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domingo,27 setembro,2026
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Agosto Lilás: Conselho da Comunidade promove palestra sobre o enfrentamento à violência contra a mulher na Sudati

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Em alusão ao Agosto Lilás, mês dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher, o Conselho da Comunidade realizou uma palestra na empresa Sudati, com o objetivo de promover a reflexão e ampliar a conscientização sobre a prevenção e o combate à violência doméstica e familiar.
A atividade foi conduzida por Simone Maier, psicóloga do Conselho da Comunidade, e Jonathan Willian, residente jurídico da instituição. Durante a palestra, foram abordados temas relacionados ao mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher, a importância da prevenção, a responsabilização pelos atos praticados e a busca por formas não violentas de resolução de conflitos.
O Conselho da Comunidade é responsável por ministrar o Grupo Reflexivo para Homens Autores de Violência (GRHAV), realizado como medida judicial imposta em sentença condenatória. O grupo tem como objetivo promover a autorresponsabilização dos agressores, além de demonstrar caminhos diversos para a solução de conflitos sem o uso da violência, buscando evitar a reincidência nesses casos de violência doméstica.
Além da atuação no GRHAV, o Conselho da Comunidade também participa da execução penal, fiscalizando as apresentações periódicas em juízo e a prestação de serviços à comunidade.
Durante o encontro na Sudati, Simone e Jonathan destacaram a importância de discutir o tema da violência contra a mulher não apenas no âmbito judicial, mas também nos espaços de convivência da sociedade. A conscientização é considerada uma importante ferramenta para identificar comportamentos violentos, estimular relações baseadas no respeito e contribuir para a prevenção de novos casos.
A realização da palestra na Sudati reforça a importância da parceria entre instituições e empresas na promoção de ações educativas durante o Agosto Lilás. A iniciativa contribui para ampliar o debate sobre a violência contra a mulher e fortalecer uma cultura de respeito, prevenção e enfrentamento à violência doméstica e familiar.

180 — Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher. É gratuito, funciona 24 horas, recebe denúncias e orienta sobre serviços de proteção. Também atende pelo WhatsApp: (61) 9610-0180.
181 — Disque-Denúncia (Paraná): permite denunciar violência de forma anônima.

Rodrigo João Pimenta lança campanha para deputado federal com carreata e mobilização em Palmas

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Candidato de Palmas inicia oficialmente sua caminhada rumo à Câmara dos Deputados e apresenta prioridades para o Paraná.

PALMAS (PR) — O domingo marcou o início oficial da campanha de Rodrigo João Pimenta rumo à Câmara dos Deputados. Único candidato a deputado federal de Palmas (PR), Pimenta reuniu equipe, lideranças e apoiadores em uma carreata pelas ruas da cidade, dando início a uma campanha pautada pela presença nos municípios e pela escuta da população.

A mobilização reuniu mais de 50 pessoas entre equipe, apoiadores e representantes da comunidade. A proposta é percorrer diferentes cidades do Paraná ao longo da campanha, conhecendo demandas locais e buscando transformá-las em pautas de atuação no Congresso Nacional.

A data também marcou o lançamento da plataforma SOS Pimenta, criada pelo Via Eleitor, que recebe demandas e solicitações da população. Saiba mais em www.sospimenta.com.

“Quero fazer uma campanha que não fique limitada a gabinete ou a discurso pronto. Junto com a Lu Bonatto, entendemos que é preciso estar nas cidades, ouvir as pessoas e entender aquilo que realmente precisa ser enfrentado. É daqui que começa a nossa caminhada”, afirma Pimenta.
Entre as prioridades estão saúde pública, educação, saneamento básico, proteção às mulheres vítimas de violência doméstica, combate à exploração e ao abuso sexual de crianças e adolescentes, defesa das famílias e liberdade religiosa, além da busca por investimentos e recursos para os municípios.

A iniciativa “Pimenta na Estrada” será uma das principais frentes da campanha, levando o candidato aos municípios da região para ouvir comunidades, lideranças e entidades e identificar problemas e oportunidades locais.

Rodrigo João Pimenta (2070) é candidato a deputado federal pelo Podemos e integra, ao lado da candidata a deputada estadual Lu Bonatto (20000), a chapa que busca representar o Sudoeste do Paraná.

Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo WhatsApp 46 98820-4604.

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5 CUSTOS QUE O CORRETOR PRECISA ORIENTAR O COMPRADOR ANTES DA COMPRA DE UM IMÓVEL

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Quando falamos de uma negociação imobiliária, um dos primeiros pontos que precisam ser considerados é a previsibilidade dos custos que demandam recursos próprios do comprador.
Inicialmente, precisamos ter clareza de que o preço do imóvel não é o custo total da compra.

O mercado imobiliário está cheio de profissionais que ainda não se prepararam para conduzir um atendimento que exige esse nível de planejamento e orientação. E isso não significa que não querem ter este atendimento; significa que ainda estão em aprendizado.

Por isso, busco passar o conhecimento de quem já está há mais de uma década no mercado e já aprendeu errando.

E olha só que interessante: um dos erros mais comuns no atendimento imobiliário acontece quando o corretor apresenta o imóvel, calcula a entrada, simula o financiamento e comemora quando encontra uma parcela que cabe no orçamento do cliente.

O problema é que a parcela caber no bolso não significa que o comprador esteja financeiramente preparado para concluir a aquisição. Tudo isso porque existem outros custos envolvidos na compra de um imóvel e, se eles não forem apresentados com antecedência, podem surgir problemas justamente na reta final da negociação.

Estas informações são extremamente significativas para o corretor. Isso não pode ser tratado como mais uma informação; é uma questão de gestão da venda.

Imagine se, durante a jornada de compra, o comprador descobre uma despesa inesperada? Este fato pode trazer uma desistência do negócio por simplesmente não ter recursos para avançar. E, se ele conseguir levantar esses recursos, a operação pode atrasar.

Por isso, listei aqui 5 custos que o comprador precisa considerar durante a aquisição de um imóvel, antes de fechar o negócio. São despesas que podem impactar diretamente o planejamento financeiro da compra e que, quando não são previstas com antecedência, podem comprometer o andamento da negociação.

Minha sugestão é que você faça uma leitura atenta e, principalmente, incorpore essas informações aos seus atendimentos. Afinal, orientar o cliente sobre o custo total da aquisição também faz parte de uma venda bem conduzida.

Quais custos o comprador precisa considerar além da entrada e da parcela?

Quando a aquisição é feita por meio de financiamento, alguns custos precisam ser previstos desde o início da negociação. São despesas que podem impactar diretamente o planejamento financeiro do comprador e, por isso, precisam entrar na conversa antes do fechamento do negócio.

1. Custo da avaliação do imóvel

A CAIXA trata essa cobrança como um valor relacionado à avaliação do imóvel, realizada para verificar seu valor e sua utilização como garantia da operação. A cobrança ocorre no processo de solicitação da avaliação. Na prática, o valor pode variar conforme a operação. Nas operações que acompanhamos, esse custo costuma ficar em torno de R$ 750, mas o valor deve ser confirmado na tabela vigente da CAIXA.

Esse custo, em regra, é de responsabilidade do comprador. Entretanto, em algumas negociações, o vendedor pode se propor a assumir esse valor como forma de contribuir para a viabilização do negócio. Para o corretor, o importante é que essa despesa seja apresentada ao comprador antes do avanço da operação, evitando que ele seja surpreendido durante o processo.

2. Custos e tarifas relacionados à contratação do financiamento

No financiamento habitacional, o comprador pode ter custos relacionados à própria operação de crédito, que precisam ser considerados no planejamento financeiro da compra. As condições e tarifas podem variar conforme a modalidade de financiamento, por isso os valores vigentes devem ser consultados na Tabela de Tarifas da CAIXA.

Além disso, o Custo Efetivo Total (CET) permite uma visão mais ampla do custo da operação, considerando os diferentes componentes envolvidos no crédito. Para o corretor, o ponto principal é não olhar apenas para o valor da parcela: é necessário orientar o comprador a conhecer os custos que fazem parte da operação e identificar quais valores serão efetivamente desembolsados durante a contratação.

Também é importante separar os custos obrigatórios da operação de eventuais produtos ou serviços bancários adicionais que possam ser oferecidos ao cliente. O corretor deve evitar apresentar esses produtos como condição obrigatória para a contratação do financiamento sem que exista essa exigência formal na operação.

3. ITBI — Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis

O ITBI é um imposto municipal incidente, em regra, nas operações de transmissão onerosa de imóveis. Em uma compra e venda convencional, normalmente o imposto é de responsabilidade do comprador. Porém, o cálculo e a alíquota dependem da legislação do município onde o imóvel está localizado.

Esse detalhe é importante para o corretor. Não basta dizer ao cliente: “Você vai pagar o ITBI.” O profissional precisa orientar o comprador a verificar quanto esse imposto representará naquela operação específica. Isso permite que o cliente faça uma previsão financeira mais realista e saiba, desde o início, quanto precisará reservar além da entrada.

4. Registro do imóvel

O registro do título no Registro de Imóveis é a etapa que formaliza a transferência da propriedade perante o registro imobiliário. Para mim, é um dos momentos mais importantes de toda a aquisição: é quando o comprador pode olhar a matrícula e ver seu nome como proprietário, principalmente quando se trata da realização do primeiro imóvel.

Por isso, embora o registro represente mais um custo para o comprador, é importante ajudá-lo a compreender o significado dessa etapa dentro da aquisição. Os valores cobrados pelo Registro de Imóveis variam conforme o estado, a legislação aplicável, o valor do imóvel e o ato praticado.
Esse também é um ponto em que o corretor precisa ter cuidado para não simplificar excessivamente a informação. O ideal é orientar o cliente sobre a existência da despesa e direcioná-lo ao Registro de Imóveis responsável para confirmar o valor aplicável àquela operação.

5. FUNREJUS — Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário

No Paraná, existe ainda o FUNREJUS — Fundo de Reequipamento do Poder Judiciário. A legislação estadual prevê o recolhimento de 0,2% sobre o valor do título do imóvel ou da obrigação em determinados atos praticados pelos cartórios de protesto, registros de imóveis e tabelionatos.
Na prática, o recolhimento pode aparecer de forma individualizada ou juntamente com as demais custas do cartório, conforme o ato e a forma de cobrança da serventia. Por isso, o corretor deve considerar esse custo no planejamento da compra quando estiver trabalhando com imóveis no Paraná e orientar o comprador a confirmar o valor diretamente com o cartório responsável.

É importante destacar que o FUNREJUS é uma cobrança prevista na legislação do Estado do Paraná. Portanto, essa informação não deve ser generalizada para operações imobiliárias realizadas em outros estados.
No mercado imobiliário, vender bem não é apenas encontrar o imóvel certo. É preparar o comprador para chegar ao fechamento sabendo exatamente o que está assumindo.

Eclea Camine
Especialista em financiamento imobiliário

Melasma e pigmentação da pele na gestação

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A gestação é um período marcado por profundas transformações hormonais e, entre elas, estão algumas mudanças bastante visíveis na pele. O aumento de estrogênio, progesterona e outros mediadores relacionados à melanogênese pode estimular a produção de melanina, favorecendo o aparecimento ou a intensificação de manchas.

O melasma é uma das manifestações mais conhecidas. Caracterizado por manchas acastanhadas, geralmente simétricas, principalmente na face (bochechas, testa, nariz e região acima dos lábios), pode surgir durante a gravidez e é popularmente chamado de “máscara da gestação”. Sua ocorrência durante esse período é bastante comum, especialmente em mulheres com maior predisposição à pigmentação. Para aquelas que já tem um Melasma prévio é comum uma intensificação de sua cor na gravidez.

Além do melasma, é esperado que outras regiões do corpo fiquem mais escuras, como aréolas, genitais, axilas e a linha que se estende do umbigo ao púbis, conhecida como linha nigra. Na maioria das vezes, essas alterações são fisiológicas e tendem a clarear gradualmente após o parto sem nenhum tipo de tratamento. No caso do melasma, porém, a melhora pode ser parcial, e a condição pode persistir ou reaparecer em outras gestações.

Durante a gestação, a principal estratégia é prevenir a piora da pigmentação. A fotoproteção deve fazer parte da rotina diária, com protetor solar de amplo espectro, reaplicação adequada e medidas físicas, como chapéus, roupas e busca por sombra. Para quem tem tendência ao melasma, os protetores com cor podem ser especialmente interessantes por auxiliarem também na proteção contra a luz visível, que pode contribuir para a pigmentação.

Outro ponto importante é não iniciar produtos clareadores por conta própria. Durante a gravidez, algumas substâncias tradicionalmente utilizadas no tratamento do melasma, como hidroquinona e retinoides tópicos não devem ser usadas. Dependendo do caso, ativos como ácido azelaico podem ser considerados, sempre com orientação médica e avaliação individual.

O tratamento mais completo do melasma pode ser planejado após a gestação, quando é possível ampliar as opções terapêuticas incluindo medicamentos tópicos, orais e procedimentos médicos. O acompanhamento dermatológico permite identificar o tipo de pigmentação, avaliar os fatores desencadeantes e estabelecer uma estratégia personalizada para cada fase.

Cuidar da pele durante a gestação não significa buscar a perfeição, mas proteger, prevenir e respeitar as transformações naturais desse período. Busque seu médico dermatologista de confiança.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

Posso receber dois benefícios do INSS ao mesmo tempo?

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Uma dúvida muito comum entre segurados é se uma mesma pessoa pode receber mais de um benefício do INSS ao mesmo tempo. A resposta é: em algumas situações, sim.

Um exemplo bastante conhecido ocorre quando uma pessoa já é aposentada e perde o marido, a esposa ou o companheiro que também era segurado da Previdência. Nesse caso, ela pode ter direito à aposentadoria e à pensão por morte simultaneamente.

Isso não significa, porém, que os dois benefícios serão necessariamente pagos de forma integral.

Após a Reforma da Previdência, foram estabelecidas regras específicas para a acumulação. Em determinadas situações, o segurado recebe integralmente o benefício de maior valor e apenas uma porcentagem do segundo, calculada de acordo com faixas previstas na legislação.

Também existem combinações que não são permitidas. Não é possível, por exemplo, receber simultaneamente dois benefícios por incapacidade temporária ou acumular aposentadoria com benefício por incapacidade referente ao mesmo segurado.

Outro caso que gera dúvidas é o auxílio-acidente. Como possui natureza indenizatória, ele pode ser recebido juntamente com o salário enquanto a pessoa continua trabalhando. Entretanto, quando ocorre a aposentadoria, o auxílio-acidente deixa de ser pago.

Por isso, quando uma pessoa já recebe um benefício e passa a ter direito a outro, é importante analisar a situação antes de fazer qualquer escolha ou requerimento. Dependendo do caso, a forma como os benefícios são acumulados pode produzir uma diferença considerável na renda mensal.

Também é preciso ter atenção às regras aplicáveis à época em que o direito foi adquirido, pois alterações na legislação previdenciária podem influenciar o cálculo.

A Previdência Social possui inúmeras regras de acumulação, e nem sempre a resposta será simplesmente “pode” ou “não pode”.

Conhecer essas possibilidades é fundamental para evitar que alguém deixe de solicitar um benefício ao qual possui direito apenas por acreditar, equivocadamente, que já recebe outro.

Procure sempre um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Depois dos 40, proteína deixa de ser opção e vira prioridade

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Quando se fala em proteína, muita gente ainda pensa em academia, suplementos e ganho de músculos.

Mas, depois dos 40 anos, consumir proteína adequadamente vai muito além da estética.

Com o avanço da idade, começamos a perder massa muscular de forma progressiva. Nas mulheres, essa preocupação se torna ainda mais importante durante a perimenopausa e a menopausa, quando as alterações hormonais podem favorecer mudanças na composição corporal e tornar mais difícil preservar músculos.

E perder músculo não significa apenas perder definição.

A massa muscular participa ativamente da saúde metabólica. Ela ajuda no controle da glicose, contribui para o gasto energético, sustenta ossos e articulações e está diretamente relacionada à força, autonomia e qualidade de vida ao longo dos anos.

A proteína também exerce papel importante na saciedade. Uma alimentação com quantidade adequada desse nutriente tende a controlar melhor a fome e pode facilitar o processo de emagrecimento.

O problema é que muitas mulheres consomem muito menos proteína do que imaginam.

Café com pão pela manhã, uma pequena quantidade de carne no almoço, lanche à base de café e biscoitos e um jantar improvisado podem até parecer uma alimentação normal, mas frequentemente deixam a proteína concentrada em apenas uma refeição do dia.

E não basta simplesmente “comer um pouco de proteína”.

A quantidade necessária deve ser individualizada de acordo com peso, idade, nível de atividade física, objetivo e condição de saúde. Além disso, distribuir boas fontes proteicas ao longo das refeições costuma ser uma estratégia interessante.

Quando o objetivo é emagrecer, esse cuidado se torna ainda mais importante. Uma dieta excessivamente restritiva e pobre em proteínas pode fazer a balança diminuir às custas não apenas de gordura, mas também de massa muscular.

Por isso, alimentação adequada e musculação formam uma dupla tão importante para quem deseja envelhecer bem.

Depois dos 40, comer proteína não é coisa de quem quer virar fisiculturista.

É uma estratégia para continuar forte, metabolicamente saudável e independente nas próximas décadas.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

O coração também sente: a relação entre emoções e saúde cardiovascular

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Você já parou para pensar por que usamos tantas expressões como “coração gelado”, “coração apertado” ou “coração partido”? Dentro da psicossomática, existe uma explicação interessante para essa relação entre o que sentimos e a forma como o corpo responde.

A ideia não é dizer que uma emoção, sozinha, causa uma doença, mas compreender que corpo e mente não funcionam de maneira separada. E o coração é um exemplo muito claro dessa conexão.

Na linguagem psicossomática, uma pessoa “endurecida”, “fechada”, que tem dificuldade de se permitir sentir, se entregar ou flexibilizar pode ser associada, simbolicamente, ao endurecimento das artérias que ocorre na aterosclerose. É uma associação simbólica, e não uma explicação médica para a doença. A aterosclerose é multifatorial e envolve fatores genéticos, metabólicos, hábitos de vida e outros elementos.

Mas existe, sim, uma relação importante entre o estado emocional e a saúde cardiovascular. Estresse crônico, ansiedade, raiva, dificuldade de lidar com emoções e sono inadequado podem influenciar a pressão arterial, a frequência cardíaca, o comportamento, a alimentação e até a adesão aos tratamentos.

Pense, por exemplo, na hipertensão. A pressão arterial pode aumentar diante de situações de estresse, medo, ansiedade ou raiva. Quando esse estado de alerta se torna frequente, pode fazer parte de um contexto que favorece o desenvolvimento e dificulta o controle da hipertensão.

Por isso, quando atendo uma pessoa com pressão alta, não quero olhar apenas para o número registrado no aparelho. Também quero saber: como ela está vivendo? Como está dormindo? Como lida com o estresse? Consegue descansar? Consegue falar sobre o que sente?

Essa talvez seja uma das grandes contribuições da psicossomática: não dizer que “a doença está na cabeça”, mas lembrar que corpo e mente estão profundamente conectados.

Cuidar do coração não é apenas controlar números. É também olhar para a pessoa que existe por trás deles.

E você: tem prestado atenção às suas emoções e à forma como elas são expressas pelo seu corpo?

Sinais na escola que merecem atenção

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A escola é um dos principais espaços de desenvolvimento de crianças e adolescentes e, muitas vezes, é onde mudanças emocionais e comportamentais são percebidas primeiro. Professores e profissionais da educação podem observar sinais que indicam que algo não está bem e que merece atenção da família.
Entre os principais sinais estão: queda repentina no rendimento escolar, dificuldade de concentração, isolamento, perda de interesse pelas atividades, tristeza frequente, choro, irritabilidade, agressividade, ansiedade, medos excessivos, recusa em ir à escola, aumento das faltas, conflitos constantes e mudanças significativas na forma de se relacionar com colegas e professores.

Também é importante observar alterações no sono e na alimentação, baixa autoestima, falas de desvalorização ou comportamentos muito diferentes daqueles apresentados anteriormente.

Isso não significa que todo comportamento diferente seja indicativo de um transtorno psicológico. Crianças e adolescentes passam por diferentes fases e podem reagir a mudanças familiares, conflitos, bullying, dificuldades escolares ou outras situações de vida.

O principal sinal de alerta é a mudança persistente e significativa em relação ao comportamento habitual, especialmente quando começa a interferir na aprendizagem, nos relacionamentos, na rotina ou no bem-estar.

Nesses casos, conversar com a família e buscar orientação de um psicólogo pode ajudar a compreender o que está acontecendo e definir os cuidados necessários. Em algumas situações, também pode haver indicação de avaliação neuropsicológica ou de outros profissionais.

Mais do que rotular uma criança como “desatenta”, “agressiva” ou “desinteressada”, é fundamental perguntar: “O que esse comportamento está tentando comunicar?”

Escutar, acolher e buscar ajuda no momento certo pode fazer toda a diferença no desenvolvimento emocional e escolar de crianças e adolescentes.

Alessandra Procópio Moreira Psicóloga e Neuropsicológa CRP 08/41553

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