João Pimenta
Fake-news e solidariedade
Já não é novidade para ninguém a tragédia no Rio Grade do Sul. Famílias foram dilaceradas pelas águas. O Estado é composto por alguns rios que o cortam nos sentidos horizontal e vertical. Mas o maior problema é que todos estes rios desaguam no lago Guaíba, em Porto Alegre e este, por sua vez, vai desaguar na Lagoa dos Patos, que possui um estreito canal de vazão para o Oceano Atlântico. Motivo histórico de o Estado ser chamado de Rio Grande agora é também motivo de fake-news. Com os alagamentos, muitas são as estórias contadas nas redes sociais, que agora têm sido desmentidas por órgãos oficiais. A regra é que na dúvida, não compartilhe. Se, por um lado, a mentira está agravando a situação no Rio Grande do Sul, por outro lado a solidariedade está sendo a marca de todo o Brasil. Uma força tarefa oficial foi organizada pelos governos Federal, Estadual, nos municípios e também de forma paralela muitas entidades, ongs e milhares de anjos anônimos estão atuando, desde a linha de frente nos salvamentos até divulgação, arrecadação e doação de valores e mantimentos. Resolvida a questão das notícias falsas, resta a solidariedade. O povo gaúcho é guerreiro e combativo. Vai sair dessa. De longe, nos resta desejar força, Rio Grande do Sul.
Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo WhatsApp 46 98820-4604.
O GRANDE PROBLEMA DA HIPER SEXUALIZAÇÃO NAS RELAÇÕES SOCIAIS E COMO ISSO INFLUENCIA JOVENS E ADOLESCENTES
Anitta e Madonna protagonizaram cenas que dividiram a opinião de muitos , mas você sabe qual o real problema por tras disso? Lembrando que apoiamos a liberdade sexual feminina em sua amplitude, porem vamos no texto a seguir levantar alguns pontos.
A hipersexualização nas relações sociais tem se tornado um grande desafio nos tempos atuais. A exposição excessiva à sexualidade em mídias, publicidades e nas redes sociais tem impactos significativos, principalmente entre jovens e adolescentes. Essa pressão para se encaixar em padrões idealizados de beleza e comportamento pode gerar inseguranças, distorções de autoimagem e até mesmo prejudicar a saúde mental desses indivíduos em formação.Nos mulheres sofremos com essa exposição desnecessária e desmedida , pois nossos corpos são sexualizados antes do momento devido e como se não bastasse ainda condenam a mulher mesmo que se oponha a isso taxando a perante a sociedade , se se opõe a vulgaridade o rótulo é um se não se opõe é puta.
A hipersexualização acarreta em vários aspectos, desde cada vez mais cedo estimular meninas a vida sexual bem como favorecendo ABUSOS SEXUAIS DE CRIANÇAS , isso mesmo , industrias porno lucram milhões , sem falar de TURISMO SEXUAL ILEGAL NO BRASIL, que cresce exponencialmente , mas o que uma coisa tem a ver com a outra? Simples quando Anitta, cantora, lança uma musica em ingles para falar que “é puta” sim, na letra de double team, temos essas palavras , passamos uma imagem aos outros paises de que nos nao temos pudor e é ai que o problema começa , se uma nação nao se respeita a ponto de ter musicas assim ? Como outros vao respeitar? E é ai que o efeito dominó começa , uma coisa vem puxando a outra e quando se ve …
Mas perguntam Carol, isso é uma opiniao conservadora da sua parte por achar que as mulheres devem se calar em questão dos próprios corpos ? Não, jamais , jamais devemos nos calar em questão da nossa liberdade mas devemos ter em mente até onde a industria nos manipula , para que empoderamento seja cada vez mais confundido com menos roupa, com mostrar-se mais e etc.
É fundamental promover uma reflexão sobre como a hipersexualização afeta a forma como nos relacionamos, valorizando a individualidade, o respeito mútuo e a diversidade. Educar para a valorização do ser humano em sua totalidade, para além de estereótipos superficiais, é essencial para construir relações saudáveis e genuínas. A conscientização sobre os impactos negativos desse fenômeno e a promoção de uma cultura de respeito e aceitação podem contribuir para um ambiente social mais inclusivo e acolhedor para todos.

















