A Hult Contabilidade, em parceria com a Omie Batel e a ACEC, promove no dia 23 de julho de 2026, às 19h00, no Restaurante do Clube Cultural Clevelandense (CCC), um evento exclusivo para empresários, gestores e profissionais que desejam compreender os impactos da Reforma Tributária na prática.
A programação contará com palestra ministrada por Henrique Padilha, contador, franqueado e sócio da Omie, seguida de um Open Talk para esclarecimento de dúvidas. Os participantes também poderão desfrutar de uma degustação de queijos e vinhos, proporcionando um ambiente ideal para networking.
Ingressos disponíveis pelo Sympla.
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Quando uma paciente chega ao consultório dizendo que não consegue emagrecer, uma das primeiras perguntas que faço é simples:
“Como está o funcionamento do seu intestino?”
A resposta, na maioria das vezes, é a mesma: prisão de ventre, evacuações pouco frequentes, sensação de estufamento e desconforto abdominal.
É importante esclarecer: o intestino preso, sozinho, não é o responsável pela dificuldade para emagrecer.
Mas ele pode ser um sinal de que o organismo não está funcionando da forma ideal.
O intestino participa de muito mais processos do que apenas a digestão. Ele influencia a absorção de nutrientes, abriga trilhões de bactérias que compõem a microbiota intestinal, participa da produção de neurotransmissores, ajuda na regulação da inflamação e exerce papel importante no metabolismo.
Quando seu funcionamento está comprometido, todo o organismo pode sentir os reflexos.
Um intestino saudável favorece um metabolismo mais eficiente, melhora o equilíbrio da microbiota intestinal, contribui para o controle da inflamação e participa dos mecanismos que regulam a fome, a saciedade e até o humor.
Além disso, o intestino é responsável pela eliminação das fezes e de substâncias que o organismo precisa excretar. Quando permanece constantemente lento, é comum que a pessoa apresente sensação de inchaço, desconforto abdominal, excesso de gases e piora da qualidade de vida.
A boa notícia é que, na maioria dos casos, esse quadro pode ser revertido.
Uma alimentação planejada, rica em fibras, adequada em proteínas, com boa hidratação e ajustada às necessidades individuais é capaz de melhorar significativamente o funcionamento intestinal. Em alguns casos, também é necessário investigar intolerâncias alimentares, alterações da microbiota ou utilizar suplementação específica, sempre com orientação profissional.
No consultório, costumo dizer que um intestino funcionando bem não faz milagres, mas cria um ambiente muito mais favorável para que o organismo responda ao tratamento nutricional.
Por isso, antes de procurar soluções rápidas, vale a pena olhar para a base.
Cuidar do intestino não significa apenas melhorar a digestão. Significa criar as condições para que o organismo volte a funcionar da forma como foi projetado. E quando isso acontece, emagrecer deixa de ser uma luta constante e passa a ser consequência de um corpo mais saudável.
Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617
O burnout deixou de ser apenas um problema ocupacional para se tornar uma importante questão de saúde pública. Reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como uma síndrome resultante do estresse crônico relacionado ao trabalho, a condição tem apresentado crescimento expressivo nos últimos anos, impulsionado por jornadas prolongadas, hiperconectividade e dificuldade em estabelecer limites entre a vida profissional e pessoal.
Diferentemente do cansaço habitual, o burnout caracteriza-se por três pilares: exaustão física e emocional intensa, distanciamento afetivo em relação ao trabalho e redução do desempenho profissional. O indivíduo passa a sentir que qualquer tarefa exige um esforço desproporcional, acompanhado por irritabilidade, perda da motivação, dificuldade de concentração, alterações do sono e sensação persistente de esgotamento.
Os impactos, entretanto, vão além da saúde mental. A exposição contínua ao estresse mantém elevados os níveis de cortisol e adrenalina, desencadeando um estado inflamatório crônico. Estudos demonstram associação entre burnout e maior incidência de hipertensão arterial, doença coronariana, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, arritmias cardíacas e distúrbios metabólicos. Além disso, o comprometimento do sistema imunológico aumenta a suscetibilidade a infecções e dificulta a recuperação de outras doenças.
O diagnóstico é essencialmente clínico e deve considerar o contexto ocupacional, diferenciando o burnout de transtornos como depressão e ansiedade, embora essas condições frequentemente coexistam. O tratamento exige uma abordagem multidisciplinar, envolvendo reorganização das demandas de trabalho, psicoterapia, prática regular de atividade física, higiene do sono e, quando indicado, acompanhamento psiquiátrico.
Mais do que tratar indivíduos adoecidos, especialistas defendem mudanças estruturais nas organizações, com promoção de ambientes de trabalho saudáveis, incentivo ao equilíbrio entre produtividade e bem-estar e valorização da saúde mental. Identificar precocemente os sinais do burnout representa não apenas uma estratégia de prevenção do sofrimento psicológico, mas também uma medida eficaz para reduzir o impacto dessa síndrome sobre a saúde cardiovascular e a qualidade de vida da população.
O Dia Mundial de Conscientização do TDAH, celebrado em 13 de julho, convida a sociedade a refletir sobre a importância do conhecimento, da empatia e do diagnóstico precoce. O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma condição do neurodesenvolvimento que acompanha a pessoa desde a infância e pode persistir na adolescência e na vida adulta.
O transtorno se manifesta por dificuldades de atenção, impulsividade e hiperatividade, em diferentes intensidades e combinações. Essas características podem comprometer o desempenho escolar, profissional, os relacionamentos e a qualidade de vida quando não são identificadas e tratadas adequadamente.
Ainda é comum que pessoas com TDAH sejam rotuladas como desinteressadas, preguiçosas ou mal-educadas. No entanto, trata-se de uma condição com base neurobiológica, influenciada principalmente por fatores genéticos, e não de falta de esforço ou disciplina.
O diagnóstico deve ser realizado por profissionais qualificados, por meio de uma avaliação clínica criteriosa, considerando a história de vida, os sintomas e os prejuízos apresentados em diferentes contextos. O tratamento pode incluir acompanhamento psicológico, orientação à família e à escola e, quando necessário, tratamento medicamentoso, sempre individualizado.
Também é importante destacar que o TDAH não define as capacidades de uma pessoa. Muitos indivíduos apresentam criatividade, pensamento inovador, energia, entusiasmo e grande potencial para desenvolver habilidades quando recebem apoio adequado e estratégias compatíveis com suas necessidades.
Promover a conscientização significa reduzir o preconceito e ampliar o acesso à informação de qualidade. Quanto mais cedo o transtorno é reconhecido, maiores são as possibilidades de intervenção e de desenvolvimento saudável.
Neste 13 de julho, o convite é para que pais, educadores, profissionais da saúde e toda a sociedade olhem além dos rótulos. Com informação, acolhimento e intervenção adequada, é possível transformar dificuldades em oportunidades e favorecer uma vida com mais autonomia, aprendizado e qualidade.
Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga
CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento
TEA – TDAH
No dia a dia empresarial, é comum que o empreendedor esteja focado em vender mais, atender melhor seus clientes e manter as contas em dia. No entanto, existe um fator que muitas vezes passa despercebido e pode comprometer diretamente a saúde financeira do negócio: o pagamento de impostos acima do necessário.
Em muitos casos, empresas permanecem durante anos no mesmo regime tributário sem uma revisão técnica, deixam de aproveitar benefícios fiscais previstos na legislação ou enfrentam falhas na apuração dos tributos. O resultado é um custo silencioso que reduz a lucratividade e limita o crescimento da empresa.
É importante esclarecer que planejamento tributário não significa buscar formas de deixar de pagar impostos. Significa, sim, conhecer a legislação e utilizá-la corretamente para que a empresa recolha apenas o valor efetivamente devido. Trata-se de uma estratégia legal, ética e essencial para qualquer negócio que busca eficiência e segurança.
Uma revisão tributária periódica pode identificar oportunidades de economia, corrigir inconsistências e proporcionar mais previsibilidade financeira. Em um mercado cada vez mais competitivo, pagar somente o que determina a legislação pode representar um importante diferencial para investir, gerar empregos e fortalecer a empresa.
O empresário que acompanha de perto sua realidade tributária toma decisões mais conscientes e reduz riscos futuros. Afinal, cuidar da gestão fiscal é tão importante quanto aumentar as vendas.
Vamos destacar que reduzir a carga tributária não significa deixar de cumprir a lei. Pelo contrário: um bom planejamento tributário busca identificar oportunidades legais para que a empresa pague apenas o que realmente é o dever, preservando sua saúde financeira e evitando riscos fiscais.
Em um cenário onde cada centavo faz diferença, economizar de forma inteligente pode representar mais investimentos, maior competitividade e melhor fluxo de caixa
Vale a reflexão: sua empresa está pagando o imposto correto ou apenas pagando o imposto?
Investir em uma assessoria contábil qualificada não é um custo, mas uma decisão estratégica para garantir conformidade, economia e crescimento sustentável
(46) 988320735
Por Gilciano Galvão da Rosa
Empresário, Contador e Corretor imobiliário