12.4 C
Palmas
terça-feira,1 setembro,2026
Início Site Página 794

VIVE-SE À DERIVA

0

A convicção liberal de Paulo Guedes, ministro da Economia, parece que foi somente fruto de ilusão teórica. A política econômica aplicada pelo governo nesses 20 meses está bem distante do prometido. Guedes afirmou que transformaria o Brasil numa liberal democracia onde o governo seria controlado pelos poucos da elite, lógico, atendendo a seus interesses. Ao assumir o ministério, disse que iria abrir a economia, privatizar, simplificar impostos e descentralizar recursos aos Estados e municípios.

O liberalismo econômico defende a não-intervenção do Estado na economia, e sim à livre-concorrência, ao câmbio-livre e à propriedade privada. Como rejeita o intervencionismo estatal, defende que as decisões econômicas devam ser tomadas por empresas e indivíduos, e não pelo Estado. Parece que a intenção é privatizar todas as empresas estatais, e entregá-las ao capital internacional.

As privatizações, segundo Guedes, renderiam ao Tesouro 1 trilhão de reais, mas nenhuma empresa estatal foi privatizada neste governo. Única realização foi a aprovação da Reforma da Previdência já realizada pelo empenho do Congresso e construída pelo governo de Temer. Na semana passada, Guedes enviou ao Congresso a primeira parte de uma proposta tímida e modestíssima de sua Reforma Tributária.

Guedes, além de cuidar dos problemas econômicos e financeiros decorrentes da crise do covid-19, terá que executar uma política econômica para cumprir suas promessas de crescimento. Deve também apresentar a tal reforma administrativa e o plano de privatizações que vinha prometendo. Ele é um grande devedor de um plano de retomada do desenvolvimento e do crescimento. Ele é só um teórico e nunca exerceu função pública.

Essa fantasia liberal que este governo prega é apenas uma das faces malvadas de um governo composto por pessoas despreparadas para governar o Brasil. Estão dirigindo o país com ideias confusas, desagradáveis, malfeitas sem coerência. No início, ao assumir o governo, o grupo não apresentou plano de ação e projeto ao Congresso: não tinha, não pensava que ganharia e a equipe ainda está perdida, sem saber o que fazer.

O governo segue com uma conversa de resgate ao conservadorismo nos costumes como se isso fosse cindir a essência do Liberalismo e o combate à corrupção. Vê-se o fervor de Bolsonaro em defender seus interesses e os da sua família: pede a volta da ditadura, em seguida, está de mãos dadas com o Centrão e defendendo o fórum privilegiado de Flávio Bolsonaro.

Vive-se o desastre provocada pela pandemia; é certo, um dos piores momentos da história moderna do Brasil. Só por milagre, viver-se-á nesta década a recuperação. Até mesmo em catástrofes podem emergir coisas boas, pois as debilidades deste governo que não governa, seguem ainda em campanha política. Guedes, Araújo, Damares, Salles e ex-Weintraub expõem fragilidade do governo que, sem apoio e rumo, navega por águas revoltas com alto risco de afundar

TODOS OS DIAS SÃO DOS PAIS

0

Ser pai é mais que uma jogada de marketing. Se liguem, que é bem isso o que querem.

Quer discutir paternidade? Conte quantas vezes levantou de madrugada para dar banho frio quando seu bebê estava ardendo em febre. Quantas fraldas trocou, quantas mamadeiras preparou, quantos pratos de mingau cozinhou?

Ou diga, quantas vezes parou para escutar as perguntas que só queriam descobrir o mundo? Ou ainda quantas vezes largou tudo para participar de uma reunião na escola?

Quer falar em paternidade? Quantas noites geladas saiu da cama quente de madrugada para buscar seu adolescente na balada e ainda ser abordado pela polícia com bafômetro e opressão? Quantas vezes se molhou na chuva segurando o guarda chuvas quase se curvando para o baixinho(a)?

Quantas vezes sentiu a dor de um bracinho quebrado e ficou junto no hospital segurando a mãozinha gelada? Quantas vezes foi perguntado se iria doer e responde que sim, “mas estou aqui”? Quantas vezes chorou ao relento porque a pessoa que você mais ama tem um problema sem solução?

Quer falar de paternidade? Você tem filhos? Mesmo? Ou apenas está aí de mi mi mi com a pensão alimentícia atrasada ou com aquele abraço, colo ou beijo há anos desejado?

Os tempos são outros e as empresas de marketing estão apelando para tudo. Mas ser pai não tem a ver com apelação e sim com responsabilidade… e amor.

Ser pai não tem nem a ver com espermatozóides, mas sim com a coragem de assumir, em vez de abandonar mulheres à mercê delas mesmas, terem que explicar sozinhas os motivos da ausência de um pai.

Não é sobre diversidade que estou a discorrer, mas sobre a autenticidade de se ter uma criança nos braços e ter a certeza de que pode chamá-la de filho, porque é pai de verdade… Ou mãe… Ou os dois… Seja quem você queira ou precise ser.

Homenagem de Rodrigo Kohl Ribeiro e família a todos os pais que sabem o verdadeiro sentido da paternidade, a todas as mães que são pais, a todos os pais que são mães e a todas as famílias que criam seus filhos com amor, respeito e limites.

OAB envia à Câmara sugestões para a reforma tributária; aumento da carga para prestadores de serviço preocupa

0

A OAB Nacional entregou nesta segunda-feira (3/8) ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e ao Ministério da Economia, um documento defendendo uma reforma tributária mais ampla e ousada do que a apresentada pelo governo federal. Para a Ordem, o atual sistema está com “prazo de validade vencido”, sendo necessária uma proposta “mais ousada, ampla, que aproxime o país de outros sistemas tributários mais modernos. Devemos buscar a simplificação e, ao mesmo tempo, a justiça fiscal”, afirma a entidade.

O documento com as sugestões da advocacia é assinado pelo presidente nacional da Ordem, Felipe Santa Cruz, pelo procurador tributário da entidade, Luiz Gustavo Bichara, e pelo presidente da Comissão Especial de Direito Tributário, Eduardo Maneira. Como membro da Comissão Especial de Direito Tributário do Conselho Federal da OAB, o conselheiro seccional paranaense Fábio Artigas Grillo tomou parte do grupo de trabalho que elaborou as recomendações.

Prestadores de serviço
Para Grillo, um aspecto preocupante do projeto de lei em discussão é a elevação da carga tributária para os prestadores de serviço. “Não se pode aceitar que um projeto de lei que vise ajustar e simplificar a legislação das contribuições sobre a receita ou faturamento termine por aumentar substancialmente a carga tributária dos prestadores de serviço, em especial da advocacia. O projeto em discussão tem com uma de suas premissas a neutralidade, ou seja, a meta de que não implique, com as alterações, em aumento da carga tributária. Especificamente quanto aos prestadores de serviço, o que se verifica é uma elevação abrupta da alíquota atualmente cobrada, de 3,65%, para um patamar que, em regra geral, ficará em 12%. É um aumento substancial, e por isso inadmissível, da carga tributária sobre as receitas das sociedades de advogados”, observa.

O tributarista ressalva que basicamente as sociedades inscritas no Simples estão fora dessas alterações. “Esse aspecto é positivo, porque preserva muito os iniciantes na profissão e toda a advocacia que se vale desse regime extremamente benéfico de tributação federal”, considera. Grillo, contudo, avalia que há diversos aspectos a serem revistos. No que tange à advocacia, o principal é a já citada necessidade de que não haja um salto brusco da carga tributária, com a busca da neutralidade. “É fundamental para que a advocacia, nesse momento de retomada, não seja onerada excessivamente”, completa.
Contribuição
“A OAB defende uma verdadeira e ampla reforma tributária, e por isso a prioridade deve ser dada para as Propostas de Emenda Constitucional (PECs) que estão no Congresso. Mas, como contribuição ao debate, também apresentamos sugestões de alteração ao projeto de lei do governo, que cria a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS)”, afirmou Santa Cruz, em referência à proposta de trocar o PIS e a COFINS por um único imposto. Para a OAB, essa medida não apresenta nenhuma mudança estrutural no Sistema Tributário Brasileiro, tão necessária para a retomada da economia brasileira. Segundo a Ordem, o projeto não pode ser tido como uma verdadeira reforma tributária, tratando-se apenas de uma mera atualização dos dois tributos já existentes.

“Manifestamos nosso apoio a uma reforma ampla e que inclua estados e municípios, sem representar aumento de carga tributária. Expusemos os pontos que são relevantes para a advocacia, que foram bem recebidos, e serão considerados nos debates sobre a reforma tributária”, explicou Luiz Gustavo Bichara. A OAB entende ainda que o momento oferece uma oportunidade histórica de fortalecer o modelo federativo, aposentando um modelo que produz distorções gravíssimas há tempos. A Ordem afirma ainda que irá participar ativamente para contribuir no aperfeiçoamento do projeto de reforma tributária.

A lista de emendas sugeridas pela OAB ao Projeto de Lei nº 3.887/2020 contempla os seguintes pontos:

1 – Necessidade de um ajuste redacional para efetivar a adoção do crédito financeiro;

2 – Aumento escalonado da alíquota de CBS devida pelos profissionais liberais de profissão regulamentada até o patamar de 12%;

3 – Possibilidade de se excluir as perdas com inadimplência da base de cálculo do tributo;

4 – Repasse compulsório do tributo no preço aos contratos vigentes;

5 – Adoção de um prazo para o ressarcimento em espécie do crédito eventualmente acumulado;

6 – Extensão da isenção para as entidades previstas no art. 13 da Medida Provisória 2.158-35/2001, que atuam em prol do interesse público e não têm finalidade lucrativa.

Confira aqui a íntegra do documento.

Com informações do CFOAB

Crédito de imagem: Freepik

Fonte: https://www.oabpr.org.br/

PGE libera mais de R$ 6 milhões em pagamento para dativos

0

A Procuradoria Geral do Estado (PGE) divulgou nesta segunda-feira (3) a lista de pagamentos da advocacia dativa, que contemplará os requerimentos apresentados até 15 de abril, e prioritários até até 30 de julho. Ao todo serão pagos R$ 6.332.375,30. Foram analisados 8.086 pedidos e 555 revisões

A previsão de pagamento é de 17 de agosto, podendo ocorrer antes. A OAB Paraná, por meio de sua diretoria e da Comissão da Advocacia Dativa, presidida por Sabrina Becue, vem mantendo contatos diários com a PGE, solicitando atenção especial para a agilização dos pagamentos dos honorários.

O empenho da seccional para que os pagamentos fossem priorizados envolvem também diálogos com a Casa Civil e outros órgãos do Executivo. Com essa listagem, a PGE coloca em dia os pagamentos aos advogados dativos, atendendo aos pedidos feitos pela Seccional.

Fonte:https://www.oabpr.org.br/

SOCIAL

0

Após vitória por finalização, Jennifer Maia disputará cinturão no UFC

0

A exibição convincente na vitória sobre Joanne Calderwood, por finalização com chave de braço, no UFC em Las Vegas, no sábado passado, garantiu à paranaense Jennifer Maia a chance de disputar o cinturão do peso mosca. Elogiada pela performance, a brasileira, elogiada pelo presidente da franquia, Dana White, foi anunciada como desafiante de Valentina Shevchenko, dona do cinturão na divisão feminina até 57kg.
Jennifer Maia, que logo depois da grande vitória pediu a chance de disputar o cinturão, foi atendida pelo chefão, que a confirmou como próxima desafiante, durante a coletiva pós-evento. A própria campeã já se manifestara positivamente pelo duelo, em postagem nas redes sociais. “Vejo você em breve, Jennifer Maia”, publicou Shevchenko no Twitter.
“Essa é a luta (Shevchenko x Jennifer), ela pareceu ótima. Tenho muito respeito pela JoJo (Joana Calderwood), ela vem treinando duro e levando a carreira muito a sério. Se mudou para Las Vegas…Mas Jennifer estava incrível hoje (sábado). Faz sentido que ela lute com a Valentina”, declarou Dana White na coletiva depois do evento.
oanne Calderwood, número três no ranking peso mosca, seria, teoricamente, a futura desafiante de Valentina. Entretanto, a escocesa aceitou substituir Viviane Araújo, que enfrentaria Jennifer Maia, mas testou positivo para COVID-19 e foi substituída por JoJo, que viu a chance de disputar o cinturão adiado com a derrota para a lutadora de Curitiba.
Jennifer Maia, de 31 anos, que se recuperou na divisão com a vitória sobre a escocesa, disse que treinou muito jiu-jítsu na Chute Boxe, em Curitiba, pois sabia que poderia aproveitar uma brecha para finalização. “Eu queria mostrar uma nova Jennifer, eu já treino jiu jitsu há muito tempo, mas ainda não tinha conseguido mostrar meu jogo no UFC. Acho que surpreendi a todos. Lembrei dos treinos, fui escalando e peguei o braço. Ouvi o treinador dizendo para não soltar o braço e isso foi importante para finalizar”, enfatizou.
A paraense agradeceu Shevchenko pela postagem aprovando o duelo pelo cinturão e disse se sentir preparada para disputar o título. “Estou feliz e pronta para lutar contra a Valentina. Fiquei feliz que ela tenha acompanhado a luta e tenha sentido isso também”, frisou a futura desafiante.
Brasileiros e cinturão
Com Jennifer Maia, o Brasil já tem três lutadores que poderão entrar para a galeria de campeões nos próximos meses. O mineiro Paulo Borrachinha disputará o título dos médios (84kg) contra o nigeriano Israel Adesanya, em duelo acertado para o UFC 253, em 19 de setembro. Nos meio-médios (77kg), Gilbert Durinho vai encarar Kamaru Usman, também da Nigéria, ainda sem data definida.
Bônus
Além da chance de disputar o título, Jennifer Maia saiu do UFC em Las Vegas como bolso mais cheio. A paranaense foi premiada com o bônus de US$ 50 mil (R$ 261 mil) pela ‘performance da noite’. O brasiliense Vicente Luque, que nocauteou o jamaicano Randy Brown no card principal, também garantiu o prêmio extra pela exibição.

https://www.df.superesportes.com.br/

Palmas
chuva fraca
12.4 ° C
12.4 °
12.4 °
99 %
2.5kmh
100 %
ter
14 °
qua
20 °
qui
21 °
sex
21 °
sáb
14 °