Alcast: Uma História de superação e conquistas
Hoje quem conta a sua história é o colaborador e encarregado de produção da empresa Alcast, Eliezer Fortes da Silva. Tendo ele trinta e quatro anos e há quase dezesseis anos de empresa, conta sua história:
“Eu sou o Eliezer e aqui foi o meu primeiro emprego. Comecei trabalhando no setor como auxiliar de produção e lembro como se fosse hoje quando o gerente do RH que estava fazendo os testes me deu a oportunidade, mesmo sabendo que eu não tinha muito estudo na época, mas ele me oportunizou essa vaga de emprego deixando bem claro pra eu terminar os estudos. Sem dúvida voltei a estudar e estou sempre dando o meu melhor aqui dentro, pois aqui somos reconhecidos pelo trabalho que prestamos e tudo o que conquistei até hoje, a maior parte vem daqui.
Começando como auxiliar fiquei apenas quatro meses, depois fui pra operador de máquina e fiquei no setor de polimento por um bom tempo e mais tarde fui para o setor almoxarifado, onde acredito que fiquei mais de um ano. E as oportunidades foram surgindo conforme o desempenho do meu trabalho. Logo depois fiz parte como técnico de segurança, onde fiquei por sete anos e não parei com os estudos e nem com os cursos que a empresa oferecia e oferece até hoje, dando suporte aos colabores. Assim eu fiz esses cursos: Eletricista, Eletromecânica, Torneiro, Soldador, Técnico de Segurança do Trabalho, Instrutor de Ponte Iolante, Instrutor de NR 12, iInstrutor de Empilhadeira Contrabalançada, Instrutor de Empilhadeira Patolada, Instrutor de Transpaleteira Elétrica e Instrutor de Empilhadeira Retrátil.
E lembrando que hoje além de fazer parte da Brigada de Incêndio, também em relação aos estudos já tenho Superior completo, e não vai demorar muito já quero ingressar na engenharia de produção.
Posso dizer que aqui dentro a gente aprende muito com os próprios colegas e também passamos os nossos conhecimentos caso necessário. E me identifico muito bem com todos e fora isso o que mais impressiona aqui dentro é o respeito e também o reconhecimento que os diretores têm pelos seus colaboradores, então posso dizer que sou grato a Deus por essas oportunidades e onde estou hoje, sou grato aos diretores, seu Abelson e ao Elizandro pela compreensão e principalmente pelas minhas conquistas aqui dentro e finalizando, minha gratidão em especial à minha família, que é uma benção”.
Fonte: Jocemar Ferreira da Silva
para o jornal Destaque Regional
Rodrigo Kohl Ribeiro fará palestra show na unidade da Marini Compensados em São Francisco de Paula
Participação de Ribeiro será sobre saúde mental no ambiente laboral, durante a SIPAT da empresa.
Na semana que vem o gaúcho radicado em Palmas, Rodrigo Kohl Ribeiro irá até seu Estado Natal, mas não é para visitar os parentes. A missão partiu de Palmas mesmo, através de contratação através da Indústria Marini Compensados. E a missão foi dada com endereço certo, qual seja a unidade da empresa no Rio Grande do Sul. Localizada em São Francisco de Paula, a Unidade conta atualmente com 190 colaboradores, a qual irá realizar sua Semana Interna de Prevenção de Acidentes no Trabalho, tendo este ano como tema a Saúde Mental. Para a atividade, contratou a palestra de Ribeiro. A peculiaridade se dá pelo fato de o Pedagogo ter em seu currículo estudos na área de Saúde Mental, além de ter capacidade técnica comprovada na área do teatro sobre Saúde do Trabalhador e Segurança no Trabalho. A palestra show de Rodrigo Kohl Ribeiro vai acontecer dia 19 de novembro, próxima terça. Outra apresentação ainda está programada para a unidade de Palmas, dia 1° de dezembro. Para Rodrigo, é uma honra ter sido convidado pela Marini Compensados para cumprir com esta tarefa. “Já atuei na SIPAT da empresa em 2023, de forma que este convite para o retorno comprova que estamos no caminho certo, em uma parceira que busca principalmente o bem-estar dos colaboradores da Marini Compensados, aliado à sua segurança no trabalho. Fica o meu mais sincero agradecimento pela confiança à diretora Ivania Marini e a toda a sua equipe administrativa e de produção”, finaliza Ribeiro.
“Posso cobrar aluguel de um dos herdeiros que está morando no imóvel?”
Sim!
A cobrança de aluguel do herdeiro que está na posse exclusiva do bem é possível, uma vez que os demais também são donos da herança até que seja partilhada, contudo, tal aluguel deve ser fixado judicialmente, ou seja, através de um processo judicial, e seus frutos também serão objeto de partilha.
Assim, depois do falecimento de alguém, um dos herdeiros não pode, sozinho, usufruir de um bem se os outros herdeiros não concordarem com isso.
Procure sempre um profissional de sua confiança!
Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779
Dor lombar. Preciso trocar meu colchão?
Trocar o colchão é frequentemente indicado como solução para dores lombares, mas essa recomendação pode ser simplista e nem sempre resolve o problema. O mito de que um colchão novo é a chave para aliviar a dor nas costas tem origem na percepção de que um colchão mais firme ou mais novo oferece melhor suporte à coluna, o que, por si só, garantiria conforto e alívio das dores. No entanto, a ciência por trás da dor lombar é complexa, e muitos fatores estão envolvidos.
A dor lombar apresenta causas multifatoriais, e atribuir a sua dor apenas ao colchão é uma forma simplista de entender o que realmente está por trás do problema. A dor lombar pode estar associada a hábitos de vida, como sedentarismo, níveis de estresse, ansiedade, depressão, sono de má qualidade, alimentação inadequada. Esses fatores contribuem significativamente para o surgimento e a intensificação da dor.
Assim, antes de investir em um colchão novo, é recomendável investigar a causa da dor lombar com um profissional da saúde e considerar tratamentos abrangentes. Um colchão confortável é importante, mas, sozinho, não é suficiente para garantir o alívio das dores nas costas – ele deve ser apenas um dos elementos de uma abordagem mais completa.
Fisioterapeuta Aline Shimosaka
CREFITO – 324808-F
Sintonia do Corpo participa de tarde cultural da XIV Expo Palmas
Na última sexta-feira dia 08 de novembro o Sintonia do Corpo, a convite do departamento de Cultura, participou da Tarde cultural da XIV Expo Palmas.
A escola participou com nove (09) coreografias nos estilos de Ballet clássico, Jazz, Dança do Ventre, Ginástica Rítmica mãos Livre e dança Livre, “Ficamos gratos pela organização por planejar a tarde cultural junto à Exposição, é importante sempre levar a cultura A espaços assim, para que ela seja apreciada e vista!” comentou a diretora do Sintonia do Corpo Verônica Rigon Rocha Também participou do evento a Escola Pública Municipal Nascer para Arte.
A escola agradece a diretora do departamento de cultura do município, Cassimara Rita Longhi, e a prefeitura de Palmas, por apoiar e incentivar a arte e a dança do nosso município.
Disidrose, você já ouviu falar deste problema?
A disidrose ou eczema disidrótico, é uma doença de pele caracterizada pelo surgimento de vesículas (pequenas bolhas com líquido claro no interior), que causam muita coceira e costumam se localizar nas mãos e nos pés.
Esse incômodo dura cerca de três a quatro semanas. Após este período, as bolhas secam e a pele fica ressecada e com descamações.
A doença não é contagiosa. Entretanto, o eczema disidrótico é uma doença recorrente e os pacientes, em geral, sofrem crises frequentes por muitos anos.
O que causa a desidrose?
Embora, na maioria dos casos, um fator causador não possa ser apontado, vários fatores de risco já foram identificados. Dentre eles estão: História pessoal ou familiar de dermatite atópica ou de alergias, exposição a tipos de metais que costumam causar alergia, como níquel ou cobalto; exposição à radiação ultravioleta; estresse físico ou emocional; predisposição genética; infecção pelo HIV; exposição a agentes irritantes; infecção da pele por fungos; uso de imunoglobulina por via intravenosa; hiperidrose (suor excessivo) e tabagismo.
Quais são os sintomas da disidrose?
As crises geralmente se iniciam com coceira nas mãos ou pés, seguida por súbito aparecimento das vesículas. Nesta fase, as lesões podem apresentar coceira ou dor. As pequenas bolhas persistem por 3 a 4 semanas e depois desidratam e desaparecem, provocando descamação da pele.
Em algumas pessoas, os surtos podem estar associados a estresse emocional ou físico que são percebidos pelos pacientes.
Diagnóstico de Disidrose
Na imensa maioria dos casos, o diagnóstico é feito através da história clínica e do exame dermatológico realizado na consulta, não havendo necessidade de exames complementares. Em caso de dúvida ou suspeita de alguma infecção associada, o médico dermatologista poderá solicitar exames de cultura ou biópsia local.
Como é o tratamento da disidrose
O primeiro passo é identificar e evitar substâncias irritantes e fatores exacerbantes.
Outras medidas gerais de cuidados incluem: Utilizar água morna e produtos de limpeza sem sabão para lavar as mãos, secar bem as mãos após a lavagem, usar cremes hidratantes imediatamente após a secagem das mãos ou dos pés, usar luvas durante atividades que envolvam produtos químicos e evitar bijuteria feita com níquel ou cobalto.
As crises também podem ser manejadas com a utilização de pomadas, medicamentos e fototerapia prescritos pelo médico, dependendo da gravidade do quadro.
Posso estourar as bolhas?
Essa é a pergunta campeã durante as consultas de pacientes com disidrose. E a resposta é NÃO! Estourar as vesículas não traz nenhum benefício e ainda deixa o local vulnerável à infecção secundária por fungos e bactérias oportunistas. Evite este hábito.
Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia
Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

























