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Palestra com Psicopedagoga Patrícia Blange aborda o autismo na Câmara de Vereadores

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Na sexta-feira, 16 de maio, a Câmara de Vereadores foi o palco de uma importante iniciativa de conscientização, promovida pelo Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e pela Associação dos Representantes da Comunidade Autista. O evento contou com o apoio do Sicredi, Cresol, APMF da Escola Municipal Aurora Fabricio das Neves Tortelli, além dos Departamentos Municipais de Ação Social, Saúde e Educação.

A palestrante convidada, a psicopedagoga Patrícia Blange, trouxe informações valiosas e esclarecedoras sobre o autismo. Durante o encontro, Patrícia abordou temas relacionados às características do transtorno, formas de apoio e estratégias de inclusão, além de esclarecer dúvidas da audiência, promovendo um momento de troca de conhecimentos e sensibilização.

A iniciativa reforça o compromisso da nossa comunidade em promover a conscientização e o respeito às pessoas com autismo, buscando construir uma sociedade mais inclusiva, acolhedora e respeitosa para todos.

A participação ativa da comunidade e o interesse demonstrado durante o evento evidenciam a importância de continuar promovendo debates e ações que garantam os direitos e o bem-estar das pessoas com deficiência.

O evento foi organizado em três horários diferentes para atender a diversos públicos: às 09h, com foco em profissionais da educação; às 13h30, voltado a profissionais da saúde, cultura, conselho tutelar e esportes; e às 18h, aberto ao público em geral. A diretora do Departamento de Ação Social Vanessa Maldaner disse que o momento é importante e que todos devem estar atentos a esse problema

A prefeita municipal, Dona Maria, marcou presença na abertura do evento e reforçou seu apoio à causa, destacando a importância de ações que promovam a inclusão e o respeito à diversidade.

Fonte: Comunicação CDS

Bullying: A Violência Silenciosa que Marca Gerações

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O silêncio das salas de aula ecoa a dor invisível do bullying escolar que ainda afeta milhares de estudantes no Brasil.

Em meio às brincadeiras aparentemente inofensivas, aos apelidos “engraçados” e às piadas em grupo, muitas vezes se esconde uma realidade cruel: o bullying. Praticado em salas de aula e pátios escolares, essa forma de violência tem deixado marcas profundas em milhares de crianças e adolescentes no Brasil. O bullying trata-se de comportamento agressivo, repetitivo e intencional, que visa humilhar, intimidar ou agredir outra pessoa.
A prática, muitas vezes banalizada, pode deixar marcas profundas e duradouras nas vítimas, afetando sua autoestima, rendimento escolar e a saúde mental.
Embora práticas de humilhação e discriminação sejam comuns, estas só costumam ganhar destaque diante de fatos extremos, como a morte do estudante Carlos Teixeira de 13 anos, que foi vítima de bullying dentro de uma escola estadual em Praia Grande (SP).O jovem precisou de atendimento médico após dois meninos pularem nas costas dele. Este fato aconteceu recentemente em 9 de abril de 2024.
Esse foi apenas um dos inúmeros casos fatais causados pelo bullying. Segundo dados do Abrace programas preventivos, em 2021 o índice de vítimas que sofria esses ataques estava em 47,3% que era 10% da média nacional, na atualidade essa porcentagem aumentou de 47,3% para 48,5% subindo para 1,2% da média nacional, o que fez com que o problema de saúde pública, seja ela física ou mental, aumentasse consideravelmente.
Isso fez com que as escolas e o governo começassem a criar precauções e conscientização contra essas agressões.
O bullying pode ter consequências devastadoras, afetando a saúde mental e física, além de prejudicar o desenvolvimento social e o desempenho escolar das vítimas. A longo prazo, pode levar a problemas como baixa autoestima, ansiedade, depressão, isolamento social e até mesmo à ideação e tentativa de suicídio. Muitas vezes os as vítimas do bullying evitam
ir para a escola, com medo de sofrerem mais ataques e humilhações vindo por parte dos agressores.
A procura por uma solução se torna cada vez maior, uma vez que as porcentagens dispararam sobre esses casos no Brasil. Algumas escolas e instituições começaram a trazer uma abordagem multidisciplinar que envolva a comunidade escolar, incluindo alunos, pais, professores, funcionários e a direção, para criar um ambiente seguro e acolhedor para todos, com o intuito de conscientizar e estabelecer protocolos contra a prática do bullying.
Diante dos inúmeros relatos e das consequências graves causadas pelo bullying, é essencial que escolas, famílias e a sociedade como um todo se unam no combate a esse problema. Isso implica em promover o respeito às diferenças, incentivar o diálogo e criar ambientes seguros e acolhedores são passos fundamentais para prevenir esse tipo de violência.

Por: Ana Laura, Manoel, Felipe A. e Julia
9 de maio 2025
Fonte: Portal G1-Família de aluno que morreu após agressão em escola ameaças por causa de perfis falsos nas redes sociais. SP,02/05/2024 Disponível em <<< https:/www.g1.globo.com >>>. Consulta em 09/05/2025.

Sou obrigado(a) a deixar meu filho ir na casa do pai ou da mãe no fim de semana?

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Após a separação, muitos pais se perguntam até onde vai o seu dever de garantir a convivência entre o filho e o outro genitor. “E se meu filho não quiser ir?” “E se eu não me sentir seguro(a) com essa visita?” — essas são perguntas comuns, mas nem sempre com respostas simples.

Se houver uma decisão judicial fixando dias e horários de convivência (os famosos “fins de semana com o pai ou com a mãe”), essa decisão deve ser respeitada. Ela foi construída com base no que se entendeu como melhor para a criança.
Mas… e se a criança chora? Reclama? Não quer ir de jeito nenhum?
A lei prevê que o direito de convivência é da criança — não dos pais. Isso significa que, salvo em casos de risco ou violência, ambos os genitores devem incentivar a convivência com o outro. O afastamento pode prejudicar o desenvolvimento emocional do filho e até ser interpretado como alienação parental.

Por outro lado, se há indícios de que a visita faz mal à criança, o ideal é buscar orientação jurídica imediatamente. A convivência pode ser revista, limitada ou até suspensa judicialmente.

O mais importante é entender que, após a separação, o filho continua tendo o direito de ser cuidado, amado e educado pelos dois. A casa muda, mas o afeto — e a responsabilidade — permanece.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR nº 108.915 – OAB/SC 70.779

BEBÊ REBORN? “QUEM? EU?” SIM, VOCÊ!

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Estava aqui pensando sobre os benefícios de ter um bebê reborn.
Porque é silencioso.
Porque não chora de madrugada.
Porque não cresce e depois te chama de véia.
Porque não vai comer sua sobremesa e deixar o pote vazio na geladeira.
Porque não espalha brinquedo pela casa.
Porque nunca vai usar suas coisas escondido.
Porque não tem adolescência.
Não tem reunião na escola.
Não tem mensalidade de inglês, futebol, balé ou dentista.
Um bebê reborn está sempre limpinho.
Sempre dormindo. Sempre ali, do jeitinho que você quer que ele seja.
Cheirosinho e quietinho.
Você pode dar banho, vestir, carregar no colo, tirar fotos, montar quartinho, fazer ensaio, postar nos stories.
E ele não vai sair correndo, gritando, cuspindo papinha no tapete da sala ou jogando o controle remoto na privada.
Muito menos te acordar de madrugada com a barriga vazia e a fralda cheia.
Ele é seu. Do jeito que você imaginou.Sem imprevistos. Sem caos. Sem perguntas difíceis. Sem saias justas na frente das visitas.
Aliás, é quase um sonho.
Tão silencioso.
Tão controlado.
Tão certinho, que chega a dar inveja.
É… e pelo jeito é um padrão desejado — ser assim: controlado, certinho…
tão desejado que já se replica em outros contextos.
Talvez seja por isso que tantos perfis nas redes sociais andam parecendo bebês reborn:
Blazers bem cortados, arquétipos definidos, templates impecáveis, frases de efeito ensaiadas, filtros neutros.
Tudo bonito. Tudo sob medida.
Politicamente corretos, com conteúdos que não revelam valores — apenas evitam críticas.
Perfis criados para serem aprovados, não lembrados. Mas sem alma.
Perfis reborn:
Não tropeçam, não desafinam, não improvisam.
São perfeitos.
Na ânsia de serem amados por todos, caem no esquecimento.
Vão parar na vala comum.
E por isso mesmo… são difíceis de identificar, de descrever, de sentir.
São aqueles do feed bonito de ver.
Mas só louco se apega.

Álcool e saúde cerebral: entenda os riscos

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Um estudo recente publicado na revista Neurology, da Academia Americana de Neurologia, analisou 1.781 pessoas com diferentes padrões de consumo de álcool ao longo da vida e revelou dados preocupantes. De acordo com os pesquisadores, o consumo regular de 8 ou mais doses de álcool por semana está associado a um risco significativamente maior de desenvolver lesões cerebrais conhecidas como arterolosclerose hialina.

Essa condição é caracterizada pelo espessamento das pequenas artérias do cérebro, o que compromete o fluxo sanguíneo e aumenta as chances de doenças neurodegenerativas, como a demência. Isso acontece porque a redução do fluxo sanguíneo pode causar danos às células cerebrais, comprometendo a memória, a capacidade de raciocínio e outras funções cognitivas.

Para entender melhor, uma dose de álcool é geralmente definida como: 350 ml de cerveja (5% ABV), 150 ml de vinho (12% ABV) ou 45 ml de destilados (40% ABV). Mesmo consumos considerados moderados, quando frequentes, podem trazer prejuízos à saúde cerebral ao longo dos anos.
Os resultados reforçam a importância da moderação no consumo de álcool para preservar não apenas a saúde cerebral, mas também a saúde cardiovascular, já que os danos vasculares afetam o cérebro e o coração de forma semelhante. Pequenas escolhas diárias podem fazer grandes diferenças para a qualidade de vida futura.

Cordão de Girassol

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Foi sancionada a Lei nºA 14.624, de 17 de julho de 2023 que altera a Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, nº 13.146, de 6 de julho de 2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), em seu artigo 2º, onde traz em seu texto que o Cordão de Girassol passa a ser o símbolo nacional de identificação de pessoas com deficiências ocultas.
O uso não é obrigatório, mas fica definido o seu significado, e ainda que todas as pessoas com deficiência oculta possam usar o cordão de identificação sem que necessitem ficar se explicando.
A Lei diz ainda é possível que seja solicitada a apresentação de documento comprobatório da deficiência oculta.
Vamos aqui refletir, primeiro a deficiência oculta para aqueles que não tenham conhecimento são as deficiências que não trazem traços aparentes, por exemplo pessoas surdas, autistas, com TDAH, bipolaridade e outros.
Uma segunda questão é sobre a necessidade de comprovação de deficiência oculta, penso que essa necessidade seja em situações legais, mas em espaços diversos isso torna-se um constrangimento pois se a pessoa está com o cordão de identificação isso já deveria bastar. A Lei nº 13.146 de 2015 – Estatuto da Pessoa com Deficiência, traz em seu corpo diversos direitos assegurados por Lei para as pessoas com Deficiência sejam essas ocultas ou não, porém após dez anos da promulgação da Lei ainda há a necessidade de ficar exigindo o cumprimento da mesma, em todas as áreas, locais e instâncias desde as educacionais, que passam por diversos retrocessos nesse sentido, quando nos aspectos sociais, trabalhistas, de lazer, ou seja o direito a dignidade humana, de respeito em primeiro lugar ainda não é cumprido. Não sei se temos o que comemorar, sei que temos um árduo caminho de luta ainda.

Redação: Edna SilvaMe.
Ensino e Psicopeagoga
Colunista:Diana Vale – Letróloga

Preço do aluguel sobe quase o dobro da inflação nos primeiros quatro meses do ano!

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Os aluguéis em Palmas (PR) registraram alta significativa em 2025, impactando diretamente o orçamento de famílias e a estabilidade de pequenos comércios. Segundo a economista Thaila Motta Seleri, o aumento é reflexo da valorização imobiliária em áreas centrais, da inflação acumulada e da crescente demanda por imóveis para locação.

“Com menos oferta e mais procura, os preços naturalmente sobem. O problema é que isso pressiona os inquilinos e aumenta a desigualdade”, explica Thaila.

Muitas famílias estão sendo obrigadas a buscar moradias em bairros mais afastados, enquanto comerciantes enfrentam dificuldades para manter pontos de venda no centro da cidade. A situação acende o alerta para a necessidade de políticas públicas que garantam moradia acessível e equilíbrio no mercado imobiliário local.

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