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sexta-feira,16 outubro,2026
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Vigilância Sanitária de Cel. Domingos Soares orienta população sobre cuidados com a Dengue

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A Dengue é um vírus letal e que está fazendo inúmeras vítimas em todo o Brasil e até em nossa região. Coronel Domingos Soares é considerado município não-infestado, pois não tem casos confirmados de contaminação, mas isso não significa que não devamos tomar os devidos cuidados.

De acordo com o coordenador da Vigilância Sanitária, Augusto França, o último levantamento por amostragem realizado no município apontou índice zero de infestação. “Em nosso último ano epidemiológico, entre 01 de agosto de 2022 e 31 de julho de 2023, tivemos dois casos importados de Dengue e dois casos de notificação suspeita. De 01 de agosto de 2023, que iniciou o novo ano epidemiológico, até o momento, tivemos um caso importado confirmado e um caso suspeito já descartado”, comentou.

Atualmente são aproximadamente 2 mil imóveis urbanos, onde os agentes realizam inspeções a cada ciclo, monitorando pontos estratégicos a cada quinze dias e coletando larvas para identificação. No caso de suspeita ou confirmação são realizados trabalhos de delimitação do local.

Ainda conforme França, em coletas realizadas anteriormente foram encontradas larvas positivas de Aedes Aegypti, mosquito transmissor do vírus da Dengue, o que indica que no município já existe a presença do mosquito, embora ainda não seja considerado infestado. “Devemos redobrar a atenção quanto aos cuidados de prevenção. É um dever não só do poder público, mas da sociedade em geral”, ressalta.

Quanto ao trabalho da Vigilância Sanitária municipal, é de conscientização através de palestras em escolas, mobilizações entre outras ações educativas, realizadas também em parceria com os departamentos municipais de Meio Ambiente e Infraestrutura e Engenharia, e com toda a sociedade.

Principais cuidados:

– Não deixe água parada, destruindo os locais onde o mosquito nasce e se desenvolve, evita sua procriação.

– Deixe sempre bem tampados e lave com bucha e sabão as paredes internas de caixas d’água, poços, cacimbas, tambores de água ou tonéis, cisternas, jarras e filtros.

– Não deixe acumular água em pratos de vasos de plantas e xaxins. Coloque areia fina até a borda do pratinho.

– Plantas que possam acumular água devem ser tratadas com água sanitária na proporção de uma colher de sopa para um litro de água, regando no mínimo, duas vezes por semana. Tire sempre a água acumulada nas folhas.

– Não junte vasilhas e utensílios que possam acumular água (tampinha de garrafa, casca de ovo, latinha, saquinho plástico de cigarro, embalagem plástica e de vidro, copo descartável etc.) e guarde garrafas vazias de cabeça para baixo.

– Entregue pneus velhos ao serviço de limpeza urbana, caso precise mantê-los, guarde em local coberto.

– Deixe a tampa do vaso sanitário sempre fechado. Em banheiros pouco usados, dê descarga pelo menos uma vez por semana.

– Retire sempre a água acumulada da bandeja externa da geladeira e lave com água e sabão.

– Sempre que for trocar o garrafão de água mineral, lave bem o suporte no qual a água fica acumulada.

– Mantenha sempre limpo: lagos, cascatas e espelhos d’água decorativos. Crie peixes nesses locais, eles se alimentam das larvas dos mosquitos.

– Lave e troque a água dos bebedouros de aves e animais no mínimo uma vez por semana.

– Limpe frequentemente as calhas e a laje das casas, coloque areia nos cacos de vidro no muro que possam acumular água.

– Mantenha a água da piscina sempre tratada com cloro e limpe-a uma vez por semana. Se não for usá-la, evite cobrir com lonas ou plásticos.

– Mantenha o quintal limpo, recolhendo o lixo e detritos em volta das casas, limpando os latões e mantendo as lixeiras tampadas. Não jogue lixo em terrenos baldios, construções e praças. Chame a limpeza urbana quando necessário.

– Permita sempre o acesso do agente de controle de zoonoses em sua residência ou estabelecimento comercial.

Fonte: comunicacao@pmcds.pr.gov.br

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IDR de Palmas faz experimentos para a produção de maçãs “tatuadas”

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A iniciativa foi apresentada a pesquisadores argentinos que também conheceram a nova arquitetura de plantas.

Dois pesquisadores argentinos estiveram em Palmas nesta terça-feira de Carnaval, 13 de fevereiro, para conhecer as inovações na área da pesquisa para o cultivo da maçã. Na estação do IDR, receberam informações sobre a moderna arquitetura de plantas que permitem melhor manejo, aumento de produtividade, diminuição do custo de produção e maior controle fitossanitário.

O Gestor da Unidade, que implantou e vem acompanhando o desenvolvimento nova sistemática, a gradual redução de mão de obra no campo, o alto custo de produção motivou ao desenvolvimento de um processo de intensificação tecnológica na produção de maçãs.

Conforme Wilson Schveiczrski esse movimento é apoiado por resultados de pesquisa na condução de pomares de maçã, desenvolvido pelo IDR, na estação de pesquisa em Palmas. Estão sendo conduzidos sete novo sistemas de arquiteturas de plantas, totalmente diverso do convencional sistema de produção dos pomares brasileiros. O denominado Guyot duplo invertido, por exemplo, trata-se de uma condução verticalizada e com alta eficiência, visto que, o sistema permite grande ventilação, maior irradiação solar no interior da planta, o que aumenta a frutificação e qualidade do fruto, além de diminuir a ocorrência de doenças e pragas que acometem a cultura.

Sobre mão de obra , há uma significativa redução de custos, pois este sistema de condução possui largura de copa extremamente estreita, cerca de 50 centímetros, formando uma parede fina e com altura de plantas também reduzidas. As plantas são induzidas a não formarem galhos calibrosos que sustentam os ramos produtivos e vegetativos, havendo um equilíbrio perfeito da sua área folhar.

Aos argentinos, Schveiczrski também apresentou um novo experimento visando aumentar o consumo da fruta. “Como nesta nova sistemática de produção, como as frutas ficam totalmente expostas, o produtor pode com muita facilidade personalizar a fruta com adesivo, criando uma tatuagem na casca da maçã.
“Vemos aqui no formato de coração, com esse manejo o produtor oferece um produto diferenciado ao mercado, agregando valor e aumentando o consumo da fruta, principalmente junto as crianças que se motivam a consumir o produto diferenciado por esta nova forma”, explicou.

Frequentemente a Estação de Pesquisa em Fruticultura de Palmas, além de estudantes e pesquisadores de várias regiões do país, recebe a visita técnica de interessados de diversas regiões produtoras do mundo.

Fonte: Portal RBJ
por Ivan Cezar Fochzato

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