CÂMARA DE PALMAS OUTORGA GENERAL MATTOS COMO CIDADÃO PALMENSE




Na tarde desta segunda-feira, a Câmara de Vereadores de Palmas fez a outorga do Título de Cidadão Palmense ao Ministro Presidente do Superior Tribunal Militar, o Excelentíssimo Senhor General Luiz Carlos Gomes Mattos.
O General Luis Carlos Gomes Mattos nasceu em União da Vitória em 1947. Filho de família de origem portuguesa, morou no casarão construído por seu avô Antônio Gomes que existe até hoje, na Rua Professor Cleto esquina com a Benjamin Constant. Desde pequeno teve a responsabilidade de estudar, trabalhar e teve seus direitos e deveres cumpridos ao longo de sua vida, dedicando-se e defendendo a Pátria, alcançando o mais alto posto do Exército Brasileiro.
Diversos discursos emocionantes marcaram o momento para os presentes e ao próprio General que emocionado, retribuiu ao Presidente da Câmara de Vereadores, que outorgou o General como Cidadão De Palmas com muita gratidão.
Anteriormente, o General Presidente do STM, o Governador em exercício e Desembargadores do Tribunal de Justiça do Paraná foram recebidos pelo advogado Eduardo Tobera Filho e demais autoridades do Município.
Fonte: Jornal Destaque Regional
Preservar o Meio Ambiente é uma das prioridades da COAMO
A COAMO sempre vem fazendo parte da preservação do meio ambiente e dessa vez apoiando o projeto Proteja uma Nascente no qual o ex-vereador com tanta dedicação e lutas constantes dentro da casa de leis conseguiu tirar do papel e tornar possível sua determinação de levar as pessoas a importância da água e principalmente da preservação ambiental, ele Edson Kemes, mais conhecido por Lagarto a sociedade pode se dizer esse é o “cara”.
Semana passada Lagarto estava na reserva ambiental exclusivamente da COAMO, no qual deixou novamente sua marca onde passa, e dessa vez foi a fonte 132 no qual ele agradece a oportunidade e a parceria com a Coamo, seu amigo Marcio e toda sua equipe, e diz ele, que não poderia ser melhor estar com os seus amigos fazendo parte de mais uma conquista, sendo que esse mês é o mês do meio ambiente, então só tenho gratidão. Finaliza Kemes
Circo Sintonia – Espetáculo de Dança em Julho
O Studio de Dança Sintonia do Corpo, promove pela primeira vez um espetáculo de Dança de Inverno, o qual este ano contará com o tema “Circo”, aperto a toda comunidade Palmense.
A proposta para a apresentação de inverno, vem com a temática circense recheada de alegria e diversão que só o Circo pode trazer, em apresentação única realizada no dia 03 de Julho as 18H30 no Centro Cultural Dom Agostinho.
Além de muita dança, o “Circo Sintonia” promoverá um espetáculo social, onde o expectador ao doar um Kiko de alimento irá adquirir o ingresso com desconto, e o valor do lucro da bilheteria, será destinado ao programa de Bolsa para bailarinos “Florir-se”, que oferece bolsas de Ballet Clássico a alunas já pré- selecionadas.
Uma das grandes novidades para essa edição é a venda de Ingressos com poltronas numeradas, quem adquirir o ingresso poderá escolher aonde se sentar, dessa forma evitando-se filas e aglomerações na entrada do teatro.
Em breve os ingressos estarão a venda diretamente no Studio Sintonia do Corpo, localizado em anexo a Up Sports – Fit System Academia. Para mais informações entre em contato: 46 – 9923 – 9910.
Agende essa data!! E leve a família ao Teatro para prestigiar a arte e a cultura!
Em pré campanha a deputado estadual, Pedagogo Rodrigo Kohl Ribeiro (João Pimenta) visita municípios do Sudoeste
Pré candidato por Palmas ainda concedeu entrevistas ao Jornal de Beltrão, Rádio Iguaçu,
de Planalto e TV Tribuna Regional, de Barracão.



O pré candidato a deputado estadual pelo partido Podemos, Pedagogo Rodrigo Kohl Ribeiro, conhecido como João Pimenta do Paraná está viajando pelo Sudoeste a fim de apresentar seus planos e ideias. Na última terça-feira esteve pela manhã em Francisco Beltrão, onde se reuniu com lideranças da cidade. Na ocasião foi entrevistado por Ivo Pegoraro, Editor Chefe do Jornal de Beltrão. Já à tarde, visitou parentes da esposa Graziela, amigos e ex alunos na cidade de Planalto, ocasião em que concedeu entrevista para a rádio Iguaçu FM. Já em Santo Antônio do Sudoeste esteve reunido com o ex prefeito, Zelírio Perón Ferrari, com o presidente do Podemos Municipal, pré candidato a prefeito Marcos Maziero e também foi entrevistado pela TV Tribuna Regional, de Barracão. Ribeiro (ou Pimenta) traz como eixos das ideias em sua pré campanha a micro regionalização do Sudoeste. Segundo ele “precisamos dividir para somar”. O Pedagogo traz como exemplo a microrregião formada por Palmas, Clevelândia, Coronel Domingos Soares, Mangueirinha e Honório Serpa. “Se tivermos microrregiões administrativas, poderemos trazer coordenadorias de Saúde, Educação e Segurança Pública”, destaca dizendo que se unir os esforços dos prefeitos em menor número, será mais possível trazer empresas e gerar emprego e renda. No que se refere aos setores estratégicos do Paraná, disse que é preciso uma abordagem sistêmica através da Assistência Social. “Fortalecer o trabalho social significa reduzir os gargalos na Saúde e Segurança Pública”, finaliza.
Fonte: Jocemar Ferreira da Silva
para o Jornal Destaque Regional
EDUCAÇÃO ESPECIAL – O que é e a quem se destina?
A Constituição Federal estabelece o direito de as pessoas com necessidades especiais receberem educação preferencialmente na rede regular de ensino (art. 208, III). A diretriz atual é a da plena integração dessas pessoas em todas as áreas da sociedade. Trata-se, portanto, de duas questões - o direito à educação, comum a todas as pessoas, e o direito de receber essa educação sempre que possível junto com as demais pessoas nas escolas "regulares".
A legislação, no entanto, é sábia em determinar preferência para essa modalidade de atendimento educacional, ressalvando os casos de excepcionalidade em que as necessidades do educando exigem outras formas de atendimento. As políticas recentes do setor têm indicado três situações possíveis para a organização do atendimento: participação nas classes comuns, de recursos, sala especial e escola especial. Todas as possibilidades têm por objetivo a oferta de educação de qualidade.
Diante dessa política, como está a educação especial brasileira? As tendências recentes dos sistemas de ensino são as seguintes: integração/inclusão do aluno com necessidades especiais no sistema regular de ensino e, se isto não for possível em função das necessidades do educando, realizar o atendimento em classes e escolas especializadas; ampliação do regulamento das escolas especiais para prestarem apoio e orientação aos programas de integração, além do atendimento específico; melhoria da qualificação dos professores do ensino fundamental para essa clientela; expansão da oferta dos cursos de formação/especialização pelas universidades e escolas normais.
Apesar do crescimento das matrículas, o déficit é muito grande e constitui um desafio imenso para os sistemas de ensino, pois diversas ações devem ser realizadas ao mesmo tempo. Entre elas, destacam-se a sensibilização dos demais alunos e da comunidade em geral para a integração, as adaptações curriculares, a qualificação dos professores para o atendimento nas escolas regulares e a especialização dos professores para o atendimento nas novas escolas especiais, produção de livros e materiais pedagógicos adequados para as diferentes necessidades, adaptação das escolas para que os alunos especiais possam nelas transitar, oferta de transporte escolar adaptado, etc. Mas o grande avanço que a década da educação deveria produzir será a construção de uma escola inclusiva, que garanta o atendimento à diversidade humana.
Cabendo aqui questionamentos: se a “Constituição Federal estabelece o direito de as pessoas com necessidades especiais receberem educação preferencialmente na rede regular de ensino...” porque os alunos com necessidades especiais, ainda hoje, encontram dificuldades para serem efetivamente incluídos? Ainda, se a ESCOLA é PARA TODOS porque necessitamos de um ou mais artigos na Constituição que garanta esse direito?
A educação especial se destina às pessoas com necessidades especiais no campo da aprendizagem, originadas quer de deficiência física, sensorial, mental ou múltipla, síndromes, quer de características como altas habilidades, superdotação ou talentos. A integração dessas pessoas no sistema de ensino regular é uma diretriz constitucional (art. 208, III), fazendo parte da política governamental. Mas, tal diretriz ainda não produziu a mudança necessária na realidade escolar, de sorte que todas as crianças, jovens e adultos com necessidades especiais sejam atendidos em escolas regulares, sempre que for recomendado pela avaliação de suas condições pessoais.
Uma política explícita e vigorosa de acesso à educação, de responsabilidade da União, dos Estados e Distrito Federal e dos Municípios, é uma condição para que às pessoas especiais sejam assegurados seus direitos à educação. Tal política abrange: o âmbito social, do reconhecimento das crianças, jovens e adultos especiais como cidadãos e de seu direito de estarem integrados na sociedade o mais plenamente possível; e o âmbito educacional, tanto nos aspectos administrativos (adequação do espaço escolar, de seus equipamentos e materiais pedagógicos), quanto na qualificação dos professores e demais profissionais envolvidos.
O ambiente escolar como um todo deve ser sensibilizado para uma perfeita integração. Propõe-se uma escola integradora, inclusiva, aberta à diversidade dos alunos, no que a participação da comunidade é fator essencial. Quanto às escolas especiais, a política de inclusão as reorienta para prestarem apoio aos programas de integração. A educação especial, como modalidade de educação escolar, terá que ser promovida sistematicamente nos diferentes níveis de ensino. A garantia de vagas no ensino regular para os diversos graus e tipos de deficiência é uma medida importante. Entre outras características dessa política, são importantes a flexibilidade e a diversidade, quer porque o espectro das necessidades especiais é variado, quer porque as realidades são bastante diversificadas no País.
A União tem um papel essencial e insubstituível no planejamento e direcionamento da expansão do atendimento, uma vez que as desigualdades regionais na oferta educacional atestam uma enorme disparidade nas possibilidades de acesso à escola por parte dessa população especial. O apoio da União é mais urgente e será mais necessário onde se verificam os maiores déficits de atendimento.
Quanto mais cedo se der a intervenção educacional, mais eficaz ela se tornará no decorrer dos anos, produzindo efeitos mais profundos sobre o desenvolvimento das crianças. Por isso, o atendimento deve começar precocemente, inclusive como forma preventiva. Na hipótese de não ser possível o atendimento durante a educação infantil, há que se detectarem as deficiências, como as visuais e auditivas, que podem dificultar a aprendizagem escolar, quando a criança ingressa no ensino fundamental. Existem testes simples, que podem ser aplicados pelos professores, para a identificação desses problemas e seu adequado tratamento. Em relação às crianças com altas habilidades (superdotadas ou talentosas), a identificação levará em conta o contexto sócio-econômico e cultural e será feita por meio de observação sistemática do comportamento e do desempenho do aluno, com vistas a verificar a intensidade, a frequência e a consistência dos traços, ao longo de seu desenvolvimento.
Citamos algumas necessidades, mas sabemos que a demanda escolar que necessita de atendimento especial é grande e nem sempre tem o atendimento necessário. Quiçá, enquanto escola, docentes e munícipes de uma sociedade que está em constante transformação, num futuro próximo possamos oferecer realmente uma ESCOLA e EDUCAÇÃO para todos.
Fonte: Olivete Franson – Doutora e Mestre em Educação. Dissertação de mestrado e tese de doutorado em Educação Especial, com pesquisa na área da Educação Especial e foco na Gestão da Escola Inclusiva. Apoio à pesquisa: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/plano1.pdf (Acesso: 13/06/2022)
















