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sábado,8 agosto,2026
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Ozempic: O que você precisa saber sobre o remédio para emagrecer que virou febre!

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O Ozempic, remédio à base de semaglutida, tem sido uma escolha cada vez mais comum para quem busca perder peso. Inicialmente usado para controlar o diabetes tipo 2, ele agora também está indicado para pessoas com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30(obesidade), ou com IMC acima de 27, desde que tenham outras condições de saúde associadas, como hipertensão ou colesterol alto.

Como funciona e quem pode usar?
O Ozempic age aumentando a sensação de saciedade e retardando o esvaziamento do estômago, o que ajuda a reduzir o apetite e a quantidade de comida ingerida. No entanto, ele não é um tratamento universal. Seu uso é indicado para pacientes que já tentaram mudar seus hábitos alimentares e inserir exercícios físicos na rotina, mas que ainda precisam de uma ajuda extra para emagrecer.

Efeitos colaterais e perda de massa magra
Além dos efeitos colaterais mais comuns, como náuseas e diarreia, é importante destacar que o uso prolongado de Ozempic pode levar à perda de massa magra, o que não é ideal para a saúde. A perda de peso deve priorizar a eliminação da gordura, mas muitos pacientes acabam perdendo também músculo, o que pode prejudicar o metabolismo e a força corporal. Por isso, é fundamental associar o tratamento a exercícios físicos, principalmente de fortalecimento muscular, e a uma dieta rica em proteínas.

O que não pode faltar: alimentação e exercício
Mesmo com a ajuda do Ozempic, o emagrecimento saudável vem de mudanças nos hábitos diários. Uma alimentação equilibrada e a prática regular de exercícios são essenciais para garantir que a perda de peso seja saudável e duradoura. O remédio ajuda, mas o principal responsável pelo seu sucesso é você.

Quer saber se o Ozempic é indicado para o seu caso? Agende uma consulta e faça uma avaliação completa. Juntos, podemos encontrar o melhor caminho para a sua saúde e qualidade de vida!

Cuidar da pele do rosto é importante por vários motivos, entre eles

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Saúde
A pele é um órgão vital para a sobrevivência humana e protege o corpo de agentes externos, como vírus e bactérias. Além disso, é responsável por funções como a regulação térmica e as sensações de tato, pressão, frio, calor e dor.

Envelhecimento
Uma rotina de cuidados com a pele pode ajudar a prevenir e retardar o envelhecimento. A exposição solar sem proteção é um dos fatores que mais aceleram o envelhecimento da pele.

Autoestima
A pele é a principal parte externa do corpo e molda a aparência, o que pode afetar a autoestima.
Acne, manchas e inflamações
A limpeza de pele ajuda a remover impurezas que podem obstruir os poros e causar acne, manchas e inflamações.

Para cuidar da pele do rosto, é importante:
Usar protetor solar, mesmo em dias nublados e em ambientes internos.

Lavar o rosto de manhã e à noite com água fria para remover impurezas e resíduos de maquiagem.

Respeitar o tipo de pele e usar os produtos adequados.

Considerar outros fatores que podem afetar a pele, como estresse, alimentação e descanso.

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CARTÃO DE TODOS

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Estratégias para melhorar do sono na criança

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A falta de sono infantil é um problema cada vez mais comum nos dias de hoje. Rotinas agitadas, excesso de estímulos e hábitos inadequados podem prejudicar a qualidade do sono das crianças, com consequências para a saúde física e mental. O sono é um dos pilares do desenvolvimento infantil. Durante o sono, o cérebro da criança consolida as aprendizagens, regula as emoções e libera hormônios essenciais para o crescimento. Neste texto, vamos oferecer orientações para pais e cuidadores para manter um bom padrão de sono para as crianças.
1. Estabeleça uma Rotina de Sono Consistente: Horários regulares de dormir e acordar ajudam a regular o relógio biológico da criança.
2. Crie um Ambiente Propício para Dormir: Um quarto tranquilo, escuro e confortável ajuda a promover o sono reparador.
3. Limite a Exposição a Telas antes de Dormir: A luz azul das telas pode interferir na produção de melatonina, o hormônio do sono.
4. Promova Atividades Relaxantes antes de Dormir: Banhos mornos, histórias tranquilas e massagens podem ajudar a acalmar a criança antes de dormir.
5. Seja Firme e Consistente com os Limites: Estabeleça regras claras sobre horários de dormir e seja firme ao aplicá-las.
Lidando com a falta de sono, você pode ajudar seu filho a ter noites mais tranquilas e melhora a qualidade de vida de toda a família.

VOCÊ CONHECE A SÍNDROME DAS UNHAS FRÁGEIS?

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A síndrome das unhas frágeis (SUF) é uma condição que afeta a saúde das unhas, tornando-as propensas a quebrar, rachar ou se dividir. Afeta aproximadamente 20% da população e é mais comum em mulheres. Os sintomas percebidos nas unhas são:

Quebra e descamação frequente
Ressecamento e rachaduras
Unhas finas e flexíveis
Alterações na textura e na cor
Crescimento lento e irregular
Sensibilidade e dor
Descolamento da unha

QUAIS AS CAUSAS MAIS COMUNS DA SUF?

Fatores Ambientais: Exposição constante à água e a produtos químicos sem uso de luvas, frio rigoroso ou calor intenso. Uso frequente de esmaltes e removedores, especialmente aqueles à base de acetona.

Nutrição e Saúde: Deficiências nutricionais podem causar o enfraquecimento das unhas, particularmente em casos de déficit de proteínas, vitaminas (como biotina, vitamina C e E) e minerais essenciais (como ferro e zinco). Doenças de tireóide, anemia, doenças renais e infecções também podem causar o enfraquecimento ou alterações anatômicas nas unhas.

Genética: Algumas pessoas possuem unhas finas e delicadas como uma característica herdada. Nesses casos, para minimizar os danos, é preciso adotar cuidados com as unhas e estilos de vida que minimizem os impactos dessas predisposições.
Estresse emocional: o estresse pode contribuir para o aumento da fragilidade das unhas, pois afeta a saúde geral do corpo e pode alterar o ciclo de crescimento das unhas.
COMO É O TRATAMENTO?

O primeiro passo é intensificar a hidratação das unhas. Unhas desidratadas tendem a se tornar ainda mais propensas a rachaduras e quebras. Incorpore na rotina diária o uso de cremes hidratantes, ceras ou óleos específicos para unhas com o objetivo de nutrir a unha e a cutícula.

Evite o contato com agressores externos: use luvas nas atividades em que há contato e, após a exposição à água ou ao uso de produtos de limpeza, é recomendável aplicar o hidratante. O mesmo vale para o uso de álcool em gel ou lavar as mãos no geral.

Use ativos fortalecedores de unhas. Já existem esmaltes ou bases fortalecedoras disponíveis no mercado que ajudam a estrutura e a firmeza das unhas.Na hora de escolher, selecione produtos que contenham nutrientes como queratina ou biotina.

Suplementos nutricionais. Aposte em uma alimentação balanceada e lembre-se de ingerir uma quantidade adequada de água ao longo do dia. Suplementos alimentares contendo biotina, vitamina E, ferro e zinco são frequentemente recomendados para fortalecer as unhas. No entanto, antes de iniciar qualquer suplementação, é aconselhável consultar um profissional de saúde para assegurar que seja apropriado para suas necessidades individuais.

Estabeleça uma rotina de cuidados: Evite a realização de práticas nocivas como roer as unhas, cutucar a cutícula frequentemente, manusear produtos químicos sem proteção, uso excessivo de removedores de esmalte à base de acetona. Em alguns casos, recomenda-se não cortar as cutículas até a recuperação total da saúde das unhas.

Acompanhamento com o Médico Dermatologista: Em casos de unhas frágeis persistentes é essencial consultar um dermatologista. Um profissional pode avaliar a condição das unhas, diagnosticar possíveis problemas de saúde e recomendar tratamentos específicos.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

CORPPUS ACADEMIA

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“Dra, meu ex-marido registrou meu filho, nos separamos, e agora ele quer anular a paternidade. É possível?”

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O cancelamento do registro de paternidade depende das circunstâncias de cada caso.

Caso o Ex-marido tenha registrado a criança sabendo que não era o pai biológico, a retificação será difícil de ser realizada, porque é levado em conta o vínculo afetivo desenvolvido ao longo do tempo, portanto, caso seja constatado qualquer vínculo dele com a criança, essa alteração se torna quase impossível.
A paternidade vai além da biologia: envolve laços de afeto, cuidado e responsabilidade. Se o ex-marido exerceu a função de pai e criou um vínculo com a criança, isso pode influenciar a decisão de manter o registro. Mas, cada caso é único, e a palavra final é do juiz.

Para maiores informações, procure um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Mas afinal de contas o que é o Autismo?

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O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição de desenvolvimento neurológico caracterizada por desafios nas áreas de comunicação social e comportamento, que afeta as interações sociais, a compreensão de regras sociais implícitas e a flexibilidade de pensamento. No entanto, é importante abordá-lo de forma sensível e branda, evitando estigmatização e promovendo a inclusão.
De acordo com a psicologia, o TEA é um espectro, o que significa que as manifestações do transtorno podem variar amplamente de uma pessoa para outra. Isso envolve desde indivíduos que necessitam de suporte significativo até aqueles que são altamente funcionais e independentes. Entender o autismo como um espectro é crucial para evitar generalizações e rótulos limitantes.
Para explicar o TEA de forma branda, é possível destacar que pessoas no espectro autista possuem uma maneira diferente de perceber e interagir com o mundo. Elas podem ter interesses intensos por tópicos específicos, uma sensibilidade aumentada a estímulos sensoriais e preferências por rotinas estruturadas. Esses traços, que podem parecer desafiadores para aqueles que não convivem com a condição, são apenas expressões de um modo singular de ser.
Além disso, a psicologia sugere que, ao falar sobre o autismo, é importante enfatizar a diversidade e as potencialidades dessas pessoas, em vez de focar apenas nas dificuldades. Isso envolve o uso de uma linguagem positiva e empoderadora, ressaltando as habilidades únicas que muitos indivíduos no espectro autista possuem, como a capacidade de se concentrar intensamente em uma tarefa ou sua memória detalhada.
Embora o Transtorno do Espectro Autista (TEA) seja altamente variado e cada criança apresente características únicas, existem alguns sinais comuns observados em muitas crianças autistas. Esses sinais podem ser notados desde a primeira infância, embora a intensidade e a manifestação variem de criança para criança. Alguns dos sinais mais comuns incluem:
Dificuldades na comunicação social:
– Dificuldade em estabelecer contato visual.
– Pouca ou nenhuma resposta ao ser chamado pelo nome.
– Dificuldade em compreender ou usar gestos, como apontar ou acenar.
– Falta de interesse ou dificuldade em interações sociais, preferindo brincar sozinho.
Comportamentos repetitivos ou restritos:
– Realização de movimentos repetitivos, como balançar o corpo, bater as mãos (estereotipias), ou girar objetos.
– Preferência por rotinas rígidas, demonstrando desconforto ou ansiedade diante de mudanças inesperadas.
– Interesse intenso e focado em um ou poucos tópicos específicos, muitas vezes incomum para a faixa etária.
Dificuldades sensoriais:
– Sensibilidade aumentada a sons, luzes, texturas, ou cheiros (hipersensibilidade).
– Busca por estímulos sensoriais de forma incomum, como cheirar objetos repetidamente ou tocar superfícies específicas (hipossensibilidade).
Atraso ou ausência no desenvolvimento da fala:
– Atraso no desenvolvimento da linguagem verbal ou ausência completa de fala.
– Uso de linguagem repetitiva ou ecolalia (repetir palavras ou frases ouvidas, em vez de usar a fala de forma espontânea).
. Dificuldade em compreender emoções e expressões
– Dificuldade em entender e expressar emoções próprias e dos outros.
– Falta de empatia aparente ou dificuldade em reconhecer o que os outros estão sentindo.
Esses sinais podem variar em intensidade e nem todas as crianças apresentarão todos eles. A avaliação por um profissional especializado é essencial para um diagnóstico preciso e para a orientação de intervenções adequadas.
Em última análise, uma abordagem branda e acolhedora ao explicar o TEA deve promover a empatia e a compreensão, buscando desmistificar a condição e destacar o papel de apoio que a sociedade pode oferecer para criar um ambiente inclusivo e respeitoso.

Alessandra Procópio Moreira
CRP 08/41553

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