



A Câmara Municipal de Palmas realizou nesta segunda-feira (27), a partir das 17 horas, uma Sessão Itinerante às margens da PRC 280. O ato foi uma forma de chamar a atenção do Governo Estadual sobre as péssimas condições de trafegabilidade da rodovia, o que já ocorre ao longo de vários anos, provocando, inclusive, acidentes e mortes.
Durante a Sessão, os vereadores discursaram e falaram que as operações “tapa buracos” não têm mais resolvido a situação, pois não duram muito tempo. Ao todo, além dos prejuízos já causados, apenas neste ano segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE) foram 75 acidentes, 63 feridos e seis mortes.
Vale destacar, que o vereador Paulo Bannake já havia levantado a ideia da realização desta Sessão Itinerante ainda no ano passado, porém, alguns deputados pediram calma aos vereadores e garantiram que a situação se resolveria, o que, infelizmente, não aconteceu.
Já o Presidente do Legislativo, Marcos Antônio da Silva Gomes, destacou que as cobranças são feitas há anos, porém as autoridades estaduais nada fazem. “Espero que desta vez o Governo do Estado se sensibilize com a população do município de Palmas e também com todas as pessoas que utilizam esta rodovia”.
Todas as reivindicações apresentadas pelos vereadores serão encaminhadas ao Governo Estadual e aos Deputados que representam a região para que enfim, desta vez, olhem para o corredor do Sudoeste e resolvam a situação.
Fonte: Facebook Câmara Municipal de Palmas – Paraná
O município de Palmas tem 74 pacientes recuperados da Covid-19. A informação consta em boletim divulgado nesta terça-feira (28) pela Secretaria Municipal de Saúde.
De acordo com o informe, o município contabiliza 76 casos, sendo dois ainda ativos e em isolamento. O setor de saúde monitora 60 pacientes que apresentam sintomas gripais. Estão sendo aguardados os resultados de exames de 57 casos.
Fonte: Portal RBJ
Guilherme Zimermann
Para o Presidente da OAB, Eduardo Tobera Filho, as Fake News e informações falsas, bem como, as conhecidas ofensas pessoais sem propósito de inclusão à melhorias municipais são inconvenientes e estorvos eleitorais, que impedem o eleitor, cidadão de bem, de fazer uma escolha justa e prudente dentro de verdadeiras propostas.
Para derrubar esse mal esquizofrênico que sobrevoa todas as eleições, a educação e a ética são as ferramenta imprescindíveis, porém, devem se iniciar com os próprios candidatos, ressalta o Presidente.
E essa afirmação fica clara, quando se observa e percebe que a população está mais atenta e atuante nas questões de políticas municipais e nacionais. Hoje grande parte da população já identifica as Fake News e percebe quando alguns pré-candidatos iniciam ataques pessoais e ofensas contra os demais, com o único intuito de angariar votos e desmerecer o adversário.
Pena, pois não notaram que a população já observa e decorou essa infeliz tática, e está excluindo essas pessoas da possível lista de votos.
Felizmente.
Tanto na vida política como na profissional, algumas infelizes pessoas para se destacar, ganhar votos, e conseguir um trabalho tentam “derrubar” o outro, falar mal, ameaçar ou desmerecer o trabalho do terceiro. Ora, só faça o bem e seu trabalho e/ou sua campanha bem feita, que o resultado será mera consequência, enfatiza o Presidente.
Por conta disso, que a educação eleitoral e de políticas públicas e profissionais, precisa alcançar também os pré-candidatos e seus assessores, que têm de estar conscientes do valor de debater ideias, plataformas eleitorais, dúvidas da população, e também das penalidades existentes para quem dissemina notícias falsas e ataques pessoais destaca Eduardo Tobera , presidente da OAB Palmas.
O Presidente Tobera finalizou alertando que a Comissão Eleitoral da OAB Palmas, através de seu Presidente Dr. Luiz Fernando Tesseroli e seus demais membros, fiscalizarão 24 horas por dia essas FaKe News, ataques e demais crimes eleitorais a fim de defender a democracia e a população para participarem de eleições justas e limpas.
Fonte: OAB
A escolha direta da representação de qualquer grupo social organizado ou instituição da sociedade civil, tal qual a escolha dos representantes do povo nos poderes Executivo e Legislativo, apresenta-se como a mais fidedigna expressão da democracia. É o nascedouro inspirador desse regime, que se funda exatamente no poder emanado da coletividade, a soberania do povo. Não por acaso, as Constituições Democráticas, a exemplo da nossa, abrem suas redações estabelecendo exatamente essa premissa de que todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido. A expressão mais adequada seria aquela dita pelo ex-presidente da OAB, Bernardo Cabral, na condição de relator da comissão de sistematização da Constituição de 1988: “Todo poder emana do povo, mas com ele será exercido e não em seu nome”.
Esse fundamento está na origem da democracia e como bem lembra Canotilho, “a legitimação do domínio político só pode derivar do próprio povo e não de qualquer outra instância fora do povo real (ordem divina, ordem natural, ordem hereditária, ordem democrática); o povo é, ele mesmo, o titular da soberania ou do poder, o que significa: (i) de forma negativa, o poder do povo distingue-se de outras formas de domínio não populares (monarca, classe, casta); (ii) de forma positiva, a necessidade de uma legitimação democrática efetiva para o exercício do poder (o poder e exercício do poder derivam concretamente do povo), pois o povo é o titular e o ponto de referência dessa mesma legitimação – ela vem do povo e a este se deve reconduzir; a soberania popular – o povo, a vontade do povo e a formação da vontade política do povo – existe, é eficaz e vinculativa no âmbito de uma ordem constitucional materialmente informada pelos princípio da liberdade política, da igualdade dos cidadãos, de organização plural de interesses politicamente relevantes, e procedimentalmente dotada de instrumentos garantidores da operacionalidade prática deste princípio”. (CANOTILHO, J. J. Gomes. Direito Constitucional e Teoria da Constituição. 2ª Edição. Coimbra: Ed. Almedina, 1998 pág. 281).
Escrevo esse artigo poucas horas antes de presidir o painel A Democracia Possível e a Relação entre os Poderes, marcado pela fala do notável jurista nacional Nabor Bulhões, no I Congresso Digital, realizado pela Conselho Federal da OAB.
A necessidade de escrever veio das reflexões em torno desse tema tão especial para a advocacia, a Democracia. Não há outra profissão tão identificada com esse valor como o a advocacia. Em verdade, desde a história antiga, os advogados apareciam como defensores desse regime de governo e, no Brasil, a Ordem dos Advogados, desde sua constituição mostrou-se indissociável da sua defesa.
O juramento do advogado traz esse compromisso intransigível de defender a ordem jurídica do Estado Democrático. E um juramento que acompanha a advocacia desde seu início e é por isso que a classe, historicamente, em todas as crises de autoritarismo no país, desempenhou papel essencial de resistência e de luta pela redemocratização.
Ou seja, está na essência da profissão de advogar a defesa do regime democrático e, por consequência, também da forma de escolha de representantes, com adoção de um sistema capaz de traduzir a vontade da maioria, legitimando o líder maior pelo debate direto com os eleitores, o que tem no voto direto, no nosso modo de entender, a mais adequada forma de escolha.
A OAB-PR e o CFOAB vêm discutindo a reforma eleitoral na instituição. Dentre os pontos em debate estão as eleições diretas para a diretoria do Conselho Federal. Atualmente, essa eleição é realizada no colégio eleitoral formado por 81 conselheiros federais, representando as 27 seccionais, através de voto de bancada. A eleição, portanto, é indireta e federativa. Embora os advogados escolham quem serão os conselheiros federais representantes da seccional, não existe votação direta para a diretoria do Conselho Federal.
Essa forma de escolha traz distorções, gerando um grande abismo entre a presidência do Conselho Federal e a base da advocacia, porque não existe sequer um debate entre o candidato a presidente e essa base, quanto mais a escolha por quem compõe os quadros da OAB. Pouco se conhece das ideias e projetos do candidato, pois não existe um diálogo prévio com a advocacia, não há ao menos uma divulgação ampla de projetos, de plataforma de propostas e nem mesmo os advogados e advogadas têm a oportunidade de conhecer as propostas ideológicas, na defesa da Constituição e da Democracia, dos direitos humanos e das garantias fundamentais, que o candidato propõe a fazer. Na realidade, quando a advocacia vota nos candidatos das subseções e dos conselhos seccionais, cuja chapa também abrange os três conselheiros federais, ela sequer sabe quem será o candidato a presidente do Conselho Federal.
Por outro lado, essa eleição em colegiado priva o candidato do contato direto com a base da advocacia, o que poderia contribuir também para a construção de seu projeto de gestão. Muito embora via de regra os presidentes do Conselho Federal sejam dirigentes de Ordem já experimentados em outras funções da instituição, eles trazem as realidades de suas seccionais e não do país continental que vive situações diferentes nas diversas regiões que o compõem. E mesmo que a diretoria também seja, via de regra, composta por diretores que vêm de cada uma das cinco regiões do país, nada é tão salutar ou capaz de substituir a riqueza do debate e do diálogo direto com a classe.
A OAB-PR, por unanimidade, em sessão realizada no dia 8 de maio deste ano, deliberou por eleições diretas para presidente do Conselho Federal. É eloquente e adequada a citação feita pela comissão relatora, composta pelos conselheiros seccionais Luiz Fernando Casagrande Pereira, Adriano Gameiro, Cristina Bichels Leitão e Ítalo Tanaka Junior: “Representar, no sentido político, segundo Bobbio, significa refletir a opinião. Como é que se pode considerar que o presidente da diretoria do Conselho Federal reflete a opinião dos advogados se sua eleição esteve fora da pauta de discussão do processo de escolha direta? Foi com o apoiamento mínimo de quem não tem mais mandato que a chapa foi lançada. Quando os conselheiros federais eleitos chegam, o jogo já está jogado. Esse sistema eleitoral é nitidamente inadequado.”
Uma instituição que tem tanto compromisso com a defesa da democracia não pode abrir mão da escolha direta de seu líder maior, porque essa forma é a que mais legitimidade dá ao discurso democrático. Escolha indireta, sem vínculo algum do candidato a presidente com as eleições para as subseções e o conselho seccional, prejudica a autoridade da OAB como defensora maior da democracia, a qual foi construída exatamente pela luta de seus integrantes em defesa do Estado Democrático de Direito no país.
A atual diretoria do Conselho Federal propôs esse debate, que está ocorrendo no âmbito da comissão nacional da reforma eleitoral na OAB, presidida pelo vice-presidente Luiz Viana Queiroz. A base da advocacia aguarda ansiosa o avanço dos trabalhos e a concretização dessa mudança, ainda na atual gestão. A OAB-PR já se posicionou e lutará para que a vontade da advocacia se torne realidade.
Cássio Lisandro Telles, presidente da OAB Paraná.
Fonte: https://www.oabpr.org.br/
Sempre falo para as pessoas que minha luta não é contra as pessoas obesas, mas sim contra a obesidade. Por que falo isso? Esse problema traz muitas consequências negativas para a saúde e agora mais recente essa situação de a célula de gordura servir de estopim para piorar o quadro clinico de pacientes com COVID-19 pois ela é uma célula que secreta alguns hormônios inflamatórios e isso pode facilitar a formação de trombos na corrente sanguínea, isso pode levar a pessoa a precisar de ventilação mecânica.
Mas além do próprio excesso de peso causar essas facilidades para o agravamento para covid-19 outros agravantes vem com ela, diabetes, hipertensão, hiperlipidemia e várias outras doenças que aceleram o processo de infecção e dificultam o tratamento. A boa notícia é que você pode começar a se prevenir em casa mesmo. Abaixo irei listar algumas pequenas mudanças que você pode adotar se quiser e já estará se afastando do perigo.
1° Comece mudando hábitos alimentares, coma menos do que estava comendo antes;
2° Mexa-se, faça algum exercício em casa mesmo. Isso irá fazer com que você gaste energia e isso fará você emagrecer;
3° Descanse, não fique até tarde no celular ou TV isso fará com que seu corpo trabalhe de forma desregulada;
4° Estipule metas semanais de pesagem como desafio pra você;
5° Anote cada conquista na sua semana;
6° Use mascara se for fazer alguma atividade física ao ar livre;
Mas o mais importante é não se deixar sucumbir nessa quarentena e comer como se não houvesse amanhã, isso fará com que você ganhe muito peso. Sei que é difícil falar para não comer em um tempo onde ficamos ociosos, vale a pena pensar como você estará após à pandemia? Pense nisso.
Fonte: Leia mais em: https://saude.abril.com.br/medicina/obesidade-fator-de-risco-covid-19-coronavirus/
Quer saber mais sobre EMAGRECIMENTO, me segue nas redes sociais: Instagram: @joziasfortunatopersonal Facebook: Jozias Fortunato Personal Trainer. Me chama para um bate papo que irei lhe propor uma solução definitiva para seu emagrecimento.
Jozias Fortunato
(Cref: 028591-G/PR)
Personal do Emagrecimento
Coach de Emagrecimento
Esp. Hipnoterapia para Emagrecimento
Esp. Programação Neurolinguística (PNL) para Emagrecimento
Criador do Método M.A.G.R.A
Criador da Consultoria Online MAGRA EM CASA
Especialista em Treinamento para Emagrecimento
WhatsApp: (46)984006452
O governo pede que o STF suspenda, por decisão liminar, a retirada dos perfis das redes sociais até que a ação seja levada ao plenário. O impressionante é que a medida do STF foi justamente para tentar desativar essa rede de falsidade e mentiras que visa confundir a população. O governo, de forma a atender a Bolsonaro, solicita que os perfis que espalham notícias mentirosas continuem a confundir as pessoas mais humildes e desprovidas de condições de entender quais as informações verdadeiras e as manipuladoras.
Na semana passada, a Câmara dos Deputados aprovou o novo Fundeb, após três anos em tramitação, inúmeras negociações com governo, entidades educacionais e mais de 150 debates na Câmara dos Deputados, finalmente, pôs fim às incertezas que ameaçavam a educação brasileira. O governo foi contra e, ao final, Bolsonaro declarou que venceu ao apoiar tal aprovação. Muitos ainda acreditam nele.
Dá a impressão que tais posições em confundir o povo visam à concentração do poder em um líder supostamente carismático capaz de liderar uma revolução cultural baseada em valores da família patriarcal, na religião e no nacionalismo, que somam ao culto da violência e ao individualismo para que os mais fortes vençam. Usam antipolítica e luta contra establishment globalista, com intenção de aniquilamento de ideias que os enfrentem.
A Educação é outro setor no qual essa política atrasada só produziu destruição com efeitos na piora da qualidade e equidade do ensino que serão percebidos em médio prazo. O negacionismo ambiental está impactando as exportações do Brasil, principalmente o agronegócio. As falhas nas políticas públicas ficarão cada vez mais evidentes, devido aos fracassos nas áreas de saúde, meio ambiente e direitos humanos.
O Brasil foi uma sociedade escravagista e é fácil entender os diferentes níveis de desigualdade na história com fatores econômicos, culturais e tecnológicos. Houve nos dois recentes governos uma redução de desigualdade permitindo então prosperidade econômica, crescimento e desenvolvimento. Atualmente, atravessa-se um caos, cuja recusa em redistribuir a riqueza é um erro histórico, porque todos poderiam beneficiar-se de um sistema mais justo, próspero e com mais desenvolvimento.
Toda sociedade humana precisa justificar suas desigualdades e encontrar motivos a sua existência ou corre o risco de desabar: convive-se com altas taxas de desemprego, baixos níveis de ocupação, pobreza e largas desigualdades. A responsabilidade é da sociedade como um todo, e faz parte da cidadania plena adotar políticas de inclusão no dia a dia.
Aqui não é o Egito, todavia, as pragas têm caído sobre o Brasil desde o início deste governo: derramamento do petróleo na costa brasileira, estouro de Brumadinho, fogo na Amazônia, Pará e Mato Grosso, matança por policiais, massacre de Suzano e de Paraisópolis, Covid-19, e esta política que destrói empregos, florestas, posição internacional, saúde e os mais fracos. O país passará em situação deplorável quando pessoas desempregadas recentemente deixarem de receber seguro desemprego e auxílio de R$ 600,00. Com mais desemprego, milhares de pessoas passarão a viver nas ruas, sem esperança: o caos está batendo à porta. A sociedade precisa ser muito mais participativa como, por exemplo, não tolerar gastos e desvios exorbitantes de verbas públicas, assistir ao presidente apenas administrar interesses próprios e conflitos familiares, e passear de moto enquanto a semana terminará beirando cem mil vítimas fatais da pandemia!