Palmas realiza Encontro de Fanfarras neste domingo (6) na Praça Bom Jesus
A Praça Bom Jesus será palco de música e tradição neste domingo, 6 de setembro, com a realização do Encontro de Fanfarras, a partir das 14h, em Palmas, sul do Paraná.
O evento faz parte da programação alusiva à Semana da Pátria e promete reunir a comunidade para acompanhar apresentações que valorizam a música, a cultura e o civismo.
O Encontro contará com a participação de fanfarras, que levarão ao público diferentes apresentações, transformando a região central da cidade em um espaço de confraternização e celebração.
Além de proporcionar entretenimento para as famílias, a iniciativa busca valorizar o trabalho desenvolvido pelas fanfarras e manter viva uma tradição historicamente ligada às comemorações da Independência do Brasil.
A realização do Encontro de Fanfarras também antecede um dos principais momentos da programação cívica do município: o Desfile Cívico de 7 de setembro, marcado para segunda-feira (7), a partir das 13h30, também na Praça Bom Jesus.
A comunidade está convidada a prestigiar as apresentações e participar da programação preparada para celebrar a Semana da Pátria em Palmas.
Fonte: https://pmp.pr.gov.br/
Copa Basquete Energia em Quadra realiza segunda etapa em setembro
Disputas da categoria Adulto acontecem nos dias 11, 12 e 13, no Ginásio Monsenhor Engelberto, com entrada gratuita
A Copa Basquete Energia em Quadra realiza sua segunda etapa nos dias 11, 12 e 13 de setembro, reunindo equipes da categoria Adulto no Ginásio Monsenhor Engelberto.
Além dos jogos, a programação contará com um Desafio de Habilidades, prometendo mais emoção e entretenimento ao público. A entrada será gratuita.
O evento conta com o patrocínio da Itaipu Binacional e busca fortalecer e incentivar a prática do basquete na região.
Mobilização na Praça Bom Jesus reforça combate à violência contra a mulher em Palmas
A Praça Senhor Bom Jesus, no Centro de Palmas, no sul do Paraná recebeu uma mobilização alusiva à campanha Agosto Lilás, iniciativa voltada à conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher.
A ação levou informação e orientação diretamente à população, reforçando a importância de reconhecer situações de violência, buscar ajuda e denunciar casos de agressão ou ameaça.
Segundo Marilene Aparecida Santana de Lara, durante a mobilização foram distribuídos aproximadamente 500 panfletos informativos, contendo orientações sobre medidas de proteção e os principais canais disponíveis para denúncias.
A iniciativa contou com a participação de diferentes instituições e entidades, fortalecendo a atuação conjunta da rede de proteção às mulheres em Palmas. Participaram da mobilização a Polícia Militar do Paraná (PMPR), Polícia Civil do Paraná (PCPR), OAB Palmas, Procuradoria da Mulher de Palmas, Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG) e Sala da Mulher.
Além da distribuição dos materiais, a atividade buscou aproximar os órgãos de proteção da comunidade e ampliar o acesso às informações necessárias para que vítimas, familiares, amigos e demais cidadãos saibam como agir diante de situações de violência.
Informação também é proteção
O Agosto Lilás é marcado por ações de conscientização sobre as diferentes formas de violência contra a mulher e pela divulgação dos mecanismos existentes para proteção das vítimas.
A mobilização em Palmas reforçou que o enfrentamento à violência exige a participação de toda a sociedade. Identificar os sinais, acolher a vítima e comunicar os órgãos competentes são atitudes fundamentais para interromper ciclos de violência.
A população pode realizar denúncias por meio do Disque 181, inclusive para repassar informações sobre situações que necessitem de apuração. Em casos de emergência ou quando a violência estiver acontecendo, o acionamento da Polícia Militar deve ser feito pelo telefone 190.
A campanha também chama atenção para a necessidade de não silenciar diante da violência. A denúncia pode representar o primeiro passo para garantir proteção à vítima e possibilitar a atuação dos órgãos que integram a rede de enfrentamento à violência contra a mulher.
Fonte: https://pmp.pr.gov.br/
O financiamento foi aprovado. Mas isso significa que o negócio está garantido?
Comprar um imóvel é, para muitas famílias, uma das decisões financeiras mais importantes da vida. Por isso, é comum que, depois de fazer uma simulação e receber uma aprovação inicial de crédito, o comprador imagine que o financiamento está garantido e que basta aguardar a assinatura do contrato. Na prática, não é tão simples assim.
Recentemente, acompanhei uma negociação que mostrou exatamente isso. O comprador tinha apenas dois meses de carteira assinada. A documentação apresentada permitiu que o processo avançasse normalmente, mas, em uma etapa posterior, surgiu uma dúvida sobre o histórico profissional daquele cliente durante o ano anterior. Foi necessário explicar melhor a situação e apresentar documentos complementares para que a análise pudesse continuar.
Esse tipo de situação é importante porque muita gente confunde aprovação de crédito com conclusão do financiamento. São coisas diferentes. Durante o processo, o banco pode analisar documentos, solicitar esclarecimentos e pedir informações complementares antes da contratação. Por isso, receber uma aprovação inicial é uma etapa importante, mas não significa que o contrato já esteja assinado ou que os recursos já estejam disponíveis.
Se você está comprando um imóvel financiado, não tome decisões importantes acreditando que o financiamento está garantido apenas porque recebeu uma aprovação inicial.
No caso que acompanhei, escolhemos fazer aquilo que considero indispensável em qualquer negociação: contar a verdade. Explicamos ao banco a situação profissional do cliente exatamente como ela havia sido apresentada por ele e buscamos documentos que ajudassem a comprovar sua trajetória. Os extratos bancários do período anterior contribuíram para esclarecer a situação, e o processo pôde continuar até a contratação do financiamento.
Mas poderia ter sido diferente. Por isso, uma das principais recomendações que faço a quem pretende comprar um imóvel é: não esconda informações do seu corretor, do correspondente ou do banco para tentar facilitar a aprovação. Uma informação omitida no início pode aparecer mais tarde e colocar em risco uma negociação que já envolveu tempo, dinheiro e expectativa de toda a família.
Também é importante entender que o financiamento não depende apenas do valor do imóvel. A situação profissional, a renda, os documentos apresentados e outras informações da vida financeira do comprador fazem parte da análise. Por isso, quanto mais organizada estiver a documentação e quanto mais verdadeira for a informação apresentada, mais preparado estará o comprador para enfrentar eventuais questionamentos durante o processo.
Para quem está vendendo um imóvel, a recomendação também vale. Saber que o comprador teve o crédito aprovado é uma informação importante, mas ainda é necessário acompanhar as etapas seguintes até que o financiamento seja efetivamente contratado e o negócio possa avançar para sua conclusão.
Foi acompanhando situações como essa que compreendi ainda mais profundamente que meu trabalho no mercado imobiliário vai muito além de apresentar imóveis. Ao longo da minha trajetória, trabalhando diretamente com financiamento imobiliário, aprendi que conhecimento técnico, organização e transparência fazem diferença justamente quando surgem situações que não estavam previstas.
É esse conhecimento que procuro compartilhar também com os corretores que formo e acompanho. Porque comprar um imóvel não deve ser apenas realizar um sonho; deve ser realizar esse sonho com informação, segurança e responsabilidade.
Sou Ecléa Camine, empresária do mercado imobiliário, especialista em financiamento imobiliário e formadora de corretores. E, depois de tantos anos acompanhando famílias em processos de compra e financiamento, continuo acreditando que existe uma regra que não pode ser negociada: a verdade pode tornar uma negociação mais difícil, mas é ela que permite construir negócios seguros e sustentáveis.
“Trabalhei sem carteira assinada. Esse período pode contar para minha aposentadoria?”
Muitas pessoas chegam perto da aposentadoria e descobrem que alguns anos de trabalho simplesmente não aparecem no cadastro do INSS. É comum, então, surgir a dúvida: se trabalhei sem carteira assinada, perdi esse tempo para sempre?
Nem sempre.
Quando existe uma verdadeira relação de emprego, a obrigação de registrar o trabalhador e recolher as contribuições previdenciárias é do empregador. Por isso, a falta de registro não significa automaticamente que aquele período não possa ser reconhecido para fins previdenciários.
O grande ponto é a prova do trabalho realizado.
Dependendo do caso, documentos como recibos de pagamento, contratos, registros internos da empresa, extratos, documentos trabalhistas e outros elementos da época podem ajudar a demonstrar que a atividade realmente existiu. A prova exclusivamente testemunhal, em regra, não basta para comprovar tempo de serviço perante a Previdência, razão pela qual documentos são especialmente importantes.
Também é possível que o vínculo tenha sido reconhecido posteriormente em uma ação trabalhista. Porém, é preciso atenção: uma sentença ou acordo trabalhista, por si só, nem sempre será suficiente para que o INSS reconheça automaticamente aquele período. A documentação que demonstra a efetiva prestação do serviço continua sendo relevante.
A situação é diferente para quem trabalhou por conta própria, sem vínculo de emprego. Nesse caso, como a responsabilidade pelas contribuições pode ser do próprio trabalhador, eventualmente será necessário analisar a possibilidade de recolhimentos em atraso e os requisitos para que aquele período seja considerado.
Por isso, quem está planejando a aposentadoria deve conferir com antecedência o CNIS, documento que reúne os vínculos e contribuições registrados no sistema previdenciário.
Encontrou um período de trabalho que não aparece? Não significa necessariamente que ele foi perdido.
Documentos antigos que parecem não ter mais utilidade podem fazer uma enorme diferença anos depois. Antes de descartá-los — e, principalmente, antes de pedir a aposentadoria – vale conferir se todo o histórico profissional está corretamente registrado.
Afinal, alguns anos esquecidos no cadastro podem ser justamente os anos que faltam para conquistar um direito.
Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

Suplementar colágeno oral ou bioestimulador de colágeno injetável: o que realmente vale a pena?
Você sabia que a nossa capacidade de produzir colágeno começa a diminuir progressivamente ao longo da vida? A partir da idade adulta – cerca de 25 a 30 anos – essa produção já não é a mesma da juventude e, com o passar do tempo, fatores como exposição solar, tabagismo, alterações hormonais, estresse, insônia e hábitos de vida podem acelerar ainda mais essa perda.
O resultado aparece na pele: redução da firmeza e elasticidade, surgimento de flacidez, aspecto opaco, alterações na textura e formação de rugas.
Diante disso, uma pergunta se tornou cada vez mais comum no consultório: vale mais a pena tomar colágeno ou investir em um bioestimulador?
O colágeno oral, especialmente na forma de peptídeos de colágeno, pode ser utilizado como um complemento aos cuidados. Estudos mostram benefícios modestos na hidratação, elasticidade e qualidade da pele após uso contínuo. Mas é importante ter expectativas realistas: o suplemento não substitui uma alimentação equilibrada, proteção solar ou tratamentos dermatológicos. É importante ter em mente que a ruga instalada não irá desaparecer com a suplementação via oral.
Os bioestimuladores de colágeno atuam de outra maneira. Substâncias como o ácido poli-L-láctico e a hidroxiapatita de cálcio são aplicadas em planos específicos da pele e estimulam uma resposta local que favorece a produção de novo colágeno. O resultado é progressivo e pode contribuir para melhorar firmeza, sustentação, textura e qualidade da pele.
Então, qual vale mais a pena?
Depende do objetivo. O colágeno oral pode fazer sentido como parte de uma estratégia de manutenção e cuidados globais. Já para quem apresenta perda de firmeza ou deseja uma ação mais direcionada e significativa sobre a qualidade da pele, os bioestimuladores podem oferecer resultados mais perceptíveis.
E eles não precisam ser vistos como tratamentos concorrentes. Em muitos casos, a melhor estratégia é combinar diferentes recursos: alimentação adequada, proteção solar, skincare, hábitos saudáveis e, quando indicados, suplementação e procedimentos.
Mais importante do que escolher entre “colágeno em cápsula” ou “colágeno injetável” é entender quanto colágeno sua pele perdeu, quais são suas necessidades e qual estratégia faz sentido para o seu momento. Seu médico dermatologista traçará uma estratégia pensando exatamente no que você precisa.
Envelhecer é natural. Cuidar para envelhecer bem é uma escolha inteligente.
Dra. Glauce Yumi Nozaki
Médica Dermatologista
Membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia
Clínica Dermarium
Telefone: (46) 3262-3863
Rua Augusto Guimarães 1074
Sala 103 – Palmas – Paraná

Coração: 10 perguntas que todo mundo já fez
Quando o assunto é coração, muitas dúvidas aparecem no consultório. Afinal, nem toda dor no peito é infarto, nem todo coração acelerado significa arritmia e nem sempre quem se sente bem está livre de doenças cardiovasculares.
1. “Minha pressão está 14 por 9. Já sou hipertenso?”
Não necessariamente. Uma medida isolada não define hipertensão. É importante confirmar os níveis em diferentes momentos e, quando indicado, fazer medidas em casa ou MAPA.
2. “Colesterol alto dá sintomas?”
Na maioria das vezes, não. A pessoa pode se sentir perfeitamente bem enquanto o colesterol contribui para a formação de placas nas artérias. Por isso, prevenção é fundamental.
3. “Palpitação significa problema no coração?”
Nem sempre. Ansiedade, estresse, café, falta de sono e alguns medicamentos podem acelerar o coração. Mas palpitações frequentes ou acompanhadas de desmaio, falta de ar ou dor no peito precisam ser investigadas.
4. “Toda dor no peito é infarto?”
Não. Existem diversas causas. Porém, pressão ou dor no peito associada a falta de ar, suor frio, náusea ou dor irradiada para braço ou mandíbula exige avaliação imediata.
5. “Quem faz exercício não precisa se preocupar com o coração?”
Precisa. Exercício protege, mas não elimina fatores como genética, colesterol, hipertensão, diabetes ou tabagismo.
6. “Preciso tratar o colesterol mesmo sem sintomas?”
Em algumas situações, sim. A decisão depende do risco cardiovascular individual, e não apenas do valor do colesterol.
7. “Ansiedade pode aumentar a pressão?”
Pode. O estresse ativa mecanismos que elevam temporariamente a frequência cardíaca e a pressão. Quando persistente, também pode contribuir para hábitos prejudiciais à saúde.
8. “Emagrecer protege o coração?”
Sim. A redução do excesso de peso pode melhorar pressão, glicemia e metabolismo. Mas atividade física, alimentação, sono e controle dos fatores de risco também são essenciais.
9. “Se não sinto nada, preciso fazer avaliação?”
Depende dos seus fatores de risco, idade e histórico familiar. Muitas doenças cardiovasculares são silenciosas.
10. “Qual é a melhor forma de cuidar do coração?”
Não existe um único exame ou remédio. Cuidar do coração é controlar pressão e colesterol, não fumar, praticar atividade física, cuidar do peso, dormir bem, alimentar-se adequadamente e também cuidar da saúde mental.
A prevenção cardiovascular começa muito antes do primeiro sintoma.

Setembro Amarelo
Quando a depressão pode esconder um diagnóstico de autismo na vida adulta
Setembro Amarelo é um período de reflexão sobre saúde mental, prevenção do suicídio e a importância de olhar com mais atenção para o sofrimento emocional. Entre os diversos desafios presentes na prática clínica, está a possibilidade de pessoas adultas receberem, durante anos, diagnósticos que explicam apenas parte de suas dificuldades.
Não é incomum que adultos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), especialmente aqueles que passaram grande parte da vida tentando se adaptar socialmente, procurem ajuda psicológica ou psiquiátrica devido à ansiedade, exaustão emocional, isolamento e sintomas depressivos. Embora essas condições possam estar realmente presentes, em alguns casos elas são consequências de uma trajetória marcada por sobrecarga, dificuldades sociais, sensação de inadequação e esforço constante para corresponder às expectativas do ambiente.
Isso não significa que toda depressão esconda um diagnóstico de autismo. A depressão é uma condição séria e precisa ser cuidadosamente avaliada. O ponto central é compreender que sintomas semelhantes podem ter origens diferentes e que uma avaliação clínica aprofundada é fundamental.
Muitos adultos autistas só recebem o diagnóstico tardiamente porque aprenderam, ao longo da vida, a mascarar suas dificuldades. Ao compreenderem melhor sua própria história e forma de funcionamento, podem encontrar novas possibilidades de cuidado, autoconhecimento e qualidade de vida.
Neste Setembro Amarelo, falar sobre saúde mental também é falar sobre escuta qualificada. Um diagnóstico preciso pode transformar a maneira como uma pessoa compreende seu sofrimento e, principalmente, ajudá-la a encontrar caminhos mais adequados para viver com maior bem-estar.
Alessandra Procópio Moreira Psicóloga e Neuropsicológa CRP 08/41553
















