Hoje, as tecnologias estão cada vez mais presentes na rotina das crianças. Raramente percebemos os pequenos jogando bola, brincando de amarelinha ou praticando outras atividades físicas nas praças ou parques. Os jogos interativos, tablets ou smartphones se tornaram mais atrativos para as crianças, fazendo com que elas passem grande parte do tempo em frente às telas.
Ainda, vale lembrar que muitas crianças precisam carregar mochilas pesadas com materiais escolares, o que contribui para o surgimento de problemas de saúde. Por exemplo, a má postura e demais complicações na coluna.
Por isso, cada vez mais o pilates kids tem ganhado novos adeptos, principalmente em decorrência da preocupação dos pais em proporcionar às crianças mais qualidade de vida. O pilates para as crianças traz diversas vantagens, como correção da postura, alongamento, fortalecimento muscular, concentração e coordenação motora.
O pilates kids é uma ótima alternativa, que possibilita um crescimento saudável às crianças, fazendo com que elas se desenvolvam fortes e com energia.
Mas afinal, o que é o pilates kids? De modo geral, trata-se de uma versão adaptada do pilates, para os pequenos. Nesse caso, os exercícios são feitos de maneira interativa, utilizando brincadeiras para envolver as crianças e para tornar a prática uma atividade estimulante e divertida.
Na maioria das vezes, é recomendado que o pilates seja realizado a partir dos 7 anos de idade. Afinal, as crianças já possuem mais consciência corporal e habilidades motoras. Além disso, a partir dessa idade, a criança já possui um melhor entendimento das instruções. Enfim, não existe uma idade padrão, o mais indicado é considerar o desenvolvimento individual e as características físicas e intelectuais de cada criança.
Com certeza, o pilates kids é uma excelente alternativa de exercício físico para as crianças. Então, proporcione um crescimento saudável e adequado para o seu pequeno: entre em contato pelo WhatsApp 46 99902-3868 para agendar as aulas!
Pilates kids: proporcionando um crescimento saudável para as crianças!
Em Palmas, somos miseráveis ou merecedores?
Na minha concepção, miserável não é ter falta de condições e necessidade de ajuda. Miserável é quem tem pobreza de espírito. É quando a pessoa se tranca em um mundo obscuro e não permite a entrada de luz.
Resta os merecedores: aqueles a quem a vida ainda não lhes deu uma chance, mas se alguém lhes estender a mão, lhes der ouvidos, vão conseguir sair de sua estagnação temporária, como que içados do fundo de onde pensam estar.
É a estes, aos merecedores (e merecedoras), que dedico meu tempo desde que voltei para Palmas – dia a dia e não de quatro em quatro anos.
Mas só tem um jeito de conseguirmos muito mais do que ter um amigo que pega um celular e muda realidades: é confiarmos que podemos construir… E construir significa participar de um verdadeiro projeto de mandato legislativo. Convido você, merecedor da realização deste sonho a fechar comigo e com os pré candidatos do partido que nos acolheu, porque juntos, nós Podemos! Siga nossas redes.
@joaopimentajornalista
Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo WhatsApp 46 98820-4604.
ELEIÇÕES MUNICIPAIS E A VERDADE POR TRÁS DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
Violência de gênero na politica existe sim, Quarenta xingamentos por dia é a quantidade de mensagens de ódio que um grupo de 123 candidatas recebeu nas últimas eleições. Esse dado foi exposto pelo MonitorA, nosso observatório da violência política de gênero, em parceria com o InternetLab. Ele ajudou a jogar luz sobre este grave problema e parte da estrutura política brasileira, que afasta mulheres da política.
Todo o preconceito, afasta as mulheres cada vez mais do pleito, deixando-as no lugar de “cotas” partidárias , onde muitas são jogadas sem preparo, estrutura e recursos na época de eleição, deixam-nas de fora em todas situações partidárias, reuniões, eventos, durante todo período pre campanha, apenas jogando-as aos leões na época de escolha.
Para termos mais deputadas, senadoras e governadoras, precisamos acabar com a violência de gênero contra candidatas. A grande pergunta é como? E a resposta pode ser mais simples com uma legislação que defenda e garanta que partidos deverão apresentar garantias de programas que estimulem a politica para as mulheres com filiações participativas e atuantes mesmo em partidos que não ocupem cadeiras em setores públicos, exemplo senadores, deputados, vereadores, e etc.
A violência política de gênero pode ser caracterizada como todo e qualquer ato com o objetivo de excluir a mulher do espaço político, impedir ou restringir seu acesso ou induzi-la a tomar decisões contrárias à sua vontade. As mulheres podem sofrer violência quando concorrem, já eleitas e durante o mandato. Na maioria das vezes, no entanto, a violência política é mais notada quando aparece de forma escancarada, fora das vias institucionais e na forma de agressões, ameaças e até assassinatos. Segundo o art. 3° da Lei n° 14.192/2021, considera-se violência política de gênero “toda ação, conduta ou omissão com a finalidade de impedir, obstaculizar ou restringir os direitos políticos da mulher”. Também implica qualquer distinção, exclusão ou restrição nesse sentido, em virtude do sexo. No Brasil, foi essa lei que acrescentou ao Código Eleitoral esse tipo de crime. O documento estabelece normas para prevenir, reprimir e combatê-la nos espaços relacionados ao exercício dos direitos políticos das mulheres e de suas funções públicas. Também prevê a garantia da participação feminina, sendo proibida a discriminação e a desigualdade de tratamento.
Toda forma de violência deve ser combatida , você mulher não se cale , em qualquer situação de violência denuncie. Você não esta sozinha.





















