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quarta-feira,15 julho,2026
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Quem é MEI tem direito à aposentadoria?

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Nos últimos anos, o número de brasileiros que trabalham como Microempreendedor Individual (MEI) cresceu bastante. Mas, junto com essa mudança na forma de trabalho, surgem muitas dúvidas sobre os direitos previdenciários. Uma das mais comuns é: quem é MEI tem direito à aposentadoria?
A resposta é sim.

O MEI contribui mensalmente para o INSS por meio do pagamento do DAS (Documento de Arrecadação do Simples Nacional). Dentro desse valor já está incluída a contribuição previdenciária, correspondente a 5% do salário mínimo.

Com essa contribuição, o microempreendedor passa a ter direito a diversos benefícios previdenciários, como:

✔aposentadoria por idade;
✔auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença);
✔salário-maternidade;
✔pensão por morte para dependentes;
✔ auxílio-reclusão.

Para a aposentadoria por idade, atualmente é necessário cumprir dois requisitos principais: idade mínima e tempo mínimo de contribuição, que em regra é de 15 anos.

Porém, é importante saber que a contribuição de 5% permite apenas a aposentadoria por idade, no valor de um salário mínimo. Caso o MEI queira se aposentar também por tempo de contribuição ou aumentar o valor do benefício, é possível complementar a contribuição mensal.

Outro ponto importante é manter as contribuições em dia. Se o MEI deixar de pagar por muito tempo, pode perder a chamada qualidade de segurado, o que impede o acesso a benefícios em momentos de necessidade.

Ser MEI traz autonomia e oportunidades, mas também exige atenção com o futuro. Contribuir para o INSS é uma forma de garantir proteção em casos de doença, maternidade ou aposentadoria.

Planejar hoje é cuidar da tranquilidade de amanhã.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR nº 108.915 – OAB/SC 70.779

4 passos para uma marca forte

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Marcas fortes não vencem apenas por produto ou publicidade. Elas vencem por significado. Enquanto muitas empresas focam apenas em vender, as marcas mais fortes constroem identidade, pertencimento e narrativa ao redor do que oferecem.
O primeiro passo é conhecer profundamente o público. Isso vai além de dados básicos como idade, renda ou localização. É necessário entender hábitos, rotina, referências culturais, influenciadores que seguem, onde buscam informação e, principalmente, como resolvem hoje o problema que a marca pretende solucionar. Muitas vezes, o verdadeiro concorrente não é uma empresa do mesmo setor, mas alternativas indiretas — como pesquisas no Google, recomendações de amigos ou soluções improvisadas.
O segundo ponto é compreender o desejo real do público. Existe uma diferença entre o que as pessoas dizem querer e o que de fato as motiva. Alguém pode afirmar que quer crescer profissionalmente, mas o desejo profundo pode ser reconhecimento, respeito ou status. Marcas fortes identificam esses desejos e se conectam com a forma como o consumidor quer ser visto: inovador, elegante, bem-sucedido, criativo ou independente.
O terceiro elemento é a construção de um universo de marca. Empresas que crescem rapidamente não vendem apenas produtos; elas criam um ambiente simbólico no qual o consumidor deseja participar. Esse universo é formado por linguagem, estética, valores e comunidade. Quando isso acontece, a marca passa a representar identidade — e não apenas uma escolha de compra.
Por fim, a narrativa precisa colocar o cliente como protagonista. Em vez de apresentar a empresa como heroína, as marcas mais fortes mostram o consumidor como o personagem principal da história, enfrentando desafios e conquistando resultados. A marca entra como aliada nessa jornada.
Nada disso, porém, funciona sem distribuição. É preciso construir um ecossistema de canais — orgânicos, próprios, conquistados e pagos — que leve essa mensagem até o público certo. No cenário atual, as marcas que mais crescem são aquelas que conseguem unir estratégia, narrativa e presença consistente nos canais onde seu público realmente está.

Testosterona anabolizante: impacto no coração exige atenção

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O uso de testosterona e esteroides anabolizantes tem crescido fora das indicações médicas, muitas vezes com finalidade estética ou de melhora de desempenho físico. Embora possam trazer ganho de massa muscular em curto prazo, os efeitos sobre o sistema cardiovascular são motivo de preocupação e já bem documentados na literatura científica.

Em doses suprafisiológicas, esses hormônios alteram o equilíbrio do organismo. Um dos principais efeitos é a piora do perfil lipídico, com redução do HDL (colesterol “bom”) e aumento do LDL, favorecendo o desenvolvimento de aterosclerose. Além disso, podem elevar a pressão arterial, aumentar a retenção de líquidos e estimular processos inflamatórios.

No coração, o impacto pode ser ainda mais direto. Há evidências de que o uso prolongado leve à hipertrofia do ventrículo esquerdo, redução da função cardíaca e maior rigidez do músculo, o que prejudica o enchimento do coração. Arritmias também podem ocorrer, algumas potencialmente graves. Em casos extremos, há relatos de infarto, insuficiência cardíaca e morte súbita em usuários, especialmente quando associados a outros fatores de risco.

Outro ponto relevante é o efeito sobre o sangue: os anabolizantes podem aumentar a viscosidade sanguínea ao elevar o hematócrito, o que favorece a formação de coágulos e eventos como trombose e embolia.

É importante diferenciar o uso recreativo da reposição hormonal indicada por médico. Em homens com deficiência comprovada, a testosterona pode ser prescrita com segurança, em doses adequadas e com acompanhamento regular, trazendo benefícios à saúde e qualidade de vida.

O uso indiscriminado, por outro lado, representa um risco real e evitável. Antes de qualquer decisão, é fundamental avaliar os possíveis danos a longo prazo. Quando o assunto é coração, os efeitos podem não ser visíveis de imediato, mas podem cobrar um preço alto no futuro.

Nem tudo é preguiça

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Quando o comportamento infantil esconde sofrimento emocional

É comum ouvir pais e professores descreverem uma criança como “preguiçosa”, “desinteressada” ou “sem foco”. No entanto, por trás desses rótulos pode existir algo muito mais complexo. Sinais de sobrecarga emocional que passam despercebidos no dia a dia.
Na infância, o comportamento é a principal forma de comunicação. Diferente dos adultos, muitas crianças ainda não conseguem nomear ou explicar o que estão sentindo. Por isso, emoções como ansiedade, frustração, insegurança ou cansaço mental acabam se manifestando por meio de atitudes como irritabilidade, dificuldade para iniciar tarefas, choro frequente ou até mesmo recusa em realizar atividades simples.
Esse cenário pode ser facilmente confundido com falta de interesse ou indisciplina. No entanto, a neuropsicologia e a psicologia do desenvolvimento apontam que essas respostas comportamentais, muitas vezes, indicam que a criança está emocionalmente sobrecarregada.
·Entre os sinais mais comuns estão
·Evitar tarefas que antes conseguia realizar
·Irritar-se com facilidade diante de pequenas frustrações
·Demorar excessivamente para iniciar atividades
·Repetir frases como “não consigo” ou “é difícil demais”
·Apresentar desatenção associada à ansiedade
·Chorar ou travar diante de cobranças
·Oscilar entre momentos de esforço e desistência
Quando esses sinais não são compreendidos, a criança passa a ser rotulada negativamente. Isso impacta diretamente sua autoestima e seu desenvolvimento emocional. Com o tempo, ela pode começar a acreditar que realmente é incapaz, desmotivada ou inferior aos colegas, o que agrava ainda mais o quadro.
Outro ponto importante é que, em alguns casos, essas manifestações podem estar associadas a condições como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade, transtornos de ansiedade, dificuldades de aprendizagem ou até mesmo ao Transtorno do Espectro Autista, especialmente quando há sinais persistentes e prejuízo funcional significativo.
Por isso, é fundamental que pais e educadores mudem o olhar. Antes de corrigir, é preciso compreender. Antes de rotular, é necessário investigar.
O acolhimento emocional, aliado a uma avaliação adequada, pode fazer toda a diferença no desenvolvimento da criança. Intervenções precoces permitem identificar dificuldades específicas, fortalecer habilidades e promover estratégias que favoreçam o aprendizado e o bem-estar.
Crianças não desistem sem motivo. Na maioria das vezes, elas apenas desistem quando já tentaram além do que conseguiam suportar sozinhas.
Diante disso, o convite que fica é para um olhar mais atento, empático e responsável. Compreender o comportamento infantil não é apenas uma questão de disciplina, mas de cuidado com a saúde emocional e com o futuro dessas crianças.

Alessandra Procópio Moreira
Neuropsicóloga CRP 08/41553
Especialista em Avaliação psicológica/neuropsicológica e transtornos do Neurodesenvolvimento

Por que você emagrece e depois engorda tudo de novo?

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Muitas pessoas conseguem emagrecer.

O problema é manter o resultado.

O chamado “efeito sanfona” — emagrecer e voltar a engordar — é mais comum do que se imagina, e raramente está relacionado à falta de disciplina.

Na maioria dos casos, ele acontece porque o processo de emagrecimento foi baseado em estratégias temporárias, e não em mudanças estruturais no metabolismo.

Dietas muito restritivas, períodos de jejum prolongado sem orientação, corte exagerado de calorias e treinos excessivos podem até gerar perda de peso no curto prazo.

Mas, ao mesmo tempo, também reduzem o metabolismo, favorecem a perda de massa muscular e aumentam os níveis de fome ao longo do tempo.

O resultado é previsível: o corpo reage.

Quando a rotina volta ao normal, o organismo — já adaptado à escassez — tende a recuperar o peso com mais facilidade, muitas vezes acumulando ainda mais gordura, principalmente na região abdominal.

Além disso, fatores como resistência à insulina, alterações hormonais, estresse e sono inadequado dificultam ainda mais a manutenção do peso perdido.

Por isso, emagrecer não pode ser visto como um projeto de curto prazo.

Precisa ser um processo estruturado.

Hoje, já sabemos que o controle do apetite, a melhora da sensibilidade à insulina e a preservação da massa muscular são fundamentais para resultados duradouros.

Nesse contexto, a tirzepatida pode ser uma importante aliada, quando bem indicada, ajudando no controle da fome e na organização metabólica.

Mas é importante reforçar: não é sobre a medicação isoladamente.

Sem estratégia, os resultados não se sustentam.

Na Femiclin, esse processo é conduzido de forma integrada, com a Dra. Fátima e a nutricionista Aline Sampaio, por meio de protocolos estruturados que unem nutrição estratégica, acompanhamento individualizado e, quando necessário, suporte medicamentoso.

Porque emagrecer é importante.

Mas manter o resultado é o que realmente transforma a saúde.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

SUPER NOVIDADE!!!

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Corretora movimenta setor imobiliário e amplia alcance regional

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A corretora e empresária Eclea Camine, da Camine Imóveis, voltou a gerar movimento no mercado imobiliário ao liderar uma ação que atraiu compradores, investidores e proprietários em Palmas (PR).

O evento realizado no Loteamento Chimarrão registrou fluxo acima do habitual e evidenciou um modelo de atuação baseado em estratégia, organização e condução de decisões. Com apoio de uma equipe estruturada dentro da imobiliária, a operação ganhou força e alcance, permitindo um atendimento mais eficiente e ampliando os resultados.

A movimentação também impactou diretamente o portfólio da empresa, despertando o interesse de proprietários em disponibilizar novos imóveis. Com atuação em Palmas e União da Vitória, Eclea Camine reforça sua presença como nome recorrente no mercado regional.
Acompanhe mais conteúdos sobre estratégia imobiliária: @ecleacamine

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