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domingo,1 novembro,2026
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Você ainda menstrua, mas seu corpo mudou? Pode ser a perimenopausa

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Você ainda menstrua, mas percebe que seu corpo já não funciona exatamente como antes.

O sono piorou. A irritabilidade aumentou. A disposição diminuiu. A concentração parece diferente e aquela gordura abdominal, antes fácil de controlar, começou a incomodar.

Muitas mulheres chegam aos 40 anos vivendo essas mudanças sem imaginar que podem estar entrando na perimenopausa.

E não, você não precisa parar de menstruar para começar a sentir os efeitos dessa transição.

A menopausa é definida após 12 meses consecutivos sem menstruar. Já a perimenopausa é o período que antecede esse momento e pode começar anos antes, geralmente durante os 40, embora algumas mulheres apresentem mudanças mais cedo.

Nessa fase, os hormônios ovarianos começam a oscilar de maneira mais irregular. O ciclo menstrual pode mudar e sintomas como ondas de calor, alterações de humor, piora do sono e ressecamento vaginal podem surgir.

A composição corporal também merece atenção.

Com o avanço da idade e a transição menopausal, pode ocorrer maior tendência ao acúmulo de gordura na região abdominal e perda progressiva de massa muscular. Sono ruim, estresse, sedentarismo e alimentação inadequada podem intensificar esse cenário.

Por isso, simplesmente comer cada vez menos costuma ser uma estratégia ruim.

A nutrição nessa fase precisa mudar de foco: preservar músculos, garantir proteínas adequadas, cuidar da saúde óssea, aumentar a qualidade da alimentação e controlar fatores de risco metabólico.

Musculação, sono e acompanhamento médico também fazem parte desse cuidado.

E um ponto importante: nem todo cansaço, ganho de peso ou alteração de humor significa perimenopausa. Outras condições podem produzir sintomas semelhantes e precisam ser avaliadas.

A transição para a menopausa não começa no dia da última menstruação.

Seu corpo começa a mudar antes.

Entender essa fase permite trocar culpa por estratégia e preparar o organismo não apenas para atravessar a menopausa, mas para chegar às próximas décadas com mais força, saúde e qualidade de vida.

Aline Sampaio
Nutricionista especialista em Nutrição Esportiva, Estética e Saúde da Mulher
CRN 8 – 17617

@alinesampaio.nutricionista
(49)99983-9122
Atendimento on-line

Coração e rins: uma relação mais próxima do que parece

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Quando falamos em saúde do coração, poucas pessoas lembram dos rins. Mas esses dois órgãos trabalham em uma parceria constante: enquanto o coração bombeia o sangue para todo o organismo, os rins filtram esse sangue, eliminam substâncias que não precisamos e ajudam a controlar a quantidade de água, sais minerais e até a pressão arterial.

Por isso, quando um deles começa a falhar, o outro frequentemente sofre.
Na insuficiência cardíaca, por exemplo, o coração pode não conseguir bombear sangue de maneira adequada. Com menor circulação chegando aos rins e aumento da pressão nas veias, a função renal pode piorar. O organismo passa a reter mais sódio e água, aumentando os inchaços e a falta de ar e, consequentemente, sobrecarregando ainda mais o coração. Essa interação é conhecida como síndrome cardiorrenal.

A hipertensão arterial também está diretamente envolvida nessa relação. Pressão alta mantida durante anos pode lesionar os pequenos vasos dos rins e levar à perda progressiva da função renal. Ao mesmo tempo, rins comprometidos podem dificultar o controle da própria pressão arterial, formando um ciclo prejudicial.

O diabetes é outra importante causa de doença renal. O excesso de glicose no sangue danifica lentamente os vasos responsáveis pela filtração renal. Diabetes, hipertensão e doença cardiovascular, portanto, frequentemente aparecem juntos e precisam ser tratados de forma integrada.

Quando a função renal chega a estágios muito avançados, alguns pacientes necessitam de hemodiálise. Nessa fase, o cuidado cardiovascular torna-se ainda mais importante, pois alterações na quantidade de líquidos, na pressão arterial e nos minerais do sangue podem aumentar a sobrecarga sobre o coração.

É por isso que exames como creatinina, taxa de filtração dos rins e pesquisa de proteína ou albumina na urina são tão importantes, especialmente em pessoas com hipertensão, diabetes ou insuficiência cardíaca.

Cuidar do coração também significa cuidar dos rins — e o contrário também é verdadeiro. Controlar pressão, glicemia, alimentação, peso e acompanhar regularmente a função dos dois órgãos pode evitar que um problema silencioso se transforme em uma doença avançada.

TDAH em adultos- Quando a desatenção vai além da falta de organização

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Esquecer compromissos, perder objetos, procrastinar, apresentar dificuldade para organizar tarefas e administrar o tempo são experiências comuns. Entretanto, quando esses comportamentos são persistentes, ocorrem em diferentes contextos e produzem prejuízos funcionais, podem estar relacionados ao Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH).
Embora frequentemente associado à infância, o TDAH pode permanecer ao longo do desenvolvimento e apresentar manifestações distintas na vida adulta. Além da desatenção, podem ocorrer dificuldades de planejamento, gerenciamento do tempo, controle inibitório, autorregulação e organização das atividades cotidianas. A hiperatividade nem sempre se manifesta como agitação motora evidente, podendo assumir a forma de inquietação interna e dificuldade de desacelerar.
É importante destacar que TDAH não corresponde a baixa capacidade intelectual ou falta de esforço. O indivíduo pode apresentar recursos cognitivos preservados e, ainda assim, enfrentar dificuldades específicas na autorregulação atencional e executiva.
Por outro lado, nem toda dificuldade de concentração ou organização caracteriza TDAH. Ansiedade, estresse, privação de sono, alterações emocionais e outras condições podem produzir manifestações semelhantes. Por esse motivo, o diagnóstico requer investigação clínica e neuropsicológica cuidadosa, considerando histórico do desenvolvimento, funcionamento atual e prejuízos em diferentes ambientes.
A avaliação adequada possibilita compreender o perfil cognitivo e comportamental do indivíduo, diferenciando sintomas de TDAH de outras condições que podem apresentar manifestações semelhantes.
Buscar informação é importante, mas o autodiagnóstico não substitui a avaliação profissional. Compreender o próprio funcionamento pode favorecer estratégias mais adequadas e reduzir interpretações equivocadas, como “preguiça”, “falta de interesse” ou “falta de capacidade”.

Alessandra Procópio Moreira
CRP 08/41553
Psicóloga e Neuropsicóloga
Contato (46) 92001-9598

Marini Compensados e Roni Junior Marini se destacam na Lignum Latin America 2026

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A Marini Compensados esteve entre as empresas presentes na Lignum Latin America 2026, que aconteceu em Curitiba – PR, a Lignum é um dos principais eventos da indústria madeireira na América Latina. Representando a empresa, o CEO Roni Junior Marini teve participação ativa na programação, contribuindo para debates e discussões sobre o futuro e os desafios do setor.
Além de CEO da Marini, Roni Junior Marini ocupa atualmente as posições de presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (ABIMCI) e vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), ampliando sua atuação na representação e no desenvolvimento da indústria madeireira.
Durante a feira, Roni participou de diferentes momentos da programação, incluindo palestras, mediações e conversas no Lignum Talks, levando sua experiência e a visão da indústria para os debates realizados ao longo do evento.
A Lignum Latin America reúne empresas, profissionais e lideranças de toda a cadeia produtiva da madeira, com uma programação voltada a temas como transformação, beneficiamento, preservação, energia, biomassa, uso da madeira e manejo florestal.
Com a participação de sua equipe e a atuação de Roni Junior Marini na programação, a Marini Compensados amplia sua presença em importantes espaços do setor e fortalece sua conexão com empresas, profissionais e lideranças da indústria madeireira.

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