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quinta-feira,30 abril,2026
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Posso receber um benefício mesmo sem ter contribuído todos os anos?

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Muita gente ainda acredita que, para receber algo do inss, é preciso ter contribuído durante 35 anos (no caso dos homens) ou 30 anos (no caso das mulheres). Mas o que nem todos sabem é que existem outras formas de aposentadoria — inclusive para quem tem lacunas no histórico de contribuições.

Uma delas é o benefício assistencial ao idoso (BPC/LOAS), destinado a pessoas com 65 anos ou mais que vivem em situação de vulnerabilidade econômica e não precisam ter contribuído para o INSS. Nesse caso, o benefício não é uma aposentadoria, mas garante um salário mínimo mensal.

Outra opção é complementar contribuições antigas, quando há períodos em que a pessoa trabalhou sem registro. O INSS permite o recolhimento retroativo em alguns casos, desde que seja comprovado o trabalho exercido na época — por exemplo, com recibos, notas fiscais ou testemunhas.

Também existem regras de transição para quem já contribuía antes da Reforma da Previdência (de 2019), que podem garantir aposentadoria com pedágio ou sistema de pontos.

O ideal é fazer um planejamento previdenciário antes de requerer o benefício. Assim, é possível identificar o melhor momento para se aposentar, quanto tempo falta e se vale a pena complementar contribuições antigas.

A aposentadoria não é apenas o fim da vida profissional — é o resultado de uma história inteira de trabalho. Entender as regras é o primeiro passo para transformar o direito em realidade.
Consulte sempre um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR nº 108.915 – OAB/SC 70.779

 

 

O novo luxo do marketing é parecer gente

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Outro dia, um cliente nos disse: “Não sei se preciso aparecer. Podemos criar um mascote com IA. Ele vai falar melhor do que eu.”
E talvez fale mesmo. Fale sem gaguejar, sem esquecer o roteiro. Sem repetir palavra. Sem pedir para gravar de novo.
A IA é ótima: ela elimina ruídos. Só que, em marketing, nem todo ruído atrapalha. Às vezes, é justamente ali que mora a confiança.
A pausa antes de responder. O jeito de explicar uma entrega. A dona da loja mostrando a nova coleção antes de arrumar tudo. O bastidor que não parece cenário. O vídeo que não ficou perfeito, mas ficou verdadeiro.
Durante muito tempo, as marcas tentaram parecer maiores do que eram. A pequena empresa queria ter cara de grande. O restaurante queria parecer franquia. A clínica queria parecer uma grande corporação. Agora, curiosamente, o jogo começa a virar: em um mundo onde qualquer um pode produzir uma imagem impecável em segundos, o imperfeito ganhou valor.
Não o malfeito. O humano.
Os consumidores estão atentos a conteúdos sintéticos e tendem a confiar mais em marcas que mostram pessoas de verdade e autenticidade. O público não quer apenas saber o que você vende. Quer perceber quem está por trás.
Para pequenas empresas isso é vantagem competitiva.
A padaria não precisa disputar estética com uma rede nacional. Precisa mostrar o pão saindo do forno. A loja não precisa de um avatar perfeito. Precisa mostrar a escolha das peças, o atendimento, a conversa. A clínica não precisa virar personagem virtual. Precisa comunicar cuidado, rotina e presença.
A IA deve entrar como ferramenta. Ela pode organizar ideias, acelerar processos, melhorar textos, apoiar planejamentos. Mas não deveria ocupar o lugar daquilo que torna uma marca confiável: rosto, história, critério e relação.
Talvez a pergunta não seja: “como usar IA para produzir conteúdo?”. Talvez seja: “como usar IA para sobrar tempo para fazer o que só gente faz?”.
Porque conteúdo pode até atrair atenção. Mas é a verdade que sustenta confiança.

A IMPORTÂNCIA DA MÃO DE OBRA QUALIFICADA NA ENGENHARIA CIVIL: CUSTO OU INVESTIMENTO?

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Na construção civil, é comum ouvir que contratar profissionais qualificados encarece a obra, no entanto, quando analisamos o processo como um todo, fica claro que investir em mão de obra especializada não é um custo extra, mas sim uma decisão inteligente e econômica.

Um profissional qualificado traz conhecimento técnico, experiência prática e capacidade de prever problemas antes mesmo que eles aconteçam. Isso evita retrabalhos, desperdício de materiais e atrasos no cronograma.

Além disso, a qualidade da execução impacta diretamente na durabilidade e segurança da construção. Um serviço mal feito pode gerar infiltrações, trincas e até comprometer a estrutura ao longo do tempo. Corrigir esses problemas depois custa muito mais caro do que fazer certo desde o início.

Outro ponto importante é o cumprimento das normas técnicas. Um engenheiro civil capacitado garante que todas as etapas da obra estejam dentro dos padrões exigidos, evitando multas, embargos e dores de cabeça com órgãos fiscalizadores.

Portanto, ao invés de enxergar a mão de obra qualificada como um gasto, é mais correto vê-la como um investimento que traz retorno em economia, segurança e tranquilidade.

Se você está pensando em construir ou reformar, entre em contato e garanta um serviço seguro, eficiente e com qualidade em cada detalhe da sua obra.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Morte cardíaca antes dos 40: o que está por trás e como evitar

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A morte cardiovascular em pessoas com menos de 40 anos, embora menos frequente do que em idosos, vem chamando atenção pelo impacto devastador e muitas vezes inesperado. Diferente do que se imagina, nem sempre está associada apenas a hábitos ruins ao longo da vida. Em jovens, as causas costumam envolver uma combinação de fatores genéticos, comportamentais e, em alguns casos, doenças silenciosas.

Entre as principais causas estão as arritmias malignas, cardiomiopatias (como a hipertrófica), anomalias congênitas das coronárias e a miocardite, frequentemente associada a infecções virais. Além disso, cresce a preocupação com o uso de anabolizantes, estimulantes e drogas recreativas, que podem desencadear eventos fatais mesmo em indivíduos aparentemente saudáveis.

A aterosclerose precoce também é uma realidade, impulsionada por fatores como obesidade, sedentarismo, tabagismo, diabetes e dislipidemia. O estilo de vida moderno, marcado por estresse crônico, privação de sono e alimentação ultraprocessada, acelera esse processo de forma silenciosa.

Muitos desses jovens nunca realizaram uma avaliação cardiovascular adequada. Sintomas como palpitações, desmaios, dor no peito ou falta de ar durante esforço físico são frequentemente negligenciados. Em alguns casos, o primeiro evento é fatal.
A boa notícia é que grande parte dessas mortes pode ser evitada. Avaliações periódicas, especialmente para quem pratica atividade física intensa ou tem histórico familiar, são fundamentais. Exames simples, como eletrocardiograma e ecocardiograma, podem identificar alterações precocemente.

Prevenção não é exclusividade de quem já envelheceu. Cuidar do coração deve começar cedo. Alimentação equilibrada, prática regular de exercícios, controle do estresse e acompanhamento médico são atitudes que salvam vidas.

Ignorar sinais e adiar cuidados pode custar caro. Seu coração não espera.

Desatenção ou hiperatividade? Entenda o que é TDAH

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O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma condição do neurodesenvolvimento cada vez mais conhecida, mas ainda cercada por dúvidas, especialmente quando se fala no antigo termo “TDA”. Hoje, a nomenclatura correta adotada internacionalmente reúne atenção e hiperatividade em um único diagnóstico, pois se entende que essas características fazem parte de um mesmo funcionamento cerebral, ainda que se manifestem de formas diferentes em cada pessoa.
De acordo com o DSM-5, o TDAH pode se apresentar de três maneiras com predominância de desatenção, quando há dificuldades de foco, organização e esquecimentos; com predominância de hiperatividade e impulsividade, marcada por agitação e ações sem pensar; ou de forma combinada, quando os dois conjuntos de sintomas estão presentes. Essas apresentações não são fixas e podem mudar ao longo da vida, o que reforça a importância de uma avaliação cuidadosa.
O termo “TDA” deixou de ser utilizado por não refletir essa compreensão mais ampla. Mesmo pessoas consideradas apenas “desatentas” podem apresentar inquietação interna e impulsividade menos visível. Além disso, a padronização do termo TDAH facilita o diagnóstico e o tratamento em todo o mundo.
Mais do que um rótulo, o TDAH envolve dificuldades reais em áreas como planejamento, organização e controle emocional, podendo impactar a vida escolar, profissional e os relacionamentos. Por outro lado, com acompanhamento adequado, como intervenções psicológicas e orientação familiar, é possível desenvolver estratégias e melhorar significativamente a qualidade de vida. A informação correta é um passo essencial para reduzir preconceitos e promover um olhar mais compreensivo e humano sobre o tema.
Ficou com dúvidas? Entre em contato agora mesmo e agende sua avaliação.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento

Por que você sente tanta fome à noite?

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Você passa o dia tentando “se controlar”.

Come pouco, pula refeições ou escolhe alimentos mais leves.
Mas quando a noite chega, a fome aparece — e muitas vezes vem acompanhada de vontade por doces, carboidratos e alimentos mais calóricos.

Se isso acontece com frequência, saiba: não é falta de disciplina.

É o seu corpo respondendo ao que aconteceu ao longo do dia.

Quando a ingestão alimentar é insuficiente, principalmente em proteínas e calorias, o organismo ativa mecanismos de compensação. A fome aumenta, o apetite por alimentos mais energéticos se intensifica e o controle alimentar se torna mais difícil.

Além disso, o período noturno é naturalmente mais sensível do ponto de vista hormonal.

Ao final do dia, o corpo está mais cansado, o nível de estresse acumulado pode estar elevado e a busca por conforto — inclusive através da comida — se torna mais comum.

Fatores como noites mal dormidas, rotina desorganizada e níveis elevados de cortisol também contribuem para esse aumento da fome à noite.

Em mulheres, esse cenário pode ser ainda mais intenso em fases como a TPM e a perimenopausa, quando há maior oscilação hormonal e alteração de neurotransmissores ligados ao apetite.

O problema é que muitas pessoas interpretam esse comportamento como falta de força de vontade — e tentam compensar no dia seguinte com ainda mais restrição.

E assim o ciclo se repete.

Por isso, controlar a fome noturna não é sobre “ter mais disciplina”.

É sobre estruturar melhor o dia.

Uma alimentação equilibrada, com ingestão adequada de proteínas, fibras e calorias ao longo do dia, ajuda a estabilizar o apetite e reduzir a necessidade de compensação à noite.
No acompanhamento nutricional focado na saúde da mulher, trabalhamos respeitando o ritmo do corpo e as fases hormonais, organizando a alimentação de forma estratégica para reduzir episódios de compulsão e melhorar a relação com a comida.

Quando o corpo recebe o que precisa, ele para de cobrar depois.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

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