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segunda-feira,12 outubro,2026
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RECEBEU UMA INTIMAÇÃO? SAIBA O QUE FAZER

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Por Vanusa Aparecida Galvão da Rosa | Advogada Criminalista

Receber uma intimação judicial ou de uma autoridade pode gerar preocupação e muitas dúvidas. Afinal, o que significa? É preciso comparecer? Existe um prazo? O que pode acontecer se a pessoa não tomar nenhuma providência?
Antes de tudo, é importante manter a calma e não ignorar a intimação.
Uma intimação é um ato formal utilizado para comunicar uma pessoa sobre determinado ato ou procedimento. Dependendo da situação, ela pode informar sobre uma audiência, apresentar um prazo para manifestação, solicitar o comparecimento perante uma autoridade ou comunicar uma decisão judicial.
1. Leia atentamente o documento
O primeiro passo é verificar exatamente o que está sendo comunicado. É importante observar quem realizou a intimação, qual é o processo ou procedimento relacionado, qual a data e o horário de eventual audiência, se existe prazo para apresentar manifestação ou documento, enfim, cada detalhe é importante.
Não presuma que uma intimação é igual a outra. A consequência e a providência necessária dependem do conteúdo e da natureza do procedimento.
2. Não deixe o prazo passar
Um dos principais cuidados é verificar imediatamente se existe um prazo a ser cumprido. Em processos judiciais, determinados prazos podem ser decisivos para a apresentação de uma defesa, manifestação, recurso ou documento. Por isso, deixar a análise para o último momento pode dificultar a adoção das medidas necessárias.
3. Procure orientação jurídica
Ao receber uma intimação, especialmente quando ela estiver relacionada a um processo criminal, investigação, audiência ou situação que possa gerar consequências jurídicas relevantes, é recomendável buscar orientação de um advogado. O profissional poderá analisar o documento, verificar o procedimento relacionado, identificar eventuais prazos e explicar quais providências podem ser adotadas.
4. Não assine ou declare algo sem compreender
Dependendo da situação, a pessoa intimada poderá ser chamada para prestar esclarecimentos, participar de audiência ou apresentar informações. Nesses casos, é importante compreender previamente seus direitos e deveres.
Em matéria criminal, por exemplo, existem garantias constitucionais relevantes, incluindo o direito ao silêncio e à assistência de advogado, observadas as circunstâncias e regras aplicáveis ao ato. Buscar orientação antes de comparecer pode ajudar a evitar decisões tomadas por impulso ou sem conhecimento das consequências jurídicas.
5. Intimação não significa necessariamente condenação
Outro ponto importante é não confundir intimação com condenação. Receber uma intimação significa que existe uma comunicação formal relacionada a determinado procedimento ou processo. O significado concreto depende do conteúdo do documento e da fase em que o caso se encontra. Por isso, interpretar a situação sem analisar o contexto pode levar a conclusões equivocadas.
Informação e orientação podem fazer diferença
Na era das redes sociais, é comum procurar respostas rápidas na internet. Embora a informação seja importante, cada situação jurídica possui suas próprias circunstâncias.
Um prazo, uma expressão jurídica ou um detalhe aparentemente pequeno pode modificar completamente a providência necessária. Por isso, diante de uma intimação, procure orientação jurídica.
Não ignore o documento e não tome decisões importantes apenas com base em informações genéricas encontradas na internet.
A orientação jurídica adequada permite compreender o que está acontecendo e quais caminhos jurídicos estão disponíveis para aquela situação específica.
Recebeu uma intimação? Antes de se preocupar com o pior, procure entender exatamente o que ela significa e quais providências precisam ser tomadas.

VANUSA APARECIDA GALVÃO DA ROSA
Advogada Criminalista – OAB/PR 121.457
(46)99920-9305
Atendimento presencial em Palmas/PR e Chapecó/SC e on-line em todo o Brasil.

Emagrecer não basta: o que você precisa preservar enquanto o peso cai

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Durante muito tempo, o sucesso de um processo de emagrecimento foi medido quase exclusivamente pela balança.

Perdeu 5 quilos? Ótimo. Perdeu 10? Melhor ainda.

Mas existe uma pergunta muito mais importante: o que você perdeu junto com esses quilos?

Ao emagrecer, o organismo não elimina exclusivamente gordura. Dependendo da estratégia utilizada, parte do peso perdido também pode vir da massa muscular.

E isso importa muito.

A massa muscular não serve apenas para deixar o corpo mais definido. Ela participa do controle da glicose, contribui para o gasto energético, sustenta ossos e articulações e está diretamente relacionada à força, à funcionalidade e ao envelhecimento saudável.

Por isso, emagrecer rápido não significa necessariamente emagrecer bem.

Essa discussão se tornou ainda mais importante com a chegada dos medicamentos que auxiliam no tratamento da obesidade, como os agonistas de GLP-1. Eles podem proporcionar perdas de peso expressivas, mas a redução do apetite também pode fazer com que algumas pessoas passem a comer muito pouco e não atinjam suas necessidades de proteínas, energia e micronutrientes.

O medicamento pode ajudar a perder peso. Mas ele não escolhe, sozinho, de onde esse peso será perdido.

É aí que entram o acompanhamento nutricional e o treinamento de força.

Uma alimentação planejada precisa proporcionar proteína suficiente, boa qualidade nutricional e energia adequada para favorecer a redução de gordura enquanto protege, tanto quanto possível, a massa muscular. A musculação completa essa estratégia ao oferecer ao organismo um estímulo para preservar músculos durante o emagrecimento.

Isso é especialmente importante para mulheres a partir dos 40 anos e durante a transição para a menopausa, fases em que preservar músculos e saúde óssea ganha ainda mais relevância.

A balança comemora qualquer quilo perdido. O seu organismo não.

Por isso, hoje precisamos olhar além do número.

Quanto de gordura foi perdido? Como está sua força? Sua alimentação continua nutricionalmente adequada? Sua massa muscular está sendo preservada?

Emagrecer não basta. Precisamos decidir o que queremos preservar enquanto o peso cai.

Porque o melhor emagrecimento não é necessariamente aquele que faz a balança cair mais rápido.

É aquele que melhora a composição corporal sem deixar saúde e músculos pelo caminho.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

APP ANIMAL

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MATRÍCULAS 2026

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Burnout: quando o corpo e a mente pedem socorro

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Cansaço constante, irritabilidade, dificuldade de concentração, sensação de estar sempre sobrecarregado e perda de interesse pelo trabalho. Esses sintomas podem parecer apenas consequência de uma rotina corrida, mas também podem ser sinais da síndrome de burnout.

O burnout está relacionado ao estresse crônico no ambiente de trabalho, especialmente quando existe uma combinação de excesso de demandas, poucas pausas, cobrança constante, falta de reconhecimento e dificuldade de separar a vida profissional da pessoal. Com o tempo, o organismo deixa de conseguir se recuperar adequadamente.

Além do esgotamento emocional, podem surgir alterações do sono, dores de cabeça, tensão muscular, palpitações, desconfortos gastrointestinais, ansiedade e queda no rendimento. Algumas pessoas passam a se sentir mais impacientes, pessimistas ou emocionalmente distantes do próprio trabalho.

O coração também pode sofrer os efeitos de uma rotina de estresse prolongado. A liberação frequente de hormônios como adrenalina e cortisol pode aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial, prejudicar o sono e favorecer hábitos como alimentação inadequada, sedentarismo e maior consumo de álcool. Em pessoas que já apresentam fatores de risco cardiovascular, esse cenário merece ainda mais atenção.

Prevenir o burnout não significa simplesmente “aguentar menos”. Significa reconhecer limites. Sono adequado, atividade física, momentos de lazer, alimentação equilibrada, pausas durante o dia e limites claros entre trabalho e descanso são importantes para a recuperação física e mental.

Quando o cansaço não melhora com o descanso ou começa a interferir na saúde, nos relacionamentos e na capacidade de trabalhar, é importante procurar avaliação profissional. Muitas vezes, cuidar da saúde começa justamente quando entendemos que produtividade não pode existir às custas do próprio bem-estar.

Setembro Amarelo

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Quando cuidar de si também é valorizar a vida

Falar sobre o Setembro Amarelo é falar sobre vida. É lembrar que, por trás de cada pessoa, existe uma história que nem sempre conhecemos e sentimentos que muitas vezes permanecem escondidos.
Vivemos em uma sociedade que frequentemente valoriza a produtividade, a força e a capacidade de dar conta de tudo. Precisamos trabalhar, cuidar da família, cumprir responsabilidades, atender expectativas e, muitas vezes, fazemos tudo isso sem perceber o quanto estamos emocionalmente sobrecarregados.
A sobrecarga emocional não acontece de um dia para o outro. Ela pode surgir aos poucos: no cansaço constante, na irritabilidade, na dificuldade para dormir, na falta de prazer pelas coisas que antes faziam sentido, na sensação de estar sempre no limite ou de não conseguir mais lidar com as demandas da vida.
Por isso, cuidar da saúde mental não deve ser uma atitude tomada somente quando chegamos ao nosso limite. Precisamos aprender a reconhecer nossos sinais, respeitar nossas necessidades e compreender que pedir ajuda não é sinal de fraqueza.
Valorizar a vida também significa permitir-se pausar. Significa reconhecer que nem todos os dias serão bons, que não precisamos resolver tudo sozinhos e que algumas fases da vida exigem acolhimento e suporte.
Também precisamos aprender a olhar para o outro. Às vezes, uma pergunta simples como “Como você realmente está?”, feita com disponibilidade genuína para ouvir, pode abrir espaço para alguém falar sobre aquilo que estava guardando em silêncio.
Prevenção também é presença. É construir relações mais acolhedoras, reduzir julgamentos e criar espaços onde as pessoas possam expressar suas dores sem medo de serem consideradas fracas ou exageradas.
Neste Setembro Amarelo, o convite é para olharmos para a vida com mais cuidado a nossa e a de quem está ao nosso lado. Porque valorizar a vida não significa apenas celebrar os dias felizes. Significa também oferecer acolhimento nos dias difíceis.
Cuidar da mente é cuidar da vida. E pedir ajuda pode ser um importante passo para continuar.
Se você estiver enfrentando sofrimento emocional intenso ou pensando em tirar a própria vida, procure ajuda profissional ou um serviço de emergência. O CVV atende gratuitamente pelo telefone 188, 24 horas por dia.

Alessandra Procópio Moreira
CRP 08/41553
Psicóloga e Neuropsicóloga
Contato (46) 92001-9598

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