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quinta-feira,21 maio,2026
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Guarda compartilhada significa que a criança mora metade do tempo com cada um?

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Muitas pessoas ainda confundem guarda compartilhada com “dividir a criança”. É comum ouvir frases como: “Então meu filho vai passar 15 dias em cada casa?” mas a verdade é que guarda compartilhada não significa, necessariamente, divisão igual de tempo.

A guarda compartilhada é, antes de tudo, um modelo de responsabilidade conjunta. Isso significa que pai e mãe continuam participando das decisões importantes da vida do filho, mesmo após a separação: escola, saúde, rotina, viagens, atividades e criação em geral.

Na prática, a criança geralmente possui uma residência principal, onde mantém sua rotina, seus estudos e sua organização diária. O outro genitor exerce o direito de convivência de forma ampla e saudável, conforme acordo entre as partes ou decisão judicial.

O objetivo da guarda compartilhada não é criar uma disputa de tempo, mas evitar que apenas um dos pais concentre todas as decisões sobre a vida do filho. A lei entende que, sempre que possível, a presença ativa de ambos é importante para o desenvolvimento emocional da criança.

Mas e quando os pais não se entendem?
Mesmo em situações de conflito, a guarda compartilhada ainda pode ser aplicada. Isso porque o foco da Justiça não é o relacionamento entre os adultos, mas sim o direito da criança de conviver com ambos os pais.

Outro ponto importante: guarda compartilhada não elimina a pensão alimentícia. Mesmo dividindo responsabilidades, aquele com qual a criança não reside precisa estar contribuindo financeiramente para equilibrar as despesas da criança.

No fim das contas, guarda compartilhada não é sobre matemática. É sobre presença, responsabilidade e participação ativa na vida dos filhos, mesmo quando o relacionamento do casal chega ao fim.

Procure sempre um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

SUA OBRA ESTÁ REALMENTE REGULARIZADA?

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Você sabe se a sua casa, ampliação, edícula ou construção está devidamente averbada na matrícula do imóvel? Muitos proprietários acreditam que possuir o imóvel e pagar IPTU significa estar totalmente regularizado, porém, na prática, muitas obras permanecem irregulares perante o município e o cartório de registro de imóveis.

A regularização de obras é um procedimento fundamental para garantir a valorização do patrimônio e tranquilidade ao proprietário. Quando uma construção não está regularizada, o imóvel pode enfrentar dificuldades em financiamentos, inventários, vendas e até mesmo na obtenção de seguros ou alvarás.

É muito comum encontrar situações em que a residência foi ampliada ao longo dos anos, ganhou garagem, área gourmet, piscina ou novos cômodos, mas essas alterações nunca foram oficialmente comunicadas aos órgãos competentes. Nesses casos, a matrícula do imóvel não reflete a realidade da construção existente.

A regularização evita problemas futuros, um imóvel regularizado transmite confiança, possui maior liquidez no mercado e reduz riscos jurídicos.

Antes que a irregularidade se transforme em prejuízo, procure orientação técnica e verifique se a sua obra está devidamente regularizada.

Regularizar a construção hoje é evitar problemas amanhã.

Se você precisa de projetos, execução de obras ou consultoria técnica com confiança e profissionalismo, conte com um engenheiro civil qualificado entre em contato e garanta um serviço seguro, eficiente e com qualidade em cada detalhe da sua obra.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

O impacto do sono na saúde cardiovascular, mental e metabólica

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Dormir não é apenas “descansar”. Durante o sono, o organismo regula hormônios, consolida memória, reduz inflamação, controla o apetite e promove recuperação cardiovascular e cerebral. A privação crônica de sono está associada ao aumento do risco de obesidade, hipertensão arterial, diabetes, ansiedade, depressão, arritmias e doenças cardiovasculares.

Quantas horas de sono são recomendadas?

A necessidade de sono varia conforme a idade:
*Recém-nascidos: 14–17 horas/dia
*Crianças: 9–13 horas/dia
*Adolescentes: 8–10 horas/dia
*Adultos: 7–9 horas/dia
* Idosos: 7–8 horas/dia

Em adultos, dormir menos de 6 horas regularmente está associado a maior mortalidade cardiovascular e pior desempenho cognitivo. Por outro lado, dormir excessivamente (mais de 9–10 horas de forma persistente) também pode estar relacionado a doenças metabólicas, inflamatórias e depressão.

O que acontece quando dormimos pouco?

A restrição de sono provoca alterações hormonais importantes:

*Aumento do cortisol (hormônio do estresse)
*Redução da sensibilidade à insulina
*Aumento da grelina (fome)
*Redução da leptina (saciedade)
*Maior ativação do sistema nervoso simpático

Essas alterações favorecem:
*Ganho de peso
*Desejo por alimentos ultraprocessados
*Elevação da pressão arterial
*Inflamação sistêmica
*Queda de imunidade
*Piora da ansiedade e do humor

Sono e coração: qual a relação?

Durante o sono profundo ocorre redução da frequência cardíaca e da pressão arterial, permitindo “descanso” cardiovascular. Pessoas que dormem mal apresentam maior risco de:

*Hipertensão arterial
*Infarto
* AVC
* Fibrilação atrial
* Insuficiência cardíaca

Distúrbios como apneia obstrutiva do sono merecem atenção especial, principalmente em pacientes com obesidade, ronco intenso, sonolência diurna e hipertensão resistente.

Qualidade do sono importa mais do que quantidade?
Sim. Dormir 8 horas fragmentadas ou com baixa qualidade não produz os mesmos benefícios de um sono reparador. Alguns sinais de sono inadequado incluem:

*Acordar cansado
*Sonolência diurna
*Irritabilidade
*Falhas de memória
*Dificuldade de concentração
* Necessidade excessiva de cafeína

Estratégias para melhorar o sono

*Manter horário regular para dormir e acordar
*Evitar telas pelo menos 1 hora antes de dormir
*Reduzir cafeína à noite
*Dormir em ambiente escuro e silencioso
*Evitar refeições pesadas antes de deitar
*Praticar atividade física regularmente
*Controlar estresse e ansiedade

Sono não é luxo — é necessidade biológica. Dormir bem reduz inflamação, protege o coração, regula hormônios e melhora saúde mental e metabólica. Em muitos casos, melhorar o sono pode ser tão importante quanto alimentação e exercício físico para prevenção de doenças.

Estudos atuais mostram que a combinação ideal para longevidade e saúde cardiovascular inclui:

* atividade física regular,
*alimentação equilibrada,
*controle do estresse,
*e cerca de 7 a 9 horas de sono de qualidade por noite.

Se você sofre de insônia, procure tratamento médico.

Avaliação Neuropsicológica em idosos A importância do diagnóstico precoce e do cuidado humanizado

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O envelhecimento é um processo natural da vida, porém algumas mudanças cognitivas podem surgir com o passar dos anos e impactar diretamente a autonomia e a qualidade de vida do idoso. Esquecimentos frequentes, dificuldades de atenção, alterações de comportamento e perda de independência são sinais que merecem atenção e avaliação adequada.
A avaliação neuropsicológica é um processo realizado por psicólogo especializado, com o objetivo de investigar funções cognitivas e emocionais relacionadas ao funcionamento cerebral, como memória, atenção, linguagem, raciocínio e funções executivas. Por meio de entrevistas clínicas e testes específicos, é possível identificar alterações cognitivas, compreender suas causas e auxiliar no direcionamento do tratamento.
Muitas vezes, familiares acreditam que todo esquecimento faz parte do envelhecimento normal, mas nem sempre isso é verdade. A avaliação neuropsicológica ajuda a diferenciar alterações esperadas da idade de possíveis quadros patológicos, como a Doença de Alzheimer e outras demências. O diagnóstico precoce possibilita intervenções mais eficazes, promovendo maior qualidade de vida e preservação da autonomia do idoso.
Além de auxiliar no diagnóstico, a avaliação oferece suporte importante para familiares e cuidadores, ajudando na compreensão das dificuldades apresentadas pelo idoso e reduzindo conflitos e inseguranças no convívio diário.
O cuidado com idosos que apresentam dificuldades cognitivas deve envolver acolhimento, paciência e estímulo constante. Manter uma rotina organizada, incentivar atividades cognitivas e sociais, promover atividade física e garantir acompanhamento profissional são medidas fundamentais para preservar o bem-estar emocional e funcional.
Mais do que identificar déficits, a avaliação neuropsicológica permite compreender a história, as potencialidades e as necessidades de cada indivíduo, promovendo um cuidado mais humanizado e respeitoso. Cuidar da saúde mental e cognitiva do idoso é também valorizar sua trajetória, sua dignidade e sua qualidade de vida.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga
CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento

Você não está apenas cansada: seu corpo pode estar sobrecarregado

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Você acorda cansada.

Precisa de café para funcionar, sente dificuldade para treinar, perde a disposição ao longo do dia e, mesmo dormindo algumas horas, continua com a sensação de que a energia nunca volta completamente.

Muitas mulheres acreditam que isso é apenas consequência da rotina corrida.

Mas cansaço constante não deveria ser considerado normal.

Em muitos casos, o corpo está dando sinais de sobrecarga física e metabólica.

Sono ruim, excesso de estresse, alimentação desorganizada, baixa ingestão de proteínas, sedentarismo e alterações hormonais podem impactar diretamente a forma como o organismo produz e utiliza energia.

Além disso, o estresse crônico aumenta a produção de cortisol, conhecido como o hormônio do estresse.

Quando permanece elevado por muito tempo, o cortisol pode favorecer aumento do apetite, maior acúmulo de gordura abdominal, alterações no sono e dificuldade para emagrecer.

Em mulheres a partir dos 35–40 anos, essas mudanças podem ficar ainda mais evidentes.

Durante a perimenopausa — fase que antecede a menopausa — começam a ocorrer oscilações hormonais que podem provocar sintomas como:

*cansaço excessivo
*dificuldade de concentração
*alterações de humor
*piora do sono
*redução da disposição
*maior facilidade para ganhar gordura abdominal

Muitas vezes a mulher acredita que está apenas “sem força de vontade”, quando na realidade seu corpo está passando por mudanças importantes.

E o problema é que a resposta costuma ser sempre a mesma: mais café, mais restrição alimentar e mais cobrança.

Mas nem todo cansaço se resolve com mais estímulo.

Às vezes o corpo está pedindo recuperação.

Cuidar da alimentação, melhorar a qualidade do sono, praticar atividade física regularmente e avaliar possíveis alterações metabólicas e hormonais pode fazer uma diferença enorme na disposição e na saúde.

Seu corpo fala o tempo todo.

Aprender a ouvir esses sinais pode ser o primeiro passo para mudar não apenas o seu metabolismo, mas sua qualidade de vida.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

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