Menino Ramon o fenômeno laçador


Ramon, é filho de Renan Fortunato e Ana Lazzaroto, e seus avós são Mirinho Fortunato e Nice Fortunato – que nos contam um pouco dessa história:“Primeiramente, quero dizer aos leitores do jornal impresso e internautas que acompanham as páginas do jornal Destaque Regional através das redes sociais. Ramon, meu neto, desde os quatro anos de idade realiza participações em rodeios, e desempenhando um talento extraordinário que surpreende todos nós da família e todos que se fazem presentes nos rodeios. Hoje ele tem cinco anos de idade, e, por ser uma criança, sua diversão é pegar o seu laço e uma vaca mecânica, que tem guardado em sua casa, e colocar no meio do pátio e convidar os amigos para disputar quem laça mais. Interessante de tudo isso é que com pouca idade conseguiu disputar até com adultos e com pessoas experientes e deixa muitos no “cavaco”.
Sua primeira armada de laço foi no rodeio do Beto Souza, localizada próximo a Codapar, em Palmas, no qual ganhou o seu primeiro troféu de participação. Isso incentivou ainda mais o meu neto para que participasse dos próximos rodeios. Após alguns dias, houve um rodeio em Clevelândia e lá estava o meu neto mostrando o seu talento novamente, e, com muito orgulho para nós da família, ficando em primeiro lugar na sua categoria.
Depois desse tempo teve outros rodeios em que o prêmio era carneiro, e ele ganhou também, mas, esse rodeio da restinga, que foi há um tempinho atrás, foi emocionante, uma disputa individual com quarenta e oito laçadores, com categorias distintas em que qualquer um poderia participar, e meu neto chegou na final com outros dois.
Um deles era o seu pai, Renan, e o outro era o nosso amigo chopim. E quem venceu? Ramon, venceu mais um rodeio! Isso é muito gratificante e me enche de orgulho ver um neto fazer o que ele gosta, sendo que foi sempre o que nós sempre gostamos também. É uma paixão que está passando de geração para geração, e posso finalizar dizendo para vocês que me sinto feliz e satisfeito em poder compartilhar com vocês essa trajetória de um menino com pouca idade e com tanto sucesso”.
Fonte: Jocemar Ferreira da Silva
para o jornal Destaque Regional
Animais abandonados continuam sendo a preocupação dos palmenses
É nítido a frequência de animais abandonados nos bairros de Palmas, principalmente cachorros! O que fazer? São perguntas às quais ninguém tem resposta. Podemos dizer que essa situação é corriqueira – tem longa data. Muitos questionam-se do tamanho da ignorância e frieza do ser humano que abandona esses animais como se fossem objetos, não tendo um pingo de compaixão pelo animal indefeso – que será mais um de tantos animais abandonados nos cantos dessa cidade. Poderia ser diferente, mas, na realidade, é mais um animal de rua em busca da sorte de saciar a fome estando em um lugar certo onde pessoas solidárias ofereçam água e comida. Longe disso, seu destino e sua sobrevivência é, infelizmente, a pior maneira imaginável.
Mas, vendo pelo lado bom, podemos dizer que ainda existem muitas pessoas boas nesse mundo. Alguns comovem-se e dão um lar para o animal abandonado, outros tantos, de certa maneira, dão sustentação no momento em que o animal tá passando próximo a sua residência. Não é o que gostaríamos, mas é o que acontece!
Outro fato preocupante atualmente – que é postado muito em rede social – é o desaparecimento de animais (gato e cachorro) -, em que o dono implora; alguns oferecem recompensa, torcendo pelo retorno do seu animalzinho de estimação.
É o momento de nós, palmenses, questionarmos o que nós, como cidadãos, podemos fazer de bom em relação a este problema. Qual é a sua parcela de culpa e de responsabilidade por isso?
Fonte: Jocemar Ferreira da Silva
para o jornal Destaque Regional


















