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sexta-feira,9 outubro,2026
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Desvendando os transtornos de aprendizagem

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Os transtornos de aprendizagem são desafios frequentemente encontrados por crianças em idade escolar, mas sua compreensão vai além das dificuldades acadêmicas. Do ponto de vista da psicologia, esses transtornos envolvem uma interação complexa entre fatores cognitivos, emocionais e ambientais, exigindo uma abordagem variada para identificação e intervenção adequadas.
Em primeiro lugar, é crucial compreender que os transtornos de aprendizagem não refletem falta de inteligência ou esforço por parte da criança. Eles são caracterizados por diferenças no processamento cerebral que afetam a aquisição e utilização de habilidades acadêmicas, como leitura, escrita e matemática. Por exemplo, a dislexia, um dos transtornos mais conhecidos, envolve dificuldades na decodificação de palavras e na fluência da leitura, mas não está relacionada à capacidade intelectual da criança.
Além dos aspectos cognitivos, os transtornos de aprendizagem também têm um impacto significativo no bem-estar emocional da criança. O enfrentamento constante de desafios na escola pode levar a sentimentos de frustração, baixa autoestima e ansiedade, afetando não apenas o desempenho pedagógico, mas também o desenvolvimento pessoal e social.
A abordagem psicológica para os transtornos de aprendizagem envolve uma avaliação abrangente das habilidades cognitivas, emocionais e comportamentais da criança. Isso pode incluir a realização de testes psicométricos, observação do comportamento em diferentes contextos e avaliação do histórico acadêmico e familiar. Essa avaliação cuidadosa permite uma compreensão mais profunda das necessidades individuais da criança e orienta o desenvolvimento de planos de intervenção personalizados.
É importante reconhecer que não há uma abordagem única para o tratamento dos transtornos de aprendizagem. As estratégias de intervenção variam de acordo com as necessidades específicas da criança e podem incluir apoio educacional individualizado, treinamento em habilidades sociais, terapia cognitivo-comportamental para lidar com a ansiedade relacionada à escola e adaptações no ambiente de aprendizagem, como o uso de tecnologia assistiva.
Além disso, o suporte emocional e o fortalecimento da autoestima são fundamentais para ajudar a criança a enfrentar os desafios associados aos transtornos de aprendizagem. A psicoterapia pode fornecer um espaço seguro para a expressão de emoções e o desenvolvimento de estratégias de enfrentamento saudáveis, enquanto o envolvimento dos pais e educadores é essencial para criar um ambiente de apoio e incentivo.
Em última análise, a compreensão dos transtornos de aprendizagem na visão da psicologia destaca a importância de uma abordagem integrada e centrada na criança. Ao reconhecer e responder às necessidades únicas de cada criança, podemos promover não apenas o sucesso acadêmico, mas também o seu bem-estar emocional e desenvolvimento pessoal.

Alessandra Procópio Moreira
Psicóloga CRP 08/41553

Se eu sair de casa antes do divórcio, perco meus direitos?

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Ninguém é obrigado a ficar em um ambiente com seu companheiro, apenas para não perder seus direitos. Portanto, não acredite no mito de que quem sai de casa durante o divórcio perde seus direitos.

Desde 2002, com o Código Civil, a culpa não é mais discutida em casos de divórcio ou dissolução de união estável.

Isso significa que a saída de casa não altera em nada seus direitos.A única exceção é em casos específicos, que se refere à perda do direito a um imóvel após o abandono por mais de 2 anos.

Mas, assim que dado entrada no divórcio, esse prazo já não vale mais.

Portanto, você pode sim sair de casa, só não esqueça de procurar um advogado para oficializar sua decisão .

*Lembrando que este artigo tem finalidade apenas informativa, e em todo caso, é importante buscar a ajuda de uma advogada especializada para garantir seus direitos de forma justa e equitativa durante o processo de divórcio.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR nº 108.915 – OAB/SC 70.779

 

Pilates e a mente: como o método contribui para a saúde mental?

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Antes de mais nada, é muito importante destacar que o pilates é um dos únicos exercícios físicos capazes de trabalhar corpo, mente e espírito de maneira simultânea. Ao contrário do que muitos pensam, o método não trabalha somente força, flexibilidade e postura. Na verdade, o pilates pode ser um ótimo aliado para o bem-estar mental e emocional dos seus adeptos!
Portanto, o pilates não esculpe somente o corpo, mas também ajuda a “lapidar” a mente. Isso porque o método exige bastante concentração e equilíbrio para a realização dos movimentos. Consequentemente, ajuda a melhorar a atenção, foco e o bem-estar mental.
Além disso, o método exige que os movimentos sejam realizados sem pressa, de maneira adequada. Para isso, é fundamental afastar as distrações e diminuir as tensões. Essa maior concentração melhora a disposição e o bom-humor, fazendo com que os praticantes se tornem menos ansiosos e mais emocionalmente equilibrados.
Sem contar que o pilates também contribui para a qualidade do sono, sobretudo porque o corpo e a mente ficam mais relaxados.
Em resumo, o pilates pode trazer uma série de benefícios para a saúde mental. A seguir, confira os principais:
· Aumenta a autoestima: isso melhora a confiança e o domínio sobre o próprio corpo e mente.
· Acalma e proporciona equilíbrio emocional: principalmente a partir dos exercícios de respiração e concentração é possível afastar a ansiedade e a tensão.
· Melhora a cognição: a cada novo exercício o cérebro é estimulado, desenvolvendo mais aptidão e melhorando o sistema cognitivo.
· Estimula a criatividade: por fim, o pilates ajuda a conquistar uma mente aberta e criativa, permitindo viver novas experiências e lidar com problemas de forma mais madura e consciente.
Com certeza, o pilates é imprescindível para conquistar um corpo e uma mente sã. Além de estimular o foco, atenção e concentração, o pilates também colabora para o controle emocional.
Não deixe que o estresse da rotina corrida interfira na sua saúde.

Entre em contato pelo WhatsApp 46 99902-3868 e agende suas aulas de pilates hoje mesmo!

ELI STUDIO HAIR

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CARTÃO DE TODOS

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Da série sobre relacionamentos tóxicos e suas sequelas BLOQUEIO EMOCIONAL

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Bloqueio emocional,como o próprio nome já diz,são uma das sequelas oriundas de traumas passados por relacionamentos abusivos ,onde há uma privação da afetividade e do interesse por novos tipos de relacionamentos sejam amorosos ou até mesmo de outros interesses emocionais como amizades por exemplo.Vejamos então o que é bloqueio emocional para a psicanálise.
É um mecanismo de defesa que o inconsciente utiliza para evitar a dor emocional.
Segundo a teoria psicanalítica, esse bloqueio impede que sentimentos, memórias ou desejos reprimidos venham à tona e causem sofrimento ao indivíduo. É uma maneira de o ego proteger-se de angústias insuportáveis, mas, ao mesmo tempo, pode gerar sintomas como ansiedade, depressão e dificuldades de relacionamento.
Na prática clínica, o psicanalista busca ajudar o paciente a identificar e compreender esses bloqueios, permitindo que ele possa trabalhar e integrar esses conteúdos reprimidos de forma consciente. Esse processo geralmente envolve a exploração de sonhos, associações livres e a análise das resistências que surgem durante a terapia.
Através dessa exploração, o paciente pode alcançar uma maior autocompreensão e liberar a energia psíquica antes utilizada para manter esses bloqueios, promovendo um estado de bem-estar e equilíbrio emocional.

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