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quinta-feira,16 julho,2026
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Obra do primeiro asfalto rural da história de Palmas avança com serviços de preparação da base na Estrada Fundo Grande

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As obras de implantação do primeiro asfaltamento rural da história de Palmas, no sul do Paraná, seguem avançando no interior do município. A empresa responsável pela execução do projeto intensificou os trabalhos na Estrada Fundo Grande, realizando o alargamento da via, readequação do traçado, limpeza das margens e a implantação de sistemas de drenagem, etapas fundamentais para preparar o terreno que receberá a futura camada asfáltica.

O investimento, de aproximadamente R$ 16 milhões, contempla a pavimentação de cerca de 10 quilômetros da estrada, representando um dos maiores investimentos em infraestrutura rural já realizados no município. A obra é fruto de parceria entre a Prefeitura de Palmas e o Governo do Estado do Paraná e beneficiará produtores rurais, moradores e o transporte da produção agrícola da região.

De acordo com o secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente, Rafael Mathaus Rodrigues da Cruz, os serviços atualmente executados são decisivos para garantir a qualidade e a durabilidade da pavimentação.

“Estamos executando uma etapa extremamente importante da obra, que envolve o alargamento da estrada, a readequação do leito, a limpeza das laterais e a implantação da drenagem. Todo esse trabalho é essencial para que a base esteja preparada para receber o asfalto com segurança e qualidade. É uma obra histórica que transformará a mobilidade e fortalecerá o desenvolvimento da nossa zona rural”, afirmou o secretário.

A Prefeitura reforça que o trecho em obras permanece com o trânsito de veículos pesados interrompido. A medida foi adotada para garantir a segurança dos trabalhadores e usuários da via, além de preservar as etapas construtivas da pavimentação.
A restrição foi oficialmente comunicada pela Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Meio Ambiente por meio do Ofício nº 30/2026, encaminhado ao Sindicato das Indústrias de Madeira de Palmas (SINDIPAL), solicitando apoio na divulgação da interdição entre transportadores e empresas do setor florestal. O documento informa que, durante a execução dos serviços, apenas veículos leves poderão trafegar pelo trecho em obras.

Para os veículos pesados que necessitam realizar deslocamentos entre a localidade do Rodeiozinho e o perímetro urbano de Palmas, a orientação é utilizar rotas alternativas pelos acessos do Abarracamento, Morro do Vigia e Turma 9, evitando o trecho interditado. A Secretaria destaca que a colaboração dos transportadores é fundamental para que a obra seja executada dentro do cronograma previsto e com total segurança.

Considerada um marco para os 147 anos de Palmas, a pavimentação da Estrada Fundo Grande representa um novo momento para a infraestrutura rural do município, ampliando a segurança viária, reduzindo custos de transporte e impulsionando o desenvolvimento econômico da região.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

Sala do Empreendedor orienta MEIs sobre golpes, teto de faturamento e regularização do CNPJ

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A Sala do Empreendedor de Palmas, sul do Paraná, reforça o alerta aos Microempreendedores Individuais (MEIs) para que redobrem a atenção diante de golpes que vêm sendo aplicados por criminosos utilizando e-mails, mensagens de WhatsApp e outros meios digitais.

De acordo com o coordenador da Sala do Empreendedor, John Lenon Silva Santos, é comum que estelionatários enviem cobranças falsas, informando supostas pendências financeiras e ameaçando o cancelamento do MEI, o bloqueio do CPF ou o desenquadramento do CNPJ caso o pagamento não seja realizado.

“O empreendedor deve desconfiar de qualquer cobrança recebida por mensagens ou e-mail sem antes confirmar a informação. Em caso de dúvida, a orientação é procurar diretamente a Sala do Empreendedor para receber atendimento e orientação oficial”, destaca o coordenador.

Procure sempre os canais oficiais

A recomendação é que qualquer assunto relacionado à abertura do MEI, emissão de guias de pagamento, regularização do CNPJ, formalização, alteração cadastral ou demais orientações seja tratado exclusivamente junto à Sala do Empreendedor, que funciona anexa à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, ao lado do INSS.
Segundo John Lenon, buscar atendimento presencial ou pelos canais oficiais evita prejuízos e garante que o empreendedor receba informações corretas.

Atenção ao limite de faturamento

Outro ponto de atenção é o teto anual de faturamento do Microempreendedor Individual. Apesar das discussões em âmbito federal sobre um possível aumento desse limite, nenhuma alteração foi aprovada até o momento. Assim, permanece em vigor o limite anual de R$ 81 mil para enquadramento como MEI. A orientação é que os empreendedores acompanhem seu faturamento durante o ano para evitar o desenquadramento do regime por excesso de receita.

Formalização e capacitação

A Sala do Empreendedor também continua atendendo pessoas interessadas em abrir seu próprio negócio e se formalizar como Microempreendedor Individual.

Além do atendimento diário, o espaço promove, em parceria com o Sebrae, palestras, cursos e capacitações ao longo do ano, com o objetivo de manter os empreendedores atualizados sobre gestão, legislação e desenvolvimento dos seus negócios.

“A capacitação é uma ferramenta importante para fortalecer os pequenos negócios. Quanto mais informado estiver o empreendedor, maiores são as chances de crescimento e sucesso da sua empresa”, conclui John Lenon Silva Santos.

Fonte:https://pmp.pr.gov.br/

Rodrigo João Pimenta inicia fortalecimento do diálogo com lideranças e comunidades do Sudoeste do Paraná

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Jornalista, pedagogo e pré-candidato a Deputado Federal pelo PODEMOS-PR, Rodrigo João Pimenta amplia agenda regional voltada ao debate sobre desenvolvimento, saúde, educação e fortalecimento dos municípios.

Com trajetória consolidada na comunicação, educação e na gestão pública, Rodrigo João Pimenta tem defendido o fortalecimento da representatividade política do interior do Paraná, buscando aproximar as demandas dos municípios das decisões tomadas em Brasília e promoção de maior integração entre os governos municipais, o Estado e a União. Sua atuação integra o projeto político do Podemos Paraná, desenvolvido em conjunto com lideranças como a pré-candidata a deputada estadual Lu Bonatto. Atualmente, Rodrigo é presidente do Podemos em Palmas e coordenador regional do partido no Sudoeste do Paraná, desempenhando papel estratégico na formação de novas lideranças para as eleições municipais. Suas pautas concentram o fortalecimento da saúde pública, a ampliação da estrutura hospitalar e contratação de médicos especialistas, priorizando as redes de atenção no âmbito do SUS, a valorização da educação, a proteção das mulheres vítimas de violência doméstica, o enfrentamento da exploração e do abuso sexual de crianças e adolescentes, a inclusão das pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o desenvolvimento regional por meio de investimentos em infraestrutura e saneamento (essas últimas em conjunto com Lu Bonatto). “O interior do Paraná possui desafios muito próprios e precisa estar representado nos espaços onde as grandes decisões são tomadas. Acredito na construção coletiva através da escuta da população e na busca por soluções que melhorem a qualidade de vida das pessoas”, afirma. Nos próximos meses, a agenda institucional prevê visitas aos municípios da região, encontros com lideranças comunitárias, profissionais da educação, organizações sociais e demais segmentos que contribuem para o desenvolvimento regional. Sobre Rodrigo João Pimenta, radicado em Palmas, no Sudoeste, o pré-candidato é jornalista, pedagogo e foi gestor público no departamento da Cultura de Palmas. Atualmente é presidente do Podemos em Palmas (PR) e coordenador regional da legenda no Sudoeste do Paraná, atuando na articulação política regional, fortalecimento da organização partidária e na formação de novas lideranças para as eleições municipais. Também é coordenador no Paraná, da Missão Justiça & Paz. Capitaneada no Brasil pela Organização Advogados sem Fronteiras, a MJP tem por objetivo a defesa de cristãos perseguidos no mundo todo pelo fato de serem cristãos.


Nayury C. Dos Santos Oliveira – Assessoria de Comunicação
(46) 99907-8326 comunicacaojoaopimenta@gmail.com
Atendimento à imprensa: Agendamento de entrevistas, solicitação de imagens oficiais, informações institucionais e envio de materiais.

Conhecendo nossas raízes: EJA Médio I do Colégio Dom Carlos destaca a história do Sul do Brasil

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Os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) – Ensino Médio Noturno apresentaram aos alunos do Colégio Estadual Dom Carlos o resultado de uma pesquisa interdisciplinar sobre a formação histórica, geográfica, cultural e étnica da Região Sul do Brasil, destacando seus usos e costumes.
A atividade foi desenvolvida ao longo do semestre nos componentes curriculares de História, Geografia e Sociologia, culminando em uma apresentação que demonstrou o conhecimento adquirido, a organização e o comprometimento dos estudantes.
O trabalho evidenciou a força da modalidade EJA, formada por alunos de diferentes faixas etárias que conciliam os estudos com a jornada de trabalho e outros desafios do cotidiano. Mesmo diante dessas responsabilidades, os estudantes produziram pesquisas de grande qualidade, apresentadas com segurança, criatividade e domínio do conteúdo.
Mais do que promover a aprendizagem dos conteúdos curriculares, a EJA fortalece valores como empatia, resiliência, perseverança e a confiança na realização de sonhos. A modalidade incentiva seus estudantes a prosseguirem os estudos e acreditarem na possibilidade de ingressar no ensino superior, mostrando que nunca é tarde para aprender e transformar a própria história.
Para a professora M.a Janete Chaves Carlin, docente de História, a experiência na Educação de Jovens e Adultos é especialmente significativa.
“A EJA é uma modalidade que transforma vidas. Nela, encontramos estudantes que escolheram voltar à escola porque acreditam no poder da educação. Ser professora da EJA é uma honra e um afago à alma, pois ensinamos pessoas que valorizam cada oportunidade de aprender e demonstram, diariamente, que nunca é tarde para sonhar, crescer e conquistar novos caminhos.”
A culminância do projeto contou com o acompanhamento da equipe pedagógica e reafirmou o compromisso da escola com uma educação inclusiva, de qualidade e voltada para a formação integral de seus estudantes.

Apresentação– Emanuel Cesario da Silva
Prof.ª M.a Janete Chaves Carlin – História
Prof.ª Rejiana Hay – Sociologia e Geografia
Coordenadoras Pedagógicas: Janete Aparecida Carbolin e Angela Andrade.
Matrículas abertas! Venha para Eja Dom Carlos

Governo abre R$ 100 bilhões para o agro. Mas a chave não está no banco

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O governo federal publicou, em edição extra do Diário Oficial de 15 de julho, a Medida Provisória nº 1.376. É a maior renegociação de dívida rural já desenhada no país. A Fazenda projeta cerca de R$ 100 bilhões em passivos repactuados.

As condições são boas. Pronaf a 6% ao ano até R$ 400 mil. Pronamp a 9% até R$ 2 milhões. Demais produtores a 12% até R$ 4 milhões. Prazo de oito anos, com dois de carência. Para quem acumulou perdas em três ou mais safras, os juros caem para 5%, 8% e 11%, o prazo sobe para dez anos e o teto chega a R$ 8 milhões.

Até aqui, é o que os jornais publicaram. Falta dizer onde está a dificuldade.

A porta de entrada não é o banco. É o laudo.

A MP não concede crédito a quem tem dívida. Concede a quem prova perda. Para entrar, o produtor precisa demonstrar, por laudo técnico, perdas em pelo menos duas safras entre 2019 e 2025, com redução mínima de 30% da renda bruta agropecuária esperada.

Repare na palavra que o legislador escolheu: renda bruta esperada. Não a contratada. Não a média do município. Não a produtividade do vizinho. Esperada, aferida contra o histórico real de cada área e de cada cultura. Isso exige produtividade documentada, notas fiscais rastreáveis, registros meteorológicos e memória de cálculo que sustente o número.

E o laudo passou a ter preço.

Aqui está a diferença em relação a todas as renegociações anteriores. A MP criou regime sancionatório próprio. Documento falso significa perda do benefício, devolução integral dos recursos e impedimento de contratar crédito rural subvencionado por até cinco anos. O profissional que assina responde nas esferas administrativa, civil e penal.

Os técnicos vão assinar com mais cautela. Os bancos vão exigir mais. E quem apresentar dossiê frágil ouvirá não dentro de uma janela que não reabre.

Cento e vinte dias são menos de cento e vinte dias.

A contratação vai até novembro. Antes disso é preciso levantar documentos, produzir o laudo, formalizar o pedido e aguardar a análise do banco. Some-se que as condições específicas ainda dependem de regulamentação do Conselho Monetário Nacional, que não saiu. O relógio corre. A regra final, não chegou.

Quem começar em outubro não entra.

Uma palavra ao produtor.

Esse crédito não será distribuído a quem tem mais dívida nem a quem chegar primeiro ao gerente. Será distribuído a quem consegue provar. E prova se constrói com método, documentação e técnica jurídica.

Se você carrega passivo rural e sofreu perda de safra ou de preço nos últimos anos, procure o seu advogado de confiança esta semana. Não em setembro. Não em outubro. Esta semana.

A porta está aberta e fecha em novembro. Quem entrar preparado, entra. Quem chegar improvisando, fica de fora e continua devendo.

Artigo escrito por Dr. Tobera

APP ANIMAL

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JULHO PREMIADO

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Por Trás das Chaves: O que o Cliente Não Vê Faz Toda a Diferença

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Quando alguém entrega um imóvel para administração ou recebe as chaves da casa onde vai morar, normalmente enxerga apenas o resultado final. Poucos imaginam tudo o que acontece antes desse momento.
No mercado imobiliário, o que realmente protege o patrimônio de um proprietário ou proporciona segurança a um locatário não é apenas um contrato bem elaborado. É a qualidade das pessoas que estão por trás de cada processo.
Recentemente, dediquei um dia inteiro ao treinamento da equipe de locação da Camine Imóveis. Alguém pode pensar que, depois de tantos anos de experiência, isso já não seria necessário. A realidade é exatamente o contrário.
Quanto mais experiência uma empresa acumula, maior é sua responsabilidade de continuar aprendendo.
O mercado imobiliário mudou. A legislação evolui constantemente, a tecnologia transformou a forma de realizar vistorias, registrar informações e acompanhar processos, e os clientes esperam respostas rápidas, claras e fundamentadas. Não há espaço para improviso.
Treinar uma equipe não significa apenas ensinar procedimentos. Significa desenvolver a capacidade de analisar situações reais, tomar decisões equilibradas e resolver problemas antes que eles se transformem em conflitos.
Aprendi isso ao longo da minha trajetória.
Nem sempre os maiores prejuízos surgem de grandes erros. Muitas vezes, eles nascem de pequenos detalhes ignorados.
Já enfrentamos uma ação judicial em que perdemos uma cobrança de aluguéis porque a Justiça entendeu que houve demora nas respostas às reclamações da locatária sobre infiltrações. Em outro ponto, a vistoria de saída perdeu força como prova porque as fotografias não haviam sido feitas exatamente nos mesmos ângulos da vistoria de entrada.
São situações que não costumam aparecer nos cursos tradicionais, mas que ensinam uma lição importante: no mercado imobiliário, processos bem executados protegem clientes, proprietários e também a própria imobiliária.
Por isso acredito que treinamento não é custo. É investimento em segurança.
Uma equipe preparada responde mais rápido, orienta melhor, reduz riscos jurídicos, evita retrabalho e transmite confiança em cada atendimento.
Essa confiança não é construída por discursos. Ela nasce da consistência. Do compromisso diário em estudar, revisar procedimentos, discutir casos reais e buscar formas de melhorar.
Também acredito que existe uma responsabilidade coletiva. Quando uma imobiliária eleva seus padrões de atendimento, contribui para que todo o mercado evolua. O resultado aparece em contratos mais seguros, relações mais transparentes e consumidores mais bem atendidos.
No fim, quem ganha é a comunidade.
As pessoas costumam enxergar apenas a placa de “Alugado” ou a assinatura de um contrato. Mas esses são apenas os momentos visíveis de um trabalho muito maior.
Por trás de cada chave entregue existe uma equipe que estudou, treinou, revisou processos, corrigiu erros e escolheu não se acomodar.
Porque imóveis são patrimônio. Mas a confiança que sustenta um bom negócio é construída, todos os dias, por pessoas preparadas.

Ecléa Camine | 46 99934 0853
Corretora de imóveis | Empresária imobiliária
Especialista em financiamento imobiliário

Recebo pensão por morte: se eu casar novamente, perco o benefício?

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Uma dúvida bastante comum entre quem recebe pensão por morte do INSS é: se eu começar um novo relacionamento ou me casar novamente, vou perder o benefício?

A resposta, em regra, é não.

No Regime Geral de Previdência Social, administrado pelo INSS, um novo casamento ou uma nova união estável não provoca automaticamente o cancelamento da pensão por morte recebida em razão do falecimento do antigo cônjuge ou companheiro.

Isso significa que a pessoa pode reconstruir sua vida afetiva sem precisar escolher entre um novo relacionamento e a manutenção do benefício previdenciário.

No entanto, é importante lembrar que a pensão por morte pode ter prazo determinado. A duração do benefício depende de fatores como a idade do dependente na data do falecimento, o tempo de contribuição do segurado e a duração do casamento ou da união estável. Por isso, o encerramento da pensão pode acontecer por outros motivos, ainda que não tenha qualquer relação com um novo casamento.

Outra dúvida frequente surge quando o novo companheiro também falece. Nesse caso, não é possível, em regra, acumular integralmente duas pensões por morte deixadas por cônjuges ou companheiros. A legislação estabelece regras específicas para a acumulação de benefícios, permitindo, em determinadas situações, o recebimento do benefício mais vantajoso de forma integral e de apenas uma parcela do outro.

Também é importante não confundir as regras do INSS com as de alguns regimes próprios de servidores públicos, que podem possuir particularidades.

A pensão por morte existe para oferecer proteção financeira aos dependentes de quem faleceu. Ela não deve impedir que o beneficiário siga sua vida, construa novos vínculos ou forme uma nova família.

Por isso, antes de tomar decisões com base no medo de perder o benefício, o ideal é conhecer as regras aplicáveis ao seu caso. Muitas vezes, uma informação incorreta pode fazer alguém adiar escolhas importantes sem qualquer necessidade.

Procure um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

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