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quarta-feira,30 setembro,2026
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Por que as crianças estão mais irritadas e ansiosas?

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Pais e professores têm percebido algo em comum que são crianças mais irritadas, impacientes, chorosas e ansiosas do que há alguns anos. Pequenas frustrações geram grandes reações, mudanças simples provocam crises, e a tolerância parece cada vez menor. Mas o que está por trás desse comportamento?
Um dos fatores mais relevantes é o excesso de telas. O uso prolongado de celulares, tablets e jogos digitais estimula o cérebro infantil de forma intensa e rápida, reduzindo a capacidade de atenção sustentada e regulação emocional. Na vida real, onde tudo exige tempo e esforço, a criança passa a sentir mais frustração e irritação.
Outro ponto importante é a rotina desorganizada. Horários irregulares de sono, alimentação e atividades aumentam a insegurança interna. O cérebro infantil precisa de previsibilidade para se sentir seguro. Sem essa base, surgem mais ansiedade, agitação e dificuldade de adaptação.
Também observamos um aumento da ansiedade infantil. Crianças estão mais expostas a estímulos, cobranças e informações precoces, muitas vezes sem maturidade emocional para processar tudo isso. O resultado aparece em forma de medo excessivo, irritabilidade, resistência a mudanças e dependência dos adultos.
É importante diferenciar birra de sinais de alerta. Birras são esperadas no desenvolvimento e costumam ter objetivo claro (querer algo, evitar algo). Já a ansiedade e alguns transtornos do neurodesenvolvimento, como o TEA, envolvem padrões persistentes: rigidez intensa, crises desproporcionais, hipersensibilidade, dificuldade social ou sofrimento frequente.
Quando esses sinais são constantes e impactam a rotina, a avaliação neuropsicológica pode ajudar a compreender o funcionamento emocional, atencional e comportamental da criança, orientando intervenções adequadas.
Mais do que crianças “difíceis”, muitas vezes estamos diante de crianças sobrecarregadas, ansiosas e precisando de compreensão e suporte.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e
transtornos do Neurodesenvolvimento
(46)92001-9598

A melhora da sua TPM começa pela nutrição

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Alterações de humor, irritabilidade, compulsão por doces, retenção de líquido, dor de cabeça, inchaço e cansaço extremo. Para muitas mulheres, a TPM é tratada como algo “normal” — parte inevitável de ser mulher.

Mas não deveria ser.

A tensão pré-menstrual está diretamente relacionada às oscilações hormonais da fase lútea do ciclo menstrual. Nesse período, ocorrem alterações na progesterona, na serotonina (neurotransmissor ligado ao bem-estar) e aumento de processos inflamatórios no organismo.

Quando a alimentação não favorece o equilíbrio hormonal, os sintomas tendem a se intensificar.

Excesso de açúcar e ultraprocessados, sono desregulado, baixa ingestão de proteínas, fibras e micronutrientes como magnésio, vitamina B6 e ômega-3 podem agravar irritabilidade, retenção de líquido e compulsão alimentar.

Foi com esse olhar que desenvolvi o Método Ciclos, um acompanhamento nutricional baseado nas fases hormonais da mulher. Em vez de tratar a TPM como um evento isolado, ajustamos alimentação, estratégia metabólica e, quando necessário, suplementação direcionada para cada fase do ciclo, promovendo equilíbrio hormonal e mais qualidade de vida.
TPM intensa não é sinal de fraqueza. É sinal de desequilíbrio — e equilíbrio pode ser construído.

A melhora da sua TPM começa pela nutrição certa, aplicada na fase certa.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

Espaço Cultural O Farol abre inscrições para curso de teatro gratuito

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Projeto faz parte das ações da Política Nacional Aldir Blanc 2025.

Estão abertas as inscrições para o curso de teatro realizado pelo Espaço Cultural O Farol. A iniciativa acontece graças ao espaço ter sido contemplado, ainda em 2025, com um projeto pela PNAB – Política Nacional Aldir Blanc. As aulas serão realizadas à noite, em dias de semana e também eventualmente aos finais de semana. O início das oficinas será dia 2 de março de 2026 e curso terá a duração de 40 horas, incluindo aulas práticas e teóricas. Para participar, basta enviar um e-mail para ofarolcultura@gmail.com . Visando o aperfeiçoamento e a concepção de uma formação artística, o curso vem ao encontro da necessidade da formação do teatral em Palmas o que significa recuperar a importância de trabalhar com os alunos os fundamentos das artes, da cultura e do desenvolvimento teatral. A proposta encaminha para uma formação na qual a teoria e a prática possibilitam aos alunos compreenderem a realidade para além de sua aparência. Os conteúdos não têm fim em si mesmos porque se constituem em síntese da apropriação histórica da realidade material e social e cultural pelo artista. A organização dos conhecimentos enfatiza a formação humana na qual o aluno, como sujeito histórico produz sua existência pelo enfrentamento consciente da realidade dada, produzindo valores de uso, conhecimentos e cultura por sua ação criativa teatral. O curso oferece os fundamentos históricos-metodológicos, para o desenvolvimento na atividade de interpretação a fim de organizar experiências pedagógicas que levem à formação de sujeitos críticos e conscientes, capazes de intervir de maneira responsável na sociedade em que vivem, além de oferecer um processo formativo que assegure a integração entre a formação geral e a de caráter profissional de forma a permitir que o conhecimento artístico e cultural orientem o fazer técnico. Além disso, pretende-se oferecer um conjunto de experiências teórico-práticas na área de artes cênicas com a finalidade de consolidar o “saber fazer significa destacar em todo o processo educativo a importância da preservação dos valores culturais e da solidariedade. Após a realização do curso, será realizada uma noite cultural, incentivando à criação de grupos teatrais permanentes no município de Palmas.

Você já pensou em fazer parte da linha de frente da causa animal?

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Em breve será publicado o edital para a eleição da nova diretoria da APP Animal.
Mais do que escolher nomes, este é o momento em que pessoas comuns decidem não apenas se importar, mas agir.

Todos já sentiram indignação ao ver um animal abandonado ou ferido. A diferença entre sentir e mudar a realidade está em assumir um pequeno compromisso: participar. É assim que resgates acontecem, que tratamentos são viabilizados e que campanhas passam a existir de verdade.

A causa animal no município também vive uma nova fase. Hoje já existe a obrigatoriedade do atendimento pelo poder público nos casos de urgência e emergência, algo que até pouco tempo recaía quase exclusivamente sobre protetores independentes e a própria ONG.
Isso significa que quem assumir a nova gestão encontrará uma estrutura mais consolidada e um trabalho mais organizado, permitindo focar cada vez mais em prevenção, campanhas e melhorias.

A associação organiza atendimentos, encaminhamentos, parcerias e ações que só continuam porque alguém resolve dar um passo à frente.

A gestão é composta por:

Diretoria Executiva
* Presidente
* Vice-Presidente
* Secretário-Geral
* Segundo Secretário
* Tesoureiro

Conselho Fiscal

* 3 membros titulares
* 2 membros suplentes

Quem participa não apenas ajuda um animal. Ajuda a construir uma cidade mais consciente, deixa um impacto que permanece e inspira outras pessoas a fazerem o mesmo.

Talvez você já ajude de alguma forma.

Talvez só falte decidir fazer parte.

O edital com data e orientações será divulgado em breve.

Quem é Tatiana Sampaio, a pesquisadora que desenvolveu a polilaminina para recuperação de paraplégicos e tetraplégicos

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Pesquisadora da UFRJ desenvolve tecnologia inédita que pode estimular regeneração neural após lesões medulares graves

A bióloga brasileira Tatiana Coelho de Sampaio alcançou um marco histórico em janeiro de 2026, quando a Anvisa autorizou os primeiros ensaios clínicos em humanos com a polilaminina. A substância, desenvolvida ao longo de décadas de pesquisa, é apontada como uma alternativa promissora para estimular a regeneração neural em casos de lesão medular grave. O avanço abre caminho para testar, em ambiente regulado, a segurança e a eficácia da tecnologia que já apresentou resultados animadores em estudos experimentais.

Professora do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Tatiana Sampaio lidera o Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular desde o início dos anos 2000. Sua trajetória acadêmica está profundamente ligada ao estudo da biologia celular e regenerativa. A cientista ganhou reconhecimento internacional ao identificar uma forma polimerizada da proteína laminina, capaz de atuar como estrutura de suporte para a reconstrução de tecidos nervosos lesionados, recuperando movimento de paraplégicos e tetraplégicos.

Formada em Biologia, com especialização voltada à biologia celular e molecular da matriz extracelular, a pesquisadora dedicou sua carreira a entender como o ambiente ao redor das células influencia sua forma e função. Realizou estágios de pós-doutorado em imunoquímica na University of Illinois, nos Estados Unidos, e aprofundou pesquisas sobre inibidores de angiogênese na University of Erlangen-Nuremberg, na Alemanha. As experiências internacionais ampliaram o alcance de suas investigações.

O interesse pela laminina surgiu ainda no fim dos anos 1990. Ao estudar proteínas estruturais presentes na matriz extracelular, Tatiana Sampaio identificou o potencial da polimerização dessa molécula. Dessa descoberta nasceu a polilaminina, descrita como uma malha orgânica capaz de orientar o crescimento celular e estimular a regeneração de axônios, estruturas responsáveis por conduzir impulsos entre o cérebro e o corpo.

Os primeiros testes em humanos
Os primeiros experimentos realizados com roedores e cães trouxeram indícios consistentes de recuperação motora após lesões graves na coluna. A aplicação direta da polilaminina no local da lesão mostrou capacidade de favorecer a reorganização das fibras nervosas. Em alguns casos, cães que haviam perdido movimentos voltaram a apresentar funções motoras relevantes depois do tratamento.

Os dados iniciais em humanos também chamaram atenção da comunidade científica. Relatos experimentais apontaram melhorias parciais e até totais de movimento em pacientes com lesões medulares severas. Apesar dos resultados encorajadores, a terapia ainda está em fase de investigação e precisa cumprir todas as etapas regulatórias antes de eventual disponibilização ampla.

O impacto potencial da polilaminina vai além dos laboratórios. Lesões que levam à paraplegia e à tetraplegia historicamente apresentam opções limitadas de recuperação. A possibilidade de restaurar funções motoras mobiliza pacientes, familiares e médicos que acompanham o avanço da pesquisa brasileira, considerada uma das frentes mais avançadas em regeneração neural no cenário global.

Ao longo dos anos, o projeto contou com financiamento de agências públicas como FAPERJ, CAPES e CNPq. O apoio foi decisivo para manter as pesquisas ativas, viabilizar infraestrutura laboratorial e formar equipes especializadas.

“Em nenhum lugar do mundo a ciência existe sem investimento público. Mesmo as grandes universidades privadas dependem do dinheiro público para financiar pesquisa”, ressaltou Tatiana Sampaio ao programa Conversas com Hildgard Angel da TV 247, destacando a importância do financiamento estatal para pesquisas como a que resultou na polilaminina.

Fonte: https://gazetaculturismo.com.br/
Por Pollyana Cicatelli

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