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sábado,4 abril,2026
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Faixas de pedestres sem manutenção trazem risco a usuários em Palmas

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Atravessar a rua, em Palmas, não tem sido uma tarefa fácil. Sem manutenção, muitas faixas de pedestres estão apagadas, e as pessoas têm enfrentado dificuldade para atravessar as vias da cidade principalmente nos horários de pico e à noite.

Segundo o Conatran (Con­selho Nacional de Trânsito), as faixas devem ser utilizadas em locais com semáforos ou não, onde o volume de pedestres é significativo. A legislação pre­vê o dispositivo de segurança nas proximidades de escolas ou polos geradores de viagens, em meio de quadra ou onde estudos de engenharia indica­rem a necessidade.

O CTB (Código de Trânsito Brasileiro) estabelece no artigo 70 que os pedestres atravessan­do a via sobre as faixas delimi­tadas terão prioridade de pas­sagem, exceto nos locais com sinalização semafórica, onde deverão ser respeitadas as pre­ferências da sinalização.

Em Palmas em contato com a redação deste jornal inúmeras são as reclamações por parte dos pedestres bem como dos motoristas preocupados com o desaparecimento das faixas das vias urbanas.

E, que através desse meio de comunicação solicitam as autoridades responsáveis medidas urgentes para sanar esse problema.

Fica registrado a divulgação do problema das faixas de trânsito e a esperança de todos que esse problema venha a ser resolvido o mais rápido possível.

Fonte: Jornal Destaque Regional

Rede Feminina custeará duzentos exames de mamografia em Palmas

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Fundada no dia 06 de julho de 2016, a Rede Feminina de Combate ao Câncer(RFFC) de Palmas, Sul do Paraná, conta com 40 voluntárias. Em sua sede, no andar superior do terminal rodoviário, oferecem oficinas artesanatos, bazares e conversas em grupos sobre a prevenção do Câncer.

A RFCC realiza atendimentos a mulheres, homens, crianças e dá suporte as famílias. Através do grupo de visitas periódicas, as integrantes buscam contato com o paciente para saber se aceita ser auxiliado. Após a conversa com família, diagnosticam as necessidades e realizam os encaminhamentos necessários.

Uma das grandes conquistas pela RFCC, é o convenio com o Hospital Santa Pelizzari para realização de mamografia. Com isso, irá custear duzentos exames mamográficos, conforme triagem realizada pela clínica da mulher do município. Caso apresentem anormalidade, as mulheres serão encaminhadas para os demais exames. Para o público masculino, em parceria com o laboratório ALDES, serão realizados exames de PSA, que permitem detectar precocemente casos de câncer de próstata e outras doenças do público masculino, com mais de 40 anos.A instituição ainda conseguiu através de várias doações de cabelos, o banco de perucas.

“A primeira coisa que precisa é alimentar no paciente em tratamento de câncer, sua autoestima, quem precisar temos aqui vários modelos de perucas para empréstimo”, disse a presidente da rede, Marli Hilário.

Para se tornar uma voluntaria ou voluntário da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Palmas, basta se dirigir a Sede da Rede, atendimentos segunda e quinta-feira, das 14h às 17h.

FONTE: PORTAL RBJ

Corpos Meninas

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O instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (INSERM), apresenta a televisão como sendo o inimigo nº 1 das crianças, uma vez que esta revela ter uma influência negativa sobre o desenvolvimento intelectual da criança, sobre as competências académicas, sobre as habilidades motoras, sobre a linguagem, atenção, imaginação, criatividade, imagem corporal, entre outros aspetos relevantes para um desenvolvimento isento de fragilidades e mais saudável. E claro sobre o corpo que apresenta.

Em pleno 2019, as mulheres andam a todo vapor com a busca de uma saúde melhor, e uma estética melhor, o que não está errada, isso para adultos. Colocado para crianças isso é péssimo!! Quando uma criança tem seu corpo criticado, debochado ou falado com ironia, ele passa a ver com outra forma. Porque destrói a autoestima da criança e deixa sequelas emocionais acompanhadas de insegurança, principalmente quando essa crítica vem da mãe, podendo até evoluir para um transtorno alimentar mais sério.

Mas afinal, o que estamos fazendo de errado? O contato da criança com padrões de beleza impostos pela sociedade, através da mídia, dos brinquedos e das críticas à sua aparência, vindo de familiares e colegas da escola, são as principais causas deste índice. A família é um dos fatores que mais contribui para a construção da autoimagem da criança, principalmente a mãe. Se você não tem um bom relacionamento com o seu corpo, dificilmente conseguirá ensinar isso à criança e a forma como você se critica ela acabará tomando como exemplo e criando auto cobranças e crenças maléficas. Que fique claro que não estamos falando da relação entre obesidade x saúde. Até porque, nem sempre o sobrepeso é sinônimo de má saúde, assim como baixo peso não é sinônimo de boa saúde. Cuidados com uma alimentação saudável e balanceada são essenciais para o bom desenvolvimento infantil, mas claro, com equilíbrio, sem exageros. O ideal, para construção de uma autoimagem positiva é focar em capacidades e talentos. Não em aparência. E lembrando que os meninos também são vítimas dessa busca pela beleza padrão. Além disso o ensino sobre a aceitação da diversidade e identificação de beleza em cada corpo é algo que pode ser fomentado. Mas atenção: o seu discurso deve ser compatível com o seu comportamento! Nada adianta você falar pra criança que está tudo bem estar acima do peso e depois criticar a vizinha, porque ela engordou. As palavras de ordem são RESPEITO E EMPATIA. POR SÍ MESMA E PELOS OUTROS.

Terapia com cavalos auxilia na socialização de crianças autistas

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Equoterapia é indicada na integração emocional e educacional de portadores de vários tipos de transtornos;

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) corresponde a um desenvolvimento anormal da interação social e da comunicação, restringindo atividades interpessoais, abrangendo crianças e adolescentes na faixa etária dos três anos, pois é quando os sinais começam aparecer, até a idade adulta onde tendem a continuar, embora muitas vezes de forma mais moderada.

Esse transtorno é uma desordem que afeta a capacidade da pessoa em se comunicar, estabelecer relacionamentos e de responder apropriadamente ao ambiente que a rodeia. Suas principais características estão relacionadas a comportamentos repetitivos, dificuldades na fala, e na expressão de emoções, ausência de reciprocidade social ou emocional, e na incapacidade de desenvolver e manter vínculos de amizades.

É uma patologia que acomete mais meninos do que meninas, e suas manifestações vão variar de acordo com a idade cronológica de cada indivíduo, podendo ser classificada como uma síndrome que abarca subtipos variados, caracterizando-se, sobretudo, como um conjunto de sintomas iniciados na infância. Seu diagnóstico é clinico, sendo realizado por uma equipe multidisciplinar.

Existem diversas modalidades de intervenções que podem auxiliar no desenvolvimento de pessoas com TEA, uma destas opções é a Equoterapia, um método terapêutico que utiliza o cavalo dentro de uma abordagem interdisciplinar, desenvolvendo uma melhora biopsicossocial em pessoas portadoras de necessidades especiais.

O Autismo é uma doença que afeta o desenvolvimento neuropsicomotor de crianças, e nos últimos anos o número de pessoas com TEA tem crescido em cerca de dois milhões no Brasil. Sendo, a Equoterapia uma das formas de tratamento, aprovada e reconhecida, mais utilizada na atualidade, devido aos estímulos produzidos pelos movimentos do cavalo, pois sua marcha é bem semelhante ao do ser humano.

Após a confirmação do diagnóstico, a família deve recorrer a tratamentos específicos, que irão auxiliar a pessoa e sua rede de apoio, buscando possibilidades que melhorem e proporcionem bem-estar para as crianças e que elas tenham a oportunidade de desenvolver os aspectos motores, sensoriais e de comunicação. Cabendo aos pais compreender a realidade dos filhos e aceitar principalmente as suas diferenças.

A busca pelo tratamento especifico é constante e a importância de amenizar os déficits apresentados, concentra-se em uma abordagem medicamentosa destinada a redução de sintomas-alvo, representados principalmente por

agitação, agressividade e irritabilidade, que geralmente impedem o encaminhamento dos pacientes a programas relacionados à estimulação e educação.

O autismo não tem cura, porém são utilizados diferentes métodos e procedimentos de intervenção terapêutica com a intenção de reverter, em partes, as alterações dos quadros, pois nem todos os autistas são iguais e nem todos tem as mesmas características, uns podem ser mais atentos, uns mais intelectuais, outros mais sociáveis e assim por diante. O que vai diferenciar um do outro é o grau que cada um apresenta.

A Equoterapia, é um recurso muito procurado, e eficaz para os indivíduos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), pois o praticante Autista, estando montado sobre o cavalo, manifesta-se emocionalmente através do toque e da expressão facial, obtendo-se resultados positivos nas diversas áreas acometidas por essa patologia, como mobilidade, motricidade, comunicação, autoestima, independência, linguagem, interação social, entre outras.

Nessa modalidade de tratamento, a atuação do Fisioterapeuta é de extrema importância, pois é ele o responsável principal pela admissão dos dados colhidos durante a anamnese (entrevista com o responsável pelo praticante), e por grande parte da execução da técnica, que através do cavalo, dos materiais lúdicos utilizados durante as sessões e dos seus programas básicos oferecidos pela terapêutica, que reabilitam de forma global os praticantes.

Além disso, como as sessões de equoterapia são realizadas ao ar livre, na maioria das vezes, torna-se uma atividade lúdica e prazerosa. O que aumenta o interesse e a participação das crianças, potencializando os resultados”. Entre os ganhos motores, estão os ajustes tônicos posturais que o paciente realiza quando está sobre o cavalo, em função do movimento tridimensional que o animal de trote possui.

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