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quinta-feira,13 agosto,2026
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Nilo Deitos recebe Título de Cidadão Honorário de Palmas

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Homenagem reconhece trajetória de cerca de 30 anos na comunicação,
atuação como vereador e dedicação às causas sociais do município

PALMAS – PR — O comunicador e ex-vereador Nilo Umberto Deitos Junior recebeu, na noite desta segunda-feira (10), o Título de Cidadão Honorário de Palmas, em reconhecimento à sua trajetória pessoal, profissional e comunitária construída ao longo de décadas no município.

A homenagem foi concedida por meio de Projeto de Lei de autoria da vereadora Daniela Verona Bahls, que destacou, na justificativa da proposta, a contribuição de Nilo para a comunicação, a vida pública e as ações sociais de Palmas.

Natural de Céu Azul (PR), Nilo Umberto Deitos Junior é filho de Nilo Umberto Deitos e Zulma Deitos. Ainda jovem, escolheu Palmas para construir sua vida, cidade onde estabeleceu suas raízes, constituiu família e desenvolveu uma trajetória marcada pela participação na comunidade.

Ao lado da esposa, Cristiane Coelho Lago, formou sua família e é pai de Yann Coelho Deitos. Também acolheu e criou João Vitor Coelho Lago como filho, mantendo com ele uma relação de dedicação, carinho e afeto.

Uma voz conhecida pelos palmenses

Na comunicação, Nilo construiu uma história de aproximadamente 30 anos como radialista, período em que se tornou uma das vozes mais conhecidas e queridas pelos moradores de Palmas.

Durante anos, suas manhãs no rádio fizeram parte da rotina de milhares de ouvintes. Com um estilo simples, próximo e humano, Nilo levou informação, companhia e mensagens de motivação para os palmenses que iniciavam o dia.

As mensagens positivas, muitas vezes compartilhadas enquanto os ouvintes tomavam seu chimarrão, ajudaram a construir uma relação de proximidade que permanece na memória de quem acompanhou sua trajetória no rádio.

Participação na vida pública

Além da comunicação, Nilo também teve uma atuação de destaque na vida política de Palmas. Foi vereador por três mandatos e chegou a ocupar a presidência da Câmara Municipal em 2009.

Segundo a justificativa do projeto, sua atuação parlamentar foi marcada pela seriedade, pelo compromisso com a população e pela sensibilidade diante das necessidades da comunidade.

A experiência na vida pública ampliou ainda mais sua participação nas discussões e ações voltadas ao desenvolvimento do município, consolidando uma trajetória de envolvimento com a cidade que escolheu para viver.

Solidariedade como marca

A atuação comunitária também ocupa espaço importante na história de Nilo. Ao longo dos anos, participou e organizou campanhas de arrecadação de agasalhos e alimentos, além de prestar apoio a famílias em situação de vulnerabilidade.

A disposição para ajudar o próximo e o envolvimento em ações sociais foram destacados pela vereadora Daniela Verona Bahls como parte dos motivos que fundamentaram a concessão da honraria.

O projeto ressalta que sua contribuição ultrapassou os campos profissional e político, alcançando também a dimensão social, com iniciativas voltadas ao auxílio de pessoas e famílias que necessitavam de apoio.

Reconhecimento à trajetória

A concessão do Título de Cidadão Honorário representa, segundo a justificativa apresentada no projeto, um reconhecimento público à dedicação de Nilo ao município e aos relevantes serviços prestados à população palmense.

Embora tenha nascido em Céu Azul, foi em Palmas que Nilo construiu grande parte de sua história. Foi na cidade que desenvolveu sua carreira no rádio, exerceu mandatos eletivos, formou sua família e participou de diferentes iniciativas em benefício da comunidade.

A homenagem desta segunda-feira simboliza, assim, o reconhecimento a uma trajetória construída ao longo de décadas e marcada pela comunicação, participação política, solidariedade e compromisso com Palmas.

Com o Título de Cidadão Honorário, o município reconhece oficialmente como parte de sua história um homem que, ao longo dos anos, fez de Palmas não apenas o lugar onde viveu, mas a cidade que escolheu como seu lar e à qual dedicou parte significativa de sua vida.

Inscrições para a 43ª Copa Palmas de Futsal estão abertas até 27 de agosto

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A Prefeitura de Palmas, sul do Paraná, por meio do Departamento Municipal de Esportes, abriu as inscrições para a 43ª Copa Palmas de Futsal, uma das competições esportivas mais tradicionais do município. As equipes interessadas têm até o dia 27 de agosto de 2026 para garantir participação. A edição deste ano contará com quatro categorias. No masculino, as disputas serão pela 1ª Divisão, 2ª Divisão e 40+ (Veteranos). Já no feminino, a competição será realizada na categoria Livre.

De acordo com o diretor do Departamento Municipal de Esportes, Diego Funari, a expectativa é reunir novamente equipes tradicionais e novos atletas, fortalecendo o calendário esportivo do município.

“A Copa Palmas faz parte da história do nosso esporte. Chegar à 43ª edição demonstra a força que o futsal tem no município. Nossa expectativa é de mais uma grande competição, reunindo atletas, equipes e famílias, sempre valorizando o esporte e proporcionando integração para a comunidade”, destaca Funari.

Inscrições

As inscrições começaram no dia 10 de agosto e seguem até 27 de agosto. A taxa é de R$ 100 por equipe e deverá ser quitada até o encerramento do prazo. Para participar, as equipes devem retirar e entregar a ficha de inscrição diretamente no Departamento Municipal de Esportes, onde também poderão obter mais informações sobre a competição.

Congresso Técnico será no dia 31

O Congresso Técnico da 43ª Copa Palmas de Futsal será realizado no dia 31 de agosto, às 19h30, na sede do Departamento Municipal de Esportes. Durante o encontro serão apresentados os detalhes do regulamento oficial e realizado o sorteio das chaves, definindo os primeiros confrontos da competição. A organização reforça o convite para que equipes do município participem de mais uma edição do campeonato, que tradicionalmente movimenta atletas e torcedores e contribui para o fortalecimento do futsal em Palmas.

Serviço
43ª Copa Palmas de Futsal
Inscrições: 10 a 27 de agosto de 2026
Taxa: R$ 100 por equipe
Categorias: 1ª Divisão, 2ª Divisão, 40+ (Veteranos) e Feminino Livre
Congresso Técnico: 31 de agosto, às 19h30
Local das inscrições: Departamento Municipal de Esportes

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

Prefeito recebe representantes da Seed e empresa responsável pela construção do novo colégio estadual em Palmas

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O prefeito de Palmas, sul do Paraná, Daniel Lângaro, recebeu em seu gabinete representantes da Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed), do Núcleo Regional de Educação (NRE) e da empresa responsável pelo novo colégio estadual que será construído no município.

Participaram da reunião Graziele Andreola, diretora de Planejamento e Gestão Escolar da Seed; Marcelo Oltramari, chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE); Marli Sauthier, assistente técnica do NRE; Lucas Monteiro, engenheiro da Seed; e Marcelo Fonseca, representante da CSInfra.

O principal objetivo do encontro foi apresentar ao Executivo Municipal a empresa que estará à frente do empreendimento e estabelecer um canal permanente de diálogo com a Prefeitura durante a organização e execução dos trabalhos.

A aproximação também ganha importância pelo modelo do empreendimento. A empresa permanecerá vinculada à unidade por, no mínimo, 20 anos, sendo responsável pelos serviços previstos na parceria, enquanto a gestão pedagógica continuará sob responsabilidade do Estado.

Obra já tem construtora contratada

Durante a reunião, os representantes informaram que a construtora responsável pela execução da obra já está contratada, permitindo o avanço para a etapa de início dos trabalhos. A previsão apresentada é de que o novo colégio esteja concluído até o final de 2027.

A nova unidade será construída no bairro Alto da Glória e contará com 18 salas de aula. O investimento estimado anteriormente para o empreendimento é de aproximadamente R$ 23,3 milhões. O projeto integra o +Escolas Paraná, programa do Governo do Estado estruturado por meio de Parceria Público-Privada (PPP) e que prevê a implantação de 40 novos colégios estaduais no Paraná.

“É um investimento que ficará para as próximas gerações”, destaca prefeito

Para o prefeito Daniel Lângaro, a reunião representa mais uma etapa importante para que o projeto saia definitivamente do planejamento e se transforme em uma nova estrutura educacional para Palmas.

“É uma grande alegria vermos esse projeto avançando. Desde o anúncio dessa conquista, temos acompanhado cada etapa e agora chegamos a um momento muito importante, com a empresa e a construtora definidas e a preparação para o início da obra. É um investimento que ficará para as próximas gerações e vai ampliar a estrutura da educação em nosso município”, destacou o prefeito.

Daniel também ressaltou a importância da parceria com o Governo do Paraná e da proximidade entre a empresa e a administração municipal durante a execução do projeto.

“A Prefeitura estará à disposição para aquilo que for necessário dentro das nossas atribuições. Queremos manter esse contato próximo para contribuir com a organização dos trabalhos e para que a obra avance da melhor maneira possível. É mais uma importante parceria com o Governo do Estado que se transforma em investimento concreto para Palmas”, completou.

A implantação do novo colégio amplia a infraestrutura da rede estadual no município e acompanha o crescimento de regiões como o Alto da Glória, fortalecendo a oferta de vagas e criando uma estrutura moderna para atender estudantes de Palmas nos próximos anos.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

Inscrições para o Ciclo 02 da Política Nacional Aldir Blanc começam nesta terça-feira em Palmas

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Começam nesta terça-feira (11) as inscrições para o Edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) Ciclo 02, em Palmas, no sul do Paraná. Ao todo, serão destinados R$ 292.502,10 para fomentar projetos e iniciativas culturais no município. A iniciativa contempla diferentes segmentos e busca ampliar o acesso aos recursos destinados à cultura, incentivar novos projetos e fortalecer artistas, produtores e demais agentes culturais de Palmas.

Nesta edição, o edital contempla cinco categorias: Dança, Música, Teatro e Arte Circense, Meu Primeiro Projeto e Festival Pé Vermelho. De acordo com o diretor do Departamento Municipal de Cultura, Marcos Terêncio, o novo ciclo representa mais uma oportunidade para que os agentes culturais transformem ideias em projetos e contribuam para o fortalecimento da produção artística local.

“Estamos iniciando mais um ciclo da Política Nacional Aldir Blanc em Palmas, com recursos importantes para fomentar diferentes áreas da nossa cultura. Nosso convite é para que os agentes culturais conheçam o edital, organizem seus projetos e participem. Queremos que esses recursos cheguem a quem produz e movimenta a cultura no nosso município”, destaca Terêncio.

Inscrições seguem até 25 de agosto

O período de inscrições vai de 11 a 25 de agosto de 2026. Os interessados devem ficar atentos aos requisitos, documentação e demais critérios estabelecidos no edital. O investimento total previsto para o Ciclo 02 é de R$ 292.502,10, distribuído entre as categorias previstas no processo de seleção. Os agentes culturais interessados em participar devem acessar o Edital da PNAB, Ciclo 02, disponível no site oficial da Prefeitura Municipal de Palmas, onde estão disponíveis todas as orientações para inscrição e apresentação dos projetos. PNAB A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura é uma política pública voltada ao financiamento contínuo de ações culturais em estados, Distrito Federal e municípios, permitindo investimentos em projetos, programas e iniciativas de valorização dos trabalhadores e das manifestações culturais.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

Do Departamento da Cultura para a coordenação política: Eneori Brasil deixa Prefeitura de Palmas e assume mobilização da campanha de Pimenta

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Ex-chefe da Divisão de Eventos Culturais deixa cargo a pedido e passa a comandar
a Mobilização Política da pré-campanha de Rodrigo João Pimenta a deputado federal.

A política de Palmas ganha novos movimentos com a aproximação das eleições de 2026. Nesta terça-feira, 11 de agosto, foi publicada a exoneração, a pedido, de Eneori Brasil, que ocupava a chefia da Divisão de Eventos Culturais do Departamento da Cultura, ligado à Secretaria Municipal de Educação na Prefeitura de Palmas.
A saída não significa afastamento da vida pública. Eneori passa a integrar a equipe de Rodrigo João Pimenta, assumindo a Coordenação de Mobilização Política da pré-campanha, função estratégica para articulação com lideranças, organização da militância e ampliar a presença da candidatura nos municípios.
A parceria entre os dois não começa agora. Em 2025, quando Pimenta dirigiu o Departamento da Cultura de Palmas, Eneori foi seu braço direito na condução das ações do setor. Agora, a parceria ganha um novo capítulo na política.
Com experiência na organização de eventos e conhecimento local, Eneori terá a missão de transformar apoio em mobilização.
“Eneori conhece Palmas, conhece nossa gente e sabe trabalhar. A mobilização política exige presença, diálogo e disposição. É isso que esperamos dele nessa nova missão”, afirmou Pimenta.
Da cultura para a política, muda o cenário, mas permanece o desafio: mobilizar pessoas, construir pontes e levar a candidatura para além das fronteiras de Palmas.

Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo WhatsApp 46 98820-4604.

O maior erro nas negociações imobiliárias não é o preço. É a falta de alinhamento

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Quando você pensa em uma negociação imobiliária certamente imagina que ela começa quando o comprador encontra um imóvel, faz uma proposta e o vendedor aceita. Mas na prática, não é assim.
Na minha rotina à frente de uma imobiliária, acompanho diariamente compradores, vendedores, propostas, financiamentos, documentos e contratos. E, depois de acompanhar tantas negociações, uma coisa ficou muito clara para mim: muitos dos problemas que surgem durante uma venda não acontecem por causa do preço. Acontecem porque alguma informação não foi alinhada.
Às vezes, uma informação não foi dada. Às vezes, foi dada, mas não ficou clara. E muitas vezes acontece aquilo que considero um dos maiores erros de uma negociação:
“Eu achei que ele sabia.”
Essa frase costuma aparecer quando alguma conversa importante acontece tarde demais.
Quem compra ou vende um imóvel não vive esse processo todos os dias. Para quem trabalha no mercado imobiliário, falar sobre financiamento, FGTS, documentação, cartório, impostos, seguros, prazos e condições de pagamento faz parte da rotina.
Para o comprador e para o vendedor, não.
E existe aí um ponto que merece muita atenção: aquilo que parece óbvio para quem trabalha com imóveis pode não ser óbvio para quem está comprando ou vendendo.
Recentemente, tivemos uma situação envolvendo o RCPM. O vendedor com anos de atuação no mercado. Quando solicitamos o RCPM, surgiu uma despesa que não havia sido considerada por ele. O vendedor afirmou que, se essa informação tivesse sido apresentada no momento da negociação, teria conduzido a negociação de outra forma e chegou a questionar a continuidade da venda.
O ponto mais importante dessa situação, para mim, não é simplesmente discutir quem deveria pagar aquela despesa. É perceber que a informação precisava ter sido apresentada e alinhada antes.
Em outra negociação, aconteceu algo ainda mais comum.
O comprador utilizaria o FGTS para compor parte da entrada. A proposta apresentada ao vendedor informava R$ 80 mil de entrada e R$ 400 mil de financiamento. Mas havia uma diferença importante: dos R$ 80 mil de entrada, apenas R$ 30 mil seriam pagos em dinheiro. O restante viria do FGTS.
O vendedor havia entendido que receberia R$ 80 mil em dinheiro. Quando essa diferença ficou clara no momento da assinatura do contrato, ele não aceitou seguir daquela forma e a negociação ficou comprometida. Mais uma vez, o problema não estava necessariamente no valor da venda.Estava na expectativa que cada parte havia criado.
O comprador entendia uma coisa e o vendedor, outra. Aquela diferença não havia sido suficientemente alinhada no início. Foi mais uma situação que me mostrou algo que considero fundamental: uma negociação imobiliária não é feita apenas de valores. Ela é feita de expectativas.
Por isso, comprador e vendedor precisam fazer perguntas antes de avançar e aqui listo as que entendo como fundamentais:
Como será composto o pagamento?
Haverá financiamento?
Haverá utilização de FGTS?
Quais despesas estão previstas?
Quem será responsável por cada uma delas?
Quando o vendedor receberá cada parte do valor?
Quais são as condições para a conclusão da venda?
Como será feita a entrega do imóvel?
Existem tributos ou outras obrigações que precisam ser avaliados?
Essas perguntas podem parecer simples, mas são justamente elas que podem evitar problemas depois. E existe uma responsabilidade importante de quem conduz uma negociação. Não se deve esperar que o cliente faça uma pergunta sobre algo que ele sequer sabe que existe.
Uma imobiliária ou um corretor deve prever despesas ou até mesmo uma condição de pagamento que pode afetar o vendedor ou então se existe uma etapa do financiamento que pode alterar prazo ou expectativa. Antecipar uma dúvida é muito mais simples do que resolver um conflito.
Vivendo tantas experiências passei a enxergar uma diferença importante entre simplesmente intermediar uma venda e realmente conduzir uma negociação. Entendi que intermediar é aproximar comprador e vendedor. Conduzir é ajudar os dois a entenderem o caminho que estão percorrendo. Entendi também que quando as informações são apresentadas antes, elas passam a fazer parte da decisão. E é justamente aí que entra o alinhamento. Quando uma venda trava porque alguém descobriu uma despesa, uma condição ou uma responsabilidade que não conhecia, o problema não começou naquele momento.
A informação já existia. O que faltou foi alinhamento.
Por isso considero tão perigosa uma frase muito comum no mercado imobiliário e aqui na Camine ela é proibida: Achei que sabia.
As partes precisam estar cientes de cada etapa, seus custos e o que pode acontecer durante a jornada de compra. Porque uma negociação bem conduzida é o que traz segurança para todas as partes. E prezamos por NÃO errar. Aqui as perguntas importantes são feitas antes de se transformarem em problemas. A regra é não presumir que o outro sabe.

Ecléa Camine
Empresária do mercado imobiliário, especialista em financiamento imobiliário e mentora de profissionais do setor.
Instagram: @ecleacamine
YouTube: @ecleacamine

Recebo um benefício do INSS. Posso perdê-lo?

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Muitas pessoas acreditam que, depois que o INSS concede um benefício, ele nunca mais poderá ser cancelado. Mas isso não é verdade.

Em algumas situações, o benefício pode ser revisto e até cessado pelo próprio INSS. Isso não significa que o segurado fez algo errado, mas sim que a legislação permite a reavaliação de determinados benefícios.

É o caso, por exemplo, do benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença). Como o próprio nome indica, ele é concedido enquanto durar a incapacidade para o trabalho. Se, em uma nova perícia, o INSS concluir que o segurado recuperou sua capacidade laboral, o benefício poderá ser encerrado.

Outro exemplo é a aposentadoria por incapacidade permanente. Embora seja destinada a quem não possui condições de retornar ao trabalho, ela também pode ser revista em algumas situações. Caso seja constatada recuperação da capacidade ou retorno voluntário à atividade, o benefício poderá sofrer alterações.

Além das perícias, o INSS realiza periodicamente operações de revisão cadastral, conhecidas popularmente como “pente-fino”. Nessas revisões, o segurado pode ser convocado para apresentar documentos, realizar nova perícia ou atualizar informações. Ignorar a convocação pode resultar na suspensão do benefício.
Isso não significa que o segurado deva viver com medo. Na maioria das vezes, basta manter os documentos médicos atualizados, informar corretamente qualquer mudança de situação e atender às convocações feitas pelo INSS.

Caso o benefício seja cancelado de forma indevida, o segurado pode apresentar recurso administrativo e, se necessário, buscar a revisão na Justiça.

Conhecer seus direitos é tão importante quanto cumprir seus deveres. Afinal, a Previdência Social existe para proteger o trabalhador, mas essa proteção também depende de informação e acompanhamento.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

NR-1: suspensão de multas pelo STF não elimina obrigação de prevenir riscos psicossociais

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A inclusão dos fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), previsto na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), ganhou um novo capítulo após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro André Mendonça suspendeu por 90 dias a aplicação de multas e outras sanções relacionadas às novas exigências, no âmbito da ADPF 1.316. A decisão está sendo analisada pelo Plenário Virtual do STF entre os dias 7 e 18 de agosto.

É importante compreender o alcance da medida: a NR-1 não foi suspensa e a necessidade de gerenciamento dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho permanece. A decisão atinge, temporariamente, a aplicação de determinadas penalidades administrativas enquanto são discutidos critérios para fiscalização.

Entre os fatores que podem estar relacionados ao trabalho estão sobrecarga, metas excessivas ou inalcançáveis, assédio moral ou sexual, conflitos interpessoais, falta de apoio das lideranças, baixa autonomia e outras características da organização do trabalho capazes de afetar a saúde dos trabalhadores.

Na prática, portanto, a suspensão das multas não deve ser interpretada como autorização para as empresas deixarem o tema para depois. A identificação e o gerenciamento desses fatores integram uma abordagem preventiva e devem considerar as condições reais de cada ambiente de trabalho.

Também permanecem as demais responsabilidades do empregador previstas na legislação. Situações envolvendo assédio, adoecimento relacionado ao trabalho ou falhas na prevenção podem produzir consequências trabalhistas e civis independentemente das multas administrativas da NR-1.
Para as empresas, o período pode ser utilizado para estruturar o processo de maneira técnica: identificar os fatores de risco, avaliar a organização e as condições de trabalho, ouvir os trabalhadores, documentar os resultados e estabelecer medidas preventivas e planos de ação quando necessários.

Mais do que uma nova obrigação documental, a mudança reforça um princípio importante: os riscos psicossociais devem ser analisados a partir do trabalho e de sua organização, e não simplesmente como uma condição individual do trabalhador.

A Delta Laboral – Soluções em Gestão Ocupacional acompanha as atualizações da NR-1 e auxilia empresas na identificação, avaliação e gerenciamento dos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, transformando as exigências legais em ações preventivas adequadas à realidade de cada organização.

Delta Laboral – Segurança e Saúde no Trabalho com responsabilidade e prevenção.

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