7.6 C
Palmas
terça-feira,28 abril,2026
Início Site Página 723

Palmas atinge 100% de ocupação em leitos de UTI para Covid-19

0

A ocupação dos leitos de UTI exclusivos para pacientes com Covid-19 chegou a 100% de lotação em Palmas, na tarde desta segunda-feira (07), segundo a 7ª Regional de Saúde do estado.

São 10 leitos de UTI destinados para a doença, todos disponibilizados no Hospital Santa Pelizzari. Dos 10 pacientes internados, cinco são palmenses. Os outros cincos são de cidades da região, segundo o Comitê Gestor Operacional (CGO).

Boletim divulgado nesta segunda-feira informa que Palmas tem 977 casos positivos, com 267 pacientes em isolamento, 700 curados e 10 óbitos.

*com informações do G1PR

Fonte: Portal RBJ
Guilherme Zimermann

Vereadores de Palmas votarão sete projetos de lei nesta segunda-feira

0

A Câmara de Vereadores de Palmas realiza a sessão ordinária desta segunda-feira (07), a partir das 19h, com sete projetos de lei em votação.

Das matérias, três referem-se a solicitações do Poder Executivo para mudanças em Leis Municipais vigentes. Há ainda dois projetos que autorizam a prefeitura a abrir créditos adicionais do orçamento. Os vereadores votarão ainda projeto para mudanças nos sentidos das ruas Vereador Amazonas Fonseca e Léo Clube e o projeto que concede título de cidadão honorário ao radialista Ivan Cezar Fochzato. Todas as matérias passarão por primeira votação.

Além dos projetos em discussão, ingressarão do Legislativo projetos de lei que autoriza o Poder Executivo doar terreno para o governo do Paraná construir uma Delegacia Cidadã da Polícia Civil, que dispõe sobre contratações por tempo determinado e o que institui o Conselho e o Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico e Inovação.

Fonte: Portal RBJ
Guilherme Zimermann

Advogado Eduardo Tobera Filho foi premiado com Láurea de Agradecimento da OAB Paraná

0

Advogado Eduardo Tobera Filho foi premiado com Láurea de Agradecimento da OAB Paraná, em virtude dos relevantes serviços prestados como Presidente da OAB Subseção de Palmas em favor da sociedade e advocacia paranaense, em defesa da democracia, dos direitos humanos, da liberdade, da igualdade, da legalidade, das garantias fundamentais, da constituição federal, da justiça social, das prerrogativas e garantias da advocacia.

O advogado Dr. Tobera se diz orgulhoso com a homenagem recebida, e declara que este reconhecimento é um grande combustível e renovação de energia para continuar a trabalhar em favor da sociedade e da advocacia local.

Fonte: OAB

“CASO TAPETENSE”: Gol Contra Do Jurídico Tricolor

0

Em julgamento recente realizado pela 8ª Câmara Cível de Direito Privado do TJSP, restou reconhecida a legalidade da terminologia “Tapetense”, como vinha sendo utilizada pelo Jornalista Paulo Cezar de Andrade Prado em suas críticas ao Fluminense, mantendo-se inalterada a decisão proferida em primeira instância, a qual havia rejeitado os pedidos de indenização e retirada de publicações do ar, formulados pelo Fluminense.

Segundo consagrado em tal julgamento, o termo utilizado pelo jornalista em sua publicação foi utilizado de forma legal, tratando-se apenas de um exercício legítimo do direito de liberdade de expressão, há muito já garantido e tutelado em nosso sistema jurídico.

Muito mais relevante, para o público em geral, do que objeto central da controvérsia jurídica, até porque dúvidas inexistem acerca da tutela da liberdade de expressão, entre nós, em suas mais diversas vertentes, situa-se na identificação de que os departamentos jurídicos dos clubes, não raras vezes, parecem não medir os reflexos de seus movimentos judiciais, os quais podem ser ainda mais danosos para as instituições que representam, do que a própria “agressão” que julgam estar a defender.

Em nosso último artigo, analisamos o impensado recurso do Flamengo, que sob o fundamento de obter a redução do valor indenizatório mensal pago às famílias dos jovens mortos naquele trágico evento ocorrido no “Ninho do Urubu”, acabou restabelecendo o senso de revolta social contra a abastada instituição, que obtivera uma mísera redução de R$ 5.000,00, na sua obrigação financeira mensal, perante os familiares das vitimas. Sem dúvida, o peso das críticas à imagem do clube, emanadas dos mais diversos setores da sociedade, foi infinitamente superior ao benefício financeiro alcançado com a medida judicial proposta.

Na mesma linha, no caso tricolor, uma critica de efetivo limitado, em decorrência da própria limitação de leitores frequentes do referido jornalista e , sobretudo, constitucionalmente admitida, por se tratar de um livre exercício da liberdade de expressão, acabou ganhando destaque nos mais tradicionais e conhecidos veículos de comunicação do país, os quais deram ampla divulgação ao “caso Tapetense”, cuja expressão teria passado despercebida pela maioria dos brasileiros, não fosse a ação judicial promovida pelo próprio Fluminense.

Nesse caso, o grande motor da divulgação do termo “Tapetense”, foi o próprio clube, ao dar inicio a uma ação judicial despida de qualquer fundamento, cujo resultado despertou o interesse da grande mídia nacional.

Idêntica e catastrófica experiência já havia sido protagonizada pelo Botafogo, irresignado com o conteúdo de sátira contra si promovida pelo grupo de humor “Porta dos Fundos”, em episódio que satirizava o volume de patrocinadores da camisa alvinegra. A iniciativa do clube de tentar evitar a divulgação de tal conteúdo acabou viabilizando que este rivalizasse, ao se despertar o interesse social, como consequência da indignação do próprio clube, quanto às cenas de humor produzidas.

Espera-se e sugere-se mais temperança e cautela aos brilhantes departamentos jurídicos dos clubes brasileiros, sob pena de estarem a continuar anotando verdadeiros “gols contra ” as agremiações que representam.

Fonte: Globo Esporte

Desde 2006, mandantes nunca venceram tão pouco no Brasileirão quanto neste ano

Com praticamente dois terços dos jogos já realizados, na era dos pontos corridos com 20 equipes, desde 2006, os mandantes nunca venceram tão pouco quanto nesta edição do Brasileirão, disputada sem público nos estádios. Os mandantes venceram 99 das 237 partidas realizadas e o percentual de vitórias de 42% é o mais baixo das 15 edições. O que cresceram foram os empates, alcançando a maior marca histórica, empatada com 2010. Foram 99 vitórias de mandantes, 73 empates e 65 vitórias dos visitantes.

O Espião Estatístico coleta desde 2013 informações sobre cartões vermelhos mostrados para atletas da Série A, e considerados apenas os cartões vermelhos, nunca os mandantes tinham sido tão expulsos de campo na comparação com os visitantes.

Pela primeira vez em oito edições acompanhadas pelo Espião Estatístico, o percentual de vermelhos para os jogadores da casa superam os 50%. Em 2020, os mandantes receberam 39 vermelhos, e os visitantes, 37.

Fonte: Globo Esporte

Descuidos diplomáticos

0

A imprensa publicou, em 2016, que um juiz federal do interior do Paraná estava processando Lula. Surgiram vários processos e o réu fora condenado em todas as acusações presididas por Moro. Ao recorrer, o Tribunal Regional Federal de Porto Alegre não só confirmou as sentenças como aumentou os anos da pena. A sociedade assistia inerte aos rápidos julgamentos como se nunca vira antes. O implacável juiz Moro, ao entrar nos restaurantes em Curitiba, era aplaudido de pé. Onde ia, recebia o afago da população por ser reconhecido como paladino da justiça. Ergueram-se bonecos infláveis gigantes trajados de Superman.
Os advogados de defesa não ganhavam linhas nas ações! A situação demostrava à sociedade brasileira que a justiça é cega e ‘os grandes’ eram presos. E por que Lula foi condenado? Acusaram-no de ter ganhado da OAS um apartamento de cobertura, que teria sido reformado por Dona Marisa. Outro suposto crime seria ter recebido também um sítio em Atibaia, SP. O paladino Moro seguia implacável. Tornou-se herói no Brasil e foi agraciado por um filme onde seu personagem era um super herói que punia bandidos. Diga-se de passagem: o apartamenteco nunca foi reformado, e Moro jamais permitira acesso ao imóvel. O mais estranho é que as notas ficais comprobatórias dos materiais de construção eram de empresas de Curitiba, enquanto o apartamento se localiza em São Bernardo do Campo, SP.
Inicia-se, então, o pedido de prisão de outros políticos envolvidos em corrupção – porém, o foco do então juiz era somente Lula. Moro fora apoiado pelos desembargadores do TRF4, seus amigos de mestrado, que, leram o processo do apartamento em tempo recorde, passando à frente de milhares de processos acumulados. A Procuradoria da Justiça Federal de Curitiba, comandada pelo acusador Deltan Dallagnol. Moro gravou conversas de Lula com Dilma e entregou ao Jornal Nacional da Rede Globo. Lula, enfim, foi preso. Em histeria nacional, o povo estava às ruas para defender a nova moralidade e a justiça! Mas cadê os outros políticos desonestos que estão soltos até hoje?
Dilma sofreu processo de impeachment e foi destituída do cargo; o PT, grande golpe e, nas últimas eleições, não se reergueu. Surge então o Intercep Brasil, que gravou clandestinamente as conversar de Moro, Dallagnol e outros procuradores combinando estratégias e sentenças, algo totalmente ilegal na Justiça. Desmascara-se o falso herói. Com o afastamento de Lula das eleições presidenciais, grande parte do povo brasileiro apaixonado por atitudes mesquinhas, rudes e ilegais do então juiz, escolheu um deputado inexpressivo com discurso radical à presidência que, para compensar, convidou Moro para assumir o Ministério da Justiça.
Moro, erroneamente, vítima de extrema vaidade, larga o cargo de juiz federal e assume o ministério, cuja atuação é pífia. Após meses na ‘geladeira’ bolsonarista, pede demissão da pasta sem sequer ter exercido um gesto em favor aos brasileiros. Bolsonaro declarou, numa ocasião, que Moro forçara-lhe a indicação de ministro do Supremo, cargo vitalício e de poder absoluto. Eis o que Moro planejara: o STF. O presidente ‘descartou-o’ ao saber que a esposa de Moro iniciou uma campanha intitulada “Moro presidente 2022”, eliminando, assim, o concorrente.
Após a quarentena obrigatória, Moro aparece como sócio-diretor da consultoria Alvarez & Marsal no Brasil. Tal consultoria auxiliou o Grupo Odebrecht na recuperação judicial da destruição financeira causada por Moro. Quando do julgamento de Lula, essa consultoria que também defendia a OAS, declarou que o apartamento era da OAS e não de Lula. O estranho é que a OAS entrou em recuperação judicial e contratou os serviços da Alvarez & Marsal. A OAB vê conflitos em atuação de Moro como advogado à A&M.
Deixa-se claro que Moro atuou com Deltan Dallagnol, demais procuradores da República de Curitiba e desembargadores do TFR4 como força para afastar Lula do pleito de 2018. Deu resultado, mas Moro largou a segura carreira de juiz federal para assumir o cargo (temporário) de ministro da Justiça como ‘trampolim’ ao STF: por incompetência, assume agora a iniciativa privada em ajuda àqueles que condenou.
Sem palavras às atitudes apequenadas e às injustiças cometidas, os bonecos infláveis murcharam. O mais lamentável é aos brasileiros ver maus exemplos como Moro, Witzel, Dallagnol e tantos outros que existe podridão em todas as esferas.

Palmas
céu limpo
7.6 ° C
7.6 °
7.6 °
71 %
1.2kmh
0 %
ter
21 °
qua
15 °
qui
22 °
sex
20 °
sáb
18 °