João Pimenta
Por onde andar no interior de Palmas
Dessa vez vou escrever algo pessoal, afinal, aconteceu comigo, minha família e amigos, mas acende-se uma possibilidade quase sem limites. Vamos começar do início: neste Carnaval por questão de trabalho fiquei na cidade completando um ano sem ir ver minha família que mora no Rio Grande, mas isso não teria nada a ver se não for pelo que vou contar a seguir. É que tendo ficado na cidade, trabalhei no domingo mas na segunda estava de folga. O sol ardia lá fora, o que não é nenhuma novidade em Palmas, mas o que estava me preocupando era que a possibilidade de fazer algo feliz nesse feriado com meus filhos e esposa esgotava-se a cada minuto. Foi aí que tive a ideia de perguntar no meu grupo de trabalho no whatsapp, onde teria uma cachoeira em Palmas. O primeiro a responder foi um colega que usa um chapelão que só vendo. Entusiasmado ele sugeriu a ponte do Abarracamento, no rio Chopim. Alegre contou que o caminho estava arrumado e que seria um passeio agradável. E não é que era verdade? Convidamos um casal de amigos e fomos Fortunado abaixo. O que encontramos foi um local paradisíaco. Uma mata densa era costeada por uma área ciliar pouco coberta, com alguns locais onde visivelmente foi feito uma churrasqueira dessas que nosso avô ou bisa fazia no fundo do quintal. Assamos uma carne e depois nos banhamos, mais para as crianças se refrescarem mesmo e saber o quão mágico é tomar banho de rio.
Assim foi nossa segunda-feira. Mas então na terça, já que estávamos para desbravar os interiores de Palmas e suas fronteiras, fizemos o sentido contrário. A ideia surgiu na segunda mesmo, falando sobre os pontos turísticos em Palmas. E lá estávamos na terça mais uma vez andando por estradas de chão. Diga-se de passagem, as estradas estão de fato organizadas. Da pra dizer que está um asfalto, na linguagem popular, claro. Fomos em direção ao Horizonte e na altura da Polícia Rodoviária viramos à direita. Quebra pra lá, quebra pra cá, faz curva, desce, sobe e segue reto até chegar em uma ponte de madeira. Não é mais Palmas, mas a sensação não é de ter saído desse pedaço de chão, afinal, as pessoas encontradas por lá eram todas palmenses. Encontramos uma churrasqueira vazia, assamos outra carne e depois nos banhamos no rio. Acho até que era um alagado. Voltamos para casa e fomos dormir, hehe, que ninguém é de ferro.
Mas onde quero chegar com minha história pessoal? É porque acendeu uma ideia que paira na cabeça, tenho certeza, de todos os que conhecem os lugares de natureza em Palmas. Que o local possa ser cuidado, preservado e ampliado, para que mais pessoas possam conhecer nossas belezas naturais e as de nossa Região. Eu penso assim: se os donos das terras fizerem projetos, colocar suas terras à disposição para que sejam ampliadas como um local de visitação pública, o próprio poder público vai se interessar em colocar esses projetos em prática, em todas as esferas. Onde mais tem cachoeira, lago, rio, alagado? Isso sem contar das riquezas naturais de nossas fazendas e sítios. Quanta coisa pode acontecer nesses lugares se seus proprietários se inspirarem em dar o primeiro passo? Há tanta gente técnica formada nas mais variadas áreas que pode ajudar em planejamento estratégico, plano de negócios, cronogramas e qualquer forma que possa haver para colocar em prática boas ideias. E também a esfera institucional está aí, esperando ser provocada para que possa dispor de toda a sua estrutura em políticas públicas que possam apoiar as estruturas que serão levantadas deste impulsionamento.
Vivemos tempos de estagnação, talvez até uma inércia, de forma que o verdadeiro boom de uma atuação obstinada para viver outras histórias está nas mãos daqueles que têm as estruturas necessárias para promover essa transformação. Com um trabalho em conjunto não se tem certeza de que se possa construir novos tempos para Palmas, mas também tampouco acaso se deixe de tentar. Aí é que não se constrói nada mesmo.
Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo WhatsApp 46 98820-4604.
10 dicas para o banho ideal
O banho é um hábito de higiene pessoal diário. Estamos tão acostumados que às vezes não prestamos atenção em detalhes que podem melhorar a experiência desta rotina.
Mas afinal, desde quando a humanidade toma banho? Existem relatos documentais de mais de 3.000 anos contendo costumes egípcios de banhos diários com o objetivo de purificação e de proteção contra doenças.
Na Grécia antiga, os banhos estavam relacionados à juventude e socialização, com ambientes comunitários de banho como termas, saunas e piscinas públicas.
No Brasil, os povos originários já tinham o costume do banho utilizando também recursos naturais como óleos e extratos de plantas – elementos estes empregados pela indústria cosmética até hoje.
Mas vamos ao que interessa: como aproveitar melhor o banho e deixar hábitos que podem prejudicar a sua saúde?
1. Banhos diários devem ser uma prática para todas as idades. Esta rotina ajuda na prevenção de micose, envelhecimento, doenças relacionadas à deposição de poluição na pele e controle da oleosidade.
2. Quantos banhos por dia? Isso depende tanto das atividades diárias (esporte, suor) quanto do clima local.
3. O banho deve ser curto, entre 5 e 10 minutos, para não remover o sebo protetor da pele.
4. A temperatura deve ser fria ou morna para evitar desidratação, irritações ou dermatites.
5. Produtos para a limpeza devem ter próximo ao pH 5, parecido com o da pele.
6. Sabonetes antissépticos não devem ser usados rotineiramente. Estes produtos geralmente possuem em o pH alcalino, que prejudica a barreira de proteção da pele.
7. Evite o uso excessivo de sabonete e aplique predominantemente nas regiões de dobras (axilas, virilhas, pescoço, área íntima), mãos e pés.
8. Evite o uso de buchas e esponjas, que podem fazer micro lesões na pele.
9. Enxugue o corpo de forma suave, sem esfregar bruscamente a toalha.
10. Após secar a pele, aplique um hidratante – se possível ainda no ambiente úmido do banheiro, o que facilita a absorção da pele.
Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia
Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná
A roda-gigante do algoritmo: entre altos e baixos
Nas redes sociais, você já deve ter sentido: um post bomba, o outro desaparece. Um dia, o engajamento está nas alturas, no outro, mal passa da primeira fileira de seguidores. Parece injusto? Bem-vindo à roda-gigante do algoritmo! Aqui, a única certeza é que nada é fixo. O jogo não é sobre estar sempre no topo, mas sobre saber girar da maneira certa.
As redes sociais não são um palco estático. O algoritmo está sempre testando o que mantém as pessoas interessadas. Se seu conteúdo gera interações, ele sobe. Se não engaja, despenca. A questão não é se você vai descer, mas o que vai fazer para subir de novo. Em vez de se frustrar com a queda, o segredo está em entender o que precisa ser ajustado para recuperar o fôlego. O algoritmo não pune. Ele apenas recompensa quem sabe jogar.
E quem são os que permanecem no topo? Não são os que viralizam uma vez e desaparecem. São aqueles que dominam a arte da consistência, que sabem que frequência e qualidade andam juntas. Quem entende que cada post é um novo ingresso para continuar girando.
O segredo não está em forçar viralizações, mas em construir uma base forte. Quando a roda desce, é hora de olhar para os dados: quais conteúdos tiveram melhor desempenho? O que gerou mais conversas reais? Marcas e criadores de sucesso não dependem da sorte, mas de ajustes estratégicos e uma identidade clara. O público valoriza autenticidade e constância, e é isso que mantém o jogo girando.
Então, quando o engajamento cair – porque ele vai cair – não entre em pânico. Reveja sua estratégia, teste novos formatos, analise o que funciona. Mas acima de tudo: continue girando. O erro fatal é desistir antes da próxima subida. Quem entende o jogo não sai da roda. E você, vai descer reclamando ou subir sabendo o que está fazendo?
Primeiro Oscar do Brasil e a representatividade feminina
O Brasil roubou a cena, e brilhou internacionalmente, através de sua cultura artística com a produção audiovisual, o filme: Ainda Estou Aqui!
Ganhamos o nosso primeiro Oscar ! O filme brasileiro de 2024, do gênero drama biográfico, foi baseado na autobiografia de Marcelo Rubens Paiva, escritor, dramaturgo e jornalista brasileiro.
A trama retrata a vida de sua mãe, Eunice Paiva, uma advogada que acabou se tornando ativista política. Eunice era casada com Rubens Paiva, engenheiro civil e político brasileiro, ele foi eleito deputado federal pelo Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) em 1962. Após o golpe de 1964, foi cassado pelo primeiro Ato Institucional e se autoexilou; ao retornar ao Brasil, voltou a exercer a engenharia e cuidar de negócios, na sequência foi preso e desapareceu.
Eunice iniciou a luta contra a violência ditatorial sofrida por Rubens e foi presa pela ditadura militar brasileira, junto com uma de suas filhas, Eliana Paiva.
Eunice Paiva,viúva e mãe de cinco filhos, lutou durante anos pelo reconhecimento da responsabilidade do Estado na morte de seu marido. O caso foi um dos investigados pela Comissão Nacional da Verdade, que confirmou o assassinato de Paiva cerca de 40 anos após seu desaparecimento.
O drama da triste história da vida real, de uma família do Rio de Janeiro, na década de 70, em meio a ditadura foi dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres e Fernanda Montenegro como Eunice Paiva em diferentes fases da vida, além de Selton Mello no papel de Rubens Paiva. O roteiro de Murilo Hauser e Heitor Lorega. Neste mês de março, mês de reconhecimento a luta das mulheres, quero engrandecer a força de tantas Eunices, e a capacidade e coragem de tantas outras mulheres brasileiras, como a nossa Fernanda Torres, que com grande maestria representou as mulheres brasileiras elevando nossa cultura e quebrando estigmas internacionais sobre as mulheres brasileiras.
Diana Vale
Letróloga
Sopro Cardíaco: o que é e quando procurar um cardiologista
O sopro cardíaco é um som anormal ouvido durante a ausculta do coração, causado pelo fluxo turbulento do sangue dentro das câmaras cardíacas ou vasos. Embora possa ser inofensivo, em alguns casos pode indicar doenças cardíacas subjacentes.
Causas e Tipos
Os sopros cardíacos são classificados como inocentes ou patológicos. Os inocentes são comuns em crianças e jovens, não causam sintomas e não requerem tratamento. Já os patológicos podem ser sinal de doenças como estenose valvar, insuficiência valvar, defeitos congênitos ou até infecções cardíacas, como endocardite.
Sintomas de Alerta
Na maioria dos casos, os sopros cardíacos são assintomáticos. No entanto, quando associados a doenças cardíacas, podem surgir fadiga, falta de ar, tontura, inchaço nas pernas e até desmaios. Esses sinais exigem avaliação médica.
Diagnóstico e Tratamento
A investigação do sopro cardíaco envolve exames como ecocardiograma e eletrocardiograma. Se a causa for benigna, apenas o acompanhamento pode ser suficiente. Já os sopros patológicos podem exigir medicamentos ou até cirurgia para correção do problema.
Quando Procurar um Cardiologista?
Se houver sintomas ou se o sopro for detectado em um adulto sem histórico prévio, é essencial procurar um especialista. O diagnóstico precoce pode evitar complicações e garantir um coração saudável.
Renove-se em Deus!
…e os povos renovem suas forças Isaías 41 versículo primeiro.
Todas as coisas sobre a terra precisam ser renováveis.
Nada que foi criado segue sozinho. Mesmo as árvores que não se vestem com cuidado, nem encurtam sua vida com o trabalho precisam beber água da chuva do céu e sugar os tesouros escondidos do solo. Os cedros do Líbano plantados por Deus, vivem apenas porque diariamente se enchem da fresca seiva da terra. Da mesma forma a vida do homem não se sustenta sem a renovação divina. Assim como é necessário reparar o desgaste do corpo com refeições frequentes, devemos renovar o desgaste da alma alimentando-a com o livro de Deus, com a palavra pregada ou pela comunhão com os irmãos. Como são famintos cristãos que vivem sem uso diligente da palavra de Deus e da oração secreta. Se a nossa devoção pode viver sem Deus não é divina não passa de um sonho. Sem renovação constante não estamos prontos para os insistentes ataques do maligno ou para as sérias aflições da vida ou até mesmo para as lutas interiores. Quando vendaval chegar, ai a árvore que não tiver sugado a seiva fresca e prendido a rocha com muitas raízes entrelaçadas.
Quando surgem as tempestades, ai do marinheiro que não tiver reforçado o mastro, lançado a âncora nem procurado refúgio. Se a bondade cresce fraca, o maligno certamente reunirá forças e lutará desesperadamente para obter o controle sobre nós; e então, talvez, uma sofrida desolação ou uma desgraça lamentável aconteça. Aproximamos-nos aos pés da misericórdia divina em humilde súplica e perceberemos o cumprimento da promessa: “os que esperam no Senhor renovarão as suas forças. Isaías 40:31”
Pastor Gerson 2ª Igreja do Evangelho Quadrangular.
Rua Roberto Schnaufer 536. Bairro Lagoao.



















