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JULHO PREMIADO

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Por Trás das Chaves: O que o Cliente Não Vê Faz Toda a Diferença

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Quando alguém entrega um imóvel para administração ou recebe as chaves da casa onde vai morar, normalmente enxerga apenas o resultado final. Poucos imaginam tudo o que acontece antes desse momento.
No mercado imobiliário, o que realmente protege o patrimônio de um proprietário ou proporciona segurança a um locatário não é apenas um contrato bem elaborado. É a qualidade das pessoas que estão por trás de cada processo.
Recentemente, dediquei um dia inteiro ao treinamento da equipe de locação da Camine Imóveis. Alguém pode pensar que, depois de tantos anos de experiência, isso já não seria necessário. A realidade é exatamente o contrário.
Quanto mais experiência uma empresa acumula, maior é sua responsabilidade de continuar aprendendo.
O mercado imobiliário mudou. A legislação evolui constantemente, a tecnologia transformou a forma de realizar vistorias, registrar informações e acompanhar processos, e os clientes esperam respostas rápidas, claras e fundamentadas. Não há espaço para improviso.
Treinar uma equipe não significa apenas ensinar procedimentos. Significa desenvolver a capacidade de analisar situações reais, tomar decisões equilibradas e resolver problemas antes que eles se transformem em conflitos.
Aprendi isso ao longo da minha trajetória.
Nem sempre os maiores prejuízos surgem de grandes erros. Muitas vezes, eles nascem de pequenos detalhes ignorados.
Já enfrentamos uma ação judicial em que perdemos uma cobrança de aluguéis porque a Justiça entendeu que houve demora nas respostas às reclamações da locatária sobre infiltrações. Em outro ponto, a vistoria de saída perdeu força como prova porque as fotografias não haviam sido feitas exatamente nos mesmos ângulos da vistoria de entrada.
São situações que não costumam aparecer nos cursos tradicionais, mas que ensinam uma lição importante: no mercado imobiliário, processos bem executados protegem clientes, proprietários e também a própria imobiliária.
Por isso acredito que treinamento não é custo. É investimento em segurança.
Uma equipe preparada responde mais rápido, orienta melhor, reduz riscos jurídicos, evita retrabalho e transmite confiança em cada atendimento.
Essa confiança não é construída por discursos. Ela nasce da consistência. Do compromisso diário em estudar, revisar procedimentos, discutir casos reais e buscar formas de melhorar.
Também acredito que existe uma responsabilidade coletiva. Quando uma imobiliária eleva seus padrões de atendimento, contribui para que todo o mercado evolua. O resultado aparece em contratos mais seguros, relações mais transparentes e consumidores mais bem atendidos.
No fim, quem ganha é a comunidade.
As pessoas costumam enxergar apenas a placa de “Alugado” ou a assinatura de um contrato. Mas esses são apenas os momentos visíveis de um trabalho muito maior.
Por trás de cada chave entregue existe uma equipe que estudou, treinou, revisou processos, corrigiu erros e escolheu não se acomodar.
Porque imóveis são patrimônio. Mas a confiança que sustenta um bom negócio é construída, todos os dias, por pessoas preparadas.

Ecléa Camine | 46 99934 0853
Corretora de imóveis | Empresária imobiliária
Especialista em financiamento imobiliário

Recebo pensão por morte: se eu casar novamente, perco o benefício?

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Uma dúvida bastante comum entre quem recebe pensão por morte do INSS é: se eu começar um novo relacionamento ou me casar novamente, vou perder o benefício?

A resposta, em regra, é não.

No Regime Geral de Previdência Social, administrado pelo INSS, um novo casamento ou uma nova união estável não provoca automaticamente o cancelamento da pensão por morte recebida em razão do falecimento do antigo cônjuge ou companheiro.

Isso significa que a pessoa pode reconstruir sua vida afetiva sem precisar escolher entre um novo relacionamento e a manutenção do benefício previdenciário.

No entanto, é importante lembrar que a pensão por morte pode ter prazo determinado. A duração do benefício depende de fatores como a idade do dependente na data do falecimento, o tempo de contribuição do segurado e a duração do casamento ou da união estável. Por isso, o encerramento da pensão pode acontecer por outros motivos, ainda que não tenha qualquer relação com um novo casamento.

Outra dúvida frequente surge quando o novo companheiro também falece. Nesse caso, não é possível, em regra, acumular integralmente duas pensões por morte deixadas por cônjuges ou companheiros. A legislação estabelece regras específicas para a acumulação de benefícios, permitindo, em determinadas situações, o recebimento do benefício mais vantajoso de forma integral e de apenas uma parcela do outro.

Também é importante não confundir as regras do INSS com as de alguns regimes próprios de servidores públicos, que podem possuir particularidades.

A pensão por morte existe para oferecer proteção financeira aos dependentes de quem faleceu. Ela não deve impedir que o beneficiário siga sua vida, construa novos vínculos ou forme uma nova família.

Por isso, antes de tomar decisões com base no medo de perder o benefício, o ideal é conhecer as regras aplicáveis ao seu caso. Muitas vezes, uma informação incorreta pode fazer alguém adiar escolhas importantes sem qualquer necessidade.

Procure um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Queda de cabelo e fios cada vez mais finos? Saiba como a tecnologia pode fazer a diferença

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A queda de cabelo é uma das queixas mais frequentes no consultório dermatológico e pode afetar homens e mulheres em diferentes fases da vida. Alterações hormonais, estresse, deficiências nutricionais, uso de medicamentos emagrecedores, doenças do couro cabeludo e fatores genéticos estão entre as principais causas. Por isso, antes de iniciar qualquer tratamento, é fundamental identificar a origem do problema.

Entre as tecnologias que vêm ganhando destaque está a Mesoject Gun, um equipamento desenvolvido para realizar a aplicação precisa de medicamentos diretamente no couro cabeludo. Trata-se de uma evolução da mesoterapia tradicional, proporcionando maior padronização da técnica, conforto ao paciente e controle da profundidade e do volume aplicado.

O princípio do tratamento é simples: levar ativos exatamente onde eles são necessários, próximos aos folículos capilares. Dessa forma, é possível potencializar a ação de substâncias que estimulam o crescimento dos fios, melhoram a circulação local, fortalecem a raiz e reduzem o processo de miniaturização característico de algumas formas de alopecia.

A Mesoject Gun pode ser utilizada em diferentes situações, como alopecia androgenética (calvície), eflúvio telógeno, afinamento progressivo dos fios e cabelos enfraquecidos. Os medicamentos utilizados são individualizados de acordo com a avaliação médica e podem incluir vitaminas, aminoácidos, fatores de crescimento e outras substâncias indicadas para cada caso.

Outra vantagem é a rapidez do procedimento. As sessões costumam durar poucos minutos e, na maioria das vezes, o paciente retorna às suas atividades habituais logo após o atendimento. O número de sessões varia conforme o diagnóstico, a intensidade da queda e a resposta individual ao tratamento.

É importante lembrar que a Mesoject Gun pode fazer parte de um protocolo que inclui medicamentos orais, loções tópicas, laser de baixa potência, microagulhamento e orientações sobre hábitos de vida. O tratamento é extremamente personalizado.

Quanto mais precoce for o diagnóstico da causa da queda, maiores são as chances de preservar os folículos e obter melhores resultados. Por isso, ao notar aumento da queda, redução da densidade capilar ou afinamento dos fios, procure um dermatologista. Com um plano terapêutico personalizado e o uso de tecnologias modernas como a Mesoject Gun, é possível controlar a queda, fortalecer os cabelos e estimular um crescimento mais saudável e duradouro. Este tratamento está disponível aqui na Clínica Dermarium. Para mais informações, entre em contato conosco.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

Reforma Tributária: O Que Muda na Sua Empresa

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A Hult Contabilidade, em parceria com a Omie Batel e a ACEC, promove no dia 23 de julho de 2026, às 19h00, no Restaurante do Clube Cultural Clevelandense (CCC), um evento exclusivo para empresários, gestores e profissionais que desejam compreender os impactos da Reforma Tributária na prática.

A programação contará com palestra ministrada por Henrique Padilha, contador, franqueado e sócio da Omie, seguida de um Open Talk para esclarecimento de dúvidas. Os participantes também poderão desfrutar de uma degustação de queijos e vinhos, proporcionando um ambiente ideal para networking.

Ingressos disponíveis pelo Sympla.
Garanta sua vaga e prepare sua empresa para a nova realidade tributária!

Você não emagrece porque seu intestino não funciona

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Quando uma paciente chega ao consultório dizendo que não consegue emagrecer, uma das primeiras perguntas que faço é simples:

“Como está o funcionamento do seu intestino?”

A resposta, na maioria das vezes, é a mesma: prisão de ventre, evacuações pouco frequentes, sensação de estufamento e desconforto abdominal.

É importante esclarecer: o intestino preso, sozinho, não é o responsável pela dificuldade para emagrecer.

Mas ele pode ser um sinal de que o organismo não está funcionando da forma ideal.

O intestino participa de muito mais processos do que apenas a digestão. Ele influencia a absorção de nutrientes, abriga trilhões de bactérias que compõem a microbiota intestinal, participa da produção de neurotransmissores, ajuda na regulação da inflamação e exerce papel importante no metabolismo.

Quando seu funcionamento está comprometido, todo o organismo pode sentir os reflexos.

Um intestino saudável favorece um metabolismo mais eficiente, melhora o equilíbrio da microbiota intestinal, contribui para o controle da inflamação e participa dos mecanismos que regulam a fome, a saciedade e até o humor.

Além disso, o intestino é responsável pela eliminação das fezes e de substâncias que o organismo precisa excretar. Quando permanece constantemente lento, é comum que a pessoa apresente sensação de inchaço, desconforto abdominal, excesso de gases e piora da qualidade de vida.

A boa notícia é que, na maioria dos casos, esse quadro pode ser revertido.

Uma alimentação planejada, rica em fibras, adequada em proteínas, com boa hidratação e ajustada às necessidades individuais é capaz de melhorar significativamente o funcionamento intestinal. Em alguns casos, também é necessário investigar intolerâncias alimentares, alterações da microbiota ou utilizar suplementação específica, sempre com orientação profissional.

No consultório, costumo dizer que um intestino funcionando bem não faz milagres, mas cria um ambiente muito mais favorável para que o organismo responda ao tratamento nutricional.

Por isso, antes de procurar soluções rápidas, vale a pena olhar para a base.

Cuidar do intestino não significa apenas melhorar a digestão. Significa criar as condições para que o organismo volte a funcionar da forma como foi projetado. E quando isso acontece, emagrecer deixa de ser uma luta constante e passa a ser consequência de um corpo mais saudável.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

Burnout: a epidemia silenciosa que ameaça a saúde física e mental

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O burnout deixou de ser apenas um problema ocupacional para se tornar uma importante questão de saúde pública. Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma síndrome resultante do estresse crônico relacionado ao trabalho, a condição tem apresentado crescimento expressivo nos últimos anos, impulsionado por jornadas prolongadas, hiperconectividade e dificuldade em estabelecer limites entre a vida profissional e pessoal.

Diferentemente do cansaço habitual, o burnout caracteriza-se por três pilares: exaustão física e emocional intensa, distanciamento afetivo em relação ao trabalho e redução do desempenho profissional. O indivíduo passa a sentir que qualquer tarefa exige um esforço desproporcional, acompanhado por irritabilidade, perda da motivação, dificuldade de concentração, alterações do sono e sensação persistente de esgotamento.

Os impactos, entretanto, vão além da saúde mental. A exposição contínua ao estresse mantém elevados os níveis de cortisol e adrenalina, desencadeando um estado inflamatório crônico. Estudos demonstram associação entre burnout e maior incidência de hipertensão arterial, doença coronariana, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, arritmias cardíacas e distúrbios metabólicos. Além disso, o comprometimento do sistema imunológico aumenta a suscetibilidade a infecções e dificulta a recuperação de outras doenças.

O diagnóstico é essencialmente clínico e deve considerar o contexto ocupacional, diferenciando o burnout de transtornos como depressão e ansiedade, embora essas condições frequentemente coexistam. O tratamento exige uma abordagem multidisciplinar, envolvendo reorganização das demandas de trabalho, psicoterapia, prática regular de atividade física, higiene do sono e, quando indicado, acompanhamento psiquiátrico.

Mais do que tratar indivíduos adoecidos, especialistas defendem mudanças estruturais nas organizações, com promoção de ambientes de trabalho saudáveis, incentivo ao equilíbrio entre produtividade e bem-estar e valorização da saúde mental. Identificar precocemente os sinais do burnout representa não apenas uma estratégia de prevenção do sofrimento psicológico, mas também uma medida eficaz para reduzir o impacto dessa síndrome sobre a saúde cardiovascular e a qualidade de vida da população.

13 de Julho – Dia Mundial de Conscientização do TDAH

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O Dia Mundial de Conscientização do TDAH, celebrado em 13 de julho, convida a sociedade a refletir sobre a importância do conhecimento, da empatia e do diagnóstico precoce. O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma condição do neurodesenvolvimento que acompanha a pessoa desde a infância e pode persistir na adolescência e na vida adulta.

O transtorno se manifesta por dificuldades de atenção, impulsividade e hiperatividade, em diferentes intensidades e combinações. Essas características podem comprometer o desempenho escolar, profissional, os relacionamentos e a qualidade de vida quando não são identificadas e tratadas adequadamente.

Ainda é comum que pessoas com TDAH sejam rotuladas como desinteressadas, preguiçosas ou mal-educadas. No entanto, trata-se de uma condição com base neurobiológica, influenciada principalmente por fatores genéticos, e não de falta de esforço ou disciplina.

O diagnóstico deve ser realizado por profissionais qualificados, por meio de uma avaliação clínica criteriosa, considerando a história de vida, os sintomas e os prejuízos apresentados em diferentes contextos. O tratamento pode incluir acompanhamento psicológico, orientação à família e à escola e, quando necessário, tratamento medicamentoso, sempre individualizado.

Também é importante destacar que o TDAH não define as capacidades de uma pessoa. Muitos indivíduos apresentam criatividade, pensamento inovador, energia, entusiasmo e grande potencial para desenvolver habilidades quando recebem apoio adequado e estratégias compatíveis com suas necessidades.

Promover a conscientização significa reduzir o preconceito e ampliar o acesso à informação de qualidade. Quanto mais cedo o transtorno é reconhecido, maiores são as possibilidades de intervenção e de desenvolvimento saudável.

Neste 13 de julho, o convite é para que pais, educadores, profissionais da saúde e toda a sociedade olhem além dos rótulos. Com informação, acolhimento e intervenção adequada, é possível transformar dificuldades em oportunidades e favorecer uma vida com mais autonomia, aprendizado e qualidade.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga
CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento
TEA – TDAH

O CUSTO INVISIVEL DA FALTA DE PLANEJAMENTO TRIBUTARIO

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No dia a dia empresarial, é comum que o empreendedor esteja focado em vender mais, atender melhor seus clientes e manter as contas em dia. No entanto, existe um fator que muitas vezes passa despercebido e pode comprometer diretamente a saúde financeira do negócio: o pagamento de impostos acima do necessário.
Em muitos casos, empresas permanecem durante anos no mesmo regime tributário sem uma revisão técnica, deixam de aproveitar benefícios fiscais previstos na legislação ou enfrentam falhas na apuração dos tributos. O resultado é um custo silencioso que reduz a lucratividade e limita o crescimento da empresa.
É importante esclarecer que planejamento tributário não significa buscar formas de deixar de pagar impostos. Significa, sim, conhecer a legislação e utilizá-la corretamente para que a empresa recolha apenas o valor efetivamente devido. Trata-se de uma estratégia legal, ética e essencial para qualquer negócio que busca eficiência e segurança.
Uma revisão tributária periódica pode identificar oportunidades de economia, corrigir inconsistências e proporcionar mais previsibilidade financeira. Em um mercado cada vez mais competitivo, pagar somente o que determina a legislação pode representar um importante diferencial para investir, gerar empregos e fortalecer a empresa.
O empresário que acompanha de perto sua realidade tributária toma decisões mais conscientes e reduz riscos futuros. Afinal, cuidar da gestão fiscal é tão importante quanto aumentar as vendas.
Vamos destacar que reduzir a carga tributária não significa deixar de cumprir a lei. Pelo contrário: um bom planejamento tributário busca identificar oportunidades legais para que a empresa pague apenas o que realmente é o dever, preservando sua saúde financeira e evitando riscos fiscais.
Em um cenário onde cada centavo faz diferença, economizar de forma inteligente pode representar mais investimentos, maior competitividade e melhor fluxo de caixa

Vale a reflexão: sua empresa está pagando o imposto correto ou apenas pagando o imposto?

Investir em uma assessoria contábil qualificada não é um custo, mas uma decisão estratégica para garantir conformidade, economia e crescimento sustentável

(46) 988320735
Por Gilciano Galvão da Rosa
Empresário, Contador e Corretor imobiliário

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