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segunda-feira,4 maio,2026
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CORPPUS ACADEMIA

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Curso de Formação de Docentes do Colégio Estadual Dom Carlos

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Parabéns aos alunos que se inscreveram no PSS da Prefeitura Municipal e logo estarão atuando nos CMEIs e nas Escolas da Rede Municipal. Parabéns Davi por liderar a classificação. Que Deus os abençoe na profissão escolhida: MAGISTÉRIO

Fonte: Colégio Estadual Dom Carlos

COLÉGIO ESTADUAL DOM CARLOS

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Em sala ou além da sala de aula, trabalhando para o pleno desenvolvimento dos alunos

Desde o início do ano letivo (07/02/22) o Colégio Estadual Dom Carlos tem organizado suas atividades escolares pensando na comunidade escolar. Pensar no ESTUDANTE como o “carro chefe” de todas as suas ações é prioridade para a equipe Dom Carlos. Equipe Gestora, funcionários e professores estão sempre atentos ao pleno desenvolvimento dos alunos, desde o bem estar dos mesmos até o processo de ensino e aprendizagem que culminará com a conclusão de curso a nível do Ensino Médio. Cada conquista do aluno caracteriza o SUCESSO da ESCOLA, sempre atenta ao desenvolvimento pessoal, acadêmico e profissional de seus estudantes. A oferta das modalidades no Ensino Fundamental, Médio, EJA e Formação de Docentes faz com que o Colégio Estadual Dom Carlos atenda a demanda escolar com oferta de ensino abrangente. Ensino Fundamental e Médio? É no Dom Carlos. EJA? É no Dom Carlos. Curso de Formação de Docentes? É no Dom Carlos. Programas de apoio a aprendizagem, CELEM, treinamentos esportivos, atendimento educacional especializado é no Dom Carlos. Vem para o DOM CARLOS você também.
Fonte: Colégio Estadual Dom Carlos

Dia Internacional da Mulher

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No dia 8 de março foi o dia do Colégio Estadual Dom Carlos prestar sua homenagem a TODAS as mulheres. Um pequeno mimo foi entregue as mulheres e palestras foram organizadas, assim como, os alunos participaram de palestras fora do ambiente escolar.

Foi possível contar com a presença da Dra Ana Paula Vezzaro Lago Rocker que palestrou aos alunos. Atendendo o convite do Colégio Estadual Dom Carlos, a Dra Ana Paula discorreu sobre o Dia Internacional da Mulher, fazendo uma referência a história de lutas e conquistas da mulher nos diferentes períodos da sociedade. Os alunos dos três turnos participaram ativamente e após a palestra demonstraram interesse sobre a pauta abordada pela Dra Ana Paula, a qual referiu-se também aos direitos e deveres da mulher na sociedade atual. A direção agradece a colaboração da Dra Ana Paula.


Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, o Colégio Estadual Dom Carlos atendeu o convite da professora Cassimara Longhi, diretora do Departamento Municipal de Cultura e se fez presente com os alunos do Curso de Formação de Docentes na palestra proferida pela Terapeuta Quântica: Nayara Hellen Stocco que abordou assuntos referente as “técnicas exclusivas que atuam contra a ansiedade e depressão, além de mostrar as verdadeiras cores do sucesso total para conquistar sua vida dos sonhos”. A direção agradece o convite e se mantém aberta as parcerias que agregam conhecimento aos alunos.

Fonte: Colégio Estadual Dom Carlos

Parabéns pelo Dia Internacional das Mulheres!!!!

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As mulheres não são todas iguais.
Todas são diferentes, mas todas têm em comum o tamanho do coração.
Todas são bondosas, carregam um carinho no olhar e uma força angelical nos gestos.
Todas são batalhadoras, umas mais guerreiras que outras!
As mulheres são a beleza do mundo.
Elas tornam a vida de qualquer pessoa em paraísos repletos de amor e paixão.
As mulheres merecem ser felizes, sorrir e receber o amor de todo mundo.

Grandes Mulheres na Dança que revolucionaram sua época

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No dia 08 de março se comemora o dia Internacional da Mulher, que foi oficializada pela Organização das Nações Unidas na década de 1970. Essa data simboliza a luta histórica das mulheres para terem suas condições equiparadas às dos homens. Quando se pensa em dança, logo visualiza uma bailarina clássica, apesar desse universo ser mais amplo e abranger a todos os gêneros, as mulheres na dança também tiveram e tem que lutar para quebrar paradigmas, preconceito e buscar por direitos. Para isso buscamos alguns nomes de Mulheres que superaram e reinventaram a dança.
Raven Wilkinson (1935) e Misty Copeland (1982) – Raven Wilkinson foi a primeira bailarina afro -americana a ter um contrato em uma companhia de dança americana. Misty Copeland é uma das primeiras solistas do American Dance Theatre(Grande Escolade Dança do EUA) numa história de 75 anos da companhia.Isadora Duncan (1877-1927) – Em uma época que o Ballet Clássico com suas sapatilhas de Ponta e longos vestidos armados de tule, Isadora Duncan foi a primeira bailarina que ousou dançar descalça, com túnicas largas, cabelo mais solto.
Anna Pavlova (1881-1931) -De origem pobre e camponesa, precisou de muita garra para conquistar seu sonho de ser bailarina. Rejeitada pela Escola Imperial de Ballet de São Petersburgo por sua pouca idade e baixa estatura, Pavlova não desistiu e, aos 10, conseguiu iniciar sua formação, que concluiu aos 18. Após ingressar no corpo de baile do Ballet Imperial Russo de São Petersburgo, rapidamente se destacou e, em 1906, se tornou prima ballerina.
Ana Botafogo (1957) – A bailarina brasileira, que teve a maior carreira profissional, ainda atuante como professora e empresária, ensina e inspira gerações. Começou a fazer ballet aos 7 anos e aos 11 já dançava no Theatro Municipal do Rio de Janeiro como destaque. Ana Botafogo foi primeira bailarina do TMRJ por quase 30 anos, mostrando que a dança é possível em todas as idades.
Vitória Buono Boche (2004) – A bailarina Vitória é brasileira, tem 16 anos, e está provando que nada pode impedi-la de voar alto com seus saltos no balé clássico, ou no jazz. Conhecida como Vih Bueno no Instagram, não tem os braços, mas isso nunca foi um problema na dança, sua paixão. Com muita garra e determinação vem se destacando no meio da dança e inspirando milhões de pessoas ao redor do mundo. “Somos mais do que as nossas deficiências, por isso temos de perseguir os nossos sonhos”
O Studio Sintonia do Corpo reverencia essas histórias, o esforço e a determinação dessas grandes mulheres da dança que representam símbolo de força e talento, seja na dança ou fora dela a busca por direitos, respeito, dignidade sempre existirá, por isso, a data de 08 de março, deve lembrar das lutas vencidas no passado e das batalhas que serão vitórias no futuro.

Brasil é vítima de desindustrialização prematura

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Na década de 1980, nossa indústria atingiu o pico de 34% de participação no PIB do Brasil; em 2020, apenas 11%. Só para entender: a indústria brasileira de 1980 a 2017 cresceu 24%; a Argentina, 69%; o resto do mundo, 204%. O atual governo não consegue ver além dos interesses particulares dos seus integrantes e não compreende a dimensão desses desafios. O Brasil precisa recuperar o dinamismo da indústria e iniciar o processo de reindustrialização. O governo não investe em pesquisa e na indústria.

A redução do tamanho da indústria no PIB ocorreu prematuramente se comparar a outros países: a renda gerada pela indústria caiu, assim como a produtividade. O processo de desindustrialização das nações desenvolvidas, como Inglaterra e França vivenciaram em 30 anos, enquanto o Brasil experimentou em meia década. Bolsonaro possui um viés ideológico forte anti-industrial, deixando claro que o Brasil não precisa inovar e desenvolver tecnologia, porque se pode comprá-la. Consequências da falta de investimento em inovação são forças destrutivas no parque industrial brasileiro.

Com falta de pesquisa e inovação, o país perde a capacidade de produzir com eficácia, os trabalhadores ficam defasados, e todo um processo desorientado, sendo um dos motivos fortes para se pensar na baixa produtividade brasileira. A sorte é que a indústria brasileira é muito diversificada, mas não é avançada e não é de ponta, com raras exceções. O problema é que não se vai conseguir fazer isso sozinho, assim como nenhuma indústria do mundo conseguiu; acredita-se que sempre há dinheiro público disponível à iniciativa privada investir para acompanhar a marcha acelerada das mudanças.

O aumento dos preços das commodities ajudou o Brasil a atingir superávit comercial, mas mascara déficit de 53 bilhões de dólares em bens manufaturados. Portanto, analisando fatores da crise na indústria brasileira, percebe-se que não é apenas resultado da crise econômica que atingiu o Brasil a partir de 2013, mas também a falta de tecnologia e produtividade e de problemas estruturais que prejudicam a competitividade, como o sistema tributário brasileiro e problemas graves de logística que também tornam a produção nacional de alto custo. Economias desenvolvidas estão retomando políticas industriais de grande porte e o Brasil não tem um plano estratégico de reindustrialização.

Alguns setores industriais, como indústria têxtil, estão praticamente desaparecendo com o advento de produtos importados a custos extremamente baixos, por isso é necessário um programa de reindustrialização urgente. Ou se acha que o Brasil deve ser apenas um produtor de matéria-prima? Se quer exportar commodities e importar bens industrializados? Assim, trabalhadores brasileiros ficarão presos a empregos precários, de baixa qualidade, tecnologia e renda. É preciso organizar um projeto de industrialização para essa década. Precisam-se modernização tecnológica de fábricas, capacitação profissional, novo sistema tributário, incluindo a revisão das leis trabalhistas e linhas de créditos com juro baixo e oferecer ensino moderno e prático.

O ‘mito’ não virá de cavalo branco com escudo e espada para salvá-los: ele tem interesse próprios que se estendem aos filhos! O Brasil precisa acordar e lutar por ensino de qualidade e indústrias que gerem empregos com tecnologia, pagando muito bons salários, projetar-se no exterior e voltar à posição 6ª economia mundial, como em 2011. Este é o caminho!

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