Lângaro, assinou o Termo de Cedência de Veículo que oficializa a disponibilização de um automóvel para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Palmas, no sul do Paraná. O documento foi recebido e assinado pela presidente da instituição, Adriana Signor, formalizando mais uma parceria entre o Município e a entidade.
O veículo cedido é um Fiat Argo Trekking 1.3, ano/modelo 2026, cor branca, adquirido pelo Município de Palmas por intermédio do Convênio nº 1205/2025, firmado com a Secretaria de Estado das Cidades (SECID).
Conforme estabelecido no termo, o automóvel será utilizado para atender às finalidades previstas no Estatuto Social da Rede Feminina, especialmente na prestação de serviços assistenciais a pacientes oncológicos.
A cedência foi formalizada pelo prazo de 10 anos, com possibilidade de prorrogação por igual período enquanto permanecer atendido o interesse público. O documento também estabelece que a instituição ficará responsável pela conservação do veículo, incluindo limpeza, revisões, manutenção preventiva, combustível e demais despesas decorrentes de sua utilização.
Para o prefeito Daniel Lângaro, a iniciativa representa o reconhecimento ao trabalho desenvolvido pela Rede Feminina e o fortalecimento das ações de apoio às pessoas que enfrentam o tratamento contra o câncer.
“A Rede Feminina realiza um trabalho muito importante e acolhedor em nosso município. Este veículo chega para contribuir diretamente com as atividades da instituição e, principalmente, com o atendimento às pessoas que precisam desse suporte em um momento tão delicado. É uma parceria que transforma o investimento público em cuidado com a nossa população”, destacou o prefeito.
A presidente da Rede Feminina de Combate ao Câncer, Adriana Signor, recebeu o termo representando a entidade. A formalização garante à instituição a utilização do automóvel para suas atividades assistenciais, ampliando a estrutura disponível para o desenvolvimento dos serviços.
Com a iniciativa, a Prefeitura de Palmas fortalece a parceria com uma instituição que desenvolve trabalho voltado ao acolhimento e à assistência de pacientes oncológicos, oferecendo melhores condições para a continuidade das atividades realizadas no município.
Fonte: https://pmp.pr.gov.br/
Infraestrutura intensifica limpeza de bueiros como medida preventiva diante da previsão de chuvas em Palmas
A Secretaria Municipal de Infraestrutura de Palmas no sul do Paraná intensificou, nos últimos dias e ao longo desta segunda-feira (21), os trabalhos de limpeza e desobstrução de bueiros em diferentes pontos do município. A ação tem caráter preventivo diante da previsão de chuvas para os próximos dias.
Sob a coordenação do secretário de Infraestrutura, Isaías Mikilita, as equipes estão realizando a retirada de lixo e outros materiais acumulados nas estruturas de drenagem, buscando garantir o escoamento adequado da água e reduzir os riscos de alagamentos.
Segundo Mikilita, o Município vem adotando medidas preventivas e também executou melhorias em locais que historicamente registravam problemas durante períodos de maior volume de chuva.
“Estamos fazendo um trabalho preventivo. Foram feitas algumas melhorias no bairro São José, onde conseguimos amenizar bastante a questão dos alagamentos, principalmente na região da Rua Rafael Ribas e também da Rua José Joaquim Balso”, destacou o secretário.
Nesta segunda-feira, as equipes permaneceram mobilizadas durante todo o dia para ampliar a limpeza dos sistemas de drenagem.
“Estamos desde a manhã e ficaremos o dia todo com as limpezas, fazendo a desobstrução dos bueiros e a retirada de lixo. Infelizmente, encontramos muito lixo. Estamos fazendo o máximo possível para minimizar os riscos de alagamentos”, afirmou Miquelita.
Município permanece em alerta
De acordo com o secretário, a Secretaria de Infraestrutura permanece atenta às condições climáticas e com suas equipes mobilizadas para atuar preventivamente e atender eventuais situações provocadas pelo volume de chuva.
“Estamos em alerta, fazendo a nossa parte, limpando e trabalhando na prevenção. Pedimos a Deus que nos abençoe e que não tenhamos nenhuma situação mais grave”, acrescentou.
A Secretaria também reforça o pedido de colaboração da comunidade, principalmente para que lixo, entulhos e outros resíduos não sejam descartados nas ruas, próximo aos bueiros ou em locais inadequados. Durante as limpezas, as equipes encontraram grande quantidade de materiais que podem comprometer o escoamento da água.
O Município ressalta que as medidas adotadas têm caráter preventivo e buscam reduzir os impactos de eventuais chuvas intensas, mas a participação da população é fundamental para manter bueiros e sistemas de drenagem livres de obstruções.
Fonte: https://pmp.pr.gov.br/
Por todas as Marias Fernandas
Maria Fernanda Naiser Fragais saiu de Palmas para visitar a família em Curitiba, cidade onde vivo. Dias depois, foi encontrada morta. A investigação trata o caso como feminicídio. O suspeito preso já tinha registros de violência contra mulheres e um mandado de prisão em aberto por fatos ligados à Lei Maria da Penha.
A tragédia de Maria Fernanda não é um caso isolado. Ela acontece em um Paraná que ainda convive com números alarmantes de violência contra a mulher. E dói ainda mais quando olhamos para Palmas. O município chegou a registrar a 7ª maior taxa de ocorrências de violência contra a mulher entre os 399 municípios do Paraná: 254,77 registros por mil mulheres, segundo dados da SESP-PR. O estudo mais recente do TCE-PR voltou a colocar Palmas entre as áreas de maior concentração de estupros notificados no Estado.
E existe outro dado que precisa nos fazer agir: em 2025, o Paraná teve a maior taxa de registros de descumprimento de medidas protetivas de urgência do Brasil. Foram 23.220 registros, o equivalente a 195,3 ocorrências por 100 mil habitantes, mais de três vezes a taxa nacional.
Isso mostra que não basta conceder uma medida protetiva. É preciso garantir que ela seja respeitada e que a mulher esteja realmente protegida.
Maria Fernanda era amiga de Rodrigo João Pimenta. Tinha família, amigos, sonhos e uma vida inteira que não pode ser resumida a uma estatística.
Como mulher, mãe, esposa, jurista e ativista na prevenção e enfrentamento à violência contra a infância, contra as mulheres e contra os idosos, acredito que precisamos agir antes que outra família receba a pior notícia de sua vida.
Medida protetiva precisa proteger de verdade. Casos de maior risco precisam ser monitorados. Polícia, Justiça, saúde e assistência social precisam compartilhar informações e agir de forma integrada.
É por isso que defendo a criação de um Observatório Estadual da Violência contra a Mulher: para integrar dados, identificar situações de risco, acompanhar reincidências e transformar informação em prevenção e proteção.
Porque não basta agir depois da violência. Precisamos identificar o risco antes que ele termine em morte.
Nenhuma mulher pode depender da sorte para voltar para casa.
Lu Bonatto Ativista no enfrentamento à violência contra a infância, mulheres e idosos, jurista, presidente do Podemos Paraná e candidata a deputada estadual.
Comprar um imóvel na planta: por que tantas pessoas escolhem essa modalidade?
Quando alguém decide comprar um imóvel, é comum pensar primeiro em um imóvel pronto. Afinal, podemos visitar, conhecer os ambientes, observar os acabamentos e imaginar com mais facilidade como será viver naquele espaço. Mas existe outra modalidade que há muitos anos ocupa um lugar importante no mercado imobiliário: a compra de imóveis na planta.
E por que tantas pessoas escolhem comprar antes de o imóvel estar pronto?
Um dos principais atrativos é a possibilidade de acompanhar a valorização do imóvel ao longo da obra. Em muitos empreendimentos, o comprador entra em uma fase inicial, quando os preços podem ser mais competitivos, e o imóvel pode apresentar valorização conforme a construção avança e o empreendimento se aproxima da entrega. É importante, porém, entender que valorização não é garantia de resultado e depende das condições do mercado, da localização, do empreendimento e de diversos outros fatores.
Outro ponto que chama a atenção é a forma de pagamento. Dependendo do empreendimento, existe um fluxo de pagamento durante o período de construção que pode facilitar o planejamento financeiro do comprador. Isso pode ser interessante para quem não dispõe de todo o valor para comprar um imóvel pronto ou prefere organizar os pagamentos ao longo da obra.
O preço inicial também pode ser um atrativo. Em determinadas situações, uma unidade na planta pode apresentar um valor inicial mais competitivo do que uma unidade pronta semelhante. Mas isso não deve ser tratado como uma regra: cada empreendimento precisa ser analisado individualmente, considerando localização, padrão construtivo, condições comerciais e momento do mercado.
Por essas características, o imóvel na planta se tornou um produto muito procurado por investidores. E não existe apenas uma maneira de investir.
Há quem compre pensando na valorização e em uma futura revenda. Há quem compre pensando em formar patrimônio e, depois da entrega, obter renda por meio da locação. E também há quem compre para morar, aproveitando o período da construção para se planejar financeiramente e acompanhar o desenvolvimento do imóvel que será seu.
Ou seja, o mesmo empreendimento pode atender objetivos completamente diferentes. Para uma família, pode representar a realização do sonho da casa própria. Para outra pessoa, pode representar uma estratégia de investimento. Para alguém que já possui patrimônio, pode ser uma forma de diversificar seus investimentos imobiliários.
É justamente por isso que a decisão não deve começar apenas pela pergunta “quanto custa?”. Antes disso, é importante entender por que você está comprando.
Se o objetivo é morar, é preciso avaliar se a localização, a planta, a estrutura e as características do empreendimento atendem às necessidades da família. Se o objetivo é investir, entram outras questões: potencial de demanda, localização, liquidez, condições de pagamento, custos envolvidos e possibilidades futuras de venda ou locação.
Comprar na planta também exige atenção. Como o imóvel ainda não está pronto, o comprador precisa conhecer o projeto, o memorial descritivo, o prazo previsto para entrega, as condições contratuais, o fluxo de pagamento e os valores que podem ser corrigidos ao longo da obra. Também é importante buscar informações sobre a incorporadora e analisar com cuidado toda a documentação antes de tomar uma decisão.
E existe uma regra que considero muito importante: não compre apenas porque alguém disse que vai valorizar.
Uma boa oportunidade imobiliária precisa fazer sentido para quem está comprando. A valorização pode acontecer, mas não deve ser tratada como promessa. O investimento precisa ser analisado considerando seus objetivos, sua capacidade financeira e as características reais daquele empreendimento.
Para quem está pensando em comprar, também vale aproveitar o conhecimento de um profissional que consiga explicar não apenas o imóvel, mas todo o negócio que está por trás dele. Um bom atendimento não deveria se resumir a mostrar uma maquete, apresentar uma tabela de preços ou falar sobre uma condição de pagamento. O comprador precisa entender o que está adquirindo, como vai pagar e quais são as possibilidades e responsabilidades envolvidas.
No fim, comprar um imóvel na planta pode ser uma escolha para quem quer morar, para quem quer construir patrimônio, para quem pretende obter renda com aluguel ou para quem enxerga uma oportunidade de revenda no futuro. Mas cada uma dessas decisões precisa ser analisada de acordo com o perfil e o objetivo de quem está comprando.
O mercado imobiliário oferece diferentes caminhos. O mais importante é descobrir qual caminho faz sentido para você.
E, antes de escolher um imóvel, escolha também a informação que vai orientar sua decisão. Uma boa compra começa muito antes da assinatura do contrato.
Eclea Camine
Empresária imobiliária – Camine Imóveis
Estrategista de mercado imobiliário
Especialista em financiamento imobiliário
Posso receber aposentadoria e continuar trabalhando?
Uma dúvida muito comum entre trabalhadores que estão próximos da aposentadoria é: depois de me aposentar, sou obrigado a parar de trabalhar?
A resposta, na maioria dos casos, é não.
Atualmente, quem se aposenta pelo INSS pode continuar exercendo suas atividades profissionais normalmente. Isso vale tanto para empregados com carteira assinada quanto para autônomos, empresários e profissionais liberais.
Na prática, muitas pessoas optam por continuar trabalhando para complementar a renda, manter a rotina ou simplesmente porque gostam da profissão que exercem. A aposentadoria, portanto, não representa uma proibição ao trabalho, mas sim uma garantia de renda decorrente das contribuições realizadas ao longo da vida.
Entretanto, existe uma exceção importante: a aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez). Nesse caso, o benefício é concedido justamente porque o segurado foi considerado incapaz para o trabalho. Se ele retornar à atividade profissional, o INSS poderá revisar e até cancelar o benefício.
Outra situação que merece atenção é a aposentadoria especial. Após a Reforma da Previdência, o segurado aposentado nessa modalidade não pode continuar exercendo atividade exposta aos mesmos agentes nocivos que deram origem ao benefício, como ruído excessivo, produtos químicos ou outras condições insalubres.
Muitas pessoas também acreditam que, ao continuar trabalhando, deixarão de contribuir para o INSS. Isso não acontece. O aposentado que exerce atividade remunerada continua contribuindo normalmente, embora essas contribuições não gerem uma nova aposentadoria nem aumentem o valor do benefício já concedido.
Por isso, antes de pedir a aposentadoria, é importante avaliar não apenas se já possui os requisitos necessários, mas também qual será o impacto financeiro da decisão. Em muitos casos, um planejamento previdenciário adequado pode resultar em um benefício mais vantajoso.
A aposentadoria não precisa significar o fim da vida profissional. Para muitos brasileiros, ela representa apenas o início de uma nova fase, com mais liberdade para escolher como e quanto desejam trabalhar.
Procure sempre um profissional de sua confiança.
Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Home office também exige atenção à saúde e segurança
O trabalho mudou de lugar, mas os riscos ocupacionais não desapareceram. Com a consolidação dos modelos remoto e híbrido, empresas precisam ampliar o olhar sobre a saúde e a segurança dos trabalhadores que desempenham suas atividades fora do ambiente físico da organização.
Dados divulgados pelo IBGE apontam que, em 2024, 42,9% das empresas industriais brasileiras com 100 ou mais pessoas ocupadas adotavam o teletrabalho. Paralelamente, somente no primeiro semestre de 2025, o Ministério da Saúde registrou 6.156 notificações de Lesões por Esforços Repetitivos e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (LER/Dort). Os números não são exclusivos do home office, mas ajudam a demonstrar a importância da prevenção.
Trabalhar em casa não significa, necessariamente, trabalhar em condições adequadas. Mesas improvisadas, notebook em altura inadequada, permanência prolongada na mesma posição, ausência de pausas, jornadas extensas e dificuldade de separar o tempo profissional do pessoal podem gerar impactos físicos e emocionais.
A ergonomia, portanto, vai muito além de escolher uma boa cadeira. A NR-17 estabelece que as condições de trabalho devem ser adaptadas às características psicofisiológicas dos trabalhadores. Isso envolve mobiliário e equipamentos, mas também organização do trabalho, exigências das atividades, pausas e condições que proporcionem conforto e segurança.
Outro aspecto que ganhou relevância é a identificação dos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais. Sobrecarga, pressão excessiva, isolamento, falhas de comunicação e dificuldade de desconexão também precisam ser observados.
Por isso, quando a empresa adota o trabalho remoto ou híbrido, sua estratégia de prevenção também precisa acompanhar essa mudança.
A Delta Laboral auxilia empresas na gestão de Saúde e Segurança do Trabalho, incluindo avaliações ergonômicas, análise das condições de trabalho, gerenciamento de riscos ocupacionais e orientação técnica. Seja dentro da empresa ou no home office, prevenir continua sendo responsabilidade de todos, e contar com orientação especializada faz a diferença.
RECEBEU UMA INTIMAÇÃO? SAIBA O QUE FAZER
Por Vanusa Aparecida Galvão da Rosa | Advogada Criminalista
Receber uma intimação judicial ou de uma autoridade pode gerar preocupação e muitas dúvidas. Afinal, o que significa? É preciso comparecer? Existe um prazo? O que pode acontecer se a pessoa não tomar nenhuma providência?
Antes de tudo, é importante manter a calma e não ignorar a intimação.
Uma intimação é um ato formal utilizado para comunicar uma pessoa sobre determinado ato ou procedimento. Dependendo da situação, ela pode informar sobre uma audiência, apresentar um prazo para manifestação, solicitar o comparecimento perante uma autoridade ou comunicar uma decisão judicial.
1. Leia atentamente o documento
O primeiro passo é verificar exatamente o que está sendo comunicado. É importante observar quem realizou a intimação, qual é o processo ou procedimento relacionado, qual a data e o horário de eventual audiência, se existe prazo para apresentar manifestação ou documento, enfim, cada detalhe é importante.
Não presuma que uma intimação é igual a outra. A consequência e a providência necessária dependem do conteúdo e da natureza do procedimento.
2. Não deixe o prazo passar
Um dos principais cuidados é verificar imediatamente se existe um prazo a ser cumprido. Em processos judiciais, determinados prazos podem ser decisivos para a apresentação de uma defesa, manifestação, recurso ou documento. Por isso, deixar a análise para o último momento pode dificultar a adoção das medidas necessárias.
3. Procure orientação jurídica
Ao receber uma intimação, especialmente quando ela estiver relacionada a um processo criminal, investigação, audiência ou situação que possa gerar consequências jurídicas relevantes, é recomendável buscar orientação de um advogado. O profissional poderá analisar o documento, verificar o procedimento relacionado, identificar eventuais prazos e explicar quais providências podem ser adotadas.
4. Não assine ou declare algo sem compreender
Dependendo da situação, a pessoa intimada poderá ser chamada para prestar esclarecimentos, participar de audiência ou apresentar informações. Nesses casos, é importante compreender previamente seus direitos e deveres.
Em matéria criminal, por exemplo, existem garantias constitucionais relevantes, incluindo o direito ao silêncio e à assistência de advogado, observadas as circunstâncias e regras aplicáveis ao ato. Buscar orientação antes de comparecer pode ajudar a evitar decisões tomadas por impulso ou sem conhecimento das consequências jurídicas.
5. Intimação não significa necessariamente condenação
Outro ponto importante é não confundir intimação com condenação. Receber uma intimação significa que existe uma comunicação formal relacionada a determinado procedimento ou processo. O significado concreto depende do conteúdo do documento e da fase em que o caso se encontra. Por isso, interpretar a situação sem analisar o contexto pode levar a conclusões equivocadas.
Informação e orientação podem fazer diferença
Na era das redes sociais, é comum procurar respostas rápidas na internet. Embora a informação seja importante, cada situação jurídica possui suas próprias circunstâncias.
Um prazo, uma expressão jurídica ou um detalhe aparentemente pequeno pode modificar completamente a providência necessária. Por isso, diante de uma intimação, procure orientação jurídica.
Não ignore o documento e não tome decisões importantes apenas com base em informações genéricas encontradas na internet.
A orientação jurídica adequada permite compreender o que está acontecendo e quais caminhos jurídicos estão disponíveis para aquela situação específica.
Recebeu uma intimação? Antes de se preocupar com o pior, procure entender exatamente o que ela significa e quais providências precisam ser tomadas.
VANUSA APARECIDA GALVÃO DA ROSA
Advogada Criminalista – OAB/PR 121.457
(46)99920-9305
Atendimento presencial em Palmas/PR e Chapecó/SC e on-line em todo o Brasil.
Emagrecer não basta: o que você precisa preservar enquanto o peso cai
Durante muito tempo, o sucesso de um processo de emagrecimento foi medido quase exclusivamente pela balança.
Perdeu 5 quilos? Ótimo. Perdeu 10? Melhor ainda.
Mas existe uma pergunta muito mais importante: o que você perdeu junto com esses quilos?
Ao emagrecer, o organismo não elimina exclusivamente gordura. Dependendo da estratégia utilizada, parte do peso perdido também pode vir da massa muscular.
E isso importa muito.
A massa muscular não serve apenas para deixar o corpo mais definido. Ela participa do controle da glicose, contribui para o gasto energético, sustenta ossos e articulações e está diretamente relacionada à força, à funcionalidade e ao envelhecimento saudável.
Por isso, emagrecer rápido não significa necessariamente emagrecer bem.
Essa discussão se tornou ainda mais importante com a chegada dos medicamentos que auxiliam no tratamento da obesidade, como os agonistas de GLP-1. Eles podem proporcionar perdas de peso expressivas, mas a redução do apetite também pode fazer com que algumas pessoas passem a comer muito pouco e não atinjam suas necessidades de proteínas, energia e micronutrientes.
O medicamento pode ajudar a perder peso. Mas ele não escolhe, sozinho, de onde esse peso será perdido.
É aí que entram o acompanhamento nutricional e o treinamento de força.
Uma alimentação planejada precisa proporcionar proteína suficiente, boa qualidade nutricional e energia adequada para favorecer a redução de gordura enquanto protege, tanto quanto possível, a massa muscular. A musculação completa essa estratégia ao oferecer ao organismo um estímulo para preservar músculos durante o emagrecimento.
Isso é especialmente importante para mulheres a partir dos 40 anos e durante a transição para a menopausa, fases em que preservar músculos e saúde óssea ganha ainda mais relevância.
A balança comemora qualquer quilo perdido. O seu organismo não.
Por isso, hoje precisamos olhar além do número.
Quanto de gordura foi perdido? Como está sua força? Sua alimentação continua nutricionalmente adequada? Sua massa muscular está sendo preservada?
Emagrecer não basta. Precisamos decidir o que queremos preservar enquanto o peso cai.
Porque o melhor emagrecimento não é necessariamente aquele que faz a balança cair mais rápido.
É aquele que melhora a composição corporal sem deixar saúde e músculos pelo caminho.
Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617
@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line




















