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sexta-feira,14 agosto,2026
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No Dia da Mulher, Marini Compensados traz palestra com a Delegada Alini Simadon

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A palestra do Dia da Mulher na Marini Compensados contou com a presença de uma grande parte das colaboradoras da empresa. Pudera, a presença da delegada Dra Alini Simadon foi o ponto alto do evento. Uma das coordenadoras da Delegacia da Polícia Civil de Palmas, Alini expôs vários temas, começando pelas suas dificuldades e determinações pra chegar neste patamar. Natural de Mondaí SC, seus pais eram agricultores e hoje estão morando na cidade. A policial lembra sua trajetória: “não foram dificuldades e sim obstáculos que a vida lhe propõe”. Alini conta que foi para Joaçaba com os pais onde trabalhou em três empregos. “Comecei como vendedora por um curto tempo, mas sempre buscando um propósito na vida, fiz teste na prefeitura e passei”, entusiasma-se dizendo que dali em diante começou a dar aula de informática “e fiquei nessa lida por cinco anos, sempre estudando e me aprimorando cada vez mais”, destaca. Assim continuou sua jornada: dava aula de manhã, prestava estágio à tarde e à noite estudava (no curso de Direito). Para completar dava aula no Sesi nos finais de semana. Após concluir a graduação participou de concursos, dentre os quais foi chamada pra ser delegada em Mato Grosso. O ano era 2017 e não assumiu por motivos pessoais. Mais tarde prestou o mesmo concurso, desta vez no Paraná, tendo sido também aprovada. Ela conta que a escolha por Palmas foi “a dedo”, pela proximidade com seu Estado de origem e também pelo desafio que representava. A palestra da delegada Alini buscou a todo momento demonstrar a força da mulher na sociedade, com pontos fortes de motivação para que o público entendesse o valor de não calar suas vozes com as circunstâncias dos problemas e abusos que acontecem a todo momento, “e isso tem que acabar”, diz Alini e continua: “acredito que aos poucos vamos conseguindo nosso espaço e nossos direitos”. Dra. Alini discorreu sobre a Lei Maria da Penha e também outros pontos importantes para o empoderamento feminino, mas sempre em sua fala colocando palavras de otimismo às mulheres, a exemplo de valorização e persistência e principalmente acreditar no que é capaz e até onde pode chegar a mulher se enfrentar os desafios que se apresentam.

Resumo da História da Maria da Penha:
Maria da Penha era farmacêutica e natural do Ceará, ela sofria constantes agressões por parte do marido. Em 1983 seu esposo tentou matá-la com um tiro de espingarda. Maria escapou da morte, mas ficou paraplégica. Quando voltou para casa, após internação e tratamentos, sofreu uma nova tentativa de assassinato. Dessa vez o marido tentou eletrocutá-la. Depois de tanto sofrer com o marido, Maria da Penha criou coragem para denunciar o agressor. No entanto, se deparou com um cenário que muitas mulheres enfrentam em casos de violência: incredulidade e falta de apoio legal por parte da justiça brasileira. Sendo assim, abria-se margem para que a defesa do agressor alegasse irregularidades no processo, mantendo-o em liberdade, enquanto aguardava julgamento.

Finalizando a palestra, a delegada Alini Simadon ganhou um presente da Indústria Marini Compensados como forma de gratidão. A mensagem principal de Alini foi sem dúvidas que o Dia Internacional da Mulher é apenas uma data para esta reflexão. “Todos os dias são dias para refletir a importância da mulher em sociedade e esta é apenas uma data para refletirmos do que podemos, somos e queremos”, finaliza.

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva e Rodrigo Kohl Ribeiro
Com informações Dra Alini Simadon

Sintonia do Corpo se prepara para competições e mostras de dança não competitiva

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O Studio de Dança Palmense já esteve presente em grandes eventos da Dança a nível estadual e nacional, atualmente se prepara para a temporada de 2023.
Neste ano, a escola está criando turmas exclusivas para competições e mostras não competitivas, onde os alunos dessas turmas, fazem aula separadamente para competição, além das aulas normais que ele já frequentam de dança no Sintonia.


As competições e mostras não competitivas contribuírem no amadurecimento e crescimento pessoal do aluno, elas sempre trazem consigo, lições que talvez outras situações na vida, não trariam, como enfrentar um palco em uma cidade desconhecida e com público desconhecido, se empenhar e se dedicar nas aulas para um bem comum que é estar em um grupo, receber avaliações positivas e também negativas, fazem com que o aluno possa aprender melhor com os desafios que a Vida traz.


Esse trabalho vem sendo realizado junto com as famílias, “os familiares, tem uma ajuda fundamental nesses momentos de desafios, estar perto com ele, os professores e a escola em competições ou mostras não avaliativas, fortalece o aluno, e o deixa mais confiante para enfrentar os desafios” comentou Verônica Rigon, diretora e professora do Sintonia do Corpo.

Além das turmas competitivas o Sintonia do Corpo, oferece turmas regulares de ensino da dança, espetáculos e apresentações durante o ano para todas as turmas, dessa forma todos os alunos, vivenciam e experiências que auxiliam no seu crescimento e desenvolvimento.

Estão disponíveis vagas para Turmas:

  • Ginástica Rítmica a partir de 10 anos;
    -Jazz Nível I a partir de 9 anos;
  • Jazz Nível II a partir de 13 anos;
    -Baby Fraldinha a partir de 1 ano e 8 meses;
  • Ballet Clássico Infantil a partir de 8 anos;
  • Dança do Ventre a partir de 15 anos;
  • Ritmos Dance a partir também de 15 anos.

Em 2023 escolha Dançar! Escolha ser Sintonia do Corpo!

Para agendar uma aula GRÁTIS, entre em contato pelo WhatsApp (46 )99923-9910.

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João Pimenta

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A luta feminina em forma de chefe da Polícia Civil
Desvendando o enigmático desaparecimento de Giovana dos Santos Vaz, elucidando que tratou-se de mais um feminicídio, a delegada Alini Simadon mostrou a que veio. Em uma palestra na Marini Compensados, deixou seu recado também para as mulheres sobre o empoderamento feminino. “Todos os dias são dias para refletir a importância da mulher em sociedade e esta é apenas uma data para refletirmos do que podemos, somos e queremos”, destacou durante a palestra.

Finalmente, o quebra-molas na entrada de Palmas pela Parigot de Souza, é a solução?
Pedido antigo dos moradores, foi colocado um quebra-molas na entrada de Palmas pela rua Parigot de Souza, em frente ao acesso para o bairro Palmas 1. Por no mínimo três vezes este jornalista fez lives no local, registrando protestos dos moradores. Vários foram os protocolos na prefeitura por inúmeros moradores. Outros digitais influencers da área política também fizeram cobranças contundentes. A tristeza é por que ter esperado tanto, a custo dolorido de vidas? E fica uma dúvida: esta é realmente a verdadeira solução? Será que não existe solução mais evoluída e inteligente?

Palmas dos semáforos e quebra-molas
A arcaica política de trânsito em Palmas não evoluiu com o resto do Brasil. Estudos apontam que a utilização de semáforos e quebra-molas é um retrocesso na mobilidade urbana e segurança no trânsito. Trava o fluxo, causa aumento de gastos com combustível, aquecimento dos motores e outros problemas mecânicos. Administrações evoluídas investem em tecnologias mais avançadas, mas pelo que se nota, o que a administração de Palmas não possui é evolução.

Para refletir: a máscara da gestão Kosmos
Há quem elogie a gestão Kosmos. “Está indo muito bem”, comentam parabenizando. Mas será que reformas de embelezamento refletem uma gestão eficaz? E as taxas de analfabetismo, vulnerabilidade social, desemprego, ausência de indústrias, mortalidade infantil e materna, ausência de saneamento básico, violência, mortes no trânsito, verdadeiros termômetros de uma sociedade evoluída, como vão em Palmas?

Atenção: esta coluna é escrita e editada pelo jornalista Rodrigo Kohl Ribeiro MTB: 18.933, de sua inteira e irrestrita responsabilidade. Qualquer sugestão ou crítica, pode ser enviada para o e-mail joaopimentadepalmas@gmail.com ou pelo whatsapp 46 98820-4604.

Ministério Público apresenta denúncia contra suspeito pelo homicídio de Giovana Vaz

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O Ministério Público do Paraná denunciou por feminicídio o suspeito pela morte de Giovana Vaz. O crime ocorreu no dia 26 de janeiro, em Palmas, Sul do Estado, e a motivação teria sido a não aceitação da vítima em manter relacionamento com o acusado.

De acordo com a denúncia, formulada pela 2ª Promotoria de Justiça de Palmas, o crime ocorreu em uma área rural próxima à Rodovia PRC-449. Conforme demonstrado pela apuração, após matar a mulher, o réu ocultou o corpo em região de mata nativa distante do local do crime e, na sequência, visando apagar os vestígios, ateou fogo no carro da vítima, utilizado para a prática dos crimes, razão pela qual também foi denunciado por ocultação de cadáver e fraude processual. O corpo foi localizado após o investigado ter sido preso preventivamente no dia 2 de março.

As investigações sobre o caso, que tiveram início após a mulher ter desaparecido ao sair de casa na data do crime, demonstraram ainda que o denunciado vinha reiteradamente perseguindo a vítima “ameaçando sua integridade física e psicológica, restringindo sua capacidade de locomoção e invadindo e perturbando sua esfera de liberdade e privacidade”, chegando, em uma das ocasiões, a mostrar uma arma para a mulher.

Na denúncia, o MPPR aponta também que a perseguição levou a vítima a “colocar um sofá na porta de entrada da casa para impedir eventual tentativa de entrada forçada do agente e a proceder pesquisas por aluguéis de casas para uma possível mudança de endereço”. Pelos fatos, a Promotoria de Justiça também o denunciou pelo crime de perseguição, conhecido como “stalking” (Art 147-A do Código Penal).

Além da qualificadora do feminicídio, foram apontadas também a do motivo fútil e a do recurso que dificultou a defesa da vítima.

Fonte: MPPR

Portal RBJ
por Guilherme Zimermann

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