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terça-feira,29 setembro,2026
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Estudantes do 9ºA, do Colégio Dom Carlos promovem circuito de conscientização sobre bullying e cyberbullying

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Durante o mês de abril, período dedicado à conscientização e ao combate ao bullying nas escolas, os alunos da turma do 9º A protagonizaram uma importante ação pedagógica, voltada à reflexão sobre o respeito, a empatia e a convivência saudável no ambiente escolar.
A atividade, mediada pela área de Ciências Humanas, consistiu em um circuito de apresentações sobre bullying e cyberbullying, desenvolvido em uma linguagem jovem e acessível, aproximando o tema da realidade vivenciada pelos estudantes. A proposta teve como objetivo sensibilizar os alunos do Ensino Integral acerca das consequências físicas e emocionais provocadas pela violência verbal, psicológica e virtual.
A iniciativa dialoga diretamente com a Lei nº 13.185/2015, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying) em todo o território nacional, reforçando a importância de ações educativas de prevenção e conscientização dentro das instituições de ensino.
Além de estimular o conhecimento interdisciplinar, a atividade fortaleceu o protagonismo estudantil, permitindo que os próprios alunos conduzissem debates, reflexões e orientações aos colegas. O envolvimento da turma demonstrou maturidade, criatividade e compromisso com a construção de uma cultura de paz no ambiente escolar.
Como forma de reconhecimento e incentivo, a apresentação escolhida pelos alunos ouvintes como destaque do circuito recebeu como premiação o livro de poesias “Aldeia em Mim”, da psicóloga Lauana Pereira.
A ação evidenciou a importância do diálogo e da educação como ferramentas fundamentais no enfrentamento ao bullying e ao cyberbullying, contribuindo para o desenvolvimento de uma consciência crítica e mais empática entre os estudantes.
CONCLUÍNDO, A aluna maria Eduarda Chaves do 9º a, componente do grupo vencedor das apresentações, finalizou com a poesia a seguir.

O bullying

Cometer o bullying, por quê?
Fazer uma pessoa se sentir insegura?
Já pensou se fosse com você?
Te pergunto com ternura!

Às vezes quem comete o chamado,
Se sente vazio!
Talvez não tenha carinho em casa, não seja amada.
Ou fez isso por querer um abraço macio?

A vítima sofre,
Em silêncio, chora.
Tenta parecer forte…
Queria não ser deixada de fora
Talvez, ela também queira amigos,
Queira rir…
“Parece que vivo rodeada de inimigos”
Disse a menina, também querendo se divertir.

Agora te pergunto:
“Vale a pena acabar com a vida de alguém?”
Tipo, podíamos virar gente, não é?
Poetisa – Duda Chaves – 9° A

Profª – M.a – Janete Chaves Carlin
Apoio, Rejiana Hay, Bruno Vieira, Bruno Ribeiro, Simone, Célia, Maria Carolina, Samuel, equipe diretiva e pedagógica.

O sonho da casa própria começa muito antes da assinatura

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Durante anos trabalhando no mercado imobiliário, percebi uma coisa: muitas pessoas desistem da casa própria antes mesmo de entender se realmente poderiam conquistar um financiamento.
E, na maioria das vezes, isso acontece por falta de informação.
Muita gente acredita que financiamento imobiliário é algo distante, impossível ou burocrático demais. Outros imaginam que apenas quem tem uma renda muito alta consegue comprar um imóvel financiado.
Mas o mercado mudou.
Hoje existem diferentes possibilidades dentro do financiamento imobiliário, programas habitacionais, utilização de FGTS e formas de planejamento que aproximam muitas famílias do sonho da casa própria.
Na prática, o que mais vejo são pessoas que passam anos pagando aluguel sem buscar orientação para entender quais caminhos realmente existem.
E talvez o primeiro passo não seja escolher o imóvel ideal.
Talvez seja buscar informação correta.
Porque comprar um imóvel não envolve apenas números.
Envolve segurança.
Planejamento.
Organização.
E principalmente confiança para tomar uma decisão importante.
Pensando nisso, acredito que algumas atitudes podem ajudar quem deseja financiar um imóvel:
1. Organize sua documentação
Muitas análises atrasam por informações desatualizadas ou documentos incompletos.
2. Entenda sua renda real
Hoje existem diferentes possibilidades de comprovação de renda, inclusive para autônomos.
3. Utilize o FGTS de forma estratégica
Em muitos casos, o FGTS pode ajudar na entrada ou reduzir parcelas do financiamento.
4. Evite comprometer o nome e o crédito
Pequenos atrasos financeiros podem impactar diretamente uma análise bancária.
5. Busque orientação antes de escolher o imóvel
Muitas pessoas procuram o imóvel primeiro e só depois entendem se realmente conseguem financiar.
Ao longo da minha trajetória no mercado imobiliário, aprendi que muitas vezes o cliente não precisa apenas de um imóvel.
Ele precisa de direção.
É justamente nesse processo que procuro ajudar diariamente: orientando famílias, analisando possibilidades, explicando caminhos dentro do financiamento imobiliário e aproximando pessoas do sonho da casa própria de forma mais segura e planejada.
Porque, muitas vezes, o sonho não está tão distante quanto parece.
O que falta é informação, organização e orientação correta.

Eclea Camine
Empresária imobiliária – Camine Imóveis
Estrategista de mercado imobiliário
Especialista em financiamento imobiliário

Delta Laboral: 2 anos cuidando de pessoas, empresas e do futuro do trabalho

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Há exatamente dois anos nascia a Delta Laboral Soluções em Gestão Ocupacional, com um propósito muito claro: transformar a forma como a Saúde e Segurança do Trabalho é vista pelas empresas da nossa região.

Mais do que entregar documentos, laudos ou cumprir exigências legais, sempre acreditamos que gestão de SST significa cuidar de pessoas, prevenir riscos, gerar organização e contribuir diretamente para a produtividade e sustentabilidade dos negócios.

O que começou com muito esforço, dedicação e proximidade com cada cliente, hoje se consolida como uma empresa que atua de forma integrada nas áreas de Saúde Ocupacional, Segurança do Trabalho, Ergonomia e gestão documental, atendendo empresas de diferentes segmentos em Palmas e toda a região.

Nestes dois anos, tivemos a oportunidade de acompanhar o crescimento de empresas, auxiliar na prevenção de acidentes, promover ambientes de trabalho mais seguros e humanizados e construir relações baseadas em confiança, responsabilidade e parceria.

Também enfrentamos desafios que fortaleceram ainda mais nossa caminhada. Cada dificuldade serviu para reforçar aquilo que acreditamos desde o primeiro dia: pessoas vêm em primeiro lugar.

Nada disso seria possível sem a confiança dos nossos clientes, parceiros e colaboradores. Nosso agradecimento é a cada empresa que abriu as portas para o nosso trabalho, a cada profissional que acreditou na nossa proposta e a cada pessoa que faz parte dessa trajetória.

Seguimos com o mesmo compromisso que nos trouxe até aqui: oferecer uma gestão ocupacional próxima, técnica, eficiente e alinhada às reais necessidades de cada negócio.

E esse é apenas o começo.

A Delta Laboral segue preparada para continuar crescendo ao lado das empresas da nossa região, contribuindo para ambientes de trabalho mais seguros, organizados e saudáveis.

Se a sua empresa busca mais do que apenas documentos e deseja uma gestão ocupacional integrada, conte com a Delta Laboral.

Estética, performance e segurança cardiovascular e uso de anabolizantes

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A morte do jovem fisiculturista Gabriel Ganley de 22 anos, reacendeu um alerta importante entre cardiologistas sobre os riscos cardiovasculares associados ao uso de anabolizantes, hormônios e protocolos extremos de performance física.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, a causa da morte teria sido cardiomiopatia hipertrófica, doença caracterizada pelo espessamento do músculo cardíaco e associada ao risco de arritmias e morte súbita, especialmente em jovens e atletas.

A cardiomiopatia hipertrófica pode ter origem genética, muitas vezes silenciosa durante anos. No entanto, especialistas alertam que o uso de esteroides anabolizantes também pode provocar hipertrofia cardíaca, fibrose do miocárdio e alterações elétricas potencialmente fatais.

Na prática, essas condições podem coexistir. Um indivíduo com predisposição genética pode acelerar o desenvolvimento de alterações cardíacas ao expor o organismo a doses elevadas de hormônios, treinos extremos, desidratação, estimulantes e medicamentos utilizados para ganho de massa muscular ou perda de gordura.

O problema é que muitos jovens não apresentam sintomas evidentes antes de um evento grave. Quando aparecem, os sinais podem incluir palpitações, dor torácica, falta de ar, desmaios, queda de desempenho físico e fadiga excessiva.

Embora na miocardiopatia hipertrófica o eletrocardiograma esteja alterado em 90% dos casos, a avaliação cardiovascular em praticantes de musculação intensa e usuários de hormônios vai muito além. Dependendo do caso, podem ser necessários exames como ecocardiograma, Holter, teste ergométrico e ressonância magnética cardíaca.

O caso também reforça um debate crescente na medicina esportiva: os limites entre estética, performance e segurança cardiovascular. Em um cenário de banalização do uso de substâncias hormonais entre jovens, especialistas alertam que o coração nem sempre acompanha a velocidade das transformações físicas impostas ao corpo.

Inflamação silenciosa: quando o corpo dá sinais e ninguém percebe

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Muitas pessoas acreditam que inflamação significa dor, febre ou alguma doença evidente.

Mas existe um tipo de inflamação de baixo grau, mais discreta e persistente, que pode permanecer por muito tempo sem sintomas intensos — e ainda assim impactar a saúde e o metabolismo.

Ela pode estar relacionada a fatores como excesso de gordura corporal, noites mal dormidas, estresse crônico, sedentarismo, alimentação rica em ultraprocessados e alterações hormonais.

Os sinais costumam ser sutis.

Cansaço frequente, dificuldade para emagrecer, aumento da gordura abdominal, inchaço, alterações intestinais, dores de cabeça recorrentes, queda de cabelo, compulsão alimentar e sensação constante de indisposição podem ser alguns exemplos.

Isso acontece porque o organismo permanece em um estado de ativação contínua, liberando substâncias inflamatórias que interferem em diversos sistemas do corpo.

Além disso, a inflamação crônica de baixo grau também está associada a alterações metabólicas importantes, como resistência à insulina, síndrome metabólica e aumento do risco cardiovascular ao longo da vida.

Em mulheres, fatores hormonais podem influenciar ainda mais esse processo.

Oscilações hormonais da TPM, síndrome dos ovários policísticos, perimenopausa e menopausa podem contribuir para alterações na composição corporal e favorecer um ambiente metabólico menos equilibrado.

Mas existe uma boa notícia:

O objetivo não é “desinflamar” através de fórmulas milagrosas ou dietas radicais.

Pequenas mudanças feitas de forma consistente podem reduzir significativamente esse processo: melhorar a alimentação, priorizar proteínas e fibras, praticar atividade física, cuidar do sono e controlar o estresse.

Muitas vezes o corpo não está trabalhando contra você.

Ele apenas está tentando mostrar que algo precisa de atenção.

Aprender a ouvir esses sinais pode ser o primeiro passo para recuperar energia, saúde e qualidade de vida.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line e presencial na Femiclin em Palmas/PR

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