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sábado,7 março,2026
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Avós têm direito de visitar os netos?

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Após separações ou conflitos familiares, uma situação delicada costuma surgir: os avós podem continuar convivendo com os netos mesmo contra a vontade dos pais?

A resposta é: sim.

A convivência familiar não se limita apenas aos pais. A legislação brasileira reconhece que os vínculos com avós também são importantes para o desenvolvimento emocional da criança. Por isso, quando há impedimento injustificado, os avós podem, inclusive, recorrer à Justiça para garantir o direito de visitas.

Mas atenção: esse direito não é automático. Assim como em todas as questões envolvendo menores, o critério principal é o melhor interesse da criança.

Se o contato com os avós for saudável, afetuoso e contribuir para o bem-estar do menor, a tendência é que o Judiciário favoreça a convivência. Por outro lado, se houver histórico de conflitos graves, desrespeito aos pais ou qualquer situação que possa prejudicar a criança, o pedido pode ser negado ou limitado.

É importante destacar que o objetivo da lei não é criar mais conflitos, mas sim preservar vínculos afetivos importantes. Muitas vezes, os avós exercem papel fundamental na criação, oferecendo apoio emocional, cuidado e estabilidade.
Quando há diálogo, o melhor caminho é sempre o acordo. Mas, na ausência dele, a Justiça pode intervir para equilibrar a situação e garantir que a criança não seja privada de relações que lhe fazem bem.

Família vai além do núcleo pai e mãe. E, quando o afeto existe, o Direito busca formas de protegê-lo.

Procure sempre um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Cicatrizes de Acne – como melhorar?

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As cicatrizes de acne podem impactar profundamente a autoestima, mesmo anos após o controle da doença. Dividimos as cicatrizes de acne em dois grandes grupos – as atróficas e as hipertróficas.

Cicatrizes Atróficas (as mais comuns)

1. Ice pick Estreitas, profundas, como se fossem “buraquinhos” na pele.

2. Boxcar Depressões mais largas, com bordas definidas e aspecto “quadrado”. Podem ser superficiais ou profundas.

3. Rolling Ondulações suaves e irregulares, com bordas pouco definidas, que dão aspecto de pele “ondulada”.

Cicatrizes Elevadas

4. Hipertróficas Elevadas e firmes, restritas à área da lesão original.

5. Queloides Crescem além dos limites da lesão inicial.

O tratamento das cicatrizes de acne é desafiador e nem sempre é resolvido com apenas um tratamento ou uma única sessão. Entre as opções terapêuticas está o laser fracionado de Erbium, uma tecnologia moderna que promove renovação cutânea com segurança e precisão.

O laser de Er:YAG laser (Erbium:YAG) emite energia altamente absorvida pela água presente na pele, promovendo uma vaporização controlada das camadas superficiais e estimulando intensa remodelação de colágeno. Por ser fracionado, cria microcolunas térmicas intercaladas por áreas de pele íntegra, o que acelera a recuperação.

Nas cicatrizes atróficas de acne o laser fracionado erbium melhora textura, profundidade e irregularidades, promovendo uma pele mais uniforme ao longo das sessões. O número de aplicações varia conforme a gravidade das cicatrizes.

O procedimento é realizado em consultório médico, com anestesia tópica, e pode causar vermelhidão, edema leve e descamação nos dias subsequentes. Uso de protetor solar é indispensável no pós-procedimento.

Cada tipo de cicatriz responde de maneira diferente, e, quando preciso, associamos técnicas complementares, como subcisão ou bioestimuladores de colágeno, para potencializar resultados.

O laser fracionado erbium representa um avanço significativo no tratamento das cicatrizes de acne, oferecendo melhora progressiva, natural e segura quando bem indicado e conduzido por profissional habilitado.
Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

Quando todo mundo freia, o marketing acelera

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2026 promete ser um ano turbulento. Eleição presidencial, economia instável, reformas estruturais, calendário fragmentado. Em cenários assim, a reação padrão do empresariado é previsível: cortar marketing, reduzir time, adiar investimentos e “esperar o mercado melhorar”.
É compreensível. Mas quase sempre é um erro.
Historicamente, períodos de incerteza funcionam como um dia de chuva em uma corrida. A pista fica escorregadia, a visibilidade diminui e a maioria prefere diminuir a velocidade. O problema é que, quando todos freiam ao mesmo tempo, cria-se uma janela rara para quem decide manter — ou até aumentar — a aceleração.
Marketing não é custo variável de vaidade. É motor de crescimento. Quando empresas reduzem presença, frequência e investimento, elas cedem espaço mental ao concorrente. E espaço mental, uma vez perdido, custa caro para reconquistar.
Em ciclos de retração, há três movimentos típicos: queda na pressão publicitária, redução na disputa por atenção e maior sensibilidade do cliente a propostas de valor claras. Isso significa que o mesmo investimento pode gerar mais impacto relativo. O custo de mídia tende a ficar mais eficiente. O ruído diminui. A mensagem encontra menos barreiras.
Não se trata de imprudência. Trata-se de estratégia.
A pergunta correta não é “como cortar marketing?”, mas “como torná-lo mais inteligente?”. Rever canais, priorizar performance, ajustar narrativa, fortalecer marca e proteger margem. Cortar desperdícios é gestão. Cortar presença é miopia.
Empresas líderes entendem que market share se conquista em momentos de desconforto coletivo. Quando a maioria decide sobreviver, algumas decidem avançar.
Crises não criam líderes. Elas revelam quem estava disposto a agir quando os outros hesitam.

POR QUE SURGEM RACHADURAS NAS PAREDES? ENGENHARIA CIVIL EXPLICA O QUE MUITA GENTE VÊ, MAS NÃO ENTENDE

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Quem nunca notou uma rachadura na parede de casa e ficou preocupado? Esse é um dos problemas mais comuns nas construções e um dos mais mal interpretados. Nem toda fissura significa perigo, mas entender por que elas aparecem pode evitar gastos maiores no futuro.

As rachaduras geralmente surgem por três motivos principais: movimentação natural da estrutura, variação de temperatura e problemas na fundação.

Quando a casa “assenta” com o tempo, pequenas fissuras podem aparecer nos cantos de portas e janelas e isso é normal.

Já as mudanças de temperatura fazem os materiais expandirem e contraírem, criando pequenas aberturas na pintura ou no reboco.

O caso mais sério ocorre quando o solo não foi corretamente estudado e a fundação começa a ceder. Isso gera rachaduras maiores, inclinadas ou que atravessam a parede inteira e aí é indispensável avaliação técnica.

O engenheiro civil é o profissional capacitado para identificar a causa real, avaliar o risco e definir a solução adequada, que pode variar desde um simples reparo no revestimento até reforços estruturais mais complexos.

Se você notou rachaduras em sua casa, condomínio ou comércio, não espere o problema crescer. Agende uma avaliação profissional e tenha segurança, diagnóstico correto e soluções eficientes. Entre em contato e conte com um engenheiro civil especializado para cuidar da sua obra.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Remédio para colesterol: o que sabemos sobre riscos e benefícios

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O receio em relação às estatinas (classe de medicamentos para tratamento de colesterol e triglicérides altos) ainda é comum no consultório. Muito se fala sobre possíveis efeitos colaterais descritos em bulas, como alterações cognitivas, depressão, distúrbios do sono, lesão renal, disfunção sexual e doença hepática. Mas o que dizem os dados científicos mais robustos?

Um grande estudo avaliou 66 possíveis efeitos adversos não musculares associados às estatinas. Após análise estatística rigorosa, apenas quatro desfechos atingiram significância, com risco absoluto inferior a 0,2% ao ano. Os eventos identificados foram basicamente elevação discreta de transaminases, pequenas alterações urinárias — principalmente proteinúria leve —, edema e alterações laboratoriais hepáticas. Em geral, alterações leves e monitoráveis.

O efeito muscular é, de fato, o mais relatado pelos pacientes. Na prática clínica, mialgia pode ocorrer em 5% a 10% dos casos. No entanto, estudos duplo-cegos mostram que parte relevante desses sintomas está relacionada ao chamado efeito nocebo, quando a expectativa negativa contribui para a percepção do sintoma. Miopatia com elevação significativa de CPK é rara, ocorrendo em cerca de 1 a cada 1.000 a 10.000 pacientes por ano. Já a rabdomiólise é extremamente rara, estimada em aproximadamente 1 caso a cada 100.000 pacientes por ano.

Outro ponto frequentemente discutido é o risco de diabetes. As estatinas podem aumentar discretamente a incidência de diabetes tipo 2, especialmente em pessoas com fatores de risco metabólicos, como obesidade, pré-diabetes e síndrome metabólica. O aumento absoluto é pequeno: em torno de 1 caso adicional de diabetes para cada 1.000 pacientes tratados por ano, dependendo do perfil de risco individual.

Por outro lado, para cada caso extra de diabetes, múltiplos eventos cardiovasculares graves são prevenidos, incluindo infarto, acidente vascular cerebral e morte cardiovascular. Esse balanço risco-benefício é central na decisão terapêutica.
As diretrizes da American College of Cardiology, da American Heart Association e da Sociedade Europeia de Cardiologia são consistentes ao afirmar que, na maioria dos pacientes com indicação formal, os benefícios cardiovasculares das estatinas superam amplamente os riscos.

Além disso, a maior parte dos sintomas musculares, quando ocorre, é leve, reversível e manejável com ajuste de dose, troca da medicação ou reintrodução gradual.

As estatinas seguem sendo uma das terapias mais eficazes na redução de infarto, AVC e mortalidade cardiovascular. A questão central não é apenas temer seus efeitos adversos, mas avaliar, de forma individualizada, quem realmente precisa utilizá-las — e quem, por receio infundado, pode estar deixando de se beneficiar de uma estratégia comprovadamente protetora para o coração.

Por que as crianças estão mais irritadas e ansiosas?

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Pais e professores têm percebido algo em comum que são crianças mais irritadas, impacientes, chorosas e ansiosas do que há alguns anos. Pequenas frustrações geram grandes reações, mudanças simples provocam crises, e a tolerância parece cada vez menor. Mas o que está por trás desse comportamento?
Um dos fatores mais relevantes é o excesso de telas. O uso prolongado de celulares, tablets e jogos digitais estimula o cérebro infantil de forma intensa e rápida, reduzindo a capacidade de atenção sustentada e regulação emocional. Na vida real, onde tudo exige tempo e esforço, a criança passa a sentir mais frustração e irritação.
Outro ponto importante é a rotina desorganizada. Horários irregulares de sono, alimentação e atividades aumentam a insegurança interna. O cérebro infantil precisa de previsibilidade para se sentir seguro. Sem essa base, surgem mais ansiedade, agitação e dificuldade de adaptação.
Também observamos um aumento da ansiedade infantil. Crianças estão mais expostas a estímulos, cobranças e informações precoces, muitas vezes sem maturidade emocional para processar tudo isso. O resultado aparece em forma de medo excessivo, irritabilidade, resistência a mudanças e dependência dos adultos.
É importante diferenciar birra de sinais de alerta. Birras são esperadas no desenvolvimento e costumam ter objetivo claro (querer algo, evitar algo). Já a ansiedade e alguns transtornos do neurodesenvolvimento, como o TEA, envolvem padrões persistentes: rigidez intensa, crises desproporcionais, hipersensibilidade, dificuldade social ou sofrimento frequente.
Quando esses sinais são constantes e impactam a rotina, a avaliação neuropsicológica pode ajudar a compreender o funcionamento emocional, atencional e comportamental da criança, orientando intervenções adequadas.
Mais do que crianças “difíceis”, muitas vezes estamos diante de crianças sobrecarregadas, ansiosas e precisando de compreensão e suporte.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e
transtornos do Neurodesenvolvimento
(46)92001-9598

A melhora da sua TPM começa pela nutrição

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Alterações de humor, irritabilidade, compulsão por doces, retenção de líquido, dor de cabeça, inchaço e cansaço extremo. Para muitas mulheres, a TPM é tratada como algo “normal” — parte inevitável de ser mulher.

Mas não deveria ser.

A tensão pré-menstrual está diretamente relacionada às oscilações hormonais da fase lútea do ciclo menstrual. Nesse período, ocorrem alterações na progesterona, na serotonina (neurotransmissor ligado ao bem-estar) e aumento de processos inflamatórios no organismo.

Quando a alimentação não favorece o equilíbrio hormonal, os sintomas tendem a se intensificar.

Excesso de açúcar e ultraprocessados, sono desregulado, baixa ingestão de proteínas, fibras e micronutrientes como magnésio, vitamina B6 e ômega-3 podem agravar irritabilidade, retenção de líquido e compulsão alimentar.

Foi com esse olhar que desenvolvi o Método Ciclos, um acompanhamento nutricional baseado nas fases hormonais da mulher. Em vez de tratar a TPM como um evento isolado, ajustamos alimentação, estratégia metabólica e, quando necessário, suplementação direcionada para cada fase do ciclo, promovendo equilíbrio hormonal e mais qualidade de vida.
TPM intensa não é sinal de fraqueza. É sinal de desequilíbrio — e equilíbrio pode ser construído.

A melhora da sua TPM começa pela nutrição certa, aplicada na fase certa.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

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