
“UNIFORME NO TRABALHO: MUITO ALÉM DA ROUPA QUE SE VESTE”

“Meu filho fez 18 anos: a pensão alimentícia acaba automaticamente?”
Quando um filho completa 18 anos, muitos pais acreditam que a obrigação de pagar pensão alimentícia termina automaticamente. Mas, na prática, não é bem assim.
A maioridade civil não encerra, por si só, o dever de pagar pensão. Isso acontece porque a pensão não existe apenas por causa da idade, mas principalmente pela necessidade de quem recebe e pela possibilidade de quem paga.
É muito comum que jovens, ao completar 18 anos, ainda estejam estudando – seja no ensino médio, em cursos técnicos ou na faculdade. Nesses casos, a Justiça costuma entender que o apoio financeiro dos pais ainda é necessário para garantir a formação profissional.
Por isso, para encerrar a obrigação, o genitor que paga a pensão deve ingressar com uma ação de exoneração de alimentos, pedindo ao juiz que reconheça que o filho já possui condições de se sustentar sozinho. Somente após decisão judicial é que a obrigação pode ser encerrada de forma segura.
Enquanto não houver essa decisão, o pagamento deve continuar sendo feito normalmente. Interromper a pensão por conta própria pode gerar cobrança judicial, dívida acumulada e até execução da pensão.
Por outro lado, também é importante lembrar que a pensão não é eterna. Quando o filho já trabalha, concluiu os estudos ou possui renda suficiente para se manter, o juiz pode determinar o fim da obrigação.
O mais importante é entender que a pensão alimentícia não é uma punição para os pais, mas uma forma de garantir que o filho tenha condições de construir seu próprio caminho até alcançar a independência.
Procure sempre um profissional de sua confiança.
Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Tecnologia e Inteligência Artificial na SST: a chegada da Segurança 4.0
A transformação digital também está impactando a área de Segurança e Saúde no Trabalho, conhecida como SST. O conceito de SST 4.0 surge como a integração entre tecnologia, dados e prevenção, trazendo ferramentas inovadoras que tornam os ambientes de trabalho mais seguros, inteligentes e proativos.
Entre os principais avanços está o uso da Inteligência Artificial para previsão de riscos. Sistemas equipados com algoritmos de análise de imagem conseguem monitorar, em tempo real, ambientes industriais por meio de câmeras já instaladas. A tecnologia identifica comportamentos inseguros, como ausência de Equipamentos de Proteção Individual, permanência em áreas restritas ou aproximação perigosa de máquinas em funcionamento.
A grande vantagem é que a IA não atua apenas de forma reativa. Ao analisar padrões de comportamento e histórico de ocorrências, ela consegue antecipar situações de risco, permitindo intervenções antes que o acidente aconteça. Isso representa uma mudança importante na gestão de segurança, deixando de agir somente após o acidente e passando a atuar de forma preventiva e preditiva.
Outro avanço significativo está nos wearables e na Internet das Coisas, conhecida como IoT. Sensores vestíveis incorporados a capacetes, cintos ou pulseiras monitoram indicadores fisiológicos como batimentos cardíacos, temperatura corporal e níveis de fadiga. Em ambientes quentes, confinados ou de alto esforço físico, esses dados ajudam a prevenir exaustão térmica, mal súbito e outros agravos à saúde.
Quando integrados a plataformas digitais, esses dispositivos enviam alertas automáticos caso algum parâmetro ultrapasse limites seguros, permitindo a retirada do trabalhador da atividade antes que o risco se concretize.
A Segurança 4.0 não substitui o profissional de SST, mas potencializa sua atuação. Dados em tempo real permitem decisões mais rápidas, estratégias mais eficazes e maior proteção à vida. O futuro da prevenção já é realidade e está cada vez mais orientado por tecnologia e inteligência aplicada.

4 passos para uma marca forte
Marcas fortes não vencem apenas por produto ou publicidade. Elas vencem por significado. Enquanto muitas empresas focam apenas em vender, as marcas mais fortes constroem identidade, pertencimento e narrativa ao redor do que oferecem.
O primeiro passo é conhecer profundamente o público. Isso vai além de dados básicos como idade, renda ou localização. É necessário entender hábitos, rotina, referências culturais, influenciadores que seguem, onde buscam informação e, principalmente, como resolvem hoje o problema que a marca pretende solucionar. Muitas vezes, o verdadeiro concorrente não é uma empresa do mesmo setor, mas alternativas indiretas — como pesquisas no Google, recomendações de amigos ou soluções improvisadas.
O segundo ponto é compreender o desejo real do público. Existe uma diferença entre o que as pessoas dizem querer e o que de fato as motiva. Alguém pode afirmar que quer crescer profissionalmente, mas o desejo profundo pode ser reconhecimento, respeito ou status. Marcas fortes identificam esses desejos e se conectam com a forma como o consumidor quer ser visto: inovador, elegante, bem-sucedido, criativo ou independente.
O terceiro elemento é a construção de um universo de marca. Empresas que crescem rapidamente não vendem apenas produtos; elas criam um ambiente simbólico no qual o consumidor deseja participar. Esse universo é formado por linguagem, estética, valores e comunidade. Quando isso acontece, a marca passa a representar identidade — e não apenas uma escolha de compra.
Por fim, a narrativa precisa colocar o cliente como protagonista. Em vez de apresentar a empresa como heroína, as marcas mais fortes mostram o consumidor como o personagem principal da história, enfrentando desafios e conquistando resultados. A marca entra como aliada nessa jornada.
Nada disso, porém, funciona sem distribuição. É preciso construir um ecossistema de canais — orgânicos, próprios, conquistados e pagos — que leve essa mensagem até o público certo. No cenário atual, as marcas que mais crescem são aquelas que conseguem unir estratégia, narrativa e presença consistente nos canais onde seu público realmente está.

POR QUE SURGEM RACHADURAS NAS PAREDES? ENGENHARIA CIVIL EXPLICA O QUE MUITA GENTE VÊ, MAS NÃO ENTENDE
Quem nunca notou uma rachadura na parede de casa e ficou preocupado? Esse é um dos problemas mais comuns nas construções e um dos mais mal interpretados. Nem toda fissura significa perigo, mas entender por que elas aparecem pode evitar gastos maiores no futuro.
As rachaduras geralmente surgem por três motivos principais: movimentação natural da estrutura, variação de temperatura e problemas na fundação.
Quando a casa “assenta” com o tempo, pequenas fissuras podem aparecer nos cantos de portas e janelas e isso é normal.
Já as mudanças de temperatura fazem os materiais expandirem e contraírem, criando pequenas aberturas na pintura ou no reboco.
O caso mais sério ocorre quando o solo não foi corretamente estudado e a fundação começa a ceder. Isso gera rachaduras maiores, inclinadas ou que atravessam a parede inteira e aí é indispensável avaliação técnica.
O engenheiro civil é o profissional capacitado para identificar a causa real, avaliar o risco e definir a solução adequada, que pode variar desde um simples reparo no revestimento até reforços estruturais mais complexos.
Se você notou rachaduras em sua casa, condomínio ou comércio, não espere o problema crescer. Agende uma avaliação profissional e tenha segurança, diagnóstico correto e soluções eficientes. Entre em contato e conte com um engenheiro civil especializado para cuidar da sua obra.
Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Ansiedade, desatenção ou algo além? Quando a avaliação psicológica faz toda a diferença
Vivemos em um tempo acelerado, em que crianças parecem mais agitadas, adolescentes mais ansiosos e adultos constantemente sobrecarregados. Diante disso, muitas famílias se perguntam: trata-se apenas de uma fase ou há algo que precisa ser compreendido com mais profundidade?
Dificuldades de concentração, irritabilidade, queda no rendimento escolar, procrastinação constante e crises de ansiedade têm sido queixas cada vez mais frequentes nos consultórios. No entanto, é importante lembrar que sintomas isolados não definem diagnósticos. Cada pessoa possui uma história, um contexto e um modo singular de funcionamento emocional e cognitivo.
É nesse cenário que a avaliação psicológica se torna fundamental. Trata-se de um processo técnico e científico, conduzido por psicólogo habilitado, que envolve entrevistas, observação clínica e instrumentos validados. O objetivo não é rotular, mas compreender. A partir dessa compreensão, torna-se possível esclarecer dúvidas diagnósticas, identificar potencialidades, orientar famílias e escolas e indicar intervenções adequadas.
Em tempos de excesso de informação e autodiagnósticos baseados em redes sociais, cresce o risco de interpretações precipitadas. Nem toda agitação é TDAH. Nem toda timidez indica um transtorno. Nem toda dificuldade escolar está relacionada à falta de esforço. A avaliação psicológica oferece algo essencial, que é a clareza fundamentada em critérios científicos e ética profissional.
Buscar uma avaliação é um ato de cuidado e responsabilidade. Quanto mais cedo as necessidades emocionais e cognitivas são compreendidas, maiores são as chances de promover desenvolvimento saudável, autoestima fortalecida e melhor qualidade de vida.
Cuidar da saúde mental não é luxo, é necessidade. E compreender antes de rotular é sempre o melhor caminho.
Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e
transtornos do Neurodesenvolvimento
(46)92001-9598

Comer pouco está te impedindo de emagrecer
Muitas mulheres acreditam que, para emagrecer, precisam simplesmente comer cada vez menos. Cortam refeições, reduzem drasticamente as calorias e passam boa parte do dia tentando “segurar a fome”.
A lógica parece simples: se eu comer menos, vou emagrecer mais rápido.
Mas o corpo feminino não funciona dessa forma.
Quando a ingestão de alimentos fica muito baixa por períodos prolongados, o organismo entra em um mecanismo de adaptação. O metabolismo desacelera para economizar energia, o gasto calórico diminui e o corpo passa a funcionar em modo de sobrevivência.
Além disso, dietas muito restritivas favorecem a perda de massa muscular. E menos músculo significa metabolismo mais lento, o que torna o emagrecimento cada vez mais difícil.
Outro efeito comum é o aumento da fome ao longo do dia, especialmente por alimentos ricos em açúcar e gordura. O corpo tenta compensar a restrição, gerando episódios de compulsão alimentar e dificultando a manutenção do peso.
Por isso, emagrecer não significa apenas comer menos. Significa comer com estratégia.
No acompanhamento nutricional focado na saúde da mulher, o objetivo é organizar a alimentação de forma que o metabolismo permaneça ativo, preservando massa muscular e respeitando as necessidades hormonais de cada fase da vida.
Foi com esse olhar que desenvolvi o Método Ciclos, um acompanhamento nutricional que considera as fases hormonais da mulher para estruturar alimentação, estratégia metabólica e rotina de forma personalizada.
Quando o corpo recebe os nutrientes certos, no momento certo, o metabolismo volta a trabalhar a favor do emagrecimento.
Em muitos casos, o problema não é estar comendo demais. É estar comendo de menos — e da forma errada.
Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617
@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR



















