Marini Meu Lugar

Meu nome é Julio Cesar de Barros, tenho onze anos de empresa e, atualmente, sou supervisor de manutenção. O que me fez escolher trabalhar na Marini foi a oportunidade de crescer profissionalmente e de fazer parte de uma empresa que me valorizou desde o primeiro dia.
É muito importante lembrar e tornar pública a maneira como somos tratados aqui dentro. A receptividade é um dos fatores positivos, entre muitos outros, que encontramos na empresa.
A empresa vem crescendo nitidamente ao longo desses anos e, a cada ano que passa, novas oportunidades vão surgindo. O colaborador precisa acompanhar essa evolução, mostrar o seu propósito aqui dentro, estudar e demonstrar interesse em aprender coisas novas.
Um exemplo disso é a minha própria trajetória. Quando comecei, eu era auxiliar de eletricista. No decorrer do tempo, fiz curso técnico e, subindo um degrau aqui dentro, passei a trabalhar como mecânico industrial. Não muito tempo depois, fiz faculdade de Engenharia e, hoje, já estou colaborando com a Marini como supervisor de manutenção.
A rotina do dia a dia aqui dentro é muito gratificante. É muito bom saber que estamos dando conta das tarefas que aparecem e que a equipe executa as demandas com seriedade e profissionalismo.
Fazer parte de uma empresa como a Marini e vir trabalhar diariamente é um privilégio. Também é muito bom participar dos momentos de confraternização que acontecem todos os finais de ano com todas as equipes da manutenção. Nesses momentos, todos os colaboradores se reúnem, aproveitam para se descontrair e tornam aquele dia especial.
Hoje, posso dizer para quem está começando na Marini que aqui é o lugar ideal para o crescimento profissional e até mesmo pessoal. Eu mesmo aprendi e continuo aprendendo muito aqui dentro, tanto com meus amigos quanto com os gestores e diretores.

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva e Taís Reis
para o Jornal Destaque Regional
A palmense Eduarda “Duda” Gomes, estreou com vitória no circuito profissional de tênis
A palmense Eduarda “Duda” Gomes, estreou com vitória no circuito profissional de tênis nesta terça-feira (25), se tornando apenas a segunda tenista nascida em 2012 a vencer um jogo profissional. Esse momento marcante ocorreu no ITF W35 de Barueri, em São Paulo. Com o resultado, Duda avançou para as oitavas de final e aguarda definição de sua adversária que sairá do duelo entre a mexicana Ana Sofia Sanchez (406ª), cabeça de chave 5, 32 anos, ou a brasileira de 20 anos Sofia Perovani (SR).
Com apenas 14 anos, completados recentemente, a jovem palmense já é destaque no circuito mundial juvenil, neste ano ela venceu o Roland Garros Junior Series e a Copa Cosat, além de ser semifinalista de Wimbledon 14 anos.
Esta estreia com vitória no profissional lhe rendeu 4 pontos, porém para entrar no ranking da WTA, é preciso somar ao menos 10 pontos em 12 meses ou pontuar em três torneios diferentes. Duda mira mais uma vitória em Barueri para acumular 8 pontos e, caso avance mais uma vez, terá a chance de entrar para o ranking mundial pela primeira vez.
O Jogo
Duda encarou uma reedição da final de Roland Garros Junior, a catarinense Maria Eduarda Carbone, de 16 anos, com parciais de 6/2, 1/6 e 6/0, a palmense voltou a vencer sua adversária.
Fonte: Facebook Rádio Horizonte FM
Palmas recebe projeto de Empoderamento e Empreendedorismo Feminino em setembro
Palmas no sul do Paraná receberá, nos dias 16, 17 e 18 de setembro, o projeto Cátedra de Empoderamento e Empreendedorismo Feminino, iniciativa voltada à capacitação de mulheres e ao fortalecimento da autonomia financeira, da liderança e do protagonismo feminino.
O projeto é resultado de uma parceria entre a Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), a Secretaria de Estado da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (SEMIPI) e a Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Mulher e Pessoa Idosa.
A programação será realizada no Centro do Idoso, sempre das 13h às 17h, com participação gratuita. O público-alvo são mulheres e meninas a partir dos 16 anos de idade.
Durante os três dias de atividades, as participantes terão acesso a conteúdos direcionados ao desenvolvimento pessoal e profissional. Entre os principais temas estão empoderamento feminino e resgate da autoestima, conceitos básicos de empreendedorismo e gestão de negócios, além de mentoria de carreira.
A proposta é oferecer conhecimentos que possam ser aplicados tanto por mulheres que já desenvolvem alguma atividade profissional ou empreendedora quanto por aquelas que desejam começar um negócio, buscar novas oportunidades ou fortalecer sua participação no mercado de trabalho.
Autonomia e novas oportunidades
Para a secretária municipal de Assistência Social, Rubiana Cristine Matoso Terencio, receber o projeto em Palmas representa mais uma oportunidade de ampliar as políticas e ações destinadas às mulheres do município.
“Queremos proporcionar às mulheres de Palmas oportunidades para que possam desenvolver suas habilidades, fortalecer a autoestima e enxergar novas possibilidades profissionais e de geração de renda. A capacitação também é uma importante ferramenta de autonomia e protagonismo feminino”, destaca a secretária.
Rubiana também reforça que a iniciativa vai além da capacitação técnica, ao criar um espaço de troca de experiências, aprendizado e incentivo para que as participantes possam desenvolver novos projetos pessoais e profissionais.
Inscrições são on-line
As inscrições devem ser realizadas de forma on-line por meio do formulário disponibilizado para o projeto:
Inscreva-se no projeto
As mulheres que tiverem dificuldade ou necessitarem de auxílio para realizar a inscrição poderão procurar a Sala da Mulher, anexa ao CRAS Lagoão, onde uma equipe estará disponível para prestar o suporte necessário.
Ao final da programação, no dia 18 de setembro, será realizada uma cerimônia de entrega dos certificados às participantes que concluírem a capacitação.
Serviço
Cátedra de Empoderamento e Empreendedorismo Feminino
Datas: 16, 17 e 18 de setembro
Horário: das 13h às 17h
Local: Centro do Idoso – Palmas
Público: mulheres e meninas a partir de 16 anos
Participação: gratuita
Inscrições: on-line
Apoio para inscrição: Sala da Mulher, anexa ao CRAS Lagoão
Fonte: https://pmp.pr.gov.br/
O problema não era a goteira. Era o silêncio
Quem trabalha com imóveis sabe que nem todo problema aparece de forma evidente. Às vezes, começa com uma pequena mancha na parede, uma torneira pingando, uma infiltração discreta ou uma goteira que parece não ter importância. O problema é quando aquilo que poderia ser resolvido rapidamente fica sem atenção até se transformar em algo muito maior.
Recentemente, aconteceu uma situação assim em uma sala comercial administrada pela nossa imobiliária. A proprietária nos avisou que a inquilina estava com uma goteira. Até aí, parecia uma ocorrência comum. O que chamou nossa atenção foi um detalhe: naquele dia, não estava chovendo.
Mandei nossa equipe verificar o imóvel. Quando chegamos lá, encontramos uma situação muito mais séria: uma caixa d’água de aproximadamente 500 litros estava com problemas na estrutura que a sustentava e havia risco de o reservatório despencar.
Foi nesse momento que percebemos que aquela não era simplesmente uma questão de “consertar uma goteira”. Havia um risco que poderia ter provocado um prejuízo muito maior.
E havia ainda outra informação importante: o problema já vinha sendo percebido havia alguns dias, mas não tinha sido comunicado à imobiliária.
Esse episódio me fez pensar em algo que vale para qualquer pessoa que participe de uma locação, seja proprietário, seja inquilino: informação também é uma forma de prevenção.
A Lei do Inquilinato estabelece que o locatário deve comunicar imediatamente ao locador o surgimento de dano ou defeito cuja reparação seja de responsabilidade do proprietário. A mesma legislação também estabelece obrigações do locador relacionadas às condições do imóvel.
Mas existe uma confusão muito comum nessa relação. Avisar que existe um problema não significa assumir que você será responsável pelo conserto. O inquilino não precisa saber, no momento em que percebe uma infiltração ou um vazamento, de quem é a responsabilidade. Ele precisa comunicar.
Depois disso, é preciso descobrir a causa.
Pode ser um desgaste natural, um problema estrutural, uma falha de instalação, uma manutenção decorrente do uso, um dano provocado pelo próprio ocupante ou até uma situação relacionada ao condomínio ou à rede pública. Cada situação precisa ser analisada.
Da mesma forma, quando um problema é percebido e não é comunicado, a demora não deve ser simplesmente ignorada. Se o problema se agravar nesse período, será necessário analisar o que aconteceu, quando foi percebido, quando foi comunicado e se a falta de comunicação contribuiu para aumentar o dano.
É por isso que uma imobiliária não pode trabalhar apenas apagando incêndios. Administrar um imóvel significa acompanhar situações, registrar ocorrências, buscar informações, identificar causas e agir com rapidez quando existe risco.
No nosso trabalho, uma ocorrência precisa seguir um caminho: recebemos a informação, registramos, avaliamos a urgência, verificamos o imóvel, buscamos identificar a origem do problema, encaminhamos a solução e acompanhamos até o encerramento.
Pode parecer excesso de cuidado para quem olha de fora. Na prática, é justamente esse cuidado que pode evitar um prejuízo maior.
E isso vale não apenas para quem aluga um imóvel. Vale para quem é proprietário, para quem administra, para quem tem uma sala comercial, uma casa ou um apartamento. Um problema ignorado hoje pode se transformar em uma despesa muito maior amanhã.
Por isso, se você mora ou trabalha em um imóvel alugado e percebe algo diferente, não espere piorar para avisar. Uma goteira pode parecer pequena. Uma infiltração pode parecer apenas uma mancha. Um vazamento pode parecer apenas água desperdiçada.
Mas você não precisa descobrir sozinho o tamanho do problema nem decidir de quem é a responsabilidade.
Avise. Registre. Peça orientação.
Porque, no mercado imobiliário, muitas vezes o prejuízo não começa quando alguma coisa quebra. Ele começa quando alguém percebe que existe um problema e pensa: “Depois eu aviso.”
E talvez essa seja a principal lição que essa situação me deixou: problema comunicado cedo pode ser apenas manutenção. Problema ignorado pode virar prejuízo.
Eclea Camine
Empresária imobiliária – Camine Imóveis
Especialista em financiamento imobiliário
























