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sábado,18 julho,2026
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Manchas nas mãos: o que é a melanose solar?

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Com o passar dos anos, é comum que surjam pequenas manchas acastanhadas no dorso das mãos, conhecidas como melanoses solares. Apesar de inofensivas, essas alterações costumam incomodar esteticamente e muitas vezes geram dúvidas sobre sua origem.

Antigamente era associada à idade, mas com o avanço no acompanhamento dos pacientes descobriu-se que a principal causa da melanose solar é a exposição crônica ao sol ao longo da vida. A radiação ultravioleta estimula a produção de melanina — pigmento responsável pela cor da pele — que, com o tempo, se acumula de forma irregular em determinadas áreas, principalmente em regiões constantemente expostas, como mãos, braços, colo e rosto.

Diferente de sinais ou pintas comuns, essas manchas apresentam coloração acastanhada, formato arredondado e limites bem definidos.

É importante destacar que a melanose solar não se transforma em câncer de pele. Sua presença é um sinal de que a pele já sofreu os efeitos cumulativos da radiação solar, reforçando a necessidade de proteção diária com filtro solar, inclusive nas mãos, muitas vezes esquecidas.

Como podemos amenizar as melanoses solares?

Em primeiro lugar, devemos retirar a causa das manchas, protegendo a área da exposição solar e usando protetor solar diariamente.

Para o clareamento das melanoses contamos com tratamentos dermatológicos, como peelings químicos, laser, luz intensa pulsada e cremes clareadores. A escolha da melhor abordagem deve ser feita após avaliação médica, considerando o tipo de pele, estilo de vida do paciente e a intensidade das lesões.

Envelhecer é natural, mas é possível fazê-lo com mais saúde e autoestima. Cuidar das mãos — cartão de visita que tanto revela sobre nós — também é um gesto de autocuidado.

Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia

Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

BARRETOS: QUANDO A ALMA VIRA MARCA

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Acordou cedo. Calçou a bota, amarrou a camisa, colocou o chapéu e conferiu o lenço no pescoço. No espelho do banheiro do hotel, um sorriso. Estava indo, pela primeira vez, à Festa do Peão de Barretos.
Ele não montava cavalo, não vivia no campo… mas cresceu ouvindo modão no rádio, e desde pequeno se arrepiava ao som do berrante.
O que ele não imaginava é que, ao atravessar os portões do Parque do Peão, não entraria apenas num evento.
Entraria num território simbólico, onde o Brasil ainda tem cheiro de terra, som de berrante, suor de lida e luz de palco.
Barretos não é só uma festa. É uma construção de marca viva.
Há 70 anos, sustenta sua relevância com clareza de identidade, consistência e conexão emocional.
Mesmo inovando — com tecnologia de ponta, reconhecimento facial, automação total — não perde o tom da sua origem.
E aí está o ponto para qualquer profissional atento: Seja você dono de clínica, de loja, ou criador de conteúdo. Você não precisa fazer barulho para ser lembrado. Precisa saber com quem quer se comunicar. Compreender que não precisa agradar a todos para ter um público fiel. Precisa ser coerente. Precisa ter alma. Precisa entregar uma experiência que vá além do produto.
Você observou a grade de shows? Não havia banda internacional de rock. Nem pop estrangeiro. Porque quando se conhece bem o próprio público, não é preciso tentar agradar o mundo inteiro.
Com essa clareza, Barretos atrai mais de 1 milhão de pessoas, movimenta R$ 1,2 bilhão em uma semana, e ainda assim parece feita sob medida para quem chega.
Essa é a força de uma marca que sabe onde pisa. Que honra o que construiu, que segue crescendo sem trair o que é.
E você? Seu negócio está disputando atenção? Ou está deixando marcas na memória de quem importa?

A IMPORTÂNCIA DA REGULARIZAÇÃO DA SUA OBRA

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Muita gente começa uma construção achando que basta ter o terreno e contratar uma equipe. Mas ignorar a parte burocrática pode trazer dores de cabeça e prejuízos lá na frente. Regularizar a obra e manter toda a documentação em dia é tão importante quanto o projeto em si.

Imagine o caso da dona Maria. Ela construiu sua casa com muito esforço, mas sem aprovação da prefeitura ou acompanhamento técnico. Anos depois, quis vender o imóvel para ajudar a filha a comprar um apartamento. O problema? A casa não tinha “habite-se”, ou seja, não estava legalizada. Resultado: perdeu o comprador e ainda precisou correr atrás de documentos e ajustes, gastando tempo e dinheiro.

Regularizar uma obra significa aprovar o projeto na prefeitura, obter o alvará de construção, seguir as normas técnicas e, ao final, emitir o habite-se e registrar tudo em cartório. Isso garante que a construção está segura, dentro da lei e valorizada no mercado.

Além disso, com a documentação certa, é possível financiar o imóvel ou vender com muito mais tranquilidade.

Se você está construindo ou pretende construir, procure um engenheiro civil de confiança desde o início. Ele vai orientar em todas as etapas, evitar erros e garantir que tudo fique dentro da legalidade.

Construir é um sonho — e sonhos merecem ser bem planejados.

Se você quer saber mais sobre como deixar sua obra regular, entre em contato comigo. Será um prazer ajudar!
Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Suplementação inteligente: ciência ou modismo?

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Por Dra. Suellen Criminacio – Médica Nutróloga

Nos últimos anos, a suplementação ganhou espaço e virou tendência. Whey protein, colágeno, ômega 3, creatina e vitaminas diversas ocupam prateleiras e redes sociais. Mas afinal, todos precisam suplementar? A resposta é: não.

A suplementação deve ser personalizada. Isso significa que antes de iniciar qualquer produto, é fundamental avaliar exames laboratoriais, rotina alimentar, composição corporal e até histórico familiar. O que faz diferença para uma pessoa pode não trazer benefício algum — ou até gerar riscos — para outra.

Por exemplo, enquanto a creatina pode melhorar a performance muscular e até a função cognitiva, o colágeno só apresenta benefícios reais quando associado a proteínas de qualidade e hábitos saudáveis. Da mesma forma, a vitamina D, tão falada, deve ser ajustada com cautela, já que doses excessivas podem causar problemas renais.

Na Nutrologia, utilizamos suplementos como ferramentas, e não como soluções mágicas. O objetivo é preencher lacunas nutricionais, tratar deficiências e potencializar a saúde. Muito mais do que seguir modismos, é preciso ouvir a ciência — e o seu corpo.

Obesidade: diagnóstico, riscos e caminhos para o tratamento

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A obesidade é uma das maiores questões de saúde pública do século XXI. Definida pelo acúmulo excessivo de gordura corporal que compromete a saúde, é diagnosticada principalmente pelo cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), que relaciona peso e altura. Valores iguais ou acima de 30 kg/m² caracterizam obesidade. Entretanto, medidas complementares, como a circunferência abdominal e a avaliação de composição corporal, oferecem um retrato mais preciso do risco metabólico. Pessoas com IMC acima de 25kg/m² associado a diabetes, artrose, hipertensão, esteatose hepatica, já tem indicação de tratamento para perda de peso.

O excesso de peso não é apenas estético: trata-se de uma condição crônica e multifatorial, influenciada por genética, hábitos alimentares, sedentarismo, fatores hormonais e ambientais. Entre as principais comorbidades associadas estão diabetes tipo 2, hipertensão, doenças cardiovasculares, apneia do sono, dislipidemia, alguns tipos de câncer e até transtornos psiquiátricos como depressão e ansiedade.

O tratamento deve ser individualizado e multidisciplinar. Inclui mudanças no estilo de vida, com reeducação alimentar e prática regular de atividade física, suporte psicológico e, quando indicado, o uso de medicamentos que auxiliam no controle do apetite e na melhora metabólica. Em casos de obesidade grave ou refratária, a cirurgia bariátrica pode ser uma opção eficaz, desde que acompanhada de acompanhamento clínico rigoroso.
Mais do que reduzir peso, o objetivo é recuperar qualidade de vida, prevenir complicações e promover bem-estar. A obesidade precisa ser compreendida como doença crônica que exige acompanhamento contínuo, empatia e acesso a tratamento adequado.

Procure tratamento médico!

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