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A NECESSIDADE DO TRATAMENTO NO CONTROLE DA HIPERTENSÃO

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Acad. Elisiane Maria Branco

5º período do Curso de Ed. Física – IFPR – Campus Palmas

A hipertensão ou pressão alta como é conhecida, atualmente é uma das doenças que mais afeta pessoas no Brasil e no mundo, consequentemente, por ser uma doença é altamente perigosa, sendo uma das que mais mata também. Como informa o site brasileiro do Ministério da Saúde, trata-se de um problema crônico reconhecido pelos altos níveis da pressão sanguínea nas artérias, o que causa um esforço maior do que o normal no coração para que o sangue seja distribuído corretamente pelo corpo.

A causa frequentemente tem fatores hereditários, mas alguns hábitos podem facilitar o desenvolvimento da mesma em pessoas propensas a ela, como: a obesidade, o estresse, ingestão alcoólica, tabagismo, nível de colesterol elevado, falta da prática de atividades físicas. Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente aparecem como: dores de cabeça mais localizada na parte occipital, tontura, visão embaçada, fraqueza e zumbido no ouvido, estes sinais tendem a aparecer quando a pressão arterial está muito elevada, pois nos níveis iniciais chegam a não ser percebidos. A pressão alta é um dos fatores dominantes de risco para a ocorrência de acidentes vascular cerebral (AVC), infarto, aneurisma arterial e insuficiência renal ou cardíaca.

Cerca de um bilhão de pessoas no mundo possuem hipertensão, e apenas 50% delas sabem que possuem a doença (SERVIER, 2018). O desconhecimento acarreta o índice de morte ou de doenças que acompanham a hipertensão não controlada.

O ideal para o tratamento com bons resultados é a conscientização, seguindo à risca as recomendações médicas. A hipertensão pode ser controlada, se for tratada corretamente, com hábitos que envolvem: fazer uso contínuo dos remédios receitados por um médico especialista, optar por uma rotina saudável com alimentação regrada diminuindo a ingestão de sal, cortar o consumo do álcool e praticar atividades físicas com regularidade. O tratamento deve ser prescrito e acompanhado pelo médico. O profissional de Educação Física que deve ser informado sobre o caso de hipertensão, deve ficar atento aos exames e fazer uma anamnese detalhada para auxilia-lo no planejamento e prescrição das atividades físicas a serem desenvolvidas.

O número de pessoas acometidas por tal mal e a mortalidade ocasionadas pela hipertensão podem diminuir consideravelmente, desde que prevenção e tratamento sejam realizados frequente e corretamente. Mas, num primeiro momento, medir a pressão arterial com uma pessoa capacitada e aparelho confiável, realização de atividades físicas regularmente, alimentação balanceada e diminuição da ingestão de sal, já é um excelente começo.

REFERÊNCIAS:

DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM RUBIÃO JÚNIOR. Influência do nível socioeconômico sobre os fatores de risco cardiovascular. Butucatu – SP: JBM, 2014.

MINISTERIO DA SAUDE. Hipertensão (pressão alta): o que é, causas, sintomas, diagnóstico, tratamento e prevenção. Disponível em: http://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/hipertensao. Acesso em: 16 ago. 2019.

SERVIER. Hipertensão. Disponível em: < https://servier.com.br/um-bilhao-de-adultos-tem-hipertensao-no-mundo-e-metade-nao-sabe-que-tem-a-doenca/>. Acesso: 16 ago. 2019.

Texto produzido na disciplina de Fisiologia do Exercício, sob orientação de Prof. Me. Aluísio Menin Mendes

É POSSÍVEL GANHAR MÚSCULO E PERDER GORDURA AO MESMO TEMPO?

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Pois bem, vamos lá! Geralmente quem vai para a academia tem essa dúvida em relação a musculação. As pessoas em sua grande maioria acham que a gordura vira músculo e isso é uma mentira! O que acontece é que o músculo aumenta de tamanho e a gordura diminui seu tamanho também.
Em relação ao ganho de músculo e perda de gordura ao mesmo tempo, pode acontecer sim! É com a modalidade de musculação que isso acontece. Um treino bem estruturado que promova alterações e adaptações fisiológicas no músculo faz ele crescer e quando ele cresce ele precisa de mais energia para poder se recuperar e parte desta energia e disponibilizada pela gordura que está em nosso corpo. Isso faz com que nosso percentual de gordura acabe caindo. Por isso que as pessoas “definem”.
É claro que não podemos deixar de falar aqui que não é simples assim também. Para que tudo isso aconteça é necessário que a pessoa faça ajustes em sua alimentação, rotinas de treinos e descanso só desta forma a pessoa irá conseguir ter um resultado satisfatório. Existem fatores internos que interferem também como a predisposição genética uma pessoa com boa adaptabilidade terá resultados mais rápidos que outras. Mas não é regra geral, pessoas com boa genética que não treinam não tem resultados muito bons.
De maneira geral, meu conselho para você é: se você busca um corpo legal e uma estética de seu gosto, deverá investir em um Personal Trainer, um nutricionista e em um bom descanso.
Tenham todos uma boa semana.

Quer saber mais sobre EMAGRECIMENTO, me segue nas redes sociais: Instagram: @joziasfortunatopersonal Facebook: Jozias Fortunato Personal Trainer. Me chama para um bate papo que irei lhe propor uma solução definitiva para seu emagrecimento.
Jozias Fortunato
(Cref: 028591-G/PR)
Personal do Emagrecimento
Coach de Emagrecimento

Cidadão do bem

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O aumento da miséria e da desigualdade social, diagnosticado após a recessão iniciada em 2015, é reflexo das políticas econômicas erradas. Vive-se o viés das políticas praticadas a partir de 2008 (crise do subprime nos EUA). Se a economia cresce devagar, a desigualdade aumenta. Existe um aumento generalizado da pobreza no Brasil e sabe-se que o governo não tem uma agenda clara à desigualdade e à pobreza.

Quem percebe que o Estado tem funções, que há falhas de mercado ou fala em mobilidade social é considerado de esquerda: falar sobre desigualdade, mobilidade social, identidade de gênero é coisa de comunista. O Brasil há muito perdeu a capacidade de atender às demandas crescentes e legítimas do seu povo. Não há justiça social sem Estado eficiente, e serviços públicos de qualidade e voltados ao cidadão. Insultos gratuitos às universidades públicas, professores e estudantes transformaram em crise o que deveria ter sido mera imposição orçamentária.

Há 12 milhões de pessoas procurando emprego. Em 1980, o Brasil apresentava renda per capita equivalente a 40% da renda per capita dos EUA; hoje, 25%. O país continua dividido, ressentido e contrariado. Acreditou no liberalismo deste governo quem quis ser enganado. Cadê os resultados das Reformas Trabalhista e da Previdência? Cadê a abertura comercial, a grande privatização, a grande Reforma do Estado? Cadê o fim do Sistema S e das desonerações prometidas?

Chegou-se ao final da década com a sociedade entrincheirada aos extremos – e um governo nascido da negação de tudo – dirigida por alguém autoritário e que mistura religião e culto à personalidade ao mesmo tempo em que emergem preocupantes indícios de ligação da família com grupos não aceitáveis.

É razoável pensar que as atuais complicações surgiram a partir do Plano Nacional de Direitos Humanos 2009, onde se propunham mudanças como a transferência da competência da justiça militar à justiça comum para julgar militares. Também aplicavam direitos de livre orientação sexual e identidade de gênero e combate à violência doméstica. Neste documento, o Estado brasileiro reconhece a existência do racismo e aponta iniciativas às políticas compensatórias.

Lá, materializaram-se pautas contrárias à laicidade do Estado, ampliação da posse do porte de armas, posições antigênero, contra a diversidade de orientação sexual e a ampliação do acesso ao ensino superior por parte de jovens negros, pobres, indígenas ou egressos de escolas públicas. Na verdade, os conservadores apoiam a democracia desde que atinjam cidadãos do bem, fundamentada na ideia de que é preciso merecer os direitos. A “pessoa correta” é a merecedora de direitos.

O ano de 2019 foi marcado por grandes protestos em diversos países da América Latina. Governos se viram obrigados a fazer concessões para não cair, tamanha a pressão vinda das ruas. Há pelo menos duas décadas o continente demonstra o mal-estar à estagnação econômica que condena a mediocridade, quando não a pobreza, grande parte da população. Promessas de desenvolvimento e prosperidade só se cumprem aos que já estão no topo da pirâmide. Não é possível governar só para os “cidadãos de bem” e sim para todos!

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