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terça-feira,5 maio,2026
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Governo de CDS consegue doação do DER

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Ainda no início do ano, o governo municipal, através do vice-prefeito Liomar Antônio Bringhentti, buscou reverter uma desagradável situação ocorrida no fim de 2020, em relação à devolução de caminhões e um trator de esteira cedidos em comodato ao Município pelo DER – Departamento de Estradas de Rodagem em 2017.

Conforme consta no ofício nº 162 de 23 de novembro de 2020, a ex-prefeita fez a devolução ao DER de 02 caminhões caçamba basculantes e 01 trator de esteira que estavam sendo utilizados pelo Departamento Municipal de Infraestrutura e Engenharia nos trabalhos realizados nas estradas municipais. No documento, alegou-se que “não há mais interesse da administração em mantê-los”.

Sabendo disso, e preocupado com a boa execução dos trabalhos de infraestrutura prestados à população, Lio foi ao escritório regional do DER, em Pato Branco, solicitar a doação definitiva desses veículos ao Município de Coronel Domingos Soares. “Fui até o DER, comentei sobre isso, que a gente queria rever essa situação, porque eu não acho justo um bem cedido, que esteja aí para ajudar o setor de infraestrutura, ser devolvido. Como existia um comodato anterior, resolvi fazer um pedido de doação e recebemos esta semana o termo de doação definitiva”, comenta Bringhentti, classificando a decisão tomada pela administração passada no término de sua gestão como infeliz.

“A gente ficou sabendo dessa devolução e, preocupados, sabendo que o parque de máquinas é deficitário, correu atrás para reaver esses bens, porque a gente sabe do bem que faz, principalmente para o pequeno agricultor e para todos que utilizam as estradas”, ressalta o vice-prefeito. O valor total da doação é de R$ 263 mil.

Segundo Lio, a prefeitura tem 30 dias para fazer a transferência dos veículos para a Municipalidade. Os mesmos passarão por revisões e consertos necessários para poderem auxiliar com qualidade e agilidade o Departamento de Infraestrutura e Engenharia. “Essa administração é assim, a gente pensa no próximo”, conclui, agradecendo ao DER pela atenção e disponibilidade em atender ao pedido.

Fonte: Comunicação CDS

Nosso próprio talibã

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O Brasil precisa restabelecer as condições para acabar com a fome e achar métodos para reduzir as desigualdades sociais, além criar ações para propiciar a retomada do emprego e do crescimento e do desenvolvimento econômico. Analisando a evolução de indicadores nos primeiros 30 meses da gestão bolsonarista, se assistiu ao retrocesso na economia, educação, saúde, área social e ambiental. Aumentaram também a desigualdade e a pobreza, esta última, triplicada. A fome é um escândalo: milhões de famílias estão passando fome no país que mais exporta comida no mundo.
É preciso entender que um governo com discurso golpista está com economia emperrada, dólar nas alturas, insegurança política e atraso no combate à pandemia, fatos que comprovam a inabilidade de Bolsonaro em conduzir o Brasil. A instabilidade cambial resulta em incertezas internas e externas. O atual governo compromete as finanças públicas, assusta o mercado financeiro e os produtivos nacional e internacional. Essas ameaças à eleição de 2022 por ataques ao judiciário e elogios a um torturador denotam sua ambição muito maior que se imaginou.
Os dois principais motivos para a onda pessimista são a escalada da inflação (8,99% nos últimos 12 meses) e o descrédito na gestão das contas do governo federal, os mesmos que nos levaram ao colapso econômico em décadas passadas. Isto resulta na economia o preço do desgoverno que se paga imediatamente na forma de desemprego, fome, pobreza, inflação, informalidade.
O governo se mostrou ineficaz no controle da disseminação da doença causada pelo Covid-19, deixando mais de 570 mil mortos e também deixa uma forte crise econômica e um pacote fiscal relativamente elevado. Torrou dinheiro público, retardou compra de vacinas, sabotou medidas sanitárias e não conseguiu conter a monstruosa crise social que ora se atravessa. A gasolina já passa dos R$ 6,00; o dólar voltou em nível de R$ 5,40; gás, R$ 100; 15 milhões de desempregados, juro (SELIC) deve terminar o ano em 7,5%; preços em supermercados na estratosfera! Onde isso vai parar?
Por outro lado, é visível o declínio da popularidade de Bolsonaro com a expectativa de derrota eleitoral em 2022, cuja martirização passa a ser sua nova estratégia. Desde que assumiu a presidência em 2019, Bolsonaro se tornou alvo de um processo judicial a cada seis dias, informação obtida pelo jornal O Globo, segundo a Lei de Acesso à Informação. A Advocacia Geral da União defende Bolsonaro em 160 processos. Ele tem dificuldades em aceitar posições diferentes e exerce o poder presidencial em constante conflito.
Diante dessa situação, ainda por cima, Bolsonaro faz florescer: cultura do ódio, ideias ultraconservadoras, que não aceitam a existência de minorias e são negacionistas, remetendo a um passado cruel e buscando forças na escuridão, no fanatismo religioso e político. Ameaçam marchar contra a democracia no 7 de Setembro, alimentando uma estrutura perversa de extrema direita que está levando o país para o buraco. É assustador que existam milhões de pessoas que são iguais aos talibãs do Afeganistão. Lá, se mistura religião com governo, não existe STF, não tem educação, pregam o assassinato de opositores, desrespeitam e brutalizam formas de tratamento em relação ao gênero feminino, todos andam armados e a milícia governa o país. Nossos talibãs são em maior número que toda a população do Afeganistão: assusta a ignorância desse povo de um dos maiores e melhores país do mundo.

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