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domingo,12 abril,2026
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COMO NÃO ENGORDAR NO FINAL DE ANO

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Essa época é um momento difícil para quem está em um projeto de emagrecimento, muitas pessoas, família, amigos, enfim muitas confraternizações e nestas horas muitas pessoas acabam pecando em seu projeto de emagrecimento. Desta maneira, o que deve se ter em mente é que você tem que ter algumas estratégias pré-estabelecidas em sua mente.
Dica de hoje então é:
1° Tenha claro em sua cabeça, o por que você quer emagrecer e o que isso lhe trará de bom e sua vida;
2° Se for estar com muitas pessoas neste fim de ano, tenha claro em sua mente também o discurso que você vai dizer para as pessoas que querem te sabotar;
3° Se você não tem como se livrar das comilanças de família, usa aquela famosa estratégia do antes, durante e depois, ela é simples, o que você vai comer antes de ir para as festas, o que você vai fazer lá na festa para não comer demais, e depois o que você vai fazer depois que sair da mesa para queimar todas as calorias ingeridas;
4° Se planeje com um sistema de auto-monitoração, que seja uma balança! Não trate ela como uma inimiga! Dica é você se pesar verificar quanto está, anotar, após isso você se pesar a cada dois dias e verificar se subiu de peso ou baixou! Se subiu, você deve se cuidar mais, se baixou você pode comer um pouquinho a mais, legal né?
Essas foram minhas considerações para que você passe o fim de ano sem frustrações, são soluções já testadas e que deram muito certo. Se você seguir com certeza terá resultados.
Um grande abraço e um Feliz Ano Novo!
Quer saber mais sobre EMAGRECIMENTO, me segue nas redes sociais: Instagram:

@joziasfortunatopersonal Facebook: Jozias Fortunato Personal Trainer. Me chama para um bate papo que irei lhe propor uma solução definitiva para seu emagrecimento.
Jozias Fortunato
(Cref: 028591-G/PR)
Personal do Emagrecimento
Coach de Emagrecimento
Especialista em Treinamento para Emagrecimento
WhatsApp: (46)984006452

Do outro lado do balcão

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A Reforma Trabalhista de Temer e a Reforma da Previdência de Bolsonaro não melhoraram a vida dos trabalhadores. Tais reformas foram direcionadas aos benefícios dos patrões e do Estado. Os trabalhadores perderam benefícios e tornaram-se mais vulneráveis e instáveis. Os que desejam ingressar no mercado de trabalho são mais prejudicados e dificilmente chegarão à posição em que seus pais alcançaram na mesma idade. Sentem-se frustrados, desanimados e inferiores em relações aos pais, pois sequer conseguem o primeiro emprego protegidos por benefícios da ocupação formal, e tal percepção gera um ambiente negativo no país.

Quanto aos demais cidadãos em situação de desemprego ou desalento, ficar inativo prolongadamente desemboca uma geração perdida. Além do desânimo, não acompanham as mudanças tecnológicas e se tornam obsoletos. Em 2019, a Educação do brasileiro não melhorou, e muito menos a dos trabalhadores. É fundamental melhorar a educação básica para que as pessoas consigam absorver mudanças tecnológicas. Muitos desempregados reclamam que não estão aptos a trabalhar com a tecnologia vigente.

Quem viveu o período de bonança do Brasil, FHC até Dilma se acostumou a viajar de avião, a usufruir de melhores salários, acesso à cultura, à medicina e à educação, conquistando estabilidade financeira e emocional e se consolidou como classe média no Brasil. Desde a crise do subprime, a tragédia financeira desencadeada em 2008, que provocou a queda do índice Dow Jones motivada pela concessão exagerada de empréstimos hipotecários de alto risco, arrastou vários bancos à situação de insolvência, prejudicando todas as Bolsas de Valores do planeta. A crise foi motivada pela concessão desenfreada de créditos imobiliários através de empresas controladas pelo governo americano que afetou todo mundo.

Desde então, o Brasil vem sofrendo reflexos da diminuição do comércio internacional, principalmente com a redução do preço das commodities, com o impeachment de Dilma Rousseff que consistiu no impedimento da continuidade do seu mandato em 2016. De lá para cá, as coisas degringolaram nos governos de Temer e Bolsonaro. O povo adaptou-se a outros patamares de emprego, com rendas menores e perdeu muito do que havia conquistado: empobreceu, salários em geral diminuíram, estabilidade se foi e vive-se um patamar de insegurança.

Quem experimentou a vida mais abastada, em geral, não goza das mesmas regalias de outrora e sente dificuldades em se adaptar a serviços inferiores. É como trocar de lado do balcão: antes era atendido e exigia atenção, qualidade e preço bom; agora, para sobreviver à nova realidade, terá que atender às pessoas, servindo-as da mesma maneira que foi servido durante quase duas décadas. A maioria não aceita perder o status de bom comprador e, por força de necessidades, passar a servir.

Muitas pessoas ‘desalentadas’ que desistiram de procurar emprego, até por falta de qualificação, não querem se submeter a trocar de lado do balcão e passar a servir. Revoltam-se e culpam governantes por crises, fracasso individual por não se manterem atualizadas às novas tecnologias, ao invés de perceber que também têm culpa, pois a economia é cíclica, com períodos de bonanças e crises. Na crise, é essencial estudar economia, história e política, ter maior empenho, participar mais e ver a vida além do umbigo, e alcançar uma maturidade em prol do próximo. É hora de trocar o lado do balcão!

Suposta Terceira Guerra Mundial

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A polêmica sobre uma suposta terceira guerra mundial teve início após a notícia de que o atual presidente dos Estados Unidos, Donalt Trump, teria ordenado um ataque aéreo contra o general Qassem Soleimani que morreu no dia 02 de janeiro na cidade de Bagdá, no Iraque. Esta atitude foi considerada, pelos iranianos, como um ataque terrorista.

Soleimani liderava uma unidade especial da guarda revolucionária iraniana e era o segundo homem mais poderoso do Irã, por este motivo o líder supremo do país clamou por vingança contra os Estados Unidos.

A duvida, no princípio, era descobrir por qual motivo o presidente americano ordenou aquele ataque que nos pegou de surpresa, todavia os questionamentos sobre o assunto se intensificam conforme novas notícias são divulgadas, pois as informações ainda são muito duvidosas e não há uma comprovação de quem teria iniciado esta intriga.

De acordo com algumas informações disponíveis no portal brasileiro de notícias G1, sob orientação da central da globo, descobrimos alguns relatos de que na terça feira do dia 31 de dezembro manifestantes milicianos teriam invadido a embaixada dos Estados Unidos no Iraque deixando um número equivalente a 25 mortos e 51 feridos.

No mesmo dia Donald Trump se pronunciou em uma postagem na sua conta do Twitter dizendo que o Irã seria responsabilizado por qualquer dano ou morte nas instalações americanas dispostas no local, e pagaria um preço muito alto por isso.

Mike Pompeo, secretário do estado americano se manifestou dizendo que “A análise de inteligência deixou claro que não adotar nenhuma ação criava mais riscos do que a que realizemos na última semana”, e por meio de seu comunicado entendemos que o governo americano culpou Soleimani pelo ataque dos manifestantes e desejavam por meio de suas ações deter planos de futuros ataques dos iranianos.

A culpa, entretando, não teria sido do governo iraniano que havia alegado inocência. A diversidade de sistemas religiosos no Oriente Médio e o contato do comércio

com estrangeiros americanos teria ocasionado em manifestações de pessoas que não aceitavam a realidade corrupta e injusta dos países da região, principalmente pelos mulçumanos xiitas.

O comunicado de Pompeo deveria aliviar o tormento do povo, mas na verdade fez novos questionamentos surgirem com relação ao verdadeiro culpado desta história e se este seria somente mais um conflito de puro ego político e econômico, visto que as ações ofensivas entre os países em questão ocorrem desde Junho de 2019. Infelizmente a verdade sobre os acontecimentos está longe de ser devidamente revelada, principalmente quando existem pormenores dentre ambos os casos.

Após estes acontecimentos o questionamento de uma possível grande guerra esta circulando pelo mundo, todavia especialistas afirmam que não haverá uma guerra nesta proporção devido ao Irã ser uma força regional e que para ocorrer uma terceira guerra mundial países como Rússia, China e União Europeia teriam que se envolver neste conflito.

O portal de notícias Brasil 247 publicou que o governo Chinês teria se pronunciado no dia 06 de janeiro, segunda-feira, alegando que a deterioração da região iraniana é um cenário que ninguém deseja testemunhar e que assegurar a paz e a estabilidade é vital para o mundo, todavia, a China culpa os Estados Unidos pela quebra do acordo nuclear com o Irã.

As notícias até o momento são de que o Presidente Jair Bolsonaro teria afirmado no dia 08 de janeiro, em uma entrevista realizada pela SBT, que o Brasil tem relações com ambos os países e pretende mantê-lo. O presidente afirmou, também, usando o artigo 4 da república federativa do Brasil para comunicar sobre o conflito entre Estados Unidos e Irã dizendo que nossas relações internacionais deve seguir princípios que defendam a paz e repudie qualquer ato de terrorismo.

Por outro lado, a mínima possibilidade do povo brasileiro se envolver nesta guerra é motivo de alerta para os familiares atormentados pelas notícias. Principalmente após uma reunião realizada nesta terça-feira (07), na qual, Bolsonaro teria concordado em permanecer ao lado dos Estados Unidos neste conflito e existem relatos que o Irã teria entrado em contato com o nosso presidente devido as suas escolhas.

Por meio destas informações percebemos que Bolsonaro não tem certeza de quais serão suas futuras ações e a probabilidade é de que novas alternativas sejam realizadas devido a mudanças drásticas nos acontecimentos, deste modo, devemos permanecer atentos a novas notícias.

Lamentavelmente iniciamos o ano de 2020 com caos e mortes para todos os envolvidos neste trágico confronto.

A política

“Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política. Simplesmente, o preço a pagar pela tua não participação é seres governado pelos maus”. – Platão

No século V a,c alguns filósofos discutiam qual era a importância da política para o crescimento de um país e a qualidade de vida que o povo teria com a administração bem sucedida do seu governo.

O filósofo Platão nos faz perceber, por meio de suas reflexões, que tudo o que fazemos em nossa vida é uma arte e deve não somente ser valorizada, mas ser bem aplicada. Um médico, por exemplo, atua com a arte de salvar vidas e durante sua jornada tem o compromisso de dedicar-se a obter o conhecimento necessário para conseguir atuar em seu cargo de modo sensato e sem erros, dado que a vida de seus pacientes está em suas mãos.

Pelo mesmo motivo, um político tem o dever de ter o conhecimento necessário para atuar na arte da política e, assim, conseguir administrar uma nação de modo justo. É responsabilidade deste líder administrar a qualidade de vida do povo, ou seja, sua educação, saúde e trabalho estará nas mãos deste sujeito.

Todavia, o processo mais importante inicia-se por nós, o povo brasileiro. Somos nós que temos a decisão de escolher um ser humano apto a nos governar e fazer com que o nosso país se desenvolva, mas para que isso ocorra devemos ter a compreensão do devido valor da politica. O nosso voto, caro leitor, poderá nos beneficiar ou nos trazer grandes malefícios e caso coloquemos um mal governador no poder a culpa será completamente nossa.

Qual será o resultado de um voto impensado?

Pedimos para que imagine uma formiga andando sobre sua mesa no café da manhã a procura de uma pequena pedra de açúcar. Quando a avistamos automaticamente iremos decidir se matamos este pequeno ser vivo ou se o deixamos viver e a triste realidade é que não refletimos sobre o ato em si, simplesmente escolhemos a primeira opção, pois é a mais fácil.

O mesmo processo ocorre durante a época da eleição quando não refletimos sobre o nosso voto e, infelizmente, a maioria da sociedade se vende por um determinado valor ou causa oferecendo de bom grado o poder para um sujeito de pouco valor moral e ético.

Não supomos que a formiga operária, tal como o ser humano, se dedica em busca de alimentos para as larvas e a rainha, ou que precisam armazenar comida para o inverno. Imagine o sofrimento daquele ser vivo escalando pedras e gravetos com suas patinhas com o propósito de buscar alimento, então em segundos toda a sua existência e o seu trabalho tem um fim após a matarmos.

A pura verdade é que nos somos essa pequena formiga e não somente nossa vida como o bem estar dela está nas mãos do presidente de nosso país. Nós somos as milhões de formigas operárias dedicadas ao trabalho e a estabilidade na vida para que possamos cuidar de nossas famílias, além de fazer nossa grande “colônia” prosperar com os benefícios de nossos esforços árduos.

O presidente, no entanto, não nos conhece. Ele não sabe sobre nossas histórias de dor ou as lutas que precisemos vencer no caminho de nossas vidas e mesmo assim, somente ele tem em suas mãos a decisão de mandar todos esses inocentes e leais trabalhadores para uma guerra de causas distorcidas e injustas como a que esta para acontecer entre os Estados Unidos e o Irã.

Todavia, nosso povo brasileiro também não conhece seu presidente. Não sabemos quais são as motivações e filosofias deste homem que esta comandando uma nação inteira. Não temos conhecimento se ele é um homem gentil e justo. Muitos colocaram ele no poder somente por detalhes insignificantes pensando que isso iria ajudar no crescimento e

fortalecimento do Brasil e muito outros, somente votaram sem analisar as consequencia, como se suas vidas não fosse nada além de uma poeira no espaço.

Por esta trágica realidade presenciamos o desespero do povo brasileiro em relação a atitude que o presidente terá no posicionamento deste conflito que irá decidir o futuro da vida de milhões.

“A guerra é um lugar onde jovens que não se conhecem e não se odeiam se matam entre si, por decisão de velhos que se conhecem, se odeiam, mas não se matam” – Erich Hartmann

O povo é a política. A palavra de uma nação inteira deve importar. O Brasil não é somente São Paulo ou Rio de Janeiro. O Brasil, caro leitor, não é somente o presidente ou os deputados e outras pessoas no poder do governo. O país é nosso e devemos ser justos conosco ao nos fortalecermos com conhecimento e trabalho para que possamos dar resultados as nossas ações.

Donalt Trump provavelmente não se importa ou preocupa-se de verdade com os habitantes de seu país, somente com a disputa que deve vencer para mostrar poder. O mesmo ocorre em vários países do mundo, por este motivo, esforce para ser melhor para si e seu país, assim, no futuro talvez seja possível fazer uma mudança favorável para nosso povo.

Escrito por Thais Lourenço.

‘NÃO FAÇA PIADA COM A GUERRA
Se soubessem o que é uma guerra e o que ela causa,
não fariam memes e piadas, apenas devemos pedir misericórdia.’’

PalmasNet anuncia primeiras contratações

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O Palmas Esportes anunciou ainda no final de 2019, a renovação de seu patrocínio master para a temporada 2020, assim, o time permanece estampando em seu nome principal a marca PALMASNET.

Com pensamento nas disputas da Série Ouro do Paranaense e Liga Futsal Paraná, o time entrou no mercado e já anunciou os primeiros nomes que vão compor o elenco.

Diferentemente do no ano passado, a diretoria começou cedo o anúncio das renovações e contratações de novos atletas. Entre as novidades, alguns já são velhos conhecidos da torcida tricolor: o goleiro Buda volta para a meta da equipe palmense após defender a APAF de Paranaguá em 2019. Quem também está de volta é o fixo Kevin, destaque do Campo Mourão, ele foi um dos jogadores mais aclamados pela torcida mourãoense no ano passado.

Após mais uma passagem pela Itália, o capitão Alex Borrego também firmou contrato para mais uma temporada.

Confira a lista atualizada:

Renovações:
André Carrinho – técnico
Jurandir – Preparador Físico
Ary Tobias – Preparador de goleiros
Matheus Paulista – Fixo
Renan Toddy – Ala
Alex Borrego – Ala

Novidades
Buda – goleiro (Ex APAF)
Kevin – Fixo (Ex Campo Mourão)
Ferreirinha – Ala (EX APAF)
Renan – Fixo (Ex Pinhalense)

Por: Ludimar Fontana
Site: Portal RBJ

“Chaplin palmense” completa 25 anos de teatro Comemoração iniciou com atuação no Litoral Norte de Santa Catarina, mas há promessa de surpresas para Santa Cruz durante o ano

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O ator e diretor de teatro Rodrigo Kohl Ribeiro, também pedagogo, escolheu voltar às suas raízes teatrais para comemorar seus 25 anos de atividade teatral: representando na praia o personagem Carlitos, do imortal Charles Chaplin. Sempre acompanhado de sua esposa, a fotógrafa Graziela Kohl Ribeiro, o ator está alegrando o público de veranistas que estão nas praias de Itapema-SC.Segundo Rodrigo, a comemoração dos 25 anos de atividade teatral não param por aí. “Colocarei em prática diversos projetos, incluindo oficina de teatro e reestréia em Palmas, do espetáculo “O professor pelado”, conta, revelando que a peça entra este ano para a quinta temporada, com proposta totalmente repaginada, garantindo emocionar ainda mais ao público. Nos quatro anos em cartaz, “O professor pelado”, que termina com o próprio personagem do Chaplin em cena, já contabilizou um público de mais de 30 mil pessoas em todo o Sul do Brasil, tendo encerrado com honra ao mérito o Congresso Brasileiro de Pedagogos, que aconteceu em Novembro de 2019, em Belém do Pará.

Foto: Graziela Kohl Ribeiro

GASTAR COM SABEDORIA

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Os economistas nos ensinam que para gastar bem, antes de gastar devemos responder a, no mínimo, essas três perguntas:

“Como você decide seus gastos?
O que você leva em conta na hora de comprar?
Como você paga suas contas e suas compras?”

As respostas para essas três perguntas simples determinam a qualidade de nossos gastos. Será que nós gastamos com sabedoria? O que podemos fazer para melhorar a qualidade da lista de nossas despesas?

Gastar com sabedoria é um dos “Sete hábitos das pessoas financeiramente felizes” e consistem basicamente em dois pilares: priorizar e evitar desperdícios.

Vamos começar pelos desperdícios. Não pensemos apenas nos desperdícios de luz, água, alimentos etc. Isso é tão pouco se comparado ao que, provavelmente, gastamos em desnecessidades; uma geladeira, por exemplo, quando temos outra em casa em bom estado de uso.

Se comprarmos uma geladeira desnecessária por R$ 2.000,00 e pagarmos em 15 prestações de R$ 200,00, então estamos desperdiçando R$ 1.000,00, pois, estamos pagando por ela R$ 3.000,00: (R$ 200,00X15 = 3.000,00). E não adianta argumentarmos que não conseguimos poupar para comprar à vista. Ora, se conseguimos pagar as prestações, podemos, perfeitamente, depositar esse valor, mensalmente, e desta feita ao invés de pagar a mais pela compra a prestação, estaremos adicionando aos valores aplicados um juro a nosso favor.

E, quando nossa geladeira, que já temos em casa antes da compra da nova, se tornar realmente imprestável, teremos o dinheiro para comprar a substituta à vista, economizando R$ 1.000,00, mais os juros que nos foram pagãos pelo dinheiro aplicado.
Compramos muitas coisas que não precisamos; compramos, também, para conquistar status, aparecer na sociedade, entre nossos amigos, vizinhos e parentes.

Aqui há duas perguntas a serem feitas: “Quanto gastamos para manter nosso status, nossas aparências?” e segundo: “Será que vale a pena gastar nosso suor de cada dia para um fim tão passageiro?”

Outra estratégia para gastarmos com sabedoria é priorizar a complementação de nossas necessidades mais importantes. Sem nos percebermos trocamos de carro constantemente, mas não temos um plano de saúde? Uma previdência; não temos nossa casa própria? Bem, se quisermos ser financeiramente felizes, precisamos rever nossos conceitos, nossos valores, nossa escala de necessidades. Isso é vital para nosso bem-estar, qualidade de vida e felicidade.

Vamos lembrar: uma vida financeira saudável e feliz tem pouco a ver com o tamanho do nosso salário. O que conta é o que fazemos com nosso dinheiro depois de recebê-lo. Vamos desenvolver o hábito de gastar com sabedoria.

A Sicoob Valcredi Sul é uma cooperativa da comunidade!

A Sicoob Valcredi Sul é uma cooperativa do bem!

Passos Maia, 10 de janeiro de 2020.

Fonte: Antonio Abilio Mantovani

Biotecnologia pode tornar agricultura resistente às mudanças climáticas

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Pesquisas indicam que fungos e bactérias são de fato capazes de mudar a fisiologia das plantas.
Microrganismos encontrados na cana-de-açúcar podem ser uma das chaves para elevar a produtividade no campo e mitigar os efeitos das mudanças climáticas, como secas severas, que atingem diversas culturas agrícolas usadas para alimentação e produção de bioenergia.

Em um projeto conduzido no Centro de Pesquisa em Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas (GCCRC) pesquisadores identificaram fungos e bactérias que favorecem o crescimento da cana e, posteriormente, inocularam esses microrganismos em culturas de milho. O experimento resultou em plantas com maior tolerância à escassez de água e em um aumento da biomassa de até três vezes.

O GCCRC é um Centro de Pesquisa em Engenharia (CPE) constituído pela FAPESP e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

“O milho cultivado com microrganismos que habitam a cana demorou para começar a sofrer com a seca e se recuperou mais rapidamente após sofrer estresse hídrico”, contou o geneticista Paulo Arruda, coordenador do centro, durante o workshop Biotechnologies for efficient and improved production of food crops and bioenergy, realizado na FAPESP.
De acordo com Arruda, os experimentos indicam que fungos e bactérias são de fato capazes de mudar a fisiologia das plantas. Podem, por exemplo, diminuir a temperatura das folhas em até 4º C, auxiliando o vegetal a controlar o consumo de água. Em um teste feito no interior da Bahia, em uma região conhecida por longos períodos sem chuva, os pesquisadores observaram que os microrganismos também atuaram contra a doença conhecida como enfezamento do milho, que reduz a produção de espigas.

A equipe do GCCRC trabalha atualmente no sequenciamento do genoma desse grupo formado por cerca de 25 mil bactérias e 10 mil fungos a fim de entender como agem nas plantas. A enorme quantidade de dados é analisada com a ajuda de inteligência artificial. “Algoritmos fazem o trabalho de mapear padrões genéticos relacionados a funções metabólicas dos microrganismos”, disse Arruda, destacando a importância dos bancos de microrganismos para a pesquisa genética e o desenvolvimento de inoculantes que sirvam como alternativa aos fertilizantes químicos.

Novas colaborações
Organizado conjuntamente pela FAPESP e pela Japan Science and Technology Agency (JST), o workshop reuniu cientistas de São Paulo e do Japão que se dedicam a pesquisas em biotecnologia de plantas, com o objetivo de estimular novas colaborações. “Iniciamos um diálogo com pesquisadores japoneses interessados em inocular os microrganismos no cultivo de arroz”, contou Arruda, que mantém parcerias com grupos dos Estados Unidos e da Europa.

Para a bióloga Marie-Anne Van Sluys, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) e uma das organizadoras do evento, o encontro foi uma oportunidade para que os japoneses tivessem contato com a pesquisa realizada pelos paulistas.

De acordo com Van Sluys, a FAPESP e a JST têm interesse em promover novas parcerias de pesquisa por meio, por exemplo, de uma chamada conjunta. Isso seria possível no âmbito de um dos programas internacionais da JST, o SICORP (acrônimo para Strategic International Collaborative Research Program).

“Na modalidade SICORP, as duas instituições elegem um tema de pesquisa de interesse comum e destinam recursos para projetos selecionados pelos pares”, explicou Makie Kokubun, gerente de programas da JST.

Tsukasa Nagamine, supervisor de programas internacionais da JST, apresentou projetos financiados pela agência japonesa que resultaram no melhoramento de culturas, especialmente arroz, trigo e soja, em países como Afeganistão, Madagascar, Quênia e Sudão. Também falou da importância dos bancos de germoplasmas, como o da Organização Nacional de Pesquisa em Agricultura e Alimentação (Naro), vinculada ao governo japonês. “Uma das pesquisas que se beneficiaram da coleção da Naro conseguiu desenvolver variedades de plantas resistentes à striga [ou erva-bruxa], uma erva daninha extremamente devastadora”, disse Nagamine.

Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico- Administrativo da FAPESP, lembrou do acordo de cooperação assinado pelas agências em 2014. “O diálogo entre a FAPESP e a JST já dura cinco anos e busca promover iniciativas de colaboração científica e tecnológica em áreas prioritárias, entre elas biotecnologia”, disse.

Colaborações mais maduras
A expertise brasileira na pesquisa genômica aplicada à agricultura e o potencial tecnológico desenvolvido pelos japoneses podem render colaborações mais maduras, capazes de gerar conhecimento e inovações de ponta, nas palavras da bióloga Anete Pereira de Souza, do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG), instalado na Unicamp.

“Novas técnicas de sequenciamento genético têm sido desenvolvidas no Japão e isso certamente nos interessa”, disse. “Estamos aptos a fazer parcerias de alto nível com laboratórios japoneses competitivos, como o Instituto Riken.” Para Pereira de Souza, não se trata mais de encarar o Brasil como mero fornecedor de germoplasmas [sementes, células e demais materiais genéticos] para outros países, mas sim como parceiro científico estratégico.

Nos últimos anos, a pesquisadora tem se dedicado ao sequenciamento do genoma de diferentes culturas, como o cacau e a seringueira, para testar uma técnica conhecida como seleção genômica – bastante usada no melhoramento de raças de bovinos, por exemplo, e que agora começa a ganhar força na agricultura.

“Trata-se de uma alternativa ao melhoramento genético convencional”, afirmou Pereira de Souza referindo-se ao método consagrado de fazer combinações de plantas parentais com o objetivo de obter, após várias gerações, uma planta com características superiores àquelas que lhe deram origem. O problema, disse ela, é que esse processo é caro e longo.

Enquanto o melhoramento genético tradicional leva em consideração apenas as características fenotípicas (observáveis) da planta, a seleção genômica faz uma associação do fenótipo com sequências do genoma. “Isso permite predizer fenótipos complexos por meio da análise de marcadores moleculares, que são trechos do DNA.” Com essa técnica, disse Pereira de Souza, é possível obter novas variedades de plantas com menos tempo e dinheiro.

No momento, Pereira de Souza e sua equipe debruçam-se sobre informações genéticas da seringueira, com o objetivo de aplicar a seleção genômica no desenvolvimento de variedades mais produtivas e resistentes da árvore, da qual se extrai o látex usado na produção de borracha natural.

“Há urgência na obtenção de seringueiras adaptadas a climas mais frios e secos como solução para impedir a ação do fungo causador da doença conhecida como mal-das-folhas, que atinge as árvores em locais mais quentes e úmidos”, explicou a pesquisadora. “Países asiáticos, como China e Tailândia, são os maiores interessados, uma vez que enfrentam hoje a infestação desse fungo em suas plantações de seringueira”, disse.

Melhoramento da cana
A aguardada publicação do genoma completo da cana-de-açúcar deve impulsionar a técnica da seleção genômica no país, declarou a bioquímica Glaucia Mendes Souza, do Instituto de Química da USP e membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN). O trabalho, publicado recentemente na revista GigaScience, levou 10 anos para ser concluído.

“Isso significa que os programas de melhoramento da cana não vão mais trabalhar no escuro”, disse Mendes Souza. O projeto brasileiro que sequenciou 99,1% do genoma da cana, do qual o BIOEN faz parte, decodificou 373 mil genes e evidenciou a complexidade da planta – o genoma humano, por exemplo, tem 22 mil genes.

Mendes Souza participou recentemente de uma audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, na qual falou das possíveis contribuições da ciência para o RenovaBio, uma nova política nacional de biocombustíveis que passa a valer em 2020.

“O etanol brasileiro pode, até 2045, substituir 13% do consumo de petróleo em todo o mundo, além de contribuir com uma queda de 5,6% nas emissões de carbono mundiais no mesmo período. Mas faltava ao país montar um esquema de governança para a bioenergia. O RenovaBio veio preencher essa lacuna”, disse Mendes Souza.

O workshop realizado na FAPESP contou ainda com a participação da engenheira agrônoma Tsai Siu Mui, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, que vem estudando o microbioma da chamada terra preta antropogênica, um solo enriquecido produzido por índios da Amazônia, cuja presença mais antiga foi detectada na região do alto rio Madeira. Esse solo mais escuro foi formado a partir de detritos orgânicos acumulados onde houve ocupações humanas prolongadas. “Ele é extremamente fértil, rico em fósforo, e pode ser recriado com o objetivo de recuperar áreas degradadas”, explicou Tsai.
Fonte: exame

Filho De Marília Mendonça Tem Dificuldades Na Alimentação E Cantora Faz Desabafo

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A cantora Marília Mendonça se manifestou nas redes sociais para contar aos seus seguidores detalhes da sua experiência como mãe.
Além disso, a artista fez questão de compartilhar a foto do filho Leo, fruto do seu relacionamento com o cantor e compositor Murilo Huff. Na legenda ela postou: “O tanto que eu te amo não deve ser normal“.

Mas em resposta às perguntas sobre amamentação que recebeu dos seguidores, a dona do hit Infiel contou que precisou tomar remédio para o leite secar, “depois de um tempo de tentativas” de dar de mamar. Marília também disse que o filho agora passou a tomar fórmula – assim como aconteceu com ela quando era bebê:

A cantora revelou também que o filho não se alimenta bem na amamentação. “Ele [Léo] não pegou o peito. (…) Eu tive [leite], porém ele não quis. (…) Acredito que [a seja uma série de fatores que independe de mim. Ele simplesmente não se adaptou…”, completou. A artista, inclusive, chegou a comemorar o início da produção de leite durante a gravidez. Por causa desse problema, a sertaneja precisou tomar uma medicação para parar de produzir. “Tive que tomar remédio para secar, depois de um tempo de tentativa“, lamentou.

Marília Mendonça critica perfis falsos do seu filho
Marília Mendonça se manifestou esta semana, sobre golpistas que estão usando o nome do seu filho, Leo que se tornou um dos assuntos mais comentados da internet, para se promover nas redes sociais.

Entretanto ela usou o seu Stories e compartilhou um print de uma página criticando o perfil fake.

“Mas que feio usar um recém-nascido para ganhar seguidores. Tão verdadeiro quanto nota de 3 reais. Leo não tem nenhum perfil no Instagram, galera. Entretanto não caiam na onda dos fakes que não tem o que fazer“, afirmou a artista. Durante a gravidez, ela já tinha alertado os seguidores a respeito de contas falsas atribuídas ao seu filho.

O primeiro filho do casal Marília Mendonça e Murilo Huff nasceu no dia 16 de dezembro em Goiânia (GO).

Fonte:https://www.movimentocountry.com/

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