13.8 C
Palmas
quinta-feira,27 agosto,2026
Início Site Página 3

Inscrições para o Ciclo 02 da Política Nacional Aldir Blanc começam nesta terça-feira em Palmas

0

Começam nesta terça-feira (11) as inscrições para o Edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) Ciclo 02, em Palmas, no sul do Paraná. Ao todo, serão destinados R$ 292.502,10 para fomentar projetos e iniciativas culturais no município. A iniciativa contempla diferentes segmentos e busca ampliar o acesso aos recursos destinados à cultura, incentivar novos projetos e fortalecer artistas, produtores e demais agentes culturais de Palmas.

Nesta edição, o edital contempla cinco categorias: Dança, Música, Teatro e Arte Circense, Meu Primeiro Projeto e Festival Pé Vermelho. De acordo com o diretor do Departamento Municipal de Cultura, Marcos Terêncio, o novo ciclo representa mais uma oportunidade para que os agentes culturais transformem ideias em projetos e contribuam para o fortalecimento da produção artística local.

“Estamos iniciando mais um ciclo da Política Nacional Aldir Blanc em Palmas, com recursos importantes para fomentar diferentes áreas da nossa cultura. Nosso convite é para que os agentes culturais conheçam o edital, organizem seus projetos e participem. Queremos que esses recursos cheguem a quem produz e movimenta a cultura no nosso município”, destaca Terêncio.

Inscrições seguem até 25 de agosto

O período de inscrições vai de 11 a 25 de agosto de 2026. Os interessados devem ficar atentos aos requisitos, documentação e demais critérios estabelecidos no edital. O investimento total previsto para o Ciclo 02 é de R$ 292.502,10, distribuído entre as categorias previstas no processo de seleção. Os agentes culturais interessados em participar devem acessar o Edital da PNAB, Ciclo 02, disponível no site oficial da Prefeitura Municipal de Palmas, onde estão disponíveis todas as orientações para inscrição e apresentação dos projetos. PNAB A Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura é uma política pública voltada ao financiamento contínuo de ações culturais em estados, Distrito Federal e municípios, permitindo investimentos em projetos, programas e iniciativas de valorização dos trabalhadores e das manifestações culturais.

Fonte: https://pmp.pr.gov.br/

Do Departamento da Cultura para a coordenação política: Eneori Brasil deixa Prefeitura de Palmas e assume mobilização da campanha de Pimenta

0

Ex-chefe da Divisão de Eventos Culturais deixa cargo a pedido e passa a comandar
a Mobilização Política da pré-campanha de Rodrigo João Pimenta a deputado federal.

A política de Palmas ganha novos movimentos com a aproximação das eleições de 2026. Nesta terça-feira, 11 de agosto, foi publicada a exoneração, a pedido, de Eneori Brasil, que ocupava a chefia da Divisão de Eventos Culturais do Departamento da Cultura, ligado à Secretaria Municipal de Educação na Prefeitura de Palmas.
A saída não significa afastamento da vida pública. Eneori passa a integrar a equipe de Rodrigo João Pimenta, assumindo a Coordenação de Mobilização Política da pré-campanha, função estratégica para articulação com lideranças, organização da militância e ampliar a presença da candidatura nos municípios.
A parceria entre os dois não começa agora. Em 2025, quando Pimenta dirigiu o Departamento da Cultura de Palmas, Eneori foi seu braço direito na condução das ações do setor. Agora, a parceria ganha um novo capítulo na política.
Com experiência na organização de eventos e conhecimento local, Eneori terá a missão de transformar apoio em mobilização.
“Eneori conhece Palmas, conhece nossa gente e sabe trabalhar. A mobilização política exige presença, diálogo e disposição. É isso que esperamos dele nessa nova missão”, afirmou Pimenta.
Da cultura para a política, muda o cenário, mas permanece o desafio: mobilizar pessoas, construir pontes e levar a candidatura para além das fronteiras de Palmas.

Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo WhatsApp 46 98820-4604.

O maior erro nas negociações imobiliárias não é o preço. É a falta de alinhamento

0

Quando você pensa em uma negociação imobiliária certamente imagina que ela começa quando o comprador encontra um imóvel, faz uma proposta e o vendedor aceita. Mas na prática, não é assim.
Na minha rotina à frente de uma imobiliária, acompanho diariamente compradores, vendedores, propostas, financiamentos, documentos e contratos. E, depois de acompanhar tantas negociações, uma coisa ficou muito clara para mim: muitos dos problemas que surgem durante uma venda não acontecem por causa do preço. Acontecem porque alguma informação não foi alinhada.
Às vezes, uma informação não foi dada. Às vezes, foi dada, mas não ficou clara. E muitas vezes acontece aquilo que considero um dos maiores erros de uma negociação:
“Eu achei que ele sabia.”
Essa frase costuma aparecer quando alguma conversa importante acontece tarde demais.
Quem compra ou vende um imóvel não vive esse processo todos os dias. Para quem trabalha no mercado imobiliário, falar sobre financiamento, FGTS, documentação, cartório, impostos, seguros, prazos e condições de pagamento faz parte da rotina.
Para o comprador e para o vendedor, não.
E existe aí um ponto que merece muita atenção: aquilo que parece óbvio para quem trabalha com imóveis pode não ser óbvio para quem está comprando ou vendendo.
Recentemente, tivemos uma situação envolvendo o RCPM. O vendedor com anos de atuação no mercado. Quando solicitamos o RCPM, surgiu uma despesa que não havia sido considerada por ele. O vendedor afirmou que, se essa informação tivesse sido apresentada no momento da negociação, teria conduzido a negociação de outra forma e chegou a questionar a continuidade da venda.
O ponto mais importante dessa situação, para mim, não é simplesmente discutir quem deveria pagar aquela despesa. É perceber que a informação precisava ter sido apresentada e alinhada antes.
Em outra negociação, aconteceu algo ainda mais comum.
O comprador utilizaria o FGTS para compor parte da entrada. A proposta apresentada ao vendedor informava R$ 80 mil de entrada e R$ 400 mil de financiamento. Mas havia uma diferença importante: dos R$ 80 mil de entrada, apenas R$ 30 mil seriam pagos em dinheiro. O restante viria do FGTS.
O vendedor havia entendido que receberia R$ 80 mil em dinheiro. Quando essa diferença ficou clara no momento da assinatura do contrato, ele não aceitou seguir daquela forma e a negociação ficou comprometida. Mais uma vez, o problema não estava necessariamente no valor da venda.Estava na expectativa que cada parte havia criado.
O comprador entendia uma coisa e o vendedor, outra. Aquela diferença não havia sido suficientemente alinhada no início. Foi mais uma situação que me mostrou algo que considero fundamental: uma negociação imobiliária não é feita apenas de valores. Ela é feita de expectativas.
Por isso, comprador e vendedor precisam fazer perguntas antes de avançar e aqui listo as que entendo como fundamentais:
Como será composto o pagamento?
Haverá financiamento?
Haverá utilização de FGTS?
Quais despesas estão previstas?
Quem será responsável por cada uma delas?
Quando o vendedor receberá cada parte do valor?
Quais são as condições para a conclusão da venda?
Como será feita a entrega do imóvel?
Existem tributos ou outras obrigações que precisam ser avaliados?
Essas perguntas podem parecer simples, mas são justamente elas que podem evitar problemas depois. E existe uma responsabilidade importante de quem conduz uma negociação. Não se deve esperar que o cliente faça uma pergunta sobre algo que ele sequer sabe que existe.
Uma imobiliária ou um corretor deve prever despesas ou até mesmo uma condição de pagamento que pode afetar o vendedor ou então se existe uma etapa do financiamento que pode alterar prazo ou expectativa. Antecipar uma dúvida é muito mais simples do que resolver um conflito.
Vivendo tantas experiências passei a enxergar uma diferença importante entre simplesmente intermediar uma venda e realmente conduzir uma negociação. Entendi que intermediar é aproximar comprador e vendedor. Conduzir é ajudar os dois a entenderem o caminho que estão percorrendo. Entendi também que quando as informações são apresentadas antes, elas passam a fazer parte da decisão. E é justamente aí que entra o alinhamento. Quando uma venda trava porque alguém descobriu uma despesa, uma condição ou uma responsabilidade que não conhecia, o problema não começou naquele momento.
A informação já existia. O que faltou foi alinhamento.
Por isso considero tão perigosa uma frase muito comum no mercado imobiliário e aqui na Camine ela é proibida: Achei que sabia.
As partes precisam estar cientes de cada etapa, seus custos e o que pode acontecer durante a jornada de compra. Porque uma negociação bem conduzida é o que traz segurança para todas as partes. E prezamos por NÃO errar. Aqui as perguntas importantes são feitas antes de se transformarem em problemas. A regra é não presumir que o outro sabe.

Ecléa Camine
Empresária do mercado imobiliário, especialista em financiamento imobiliário e mentora de profissionais do setor.
Instagram: @ecleacamine
YouTube: @ecleacamine

Recebo um benefício do INSS. Posso perdê-lo?

0

Muitas pessoas acreditam que, depois que o INSS concede um benefício, ele nunca mais poderá ser cancelado. Mas isso não é verdade.

Em algumas situações, o benefício pode ser revisto e até cessado pelo próprio INSS. Isso não significa que o segurado fez algo errado, mas sim que a legislação permite a reavaliação de determinados benefícios.

É o caso, por exemplo, do benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença). Como o próprio nome indica, ele é concedido enquanto durar a incapacidade para o trabalho. Se, em uma nova perícia, o INSS concluir que o segurado recuperou sua capacidade laboral, o benefício poderá ser encerrado.

Outro exemplo é a aposentadoria por incapacidade permanente. Embora seja destinada a quem não possui condições de retornar ao trabalho, ela também pode ser revista em algumas situações. Caso seja constatada recuperação da capacidade ou retorno voluntário à atividade, o benefício poderá sofrer alterações.

Além das perícias, o INSS realiza periodicamente operações de revisão cadastral, conhecidas popularmente como “pente-fino”. Nessas revisões, o segurado pode ser convocado para apresentar documentos, realizar nova perícia ou atualizar informações. Ignorar a convocação pode resultar na suspensão do benefício.
Isso não significa que o segurado deva viver com medo. Na maioria das vezes, basta manter os documentos médicos atualizados, informar corretamente qualquer mudança de situação e atender às convocações feitas pelo INSS.

Caso o benefício seja cancelado de forma indevida, o segurado pode apresentar recurso administrativo e, se necessário, buscar a revisão na Justiça.

Conhecer seus direitos é tão importante quanto cumprir seus deveres. Afinal, a Previdência Social existe para proteger o trabalhador, mas essa proteção também depende de informação e acompanhamento.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

NR-1: suspensão de multas pelo STF não elimina obrigação de prevenir riscos psicossociais

0

A inclusão dos fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), previsto na Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), ganhou um novo capítulo após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro André Mendonça suspendeu por 90 dias a aplicação de multas e outras sanções relacionadas às novas exigências, no âmbito da ADPF 1.316. A decisão está sendo analisada pelo Plenário Virtual do STF entre os dias 7 e 18 de agosto.

É importante compreender o alcance da medida: a NR-1 não foi suspensa e a necessidade de gerenciamento dos fatores de risco psicossociais relacionados ao trabalho permanece. A decisão atinge, temporariamente, a aplicação de determinadas penalidades administrativas enquanto são discutidos critérios para fiscalização.

Entre os fatores que podem estar relacionados ao trabalho estão sobrecarga, metas excessivas ou inalcançáveis, assédio moral ou sexual, conflitos interpessoais, falta de apoio das lideranças, baixa autonomia e outras características da organização do trabalho capazes de afetar a saúde dos trabalhadores.

Na prática, portanto, a suspensão das multas não deve ser interpretada como autorização para as empresas deixarem o tema para depois. A identificação e o gerenciamento desses fatores integram uma abordagem preventiva e devem considerar as condições reais de cada ambiente de trabalho.

Também permanecem as demais responsabilidades do empregador previstas na legislação. Situações envolvendo assédio, adoecimento relacionado ao trabalho ou falhas na prevenção podem produzir consequências trabalhistas e civis independentemente das multas administrativas da NR-1.
Para as empresas, o período pode ser utilizado para estruturar o processo de maneira técnica: identificar os fatores de risco, avaliar a organização e as condições de trabalho, ouvir os trabalhadores, documentar os resultados e estabelecer medidas preventivas e planos de ação quando necessários.

Mais do que uma nova obrigação documental, a mudança reforça um princípio importante: os riscos psicossociais devem ser analisados a partir do trabalho e de sua organização, e não simplesmente como uma condição individual do trabalhador.

A Delta Laboral – Soluções em Gestão Ocupacional acompanha as atualizações da NR-1 e auxilia empresas na identificação, avaliação e gerenciamento dos fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, transformando as exigências legais em ações preventivas adequadas à realidade de cada organização.

Delta Laboral – Segurança e Saúde no Trabalho com responsabilidade e prevenção.

Você quer emagrecer ou quer mudar seu corpo?

0

Quando alguém decide emagrecer, geralmente existe um número em mente: “quero perder 5 quilos”, “preciso voltar aos 60” ou “meu peso ideal é 55”.
Mas e se eu disser que o número da balança não conta a parte mais importante dessa história?

Duas mulheres podem ter exatamente o mesmo peso e corpos completamente diferentes. A diferença está na composição corporal, ou seja, quanto daquele peso corresponde à gordura e quanto corresponde à massa muscular.

É por isso que perder peso nem sempre significa melhorar o corpo.

Quando o emagrecimento acontece através de dietas muito restritivas, pouca proteína e ausência de musculação, parte importante dos quilos eliminados pode vir da massa muscular. A balança diminui, mas o resultado estético nem sempre acompanha: permanece a flacidez, falta definição e o metabolismo pode se tornar mais econômico.

Já na recomposição corporal, o objetivo é diferente: reduzir gordura preservando ou aumentando massa muscular.

E isso muda tudo.

Mais músculos significam um corpo mais forte, melhor sustentação dos tecidos, maior gasto energético e proteção contra a perda muscular que acontece naturalmente com o envelhecimento.

Depois dos 35 ou 40 anos, essa estratégia se torna ainda mais importante, especialmente para as mulheres. Alterações hormonais, redução progressiva de massa muscular e maior tendência ao acúmulo de gordura tornam a preservação dos músculos fundamental para a saúde metabólica e para a estética.
Por isso, um bom planejamento nutricional não busca simplesmente fazer você comer o mínimo possível. Ele oferece energia e proteínas suficientes para preservar músculos enquanto cria as condições necessárias para reduzir gordura.

E é justamente por isso que, algumas vezes, a paciente perde poucos quilos na balança, mas reduz centímetros de cintura, muda o tamanho das roupas e transforma completamente o corpo.

A balança mede quanto você pesa.

Ela não mede a qualidade do corpo que você está construindo.

Talvez seu melhor resultado não esteja no menor peso que você consegue atingir.

Está na melhor composição corporal que você consegue construir.
Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

Autismo na vida adulta

0

Sinais que podem passar despercebidos

Quando se fala em autismo, é comum pensar em crianças. No entanto, muitas pessoas chegam à vida adulta sem diagnóstico, especialmente aquelas que apresentam características mais sutis. É o caso de muitos indivíduos que, no passado, poderiam ter recebido o diagnóstico de Síndrome de Asperger, termo atualmente incorporado ao Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Na vida adulta, alguns sinais podem aparecer principalmente nas relações sociais e na rotina. Dificuldade para iniciar ou manter conversas, compreender ironias e indiretas, interpretar expressões faciais, perceber regras sociais implícitas e estabelecer vínculos podem estar presentes. Algumas pessoas também relatam sensação de “não se encaixar” ou necessidade de observar e imitar comportamentos sociais para conseguir interagir.

Outro aspecto importante são os interesses restritos e intensos, com grande concentração em determinados assuntos, além da preferência por rotinas, previsibilidade e dificuldade diante de mudanças inesperadas. Sensibilidades aumentadas a sons, luzes, cheiros, texturas ou determinados ambientes também podem fazer parte do quadro.

Em muitos adultos, essas características são compensadas por estratégias desenvolvidas ao longo da vida, fenômeno conhecido como camuflagem social (masking). Por isso, o sofrimento pode permanecer invisível, podendo surgir como exaustão após interações sociais, ansiedade, isolamento ou dificuldade de adaptação.

É importante destacar que apresentar alguns desses sinais não significa, necessariamente, ter autismo. O diagnóstico deve ser realizado por profissional habilitado, por meio de avaliação clínica cuidadosa, considerando a história do desenvolvimento, o funcionamento atual e os impactos dessas características na vida cotidiana.

Reconhecer esses sinais pode ser o primeiro passo para compreender a própria trajetória e buscar estratégias que favoreçam mais qualidade de vida, autonomia e bem-estar.

Alessandra Procópio Moreira Psicóloga e Neuropsicológa CRP 08/41553 46 92001-9598 @psico.aleprocopio

 

Exames de sangue importantes no check-up cardiológico

0

Cuidar do coração não começa quando aparecem sintomas. A prevenção cardiovascular começa muito antes, identificando fatores de risco e alterações que podem ser corrigidas.

No check-up cardiológico, alguns exames de sangue são especialmente importantes. O perfil lipídico, com colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos, é fundamental para avaliar o risco de aterosclerose e definir estratégias para reduzir a chance de infarto e AVC.

A glicemia de jejum e a hemoglobina glicada ajudam a identificar diabetes e pré-diabetes, condições que aumentam significativamente o risco cardiovascular. A função renal, principalmente por meio da creatinina e da estimativa da taxa de filtração glomerular, também merece atenção, já que alterações renais estão associadas a maior risco cardiovascular.

A lipoproteína(a), ou Lp(a), é outro exame importante, especialmente quando existe histórico familiar de doença cardiovascular precoce. Seus níveis são predominantemente determinados pela genética, e uma dosagem ao longo da vida pode identificar pessoas com risco aumentado.

Em situações selecionadas, a proteína C-reativa ultrassensível (PCR-us) pode ajudar a refinar a estratificação do risco cardiovascular, principalmente quando o risco ainda não está claramente definido. Ela avalia um marcador de inflamação de baixo grau, mas não deve ser interpretada isoladamente.
Dependendo da idade, histórico familiar, sintomas e fatores de risco, outros exames podem ser indicados, como TSH, hemograma, enzimas hepáticas e avaliação do metabolismo do ferro.

Mais importante do que pedir muitos exames é saber quais realmente fazem sentido para cada pessoa. O check-up deve considerar idade, pressão arterial, peso, alimentação, atividade física, tabagismo, diabetes, colesterol e histórico familiar.

Prevenção cardiovascular não é esperar o coração dar sinais de alerta. É identificar o risco antes que ele se transforme em doença.

Seu coração pode estar bem hoje. E esse é justamente o melhor momento para cuidar dele.

Palmas
céu limpo
13.8 ° C
13.8 °
13.8 °
90 %
2.4kmh
2 %
qui
24 °
sex
27 °
sáb
28 °
dom
23 °
seg
20 °