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segunda-feira,4 maio,2026
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Ex-vereador fala sua versão às especulações acerca dos nove possíveis candidatos à política palmense

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Após publicar uma matéria que envolvia o advogado e ex-vereador Rafael Bosco, a equipe do Jornal Destaque Regional o procurou, e ele comentou sobre sua versão dos fatos. Acompanhe:
“Realmente fui procurado e as especulações acontecem, principalmente depois da matéria, muitas pessoas vieram conversar comigo me perguntando se eu seria candidato ou não. Antes disso, ainda, o partido entrou em contato comigo, dizendo que haveria um interesse que eu fosse candidato, até porque, na região havia um percentual baixo de candidatos do meu partido, que é o progressista, ao qual eu poderia sair como candidato devido a minha história política. Eu, como vereador, fui o segundo mais votado, e depois, junto de Izaías Mikilita, fomos para a campanha de prefeito e vice, na qual fizemos 4.700 votos. Ficamos em terceiro lugar em um pleito de 6 candidatos – dois jovens com uma estrutura bem menor que os outros. Mas analisando, a política palmense, infelizmente, eu percebo desde que entrei nessa vida, que a desunião é muito grande, e há interesses muito distintos no município, não existindo nenhuma convergência de ideias, de modo que, quem está no poder gosta de mostrar que está no comando e não possui flexibilidade para aceitar propostas feitas por vereadores e outras pessoas da sociedade que, na maioria das vezes, querem colaborar. Então, essa briga de ego é muito grande e faz com que, por exemplo, seja praticamente impossível que Palmas lance um candidato apenas, não que eu me coloque como melhor opção nesse sentido, até acho que existem várias boas opções, mas, seria necessário que todos trabalhassem em conjunto para Palmas, e dessa forma pudéssemos, de fato, ter um deputado local, deputado do município que pudesse brigar por interesses municipais a nível de Estado.
Sabemos da realidade de hoje, infelizmente vários deputados de outras regiões (que fazem o papel deles), tentam engajar votos em vários lugares e vem até Palmas, que é um reduto onde não tem deputados e têm 34 mil eleitores, o que torna o município, um ótimo lugar para ser explorado. Eles vêm até aqui, fazem uma porção de votos, se elegem, e trazem algumas melhorias para o município, mas não é o necessário, para que Palmas, possa dar aquele passo para o desenvolvimento, a exemplo de criar uma microrregião na qual Palmas possa receber algumas outras autonomias, citando como exemplo: uma subdivisão da polícia civil, IML e mudar o status da polícia militar, enfim, possua novamente uma receita estadual, uma receita federal, são coisas que iriam agregar para o município, iriam fazer com que pessoas de outros municípios vizinhos menores viessem até Palmas, Isso iria favorecer o desenvolvimento. Isso que ainda não comentei de outros incentivos na parte empresarial. Infelizmente esses deputados que se elegem com os votos de Palmas acabam, por sua vez, trazendo algumas emendas, auxiliando em algumas construções de escolas, colégios, ruas; melhorias para estruturas do município, mas não fomenta o desenvolvimento que precisamos.
Palmas acaba novamente ficando para trás no cenário municipal, então, eu, nesse momento, acredito que as lideranças têm que continuar na política, mas, que há a necessidade de existir uma conversa, e em hipótese alguma pode sair vários candidatos. Palmas tem que trabalhar de forma diferente para que nós consigamos conquistar as coisas que merecemos, desse modo, quem sabe, as coisas mudam para melhor. Portanto, fico muito feliz com as especulações que cogitaram a cerca do meu nome, fiquei mexido e penso a respeito, mas ainda hoje minha posição inicial é de que ainda não tenho uma decisão certa sobre isso, ainda estou pensando sobre o assunto e em breve me irei me manifestar publicamente se serei ou não candidato.”.

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva
para o Jornal Destaque Regional

DA TRIBUNA LIVRE DA CÂMARA, PROMOTOR DE JUSTIÇA DE PALMAS COBRA
RESPONSABILIDADE FISCAL POR PARTE DO PREFEITO E DOS VEREADORES

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“Essa emenda que foi apresentada ao projeto de lei é absurda, imoral e inconstitucional”.

  Na última Sessão Legislativa ocorrida em 28 de Março de 2022, o promotor de Justiça de Palmas, José de Oliveira Junior fez uso da Tribuna Livre para falar sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal em relação às gratificações dos servidores públicos com Mestrado e Doutorado. Junior iniciou dizendo que manifesta seu respeito aos servidores “porém desde já acrescento e deixo claro que o Ministério Público não coadunará com o que entende não ser correto constitucional e moral, então não espere que o Ministério Público adote uma postura diversa desse sentido”, disse. 

  Discorreu sobre ter sido denunciado na corregedoria do Ministério Público: “tive a oportunidade de mostrar minha resposta e mostrar pra Curitiba o que está acontecendo em Palmas”. Após falar sobre o assunto, afirmou que “ser denunciado na corregedoria é tranquilo, eu já perdi as contas. Isso aí por onde eu passo são várias denúncias, realmente eu não sei contar mais quantas que foram. É só mais uma. Nunca sofri nenhuma punição - registre-se. Inclusive tenho elogios individuais registrados em ficha. Inclusive sou destaque no Estado do Paraná por ter feito indisponibilidade de mais de cinquenta milhões de reais de organizações criminosas e políticos corruptos”, elucidou. Segundo o promotor, o que o deixou um pouco irritado foi o fato de ter lido na denúncia a preocupação da necessidade de uma atitude urgente por parte da Corregedoria porque, do contrário, ele (o promotor) iria na Sessão da segunda votação. “Aí a pessoa tá tentando usar a Corregedoria do Ministério Público para tentar impedir que eu acompanhe uma votação? (…) Aí tá tentando restringir a atuação constitucional do Promotor de Justiça? Eu sou o órgão de fiscalização de cada um dos vereadores, eu sou o órgão de fiscalização do prefeito, sou o órgão de fiscalização do poder judiciário, quem fiscaliza eles sou eu, o curador do patrimônio público, da moralidade administrativa e não tenho lado, meu lado é o lado do interesse público e defesa da sociedade”, afirma. 

 Depois de explicar sobre a recomendação administrativa envolvendo a questão específica das gratificações dos servidores com mestrado e doutorado, questionou se a realização de um curso de mestrado justifica dobrar o salário de um servidor. Falou também sobre a audiência pública, a qual elucidou os percentuais da lei de responsabilidade fiscal. “Essa emenda que foi apresentada ao projeto de lei é absurda, imoral e inconstitucional”, dizendo que é absurda porque dobra a remuneração. “Não existe precedentes no Paraná ou no Brasil”, destacou. Elencou vários municípios que não dobram o salário, dizendo que não há como fundamentar que um grupo de servidores tenha esse direito. “Não vejo esse descrime”. Explicou que com relação à imoralidade, a emenda apresenta um tratamento diferenciado, com relação à diferença do impacto na folha de pagamento entre os reajustes dos servidores com mestrado e doutorado, se comparado com os reajustes dos demais servidores.  “De um total de 328 servidores, somou valor total de R$ 11.550,00 o impacto no orçamento do Município de Palmas. Enquanto seis servidores que pleitearam o mestrado, o impacto é de R$ 46.573,00. Por muito óbvio que isso não é razoável.”, destacou.  

 Falou sobre violação da lei de responsabilidade fiscal, dizendo ser um dos pontos mais graves desta questão. “Juntamente com o promotor é atribuição de cada um dos vereadores exigir do prefeito municipal que observe a lei de responsabilidade fiscal, que não deixe de cumprir. Essa emenda que foi incluída causa um prejuízo à lei de responsabilidade fiscal e coloca em risco o seu cumprimento pelo município”, argumentou. Explicou em números e disse que se for extrapolado o limite de alerta, o prefeito é obrigado a tomar medidas imediatas para restringir o aumento da despesa e retornar para baixo do limite de alerta, algumas demissões se necessário for, partindo dos comissionados e chegando aos concursados, se chegar ao limite absoluto. Disse que podem haver inclusive reduções de salários se o limite for excedido. Discorreu sobre o impacto total se todos os servidores aptos a fazer o mestrado ou doutorado o fizerem e disse que poderia haver crime de responsabilidade. 

 Durante a fala do promotor, o presidente da Câmara, vereador professor Adilson interrompeu para dizer que houve tentativa de diálogo com o prefeito, mas sem sucesso. 

O promotor, por sua vez, continuou se referindo a todos os vereadores: “nós precisamos de homens e mulheres que estejam à altura do desafio”, cobrou. Apresentou jurisprudência e legislação sobre o assunto a respeito do risco do dano ocasionado pelo aumento de despesas. E indagou: “Prefeito. Firme na lei de responsabilidade fiscal, firme na lei de improbidade administrativa, o MP pede para que seja vetada essa emenda incluída pela Câmara. Vereadores, o MP está aqui hoje pedindo que seja mantido esse veto, caso o prefeito queira vetar”, pediu. Finalizou pedindo um pacto por toda a classe política pelo bem de Palmas. 

 Alguns vereadores, como o Peterson Lobas, se manifestaram em contraditório, mas devido ao fechamento da edição, tais manifestações serão trazidas em matéria semana que vem.

Fonte: Rodrigo Kohl Ribeiro – Jornalista (MTB: 18.933)

Legislativo recebe denúncia contra Prefeito Municipal

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Aconteceu nesta última segunda-feira na Câmara Municipal de Palmas a 7ª Sessão Ordinária do ano de 2022. Na ocasião, foi apresentada uma denúncia feita pelo cidadão Rodrigo Ribeiro e lida integralmente pelo 1º Secretário da Casa, José Maria Filho, por infrações político-administrativas referentes ao Prefeito Municipal, Dr Kosmos Nicolaou.

Segundo o denunciante, o chefe do Executivo teria por diversas vezes ofendido vereadores e incitado a população contra o Legislativo. Votaram pelo recebimento da denúncia os vereadores Marcos Antônio da Silva Gomes, José Maria de Araújo Perpétuo Filho, Isidoro Mikilita Junior, Peterson Lobas e o Presidente José Adilson de Almeida. Pelo arquivamento, votaram Marco Aurélio Dutra, Ana Maria da Rosa Serafim, Paulo Hercílio Dangui Bannake e Nilson Butner.

Após o recebimento, foi instaurada uma comissão que irá apurar o conteúdo apresentado, formada pelos vereadores Nilson Butner, Marco Aurélio Dutra e Peterson Lobas. Agora, após ser notificado, o Prefeito poderá apresentar sua defesa prévia no prazo de dez dias, para que assim a comissão decida pelo seu arquivamento ou prossiga a investigação.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Palmas

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IFPR E CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES DO COLÉGIO ESTADUAL DOM CARLOS – PARCERIA DE SUCESSO

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   A Coordenação de Curso e de Estágio do Curso de Pedagogia do IFPR entrou em contato com o Colégio Estadual Dom Carlos para a realização de oficinas destinadas aos alunos do Curso de Formação de Docentes. A proposta envolveu várias áreas e os alunos colocaram a “mão na massa”. 
  Tema das Oficinas – Leitura: a Realidade das Sombras. Ser Professor. O Lúdico na Alfabetização. Alfabetização: a Importância dos Jogos. Leitura. Sob a responsabilidade da professora Fernanda Zanão dos Santos do Curso de Formação de Docentes e dos professores do IFPR,  Allan Andrei Steimbach e Carmem Waldow os alunos participaram ativa e efetivamente. Agradecemos a professora Fernanda pela disponibilidade e aos professores do Curso de FD que colaboraram com as atividades. 
 A coordenação de curso do IFPR e aos acadêmicos nossos agradecimentos pela parceria. As atividades foram desenvolvidas com responsabilidade e comprometimento. 
 As oficinas pedagógicas permitem o intercâmbio de experiências e os roteiros, quando significativos, como foi o caso, contribuem para a formação dos futuros professores. 
As oficinas contribuem para a formação dos professores, na medida em que essas atividades pontuais e de curta duração agem, em longo prazo, como espaços de formação contínua. Hoje o professor participa de um encontro, em um outro dia vai a outro (PRALON, 2004).

Seguindo o raciocínio do autor acima citado, podemos dizer que as oficinas foram significativas e as práticas pedagógicas desenvolvidas serviram de instrumentos para subsidiar a dinâmica dos alunos em sala de aula.
Nos colocamos a disposição para novas parcerias. Acadêmicos dos VI e VIII períodos de Pedagogia do IFPR, nossa GRATIDÃO.

Fonte: Colégio Estadual Dom Carlos

Departamento Municipal de Cultura e Colégio Estadual Dom Carlos

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O Projeto da ESCOLA PARA A PRAÇA que está sendo desenvolvido pelo Departamento Municipal de Cultura com o apoio das Escolas Municipais contou com a participação dos alunos do Curso de Formação de Docentes. Os alunos, com o apoio da professora Fernanda Zanão Santos auxiliaram na confecção das lembrancinhas, cartões e ornamentação. A parceria foi válida, uma vez que desperta nos alunos o sentido de estar presente nas ações realizadas dentro e fora da sala de aula. O engajamento é importante para que os alunos possam sentir a responsabilidade de estarem presentes em eventos que envolvem a sociedade como um todo, em especial, as crianças. É um despertar para o sentido da Páscoa.

Fonte: Colégio Estadual Dom Carlos

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