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sexta-feira,3 abril,2026
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“Escolhas diárias: o segredo para evitar doenças sem medo do médico’’

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Atendo e conheço muitas pessoas que não querem tomar remédio contínuo. Além disso, muitas afirmam que evitam ir ao médico para não descobrir doenças.

Vamos refletir sobre essa atitude analisando dois tipos de pacientes:

*Paciente 1*: Consome açúcar refinado em excesso, alimentos industrializados, carne gorda e bebidas alcoólicas quase diariamente. Está acima do peso, dorme mal, tem apneia do sono, é sedentário e sente-se constantemente estressado.

*Paciente 2*: Pratica exercícios diariamente, mantém uma alimentação rica em frutas, saladas e vegetais, raramente consome fast food e bebe moderadamente em ocasiões especiais. Dorme bem, investe tempo em lazer e autoconhecimento, e seu peso está dentro da faixa normal para sua idade e altura.

*Quem tem mais chance de adoecer?*

A resposta não depende da frequência com que vão ao médico, mas sim das consequências de seus próprios hábitos.

E mais: o Paciente 2, que cuida da saúde, é aquele que regularmente faz check-ups anuais, mesmo sem apresentar sintomas. Ele se preocupa com a saúde para evitar doenças e a necessidade de medicação contínua.

Percebem a diferença? Tudo depende da sua relação consigo mesmo e das escolhas que faz. Afinal, as consequências dessas escolhas, sejam elas dores ou alegrias, são exclusivamente suas.

Quem é Carolina Valler Baldin e real motivo por trás do ativismo social em direito a mulher e a luta contra a violência doméstica

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Tudo começou quando testemunhei uma amiga passar por todo um processo de situação de violência, desde o início em uma relação conturbada até as vias de fato , foi aí que comecei a querer entender os problemas e as sequelas deixadas por situações como tal , resolvi então começar a luta por concientizar as mulheres que certos comportamentos não deveriam ser tolerados e assim busquei conhecimento que obtive através de cursos , palestras, seminários , e por fim a faculdade de psicanálise clínica que hoje me ajuda justamente a ir na raiz do problema das relações humanas, falar sobre relacionamentos abusivos e sobre violência doméstica é isso é falar sobre relações humanas , e toda gama de problemas oriundos disso, é falar sobre a cultura humana também , através dos comportamentos, por que comportamentos são adquiridos através da cultura, da história humana.
Hoje estou a frente de movimentos , grupos, e auxiliando cada vez mais as mulheres sobre como sair de relacionamentos abusivos, como recomeçar suas vidas, que existe vida após um ciclo abusivo , e que jamais devemos aceitar menos do que o direito a relações saudáveis e felizes.

7 Passos para construir ou reformar evitando problemas

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Construir ou reformar sem problemas envolve planejamento cuidadoso e execução precisa. Se você está pensando em iniciar uma obra, aqui estão algumas dicas para te ajudar:
1- Planejamento Detalhado: Antes de começar qualquer obra, pense e anote tudo aquilo que você deseja no seu projeto, busque inspirações na internet, e já tenha uma previsão de custo que você deseja investir e o tempo que deseja que a sua obra esteja finalizada.
2- Contratação de profissionais qualificados: É fundamental contratar profissionais qualificados para realizar o desenvolvimento do projeto, orçamentação e consultoria técnica. Isso inclui engenheiros e/ou arquitetos.
3- Orçamento realista: Estabeleça um orçamento realista para o projeto e reserve uma quantia adicional para imprevistos. É comum que ocorram custos extras durante uma obra, portanto, estar preparado financeiramente é essencial.
4- Obtenção de licenças e permissões: Verifique se todas as licenças e permissões necessárias foram obtidas antes de iniciar a obra. Isso pode incluir permissões municipais, autorizações de construção e outras aprovações regulatórias. Assim evita fiscalizações e eventuais multas.
5- Escolha dos materiais: Escolha materiais de qualidade que sejam adequados para o seu projeto. Considere não apenas o custo inicial, mas também a durabilidade e a manutenção a longo prazo. Quem irá te ajudar a definir as melhores opções será o projetista.
6- Comunicação clara: Mantenha linhas de comunicação abertas com todos os envolvidos no projeto, incluindo empreiteiros, fornecedores e qualquer outra parte interessada. Certifique-se de que todos compreendam os requisitos e expectativas do projeto.
7- Resolução rápida de problemas: Imprevistos acontecem, e você precisa estar preparado para lidar com problemas ou contratempos, que venham a surgir durante a obra. Para isso conte com a consultoria técnica de profissionais qualificados.
Seguir esses passos pode ajudar a minimizar contratempos e garantir uma experiência de construção ou reforma mais tranquila e sem problemas.

Engenheira Civil – Bruna Maier
CREA PR 176.632/D

Verdades e mentiras sobre acne

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A acne é o nome dado a espinhas e cravos que surgem na pele devido à inflamação das glândulas sebáceas e dos folículos pilossebáceos. Embora a condição seja extremamente comum, muita gente tem dúvidas sobre o assunto.

Preparei uma lista com os principais mitos e verdades sobre acne. Tente acertar antes de ler a resposta! Será que você já conhecia todos estes fatos?

“Quem sofre com o cabelo oleoso têm maior predisposição à acne.”
Verdade. Quem tem cabelo oleoso geralmente também tem a pele do rosto oleosa, um dos principais fatores para o surgimento da acne.

“Chocolate causa acne.”
Mito. Na verdade, o que causa ou piora a acne é o excesso de açúcar. Alguns tipos de chocolate, especialmente aqueles com baixa porcentagem de cacau, possuem muito açúcar, bem alimentos como massas e pães. Não abre mão de um chocolate na semana? A dica é dar preferência aos produtos contendo acima de 40% de cacau.

“A acne é uma doença contagiosa.”
Mito. A acne não é transmitida pelo contato de pessoa para pessoa.

“Anticoncepcionais pode interferem no tratamento das espinhas’’
Verdade. Alguns medicamentos anticoncepcionais podem agir positivamente no quadro, ajudando na melhora da acne, enquanto outros podem piorar as lesões.

“A cicatriz deixada pela acne não tem tratamento.”
Mito. Existem vários tratamentos dermatológicos disponíveis para amenizar as marcas deixadas pela acne, seja de cicatrizes ou de manchas, como o uso de tecnologia, peelings químicos, laser, microagulhamento e injetáveis.

“Toda acne deve receber o mesmo tipo de tratamento.”
Mito. O tratamento varia muito de acordo com o grau de acne, área de acometimento e histórico de tratamento.

“Condições emocionais podem piorar a acne.’’
Verdade. O estresse e a ansiedade podem ser causas importantes da piora da acne. Além disso, uma acne sem tratamento influencia diretamente na vida social e chega a provocar efeitos negativos na autoestima.

“A acne atinge apenas adolescentes. Quando envelhecer, passa.”
Mito. Embora mais comum na adolescência, a acne também pode aparecer nas peles dos adultos, principalmente nas mulheres.

“A limpeza de pele é um aliado no tratamento.”
Verdade. A realização do procedimento de limpeza de pele, feita por um profissional capacitado, é de grande ajuda. O seu médico dermatologista poderá lhe ajudar na programação deste tratamento de acordo com o tratamento utilizado. Além disso, prevenimos aquela vontade de “cutucar” as lesões em casa – que pioram o problema e induzem à formação de manchas e cicatrizes.

“O uso de cosméticos e maquiagens pode causar acne.”
Verdade. O uso excessivo de cosméticos ou a escolha de produtos inadequados podem causar ou piorar a acne. E lembre-se: mesmo que a maquiagem seja específica para peles oleosas, sempre higienize a pele antes de dormir.

“Alguns medicamentos e suplementos podem causar acne.”
Verdade. Medicamentos como corticóides, alguns antidepressivos, e vitaminas do complexo B podem causar ou piorar o quadro de acne. Geralmente há uma melhora com a interrupção do medicamento/suplemento em questão.

Por fim, lembre-se de que, antes de realizar qualquer tratamento para acne, é fundamental consultar um dermatologista para que você receba uma análise individualizada sobre o seu quadro e esclareça maiores dúvidas.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074 Sala 103 – Palmas – Paraná

Fisioterapia neuroinfantil: mais autonomia para as crianças!

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A fisioterapia neurofuncional infantil é uma área que tem como objetivo prevenir, reabilitar ou tratar sequelas resultantes de problemas relacionados não somente ao sistema nervoso central, mas também periférico. Portanto, é uma especialidade que pode trazer benefícios diretos para as crianças e também para os próprios pais:

Em primeiro lugar, a fisioterapia neurofuncional infantil possibilita uma melhora significa principalmente no quadro motor da criança, possibilitando-a mais independência nas atividades do dia a dia.

Dessa forma, a criança não é a única beneficiada com o tratamento, pois os pais e todos os demais responsáveis por ela também são. Isso ocorre justamente porque o tratamento fornece mais autonomia para a criança e ajuda a minimizar as consequências neuromotoras causadas por disfunções.

Aliás, a fisioterapia neurofuncional pode ser realizada desde pacientes recém-nascidos, até crianças ou adolescentes. A frequência das sessões e os tratamentos complementares irão variar de acordo com o quadro clínico da criança. Em outras palavras, com suas dificuldades motoras e necessidades específicas.

A fisioterapia neurofuncional infantil pode ser ainda mais benéfica quando realizada a domicílio. Ou seja, na casa do próprio paciente. Isso permite que os pais possam participar do processo de reabilitação, assegurando a continuidade do processo terapêutico. Além disso, durante as sessões eles podem tirar suas dúvidas em relação a manuseio, posicionamento, estímulos e demais orientações para o desenvolvimento da criança. Trata-se de uma modalidade mais cômoda, confortável e prática não apenas para os pais, mas também para a própria criança.

Quer saber mais informações sobre a fisioterapia neurofuncional infantil ou deseja agendar as sessões do seu pequeno?

Entre em contato com o nosso consultório através do WhatsApp (46) 99902-3868 Natyelle.

‘’Vou viajar com meu filho. Preciso da autorização do outro genitor?”

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Situação muito comum nos dias de hoje: tenho a guarda do meu filho, e decidi viajar com ele. Preciso da autorização do genitor que não tem a guarda?

E a reposta é: depende!

Se a viagem for em território nacional, não necessita de autorização do outro genitor.

Entretanto, se essa viagem com o filho menor de idade é para fora do país, é necessária a autorização, devendo ela ser expressa (em documento) e com firma reconhecida por autenticidade ou semelhança.

Agora, caso o pai ou a mãe não autorize essa viagem, você deve procurar um advogado para ingressar com uma ação para obter autorização do Juiz para realizar tal viagem.

Procure sempre um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR nº 108.915 – OAB/SC 70.779

 

Redes sociais e o impacto na mente de crianças e adolescentes

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Nos últimos anos, as redes sociais se tornaram uma parte integral da vida cotidiana, especialmente entre crianças e adolescentes. Embora essas plataformas ofereçam oportunidades para conexões sociais e acesso a informações, psicólogos e pesquisadores têm alertado sobre os efeitos potencialmente negativos que o uso excessivo pode ter na saúde mental e no comportamento dos jovens.
Ansiedade e depressão
Estudos têm mostrado uma correlação significativa entre o uso intensivo de redes sociais e o aumento de sintomas de ansiedade e depressão entre adolescentes. A constante comparação com as vidas idealizadas apresentadas online pode levar a sentimentos de inadequação e baixa autoestima. De acordo com um estudo, adolescentes que passam mais de três horas por dia em redes sociais são mais propensos a reportar problemas de saúde mental, incluindo depressão e ansiedade (Spies Shapiro & Margolin, 2014).
Distúrbios do sono
O uso excessivo de redes sociais, especialmente antes de dormir, pode interferir no padrão de sono dos adolescentes. A luz azul emitida pelos dispositivos móveis pode suprimir a produção de melatonina, o hormônio responsável pela regulação do sono (Woods & Scott, 2016).
Comportamento antissocial e isolamento
Embora as redes sociais sejam projetadas para conectar pessoas, seu uso excessivo pode levar ao isolamento social na vida real. Adolescentes podem preferir interações online em vez de encontros presenciais, resultando em um aumento do comportamento antissocial e diminuição das habilidades de comunicação interpessoal. Este fenômeno foi explorado em um estudo que encontrou uma correlação entre o tempo gasto nas redes sociais e o aumento do isolamento social percebido (Sampasa-Kanyinga & Lewis, 2015).
Efeitos na autoimagem e autoestima
A constante exposição a imagens editadas e filtradas nas redes sociais pode criar uma pressão irrealista para alcançar a perfeição física e de estilo de vida. Isso pode afetar negativamente a autoimagem dos adolescentes, levando a distúrbios alimentares e dismorfia corporal. Adolescentes que frequentemente usam redes sociais são mais propensos a se sentirem insatisfeitos com sua aparência (Twenge et al., 2018).
Cyberbullying
As redes sociais também ampliaram a plataforma para o bullying, conhecido como cyberbullying. A facilidade com que informações e imagens podem ser compartilhadas online torna as vítimas mais vulneráveis a humilhações públicas e ataques persistentes. Um estudo revelou que vítimas de cyberbullying apresentam maior risco de desenvolver problemas de saúde mental, incluindo depressão e ideação suicida (Coyne et al., 2020).
Embora ofereçam benefícios em termos de conectividade e acesso à informação, as redes sociais representam riscos significativos para a saúde mental e o desenvolvimento comportamental de crianças e adolescentes. É crucial que pais, educadores e formuladores de políticas compreendam esses impactos e trabalhem para mitigar os efeitos negativos. Promover o uso equilibrado das redes sociais e incentivar interações saudáveis na vida real são passos fundamentais para proteger o bem-estar dos jovens.
Alessandra Procópio Moreira
Psicóloga CRP 08/41553
Referências
– Spies Shapiro, L. A., & Margolin, G. (2014). Crescendo conectado: Sites de redes sociais e desenvolvimento psicossocial de adolescentes. Clinical Child and Family Psychology Review,
– Woods, H. C., & Scott, H. (2016). #AdolescentesComSono: O uso de redes sociais na adolescência está associado a má qualidade do sono, ansiedade, depressão e baixa autoestima. Journal of Adolescence, 51, 41-49.
– Twenge, J. M., Joiner, T. E., Rogers, M. L., & Martin, G. N. (2018). Aumentos nos sintomas depressivos, resultados relacionados ao suicídio e taxas de suicídio entre adolescentes nos EUA após 2010 e ligações com o aumento do tempo de tela das novas mídias. Clinical Psychological Science, 6(1), 3-17.
– Sampasa-Kanyinga, H., & Lewis, R. F. (2015). O uso frequente de sites de redes sociais está associado a um mau funcionamento psicológico entre crianças e adolescentes. Cyberpsychology, Behavior, and Social Networking, 18(7), 380-385.
– Coyne, S. M., Rogers, A. A., Zurcher, J. D., Stockdale, L., & Booth, M. (2020). O tempo gasto usando redes sociais impacta a saúde mental? Um estudo longitudinal de oito anos. Computers in Human Behavior, 104, 106160.

Sintonia do Corpo Promove Show de Talentos “Estrelas Sintonia”

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Na tarde de domingo dia 23 de junho, no Ginásio Municipal, o Sintonia do corpo promoveu show de talentos, onde seus bailarinos criaram suas próprias coreografias, um momento para desenvolvimento da criatividade dos alunos e aprendizado, na mesma oportunidade também foram apresentados coreografias criadas para o festivais e competições. Ao final do evento todos receberam uma medalha de participação em homenagem aos trabalhos apresentados.
Matrículas abertas para o segundo semestre de 2024, entre em contato pelo WhatsApp 46 9 9923 9910.
Agende sua aula experimental!

João Pimenta

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Política, violência e ameaças

A equipe de jornalismo da RBJ noticiou o fato de ter sofrido ameaças durante sua programação de 10 de julho, uma quinta feira. Mais que apresentar uma nota de repúdio e solidariedade, é preciso verificar o que leva as pessoas a agir sob o prisma do ódio. Geralmente essas pessoas alimentam um descontentamento e até uma frustração muito grande. Mas não é aí que está o centro do conflito. As pessoas idealizam os outros, idealizam as coisas e idealizando acabam criando expectativas. No caso da RBJ o assunto em pauta é a política. A equipe de jornalismo da rádio estava informando, levando informação até os ouvintes e a pauta do dia era a participação de um partido nas eleições. Imagino que a expectativa gerada é que este partido não fosse noticiado, causando no apoiador do partido a atitude de proferir a ameaça.
Por outro lado, esse ambiente hostil não fica somente na imprensa ou contra a imprensa. As redes sociais e até as escolas escondem um lado oculto. Em uma palestra, o Ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes reiterou que a liberdade de expressão não é liberdade de agressão, não é liberdade de ofensa, de ameaça. “Esse discurso de que (com a regulação das redes) o que se quer limitar é liberdade de expressão, é um uma narrativa construída pela extrema direita no mundo todo. Porque é um discurso fácil”, acrescentou. “Temos duas premissas que, se não levarmos em conta, não vamos conseguir combater esse maleficio que está sendo feito à democracia ao Estado de Direito e a inúmeras pessoas”, afirmou, ressaltando o aumento no número de casos de depressão e de suicídios de adolescentes, em virtude do bullying feito pela internet e pelas redes sociais.
De qualquer forma, fica aqui nosso repúdio e solidariedade aos colegas do jornalismo da RBJ.

Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo WhatsApp 46 98820-4604.

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