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segunda-feira,23 março,2026
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“Meu filho pode ter dois pais no registro?”

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A pergunta pode parecer estranha à primeira vista, mas tem se tornado cada vez mais comum nos escritórios de advocacia: é possível uma criança ter o nome de dois pais (ou duas mães) no registro de nascimento?
A resposta é: sim, é possível. O ordenamento jurídico brasileiro já reconhece a possibilidade da multiparentalidade, ou seja, quando uma pessoa tem mais de um pai ou mais de uma mãe reconhecidos legalmente. Isso ocorre quando, além do pai ou mãe biológico, existe outra figura que exerceu o papel de pai ou mãe com afeto, presença e cuidado — o que chamamos de parentalidade socioafetiva.
Vamos imaginar um caso: um homem cria o filho de sua companheira desde que ele era bebê. Anos depois, o pai biológico reaparece e também deseja fazer parte da vida do filho. Nesse cenário, os tribunais já têm admitido que o filho tenha dois pais em seu registro, com todos os direitos e deveres decorrentes disso.
A Justiça entende que o que forma uma família não é apenas o DNA, mas o afeto e a convivência. A criança ou adolescente tem o direito de reconhecer, legalmente, todos aqueles que exerceram papel importante em sua criação.
Importante destacar que a multiparentalidade tem efeitos práticos: todos os pais ou mães passam a ter deveres, como pagar pensão alimentícia e participar da educação, e também direitos, como convivência e herança.
É um avanço que reconhece a diversidade das famílias brasileiras e reforça um princípio básico do Direito de Família: o melhor interesse da criança sempre deve prevalecer.
Se você vive uma situação parecida, procure orientação jurídica. A lei está cada vez mais preparada para lidar com os novos formatos de família — desde que o afeto esteja no centro da relação.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Espelho, espelho meu… Qual post tem mais curtidas que o meu?

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Nas redes sociais, todos, em algum momento, fazem a famosa pergunta da bruxa da Branca de Neve: “Espelho, espelho meu, qual post é mais curtido do que o meu?”. Curtidas, comentários, seguidores — o feed se transforma em um espelho mágico, refletindo (ou distorcendo) nossa imagem digital.
Mas, assim como o espelho da bruxa não mentia, o algoritmo também não. Ele revela o que realmente importa: conexões genuínas, conteúdos relevantes e consistência. De nada adianta ter um perfil impecável se o conteúdo não encanta o “público-alvo” — ou, neste caso, o espelho implacável das redes.
O erro clássico? Buscar apenas aprovação estética. Perfis lindos, mas vazios, são como a maçã envenenada: atraentes por fora, mas sem vida por dentro. O público, mais esperto do que nunca, sente quando um conteúdo é forçado ou puramente vaidoso. Ele quer autenticidade, histórias reais, valor entregue sem disfarces.
É aqui que entra a estratégia. Marcas e profissionais que brilham nas redes não são aqueles que mais gritam “me notem!”, mas os que sabem se comunicar de forma verdadeira. O algoritmo recompensa quem entende que não se trata apenas de ser o mais bonito no espelho, mas de criar reflexos nos quais o público se reconheça.
A boa notícia? Não é preciso magia para conquistar engajamento de verdade — só estratégia e autenticidade. Em vez de perguntar ao espelho sobre quem tem o post mais curtido, o foco deve ser outro: “Como meu conteúdo pode gerar valor real para quem me segue?”. No fim, as redes sociais premiam quem troca o narcisismo pelo diálogo e transforma curtidas em conexões genuínas.
Então, antes de postar, pergunte-se: o seu conteúdo é o reflexo da sua essência ou apenas uma maquiagem digital?

A SEGURANÇA JURÍDICA NA COMPRA E VENDA DE IMÓVEIS: EVITE RISCOS E PREJUÍZOS

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Comprar ou vender um imóvel é uma decisão importante e envolve valores significativos. No entanto, muitos ignoram os riscos legais que podem surgir. A seguir, veja os principais cuidados que garantem a segurança da transação.

1. Matrícula do Imóvel

A matrícula do imóvel revela o histórico completo da propriedade. Verificar esse documento no Cartório de Registro de Imóveis é crucial para garantir que não há dívidas ou pendências legais que possam prejudicar a compra.

2. Certidões Negativas

Solicitar certidões negativas é indispensável para confirmar que o imóvel ou o vendedor não têm dívidas fiscais, trabalhistas ou judiciais que possam comprometer o negócio.

3. Contrato de Compra e Venda
Um contrato bem elaborado é essencial. Contratos genéricos podem conter falhas ou cláusulas abusivas. Um advogado especializado assegura que os termos estejam claros e protejam as partes envolvidas.

4. Implicações Tributárias

É fundamental verificar se há dívidas de IPTU ou se o imóvel está regularizado junto às autoridades. Débitos não quitados podem ser cobrados do novo proprietário, causando prejuízos inesperados.

5. Advogado Especializado

Contar com um advogado especializado em direito imobiliário é a melhor forma de garantir que todos os aspectos legais da transação sejam respeitados, evitando surpresas desagradáveis.

A compra ou venda de um imóvel exige cuidados específicos para evitar riscos. Com a orientação de um advogado, você garante que sua negociação será segura e livre de problemas futuros.

Dúvidas sobre a reportagem podem ser sanadas no email:adv.fabianabozz@gmail.com ou
(46)99976-6240

Fabiana Bozz, advogada, OAB/PR 101.418.
Especialista em Regularização de Imóveis.

Monjauro: o novo aliado contra obesidade e diabetes tipo 2

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Um novo medicamento tem chamado atenção no mundo da saúde: o Monjauro (nome comercial da tirzepatida). Aprovado recentemente pela Anvisa, o remédio representa uma das maiores inovações no tratamento do diabetes tipo 2 e da obesidade, com resultados promissores tanto na redução da glicemia quanto na perda de peso.

Diferente dos medicamentos tradicionais, o Monjauro age em dois receptores hormonais (GLP-1 e GIP), imitando a ação de hormônios intestinais que regulam o apetite e o metabolismo da glicose. Isso promove maior saciedade, menor ingestão calórica e controle glicêmico duradouro.

Em estudos clínicos, pacientes chegaram a perder até 22% do peso corporal em um ano, superando inclusive medicamentos como a semaglutida (Ozempic). Para quem sofre de diabetes tipo 2, os níveis de hemoglobina glicada foram significativamente reduzidos, muitas vezes evitando a progressão para uso de insulina.

Apesar dos benefícios, o medicamento não é isento de efeitos colaterais: os mais comuns são náuseas, constipação e perda de apetite, principalmente nas primeiras semanas. O uso deve ser feito com prescrição e acompanhamento médico, especialmente por pessoas com histórico de pancreatite, distúrbios gastrointestinais ou uso de outros antidiabéticos.

O Monjauro chega ao Brasil como uma alternativa potente no combate à obesidade e ao diabetes — doenças crônicas que afetam milhões de brasileiros e têm grande impacto na saúde pública.

Consulte seu médico antes de iniciar qualquer tratamento.

A NOVA FACE DA ACESSIBILIDADE

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Muito além de um Símbolo

O Senado aprovou um projeto de lei que substitui o Símbolo Internacional de Acesso pelo Símbolo Internacional de Acessibilidade, e entrevistamos a Profa. Jacyara Faion, para falar sobre o tema: “Por muitos anos, o símbolo internacional de acessibilidade, a imagem da cadeira de rodas azul, foi a representação universal das pessoas com deficiência, criado em 1968 por Suzanne koefoed uma desenhista dinamarquesa que ganhou um concurso de designer, este símbolo foi escolhido através da Organizações das Nações Unidas (ONU). Esse ícone teve um papel importante de direitos e garantia de espaços adaptados. No entanto, à medida que a sociedade evolui em sua compreensão sobre as diferentes formas de deficiência, surgiu a necessidade de um símbolos mais inclusivos, destacando-se uma nova representação que não apenas contempla as deficiências físicas, mas também inclui as neurodivergências, como o autismo, o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), a dislexia e outras condições cognitivas. A criação desse novo símbolo amplia a visão sobre acessibilidade, complementando e trazendo visibilidade as necessidades específicas de pessoas neurodivergentes que muitas das vezes são invisibilizadas por falta de rampas, banheiros inacessíveis, ausência de sinalizações.
Símbolo de acessibilidade ampliada significada:

FORMA HUMANA ESTILIZADA: A figura central representa uma pessoa de braços abertos, em uma postura de acolhimento e inclusão. Ela transmite a ideia de autonomia, presença e dignidade.
CÍRCULO AO REDOR: O círculo completo sugere totalidade, comunidade e a ideia de um sistema que envolve e protege, mostrando que todos fazem parte de um ambiente acessível.
PONTOS INTERCONECTADOS: Os pontos ligados simbolizam conexões cognitivas, diversidade de pensamentos e experiências sensoriais. É uma referência direta à neurodiversidade e aos diferentes modos de perceber, aprender e se comunicar.
CORES SUAVES (AZUL CLARO): A escolha de tons calmos como o azul claro está associada à tranquilidade, empatia, harmonia e valores importantes para ambientes inclusivos e acessíveis cognitivamente.
Sua adoção representa um passo importante para garantir que a acessibilidade não se limite apenas ao espaço físico, mas também alcance ambientes comunicacionais, educacionais e sociais.
O símbolo também funciona como ferramenta de conscientização. Em um mundo que ainda caminha para uma verdadeira inclusão, a adoção do novo símbolo é um marco, ele lembra que acessibilidade vai muito além, passa pela aceitação das diferentes formas de pensar, aprender e interagir.
Portanto, um convite para que todos as instituições públicas e privadas, atualizem suas práticas e promovam a acessibilidade em seu sentido mais amplo.

A acessibilidade não é um favor, é um direito garantido as pessoas com deficiência e necessidades específicas”.

Redação: Profa. Jacyara Faion – Pós Graduada em Educação Especial, e especialista em Autismo e Neurodesenvolvimento Infantil.
Diana Vale – Letróloga

A Importância do Cuidado com a Pele do Rosto no Inverno

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Com a chegada do inverno, as temperaturas mais baixas, o vento frio e a redução da umidade do ar provocam mudanças significativas na saúde da pele, especialmente do rosto — a região mais exposta e sensível do corpo. Esses fatores climáticos contribuem para o ressecamento, descamação, vermelhidão e até mesmo o agravamento de condições como dermatite, rosácea e acne.

Durante o inverno, é comum que a pele produza menos oleosidade natural, o que compromete sua barreira protetora. Por isso, a hidratação torna-se fundamental. Utilizar hidratantes específicos para o rosto, de preferência com ativos como ácido hialurônico, ceramidas e vitamina E, ajuda a manter a pele saudável, elástica e protegida contra os danos causados pelo frio.

Outro ponto essencial é a limpeza. Embora seja tentador lavar o rosto com água quente nos dias gelados, essa prática pode remover a camada lipídica natural da pele, favorecendo o ressecamento. O ideal é optar por água morna e sabonetes suaves, que limpam sem agredir.

Além disso, o uso do protetor solar deve continuar mesmo no inverno. A radiação UV, embora menos intensa, ainda está presente e pode causar danos cumulativos, como envelhecimento precoce e manchas.
O inverno também é uma excelente época para tratamentos dermatológicos mais intensivos, como peelings, laser e uso de ácidos, pois há menor exposição solar, o que reduz os riscos de manchas. No entanto, esses procedimentos devem sempre ser orientados por um dermatologista.

Cuidar da pele do rosto durante o inverno não é apenas uma questão estética, mas também de saúde. Manter a pele bem cuidada nessa estação é garantir proteção, conforto e beleza durante todo o ano.

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