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domingo,26 abril,2026
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Instabilidade política

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O Brasil tem a pior moeda global, mesmo diante do recuo mundial do dólar nos últimos três meses: a moeda norte-americana continuou a se valorizar 40,1% ante o real. Isto demonstra maxidesvalorização de 29,8%. Se as coisas continuarem assim, o dólar chegará a R$ 6,00 devido à fragilidade fiscal e pela saída de capitais de investidores estrangeiros. Até agosto de 2020, saíram pelo câmbio financeiro US$ 47,6 bilhões que bateram as retiradas do país na crise de 2008. E, para lamentar, em 2019, foram US$ 62,2 bilhões. A aversão ao risco levou investidores ao dólar. Com dívida bruta em 88% do PIB, o Brasil atrai mais os capitais especulativos.

Em setembro, o principal índice da bolsa de valores, o Ibovespa, recuou 4,5% e, no ano, acumula queda de 18,1%. A desvalorização do real em frente ao dólar mostra a piora da percepção da economia brasileira por investidores brasileiros e estrangeiros. A situação reflete a deterioração quanto à capacidade política do governo de lidar com problemas. Setembro foi um mês de perda generalizada à principal classe de ativos, da renda fixa às ações, com exceção do dólar. Até o ouro terminou o período em queda de 1,6%.

A preocupação com as finanças públicas no Brasil impediu o real de se beneficiar da tendência de enfraquecimento global do dólar. Entre as 33 moedas mais negociadas do mundo, o real ficou entre as oito que perderam a chance de crescer diante um dólar mais fraco. A taxa de desemprego atingiu o patamar inédito de 13,8%, segundos dados divulgados pelo IGBE na semana passada: somam 13,1 milhões de brasileiros buscando trabalho. O desemprego no Brasil é o maior em quase 30 anos.

A depressão econômica e a crise social e política que se vive desde 2019 é prova do fracasso de Guedes que não apresenta perspectiva aos 25 milhões de trabalhadores desempregados e desalentados assim como os 35 milhões de trabalhadores subutilizados e os milhões que entraram na pobreza nos últimos anos e lá permanecerão. As reviravoltas políticas a inépcias do governo em geral diminuem a confiança da população.

Existem 13 milhões de pessoas passando fome no Brasil e sabe por quê? Infelizmente, o combate à fome deixou de ser prioridade do governo desde a posse de Temer. A fome no Brasil não é oriunda da falta de alimentos produzidos, mas de alimentos consumidos dada a impossibilidade dos mais pobres de ter acesso a eles. Os dados da FAO indicam que o Brasil produz mais do que o suficiente para alimentar todos os brasileiros e ainda sobra 1/3 para exportação. O problema é que o governo segue com o desmonte do que ainda restou da política de segurança alimentar implantada no Brasil.

Enquanto o STF libera vendas de refinarias da Petrobrás como subsidiárias, o governo venderá parte da Petrobrás sem necessidade de pedir autorização ao Congresso. Começou o desmonte, entregarão tudo ao capital estrangeiro. O coronavírus já matou mais de 1 milhão de pessoas no mundo; o Brasil aproxima-se de 150 mil. Sem empregos, plano governamental e dinheiro, vê-se o governo perdido, alimentado por seguidores que vivem outra realidade e que sonham de forma radical, o covid-19 segue silencioso: não é uma ‘gripezinha’, mas sim um Apocalipse!
Edmundo Pozes
Pós-Doutor em Administração
Docente Associado do IFSC

Finanças de Cel. Domingos Soares são apresentadas em audiência pública

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Em audiência pública realizada na última semana, o setor contábil da prefeitura de Coronel Domingos Soares realizou a prestação de contas do município referentes aos 2º quadrimestre do ano.

Conforme a exposição, entre janeiro e agosto, o município arrecadou R$ 22,2 milhões. Do total das receitas, 78% são oriundos de repasses dos governos estadual e federal.
As despesas da municipalidade ficaram em R$ 17,8 milhões, gerando um superávit de, aproximadamente, R$ 4 milhões. Da arrecadação, 28,5% foram aplicados na educação, 24,4% em saúde e 48,9% para o pagamento de pessoal.

Com informações da assessoria e texto de Guilherme Zimmerman

Fonte:https://reporteralencar.com.br/

RODRIGO JOÃO PIMENTA É O ÚNICO PRÉ CANDIDATO A PREFEITO QUE, DESISTINDO DA CANDIDATURA, MANTEVE CANDIDATURA A VEREADOR

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Todos os outros pré candidatos ao executivo não se candidataram a nenhum cargo ao executivo ou legislativo.

Ao fim do término das inscrições das candidaturas, com seis nomes registrados, confirmou-se a desistência de Hilário Andraschko, Kiko Pagliosa, Rodrigo João Pimenta e Zéca Almeida. Destes, apenas João Pimenta candidatou-se a vereador, sendo que nenhum dos demais concorre a algum cargo, nem mesmo como candidato a vice-prefeito. Para Pimenta, desistir de concorrer mas concorrer ao legislativo é sinônimo de coragem. “Não tenho a vaidade de dizer que se não concorresse a prefeito ou a vice eu não concorreria. Fizemos uma grande coligação com o MDB através do alinhamento de ideias entre os partidos e com o candidato a prefeito Daniel Langaro, de forma que poderei contribuir da forma que estiver ao meu alcance”, declara Rodrigo João Pimenta.

Fonte: Jocemar Ferreira da Silva
para o Jornal Destaque Regional

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