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sábado,7 março,2026
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“UNIFORME NO TRABALHO: MUITO ALÉM DA ROUPA QUE SE VESTE”

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O uso de uniformes no ambiente de trabalho é uma prática cada vez mais comum em empresas de diversos setores. Mais do que uma simples padronização visual, o uniforme representa identidade, segurança e profissionalismo. Para muitas organizações, ele é parte fundamental da cultura corporativa e da imagem que se deseja transmitir ao público.
Por que as empresas adotam uniformes?
O uso de uniformes está ligado a vários fatores práticos e estratégicos. Os principais motivos incluem:
Identificação visual: Clientes e parceiros conseguem reconhecer facilmente os colaboradores, o que facilita o atendimento e reforça a marca.
Profissionalismo e padronização: O uniforme passa uma imagem de organização e seriedade, ajudando a criar uma cultura de disciplina e pertencimento.
Segurança: Em algumas áreas, como construção civil, indústria, hospitais e laboratórios, o uso de uniformes é essencial para a proteção física dos trabalhadores.
Economia para o colaborador: Em vez de precisar investir em roupas específicas para o trabalho, o funcionário já recebe ou tem à disposição a vestimenta adequada.
 Vantagens para a empresa
Fortalecimento da marca: Uniformes com logotipo, cores e estilo padronizado ajudam a reforçar a identidade visual da empresa.
Controle da imagem corporativa: Garante que todos os colaboradores estejam vestidos de forma adequada e coerente com os valores da empresa.
Clima organizacional: Uniformes ajudam a eliminar diferenças visuais que podem gerar julgamentos ou constrangimentos, promovendo maior igualdade entre os funcionários.
 Uniforme não é apenas roupa: é comunicação
TANIA UNIFORMES
Rua Augusto Guimarães, 1238, centro, Palmas/PR
 (46)99910-2751
@taniauniformes

“Meu filho fez 18 anos: a pensão alimentícia acaba automaticamente?”

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Quando um filho completa 18 anos, muitos pais acreditam que a obrigação de pagar pensão alimentícia termina automaticamente. Mas, na prática, não é bem assim.

A maioridade civil não encerra, por si só, o dever de pagar pensão. Isso acontece porque a pensão não existe apenas por causa da idade, mas principalmente pela necessidade de quem recebe e pela possibilidade de quem paga.

É muito comum que jovens, ao completar 18 anos, ainda estejam estudando – seja no ensino médio, em cursos técnicos ou na faculdade. Nesses casos, a Justiça costuma entender que o apoio financeiro dos pais ainda é necessário para garantir a formação profissional.

Por isso, para encerrar a obrigação, o genitor que paga a pensão deve ingressar com uma ação de exoneração de alimentos, pedindo ao juiz que reconheça que o filho já possui condições de se sustentar sozinho. Somente após decisão judicial é que a obrigação pode ser encerrada de forma segura.

Enquanto não houver essa decisão, o pagamento deve continuar sendo feito normalmente. Interromper a pensão por conta própria pode gerar cobrança judicial, dívida acumulada e até execução da pensão.

Por outro lado, também é importante lembrar que a pensão não é eterna. Quando o filho já trabalha, concluiu os estudos ou possui renda suficiente para se manter, o juiz pode determinar o fim da obrigação.

O mais importante é entender que a pensão alimentícia não é uma punição para os pais, mas uma forma de garantir que o filho tenha condições de construir seu próprio caminho até alcançar a independência.

Procure sempre um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Tecnologia e Inteligência Artificial na SST: a chegada da Segurança 4.0

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A transformação digital também está impactando a área de Segurança e Saúde no Trabalho, conhecida como SST. O conceito de SST 4.0 surge como a integração entre tecnologia, dados e prevenção, trazendo ferramentas inovadoras que tornam os ambientes de trabalho mais seguros, inteligentes e proativos.

Entre os principais avanços está o uso da Inteligência Artificial para previsão de riscos. Sistemas equipados com algoritmos de análise de imagem conseguem monitorar, em tempo real, ambientes industriais por meio de câmeras já instaladas. A tecnologia identifica comportamentos inseguros, como ausência de Equipamentos de Proteção Individual, permanência em áreas restritas ou aproximação perigosa de máquinas em funcionamento.

A grande vantagem é que a IA não atua apenas de forma reativa. Ao analisar padrões de comportamento e histórico de ocorrências, ela consegue antecipar situações de risco, permitindo intervenções antes que o acidente aconteça. Isso representa uma mudança importante na gestão de segurança, deixando de agir somente após o acidente e passando a atuar de forma preventiva e preditiva.

Outro avanço significativo está nos wearables e na Internet das Coisas, conhecida como IoT. Sensores vestíveis incorporados a capacetes, cintos ou pulseiras monitoram indicadores fisiológicos como batimentos cardíacos, temperatura corporal e níveis de fadiga. Em ambientes quentes, confinados ou de alto esforço físico, esses dados ajudam a prevenir exaustão térmica, mal súbito e outros agravos à saúde.

Quando integrados a plataformas digitais, esses dispositivos enviam alertas automáticos caso algum parâmetro ultrapasse limites seguros, permitindo a retirada do trabalhador da atividade antes que o risco se concretize.

A Segurança 4.0 não substitui o profissional de SST, mas potencializa sua atuação. Dados em tempo real permitem decisões mais rápidas, estratégias mais eficazes e maior proteção à vida. O futuro da prevenção já é realidade e está cada vez mais orientado por tecnologia e inteligência aplicada.

4 passos para uma marca forte

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Marcas fortes não vencem apenas por produto ou publicidade. Elas vencem por significado. Enquanto muitas empresas focam apenas em vender, as marcas mais fortes constroem identidade, pertencimento e narrativa ao redor do que oferecem.
O primeiro passo é conhecer profundamente o público. Isso vai além de dados básicos como idade, renda ou localização. É necessário entender hábitos, rotina, referências culturais, influenciadores que seguem, onde buscam informação e, principalmente, como resolvem hoje o problema que a marca pretende solucionar. Muitas vezes, o verdadeiro concorrente não é uma empresa do mesmo setor, mas alternativas indiretas — como pesquisas no Google, recomendações de amigos ou soluções improvisadas.
O segundo ponto é compreender o desejo real do público. Existe uma diferença entre o que as pessoas dizem querer e o que de fato as motiva. Alguém pode afirmar que quer crescer profissionalmente, mas o desejo profundo pode ser reconhecimento, respeito ou status. Marcas fortes identificam esses desejos e se conectam com a forma como o consumidor quer ser visto: inovador, elegante, bem-sucedido, criativo ou independente.
O terceiro elemento é a construção de um universo de marca. Empresas que crescem rapidamente não vendem apenas produtos; elas criam um ambiente simbólico no qual o consumidor deseja participar. Esse universo é formado por linguagem, estética, valores e comunidade. Quando isso acontece, a marca passa a representar identidade — e não apenas uma escolha de compra.
Por fim, a narrativa precisa colocar o cliente como protagonista. Em vez de apresentar a empresa como heroína, as marcas mais fortes mostram o consumidor como o personagem principal da história, enfrentando desafios e conquistando resultados. A marca entra como aliada nessa jornada.
Nada disso, porém, funciona sem distribuição. É preciso construir um ecossistema de canais — orgânicos, próprios, conquistados e pagos — que leve essa mensagem até o público certo. No cenário atual, as marcas que mais crescem são aquelas que conseguem unir estratégia, narrativa e presença consistente nos canais onde seu público realmente está.

POR QUE SURGEM RACHADURAS NAS PAREDES? ENGENHARIA CIVIL EXPLICA O QUE MUITA GENTE VÊ, MAS NÃO ENTENDE

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Quem nunca notou uma rachadura na parede de casa e ficou preocupado? Esse é um dos problemas mais comuns nas construções e um dos mais mal interpretados. Nem toda fissura significa perigo, mas entender por que elas aparecem pode evitar gastos maiores no futuro.

As rachaduras geralmente surgem por três motivos principais: movimentação natural da estrutura, variação de temperatura e problemas na fundação.

Quando a casa “assenta” com o tempo, pequenas fissuras podem aparecer nos cantos de portas e janelas e isso é normal.

Já as mudanças de temperatura fazem os materiais expandirem e contraírem, criando pequenas aberturas na pintura ou no reboco.

O caso mais sério ocorre quando o solo não foi corretamente estudado e a fundação começa a ceder. Isso gera rachaduras maiores, inclinadas ou que atravessam a parede inteira e aí é indispensável avaliação técnica.

O engenheiro civil é o profissional capacitado para identificar a causa real, avaliar o risco e definir a solução adequada, que pode variar desde um simples reparo no revestimento até reforços estruturais mais complexos.

Se você notou rachaduras em sua casa, condomínio ou comércio, não espere o problema crescer. Agende uma avaliação profissional e tenha segurança, diagnóstico correto e soluções eficientes. Entre em contato e conte com um engenheiro civil especializado para cuidar da sua obra.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Ansiedade, desatenção ou algo além? Quando a avaliação psicológica faz toda a diferença

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Vivemos em um tempo acelerado, em que crianças parecem mais agitadas, adolescentes mais ansiosos e adultos constantemente sobrecarregados. Diante disso, muitas famílias se perguntam: trata-se apenas de uma fase ou há algo que precisa ser compreendido com mais profundidade?
Dificuldades de concentração, irritabilidade, queda no rendimento escolar, procrastinação constante e crises de ansiedade têm sido queixas cada vez mais frequentes nos consultórios. No entanto, é importante lembrar que sintomas isolados não definem diagnósticos. Cada pessoa possui uma história, um contexto e um modo singular de funcionamento emocional e cognitivo.
É nesse cenário que a avaliação psicológica se torna fundamental. Trata-se de um processo técnico e científico, conduzido por psicólogo habilitado, que envolve entrevistas, observação clínica e instrumentos validados. O objetivo não é rotular, mas compreender. A partir dessa compreensão, torna-se possível esclarecer dúvidas diagnósticas, identificar potencialidades, orientar famílias e escolas e indicar intervenções adequadas.
Em tempos de excesso de informação e autodiagnósticos baseados em redes sociais, cresce o risco de interpretações precipitadas. Nem toda agitação é TDAH. Nem toda timidez indica um transtorno. Nem toda dificuldade escolar está relacionada à falta de esforço. A avaliação psicológica oferece algo essencial, que é a clareza fundamentada em critérios científicos e ética profissional.
Buscar uma avaliação é um ato de cuidado e responsabilidade. Quanto mais cedo as necessidades emocionais e cognitivas são compreendidas, maiores são as chances de promover desenvolvimento saudável, autoestima fortalecida e melhor qualidade de vida.
Cuidar da saúde mental não é luxo, é necessidade. E compreender antes de rotular é sempre o melhor caminho.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e
transtornos do Neurodesenvolvimento

(46)92001-9598

Comer pouco está te impedindo de emagrecer

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Muitas mulheres acreditam que, para emagrecer, precisam simplesmente comer cada vez menos. Cortam refeições, reduzem drasticamente as calorias e passam boa parte do dia tentando “segurar a fome”.

A lógica parece simples: se eu comer menos, vou emagrecer mais rápido.

Mas o corpo feminino não funciona dessa forma.

Quando a ingestão de alimentos fica muito baixa por períodos prolongados, o organismo entra em um mecanismo de adaptação. O metabolismo desacelera para economizar energia, o gasto calórico diminui e o corpo passa a funcionar em modo de sobrevivência.

Além disso, dietas muito restritivas favorecem a perda de massa muscular. E menos músculo significa metabolismo mais lento, o que torna o emagrecimento cada vez mais difícil.
Outro efeito comum é o aumento da fome ao longo do dia, especialmente por alimentos ricos em açúcar e gordura. O corpo tenta compensar a restrição, gerando episódios de compulsão alimentar e dificultando a manutenção do peso.

Por isso, emagrecer não significa apenas comer menos. Significa comer com estratégia.

No acompanhamento nutricional focado na saúde da mulher, o objetivo é organizar a alimentação de forma que o metabolismo permaneça ativo, preservando massa muscular e respeitando as necessidades hormonais de cada fase da vida.

Foi com esse olhar que desenvolvi o Método Ciclos, um acompanhamento nutricional que considera as fases hormonais da mulher para estruturar alimentação, estratégia metabólica e rotina de forma personalizada.

Quando o corpo recebe os nutrientes certos, no momento certo, o metabolismo volta a trabalhar a favor do emagrecimento.

Em muitos casos, o problema não é estar comendo demais. É estar comendo de menos — e da forma errada.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

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