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quinta-feira,7 maio,2026
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Cel. Domingos Soares começa a receber repasses do ICMS Ecológico

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Ainda nos primeiros meses de gestão, o Departamento Municipal de Meio Ambiente correu atrás para que o Município passasse a receber o chamado ICMS Ecológico por Biodiversidade, já que possui uma grande área de mata nativa. Por isso, buscou junto aos órgãos responsáveis, como o Instituto Água e Terra (IAT), quais seriam os procedimentos para que isso fosse possível.

Desta forma, foi realizado o cadastramento de áreas de preservação junto ao IAT, habilitando o Município, que adquiriu duas áreas de terra da empresa Remasa Reflorestadora, para implantação de 01 Estação Ecológica e 01 Reserva Biológica, possibilitando, assim, o repasse de recursos para Coronel Domingos Soares. Juntas, as áreas de preservação, que estão localizadas no Assentamento Chico André, divisa com o município de Bituruna, somam 533 hectares de mata nativa.

De acordo com o IAT, o ICMS Ecológico por Biodiversidade, criado no Paraná em 1991, é um instrumento de política pública que trata do repasse de recursos financeiros aos municípios que abrigam em seus territórios Unidades de Conservação ou mananciais para abastecimento de municípios vizinhos, ou seja, é um remanejamento de receita tributária, com base na proteção ambiental, que um determinado Município aplica no seu território.

 Segundo o diretor do Departamento de Meio Ambiente, Rodrigo Molina Fernandes Müller Gheno, que é engenheiro florestal, a estimativa de arrecadação do ICMS Ecológico para 2022 é de aproximadamente R$ 600 mil. “A nossa expectativa era de que os repasses este ano chegassem a R$ 1 milhão, mas para um município que não recebia nada de Fator Ambiental já é um bom começo. Vamos trabalhar na elaboração de relatórios de monitoramento das áreas, impulsionar este setor para que o ano que vem nosso ICMS Ecológico aumente e a Prefeitura consiga realizar ainda mais investimentos”, conta Gheno, ressaltando que esta é uma conquista do atual governo municipal, que pagará a aquisição das áreas com o próprio imposto, ou seja, não utilizará recursos livres ou de outros setores para isso.

Na quarta-feira (26), o vice-prefeito Liomar Antônio Bringhentti recebeu os representantes da Remasa Reflorestadora, que reforçaram a importância deste imposto para os cofres públicos. Conforme eles, o ICMS Ecológico vem sendo a solução para que a restrição de uso do território nos municípios seja recompensada, garantindo a conservação do patrimônio natural e o beneficiamento da população mediante o repasse de recursos do Governo Estadual para os Municípios, viabilizando a efetivação de ações voltadas à melhoria da qualidade de vida dos paranaenses.

 O órgão responsável pela verificação dos dados e cálculos referentes ao ICMS Ecológico é o Instituto Água e Terra, sendo a Diretoria do Patrimônio Natural (DIPAN) responsável pelo componente relativo às unidades de conservação e a Diretoria de Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos pelo componente mananciais de abastecimento. Do total do ICMS repassado aos municípios paranaenses, 5% referem-se ao ICMS Ecológico, proporcionalmente às Unidades de Conservação em função do tamanho, importância, grau de investimento na área, manancial de abastecimento, qualidade da água captada e outros fatores.

Fonte: Comunicação CDS

Chuvas fortes preocupam moradores do bairro São José em Palmas

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Basta uma chuva forte, e já é o suficiente para preocupar os moradores do bairro São José em Palmas, na própria imagem vemos a dificuldade que os moradores vivenciam cada vez que a chuva vem prolongada (isso em apenas 20 minutos de chuva). Essa situação é corriqueira, de longa data. Os políticos só dizem que vão tomar providências nos períodos eleitorais, com o passar do tempo a situação continua a mesma, eles não fazem nada!
Enquanto isso, nas redes sociais são muitos os que defendem o prefeito atual, como se ele não tivesse obrigação, jogando sempre a culpa no povo que “não cuida, que não faz sua parte”, mas, muitos deles são os mesmos que trocam sua dignidades por mentiras de políticos e ainda sem a mínima noção protegem com unhas e dentes os políticos que continuam englobando até hoje uma parte da população que não tem voz ativa para defender seus direitos. Se dizem formadores de opinião, mas, na realidade, é visível perante a sociedade a força de um político que promete uma vida igualitária a todos porém, infelizmente, uma cidade centenária, na qual boa parte da população continua na linha da pobreza, enquanto outras cidades bem mais novas evoluem anos após anos, diferente de uma cidade centenária onde o povo acredita nos falsos profetas.
Enquanto isso, vamos acreditar que os alagamentos são só culpa da população e não dos políticos e que os mesmos que defendem os dois poderes são os mesmos que se preocupam com o meio ambiente e assim vamos seguindo a realidade palmense.

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva
para o jornal Destaque Regional

Maçãs produzidas em Palmas/PR começam a ser colhidas

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Por Jéssica Procópio – Nessa segunda-feira (24), produtores de maçã de Palmas iniciam, com maior intensidade, a colheita da fruta no município. Nesses primeiros dias, o trabalho acontecerá nas regiões mais baixas de Palmas, com a colheita da Gala, que segue em fevereiro no Horizonte. Durante todo o mês de março e início de abril, produtores começam a coleta da Fuji. De acordo com o diretor técnico da Associação Brasileira dos Produtores de Maçã (ABPM), Ivanir Dalanhol, algumas maçãs, de variedade precoce, já vêm sendo colhidas em Palmas desde dezembro.

Para esta safra (2021/2022), a expectativa dos produtores não é positiva. Segundo Dalanhol, questões climáticas impactaram diretamente no desenvolvimento da fruta, o que ocasionará na diminuição de produtividade. “Nós tivemos duas situações que atrapalharam. A primeira foi bastante chuva na florada, em outubro. Com muita água, as abelhas não conseguiram polinizar e ai não fixou a fruta. Essa situação aconteceu não só em Palmas como em todo Brasil. Já o segundo evento foi a seca. A fruta não cresceu, perdeu em peso e ficou sem calibre. Com isso, perdemos em preço porque a fruta miúda remunera menos”, explica.

Diante dos problemas enfrentados nesta safra, estima-se que sejam colhidas cerca de nove mil toneladas. No período anterior (2020/2021), foram colhidas mais de 12 toneladas de maçã.

Conforme Dalanhol, esse índice pode mudar, uma vez que a colheita ainda não acabou. Porém, mesmo assim, ‘o produtor está bem preocupado, inclusive para conseguir cumprir com os contratos de custeio que tem. Daqui a pouco vence e tem que pagar”.

Entre as variedades, a expectativa é de que a Fuji ainda se desenvolva mais e venha a mudar as projeções da safra. Isso porque nos últimos dias têm chovido mais, o que ainda altera no crescimento da variedade, uma vez que possui um ciclo mais longo.

Qualidade da fruta

Mesmo que apresente um tamanho menor, a qualidade da maçã do Sudoeste é muito boa. “Como nós tivemos poucos eventos de granizo na região e com as temperaturas altas, temos uma qualidade boa”, comenta Dalanhol.

Repasse ao consumidor final

Com uma baixa na produção nacional da maçã, os valores que o consumidor final deve pagar pela fruta tendem a aumentar. Um outro fator que contribuirá para esse encarecimento do produto é a alta nas exportações.

‘‘Ano passado foi exportado um volume grande mas poderia ter exportado umas 100 toneladas a mais. Só que aconteceu falta de contêiner e por isso, não conseguimos mandar tudo que tínhamos de contrato para a exportação. Esse ano tem uma boa previsão de exportação também, mas já está faltando contêiner, além de ter aumentado mais ainda o preço do aluguel por um”, conta.

Maçãs da safra passada

Em função do volume alto colhido na safra 2020/2021 e pela pandemia de covid-19, há muita maçã em estoque, principalmente a das categorias que são destinadas às escolas para a merenda escolar e para as cozinhas industriais. “Deu uma represada nas vendas porque muitos ambientes que consomem bastante maçã estavam fechados”.

Foto: Nesses primeiros dias, a colheita acontecerá nas regiões mais baixas de Palmas Crédito: Divulgação/ Prefeitura de Palmas

Fonte: https://reporteralencar.com.br/

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