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sábado,5 setembro,2026
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Biotecnologia pode tornar agricultura resistente às mudanças climáticas

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Pesquisas indicam que fungos e bactérias são de fato capazes de mudar a fisiologia das plantas.
Microrganismos encontrados na cana-de-açúcar podem ser uma das chaves para elevar a produtividade no campo e mitigar os efeitos das mudanças climáticas, como secas severas, que atingem diversas culturas agrícolas usadas para alimentação e produção de bioenergia.

Em um projeto conduzido no Centro de Pesquisa em Genômica Aplicada às Mudanças Climáticas (GCCRC) pesquisadores identificaram fungos e bactérias que favorecem o crescimento da cana e, posteriormente, inocularam esses microrganismos em culturas de milho. O experimento resultou em plantas com maior tolerância à escassez de água e em um aumento da biomassa de até três vezes.

O GCCRC é um Centro de Pesquisa em Engenharia (CPE) constituído pela FAPESP e pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

“O milho cultivado com microrganismos que habitam a cana demorou para começar a sofrer com a seca e se recuperou mais rapidamente após sofrer estresse hídrico”, contou o geneticista Paulo Arruda, coordenador do centro, durante o workshop Biotechnologies for efficient and improved production of food crops and bioenergy, realizado na FAPESP.
De acordo com Arruda, os experimentos indicam que fungos e bactérias são de fato capazes de mudar a fisiologia das plantas. Podem, por exemplo, diminuir a temperatura das folhas em até 4º C, auxiliando o vegetal a controlar o consumo de água. Em um teste feito no interior da Bahia, em uma região conhecida por longos períodos sem chuva, os pesquisadores observaram que os microrganismos também atuaram contra a doença conhecida como enfezamento do milho, que reduz a produção de espigas.

A equipe do GCCRC trabalha atualmente no sequenciamento do genoma desse grupo formado por cerca de 25 mil bactérias e 10 mil fungos a fim de entender como agem nas plantas. A enorme quantidade de dados é analisada com a ajuda de inteligência artificial. “Algoritmos fazem o trabalho de mapear padrões genéticos relacionados a funções metabólicas dos microrganismos”, disse Arruda, destacando a importância dos bancos de microrganismos para a pesquisa genética e o desenvolvimento de inoculantes que sirvam como alternativa aos fertilizantes químicos.

Novas colaborações
Organizado conjuntamente pela FAPESP e pela Japan Science and Technology Agency (JST), o workshop reuniu cientistas de São Paulo e do Japão que se dedicam a pesquisas em biotecnologia de plantas, com o objetivo de estimular novas colaborações. “Iniciamos um diálogo com pesquisadores japoneses interessados em inocular os microrganismos no cultivo de arroz”, contou Arruda, que mantém parcerias com grupos dos Estados Unidos e da Europa.

Para a bióloga Marie-Anne Van Sluys, professora do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (IB-USP) e uma das organizadoras do evento, o encontro foi uma oportunidade para que os japoneses tivessem contato com a pesquisa realizada pelos paulistas.

De acordo com Van Sluys, a FAPESP e a JST têm interesse em promover novas parcerias de pesquisa por meio, por exemplo, de uma chamada conjunta. Isso seria possível no âmbito de um dos programas internacionais da JST, o SICORP (acrônimo para Strategic International Collaborative Research Program).

“Na modalidade SICORP, as duas instituições elegem um tema de pesquisa de interesse comum e destinam recursos para projetos selecionados pelos pares”, explicou Makie Kokubun, gerente de programas da JST.

Tsukasa Nagamine, supervisor de programas internacionais da JST, apresentou projetos financiados pela agência japonesa que resultaram no melhoramento de culturas, especialmente arroz, trigo e soja, em países como Afeganistão, Madagascar, Quênia e Sudão. Também falou da importância dos bancos de germoplasmas, como o da Organização Nacional de Pesquisa em Agricultura e Alimentação (Naro), vinculada ao governo japonês. “Uma das pesquisas que se beneficiaram da coleção da Naro conseguiu desenvolver variedades de plantas resistentes à striga [ou erva-bruxa], uma erva daninha extremamente devastadora”, disse Nagamine.

Carlos Américo Pacheco, diretor-presidente do Conselho Técnico- Administrativo da FAPESP, lembrou do acordo de cooperação assinado pelas agências em 2014. “O diálogo entre a FAPESP e a JST já dura cinco anos e busca promover iniciativas de colaboração científica e tecnológica em áreas prioritárias, entre elas biotecnologia”, disse.

Colaborações mais maduras
A expertise brasileira na pesquisa genômica aplicada à agricultura e o potencial tecnológico desenvolvido pelos japoneses podem render colaborações mais maduras, capazes de gerar conhecimento e inovações de ponta, nas palavras da bióloga Anete Pereira de Souza, do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG), instalado na Unicamp.

“Novas técnicas de sequenciamento genético têm sido desenvolvidas no Japão e isso certamente nos interessa”, disse. “Estamos aptos a fazer parcerias de alto nível com laboratórios japoneses competitivos, como o Instituto Riken.” Para Pereira de Souza, não se trata mais de encarar o Brasil como mero fornecedor de germoplasmas [sementes, células e demais materiais genéticos] para outros países, mas sim como parceiro científico estratégico.

Nos últimos anos, a pesquisadora tem se dedicado ao sequenciamento do genoma de diferentes culturas, como o cacau e a seringueira, para testar uma técnica conhecida como seleção genômica – bastante usada no melhoramento de raças de bovinos, por exemplo, e que agora começa a ganhar força na agricultura.

“Trata-se de uma alternativa ao melhoramento genético convencional”, afirmou Pereira de Souza referindo-se ao método consagrado de fazer combinações de plantas parentais com o objetivo de obter, após várias gerações, uma planta com características superiores àquelas que lhe deram origem. O problema, disse ela, é que esse processo é caro e longo.

Enquanto o melhoramento genético tradicional leva em consideração apenas as características fenotípicas (observáveis) da planta, a seleção genômica faz uma associação do fenótipo com sequências do genoma. “Isso permite predizer fenótipos complexos por meio da análise de marcadores moleculares, que são trechos do DNA.” Com essa técnica, disse Pereira de Souza, é possível obter novas variedades de plantas com menos tempo e dinheiro.

No momento, Pereira de Souza e sua equipe debruçam-se sobre informações genéticas da seringueira, com o objetivo de aplicar a seleção genômica no desenvolvimento de variedades mais produtivas e resistentes da árvore, da qual se extrai o látex usado na produção de borracha natural.

“Há urgência na obtenção de seringueiras adaptadas a climas mais frios e secos como solução para impedir a ação do fungo causador da doença conhecida como mal-das-folhas, que atinge as árvores em locais mais quentes e úmidos”, explicou a pesquisadora. “Países asiáticos, como China e Tailândia, são os maiores interessados, uma vez que enfrentam hoje a infestação desse fungo em suas plantações de seringueira”, disse.

Melhoramento da cana
A aguardada publicação do genoma completo da cana-de-açúcar deve impulsionar a técnica da seleção genômica no país, declarou a bioquímica Glaucia Mendes Souza, do Instituto de Química da USP e membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN). O trabalho, publicado recentemente na revista GigaScience, levou 10 anos para ser concluído.

“Isso significa que os programas de melhoramento da cana não vão mais trabalhar no escuro”, disse Mendes Souza. O projeto brasileiro que sequenciou 99,1% do genoma da cana, do qual o BIOEN faz parte, decodificou 373 mil genes e evidenciou a complexidade da planta – o genoma humano, por exemplo, tem 22 mil genes.

Mendes Souza participou recentemente de uma audiência pública da Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado, na qual falou das possíveis contribuições da ciência para o RenovaBio, uma nova política nacional de biocombustíveis que passa a valer em 2020.

“O etanol brasileiro pode, até 2045, substituir 13% do consumo de petróleo em todo o mundo, além de contribuir com uma queda de 5,6% nas emissões de carbono mundiais no mesmo período. Mas faltava ao país montar um esquema de governança para a bioenergia. O RenovaBio veio preencher essa lacuna”, disse Mendes Souza.

O workshop realizado na FAPESP contou ainda com a participação da engenheira agrônoma Tsai Siu Mui, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, que vem estudando o microbioma da chamada terra preta antropogênica, um solo enriquecido produzido por índios da Amazônia, cuja presença mais antiga foi detectada na região do alto rio Madeira. Esse solo mais escuro foi formado a partir de detritos orgânicos acumulados onde houve ocupações humanas prolongadas. “Ele é extremamente fértil, rico em fósforo, e pode ser recriado com o objetivo de recuperar áreas degradadas”, explicou Tsai.
Fonte: exame

Filho De Marília Mendonça Tem Dificuldades Na Alimentação E Cantora Faz Desabafo

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A cantora Marília Mendonça se manifestou nas redes sociais para contar aos seus seguidores detalhes da sua experiência como mãe.
Além disso, a artista fez questão de compartilhar a foto do filho Leo, fruto do seu relacionamento com o cantor e compositor Murilo Huff. Na legenda ela postou: “O tanto que eu te amo não deve ser normal“.

Mas em resposta às perguntas sobre amamentação que recebeu dos seguidores, a dona do hit Infiel contou que precisou tomar remédio para o leite secar, “depois de um tempo de tentativas” de dar de mamar. Marília também disse que o filho agora passou a tomar fórmula – assim como aconteceu com ela quando era bebê:

A cantora revelou também que o filho não se alimenta bem na amamentação. “Ele [Léo] não pegou o peito. (…) Eu tive [leite], porém ele não quis. (…) Acredito que [a seja uma série de fatores que independe de mim. Ele simplesmente não se adaptou…”, completou. A artista, inclusive, chegou a comemorar o início da produção de leite durante a gravidez. Por causa desse problema, a sertaneja precisou tomar uma medicação para parar de produzir. “Tive que tomar remédio para secar, depois de um tempo de tentativa“, lamentou.

Marília Mendonça critica perfis falsos do seu filho
Marília Mendonça se manifestou esta semana, sobre golpistas que estão usando o nome do seu filho, Leo que se tornou um dos assuntos mais comentados da internet, para se promover nas redes sociais.

Entretanto ela usou o seu Stories e compartilhou um print de uma página criticando o perfil fake.

“Mas que feio usar um recém-nascido para ganhar seguidores. Tão verdadeiro quanto nota de 3 reais. Leo não tem nenhum perfil no Instagram, galera. Entretanto não caiam na onda dos fakes que não tem o que fazer“, afirmou a artista. Durante a gravidez, ela já tinha alertado os seguidores a respeito de contas falsas atribuídas ao seu filho.

O primeiro filho do casal Marília Mendonça e Murilo Huff nasceu no dia 16 de dezembro em Goiânia (GO).

Fonte:https://www.movimentocountry.com/

SOCIAL

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Dia 28/12/2019
completou seus 13 anos Ryan Santhiago Rosa de Oliveira

Seus pais Edson e Silvana
seus irmãos Renan e Thiffany desejam muitas felicidades e muitos anos de vida pra você Ryan.

Confira as 6 maiores tendências tecnológicas para 2020

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Inteligência Artificial

Muitas empresas começaram a explorar maneiras de usar a Inteligência Artificial (IA) para melhorar a experiência do cliente e otimizar suas operações comerciais, tendência que continuará em 2020. No entanto, projetar e implantar próprios sistemas baseados em IA pode ser uma proposta cara para a maioria das empresas. Por esse motivo, muitos aplicativos de IA serão desenvolvidos por meio de provedores de plataformas de serviço que nos permitirão simplesmente alimentar nossos próprios dados e pagar pelos algoritmos à medida que os utilizamos.

Essas plataformas, fornecidas por empresas como Amazon, Google e Microsoft, tendem a ter várias finalidades e possuir a engenharia personalizada (geralmente cara) necessária para aplicá-las às tarefas específicas que uma organização pode exigir. Durante 2020, veremos uma adoção mais ampla e um número crescente de fornecedores que começarão a oferecer aplicativos e serviços mais personalizados para tarefas específicas ou especializadas.

Redes de dados 5G

As redes de dados móveis 5G nos proporcionarão velocidades super rápidas de download e upload, além de conexões mais estáveis. Disponíveis desde 2019, essas redes eram caras e limitadas ao funcionamento em áreas confinadas ou grandes cidades. É provável que em 2020 o 5G seja oferecido com planos de dados mais acessíveis e cobertura significativamente melhorada, o que significa que todos poderão utilizar o serviço.
Veículos autônomos

Elon Musk, CEO da Tesla, espera que sua empresa crie um veículo completamente autônomo até o final deste ano. Enquanto isso, o número de veículos capazes de operar com um menor grau de autonomia – como freagem automatizada e mudança de faixa – se tornará cada vez mais comum. Além disso, outros sistemas veiculares com funções de segurança e entretenimento, não conectados diretamente à direção, se tornarão cada vez mais automatizados e dependentes da captura e análise de dados. Evidentemente, não serão apenas carros: caminhões estão se tornando cada vez mais autônomos e as inovações nesse espaço provavelmente continuarão chegando durante o ano de 2020.

Medicina preventiva e personalizada

A tecnologia também está transformando a maneira como as pessoas cuidam da saúde. Nossa capacidade de capturar dados através de dispositivos portáteis, como relógios inteligentes, nos permitirá prever e tratar cada vez mais problemas de saúde nas pessoas mesmo antes de aparecer algum sintoma.

Quanto aos tratamentos, veremos abordagens cada vez mais personalizadas com o uso da medicina de precisão. Isso permitirá que os médicos prescrevam medicamentos e tratamentos de forma mais eficiente e eficaz, graças ao uso de dados que permitirão escolher a melhor opção para cada paciente.

Realidade estendida

Realidade estendida (XR) é um termo genérico que abrange várias tecnologias novas e emergentes usadas para criar experiências digitais mais imersivas. Mais especificamente, refere-se à realidade virtual, aumentada e mista. A realidade virtual (VR) fornece uma experiência totalmente imersiva digitalmente, onde você entra em um mundo gerado por computador usando óculos especiais que misturam o mundo real. A realidade aumentada (AR) sobrepõe objetos digitais ao mundo real por meio de telas ou displays de smartphones (como os filtros do Snapchat). A realidade mista (RM) é uma extensão do AR, o que significa que os usuários podem interagir com objetos digitais colocados no mundo real (como tocar um piano holográfico que você colocou na sua sala através de um óculos de realidade aumentada).

Essas tecnologias já existem há alguns anos, mas estão amplamente confinadas ao mundo do entretenimento – com equipamentos como o Oculus Rift e o Vive fornecendo tecnologia de ponta para serem utilizadas no desenvolvimento de videogames e recursos de smartphones como filtros de câmera e jogos como Pokemon Go, fornecendo os exemplos mais visíveis de realidade aumentada.

A partir de 2020, espera-se que tudo isso mude, à medida que as empresas enfrentam a riqueza de possibilidades interessantes oferecidas pelas formas atuais de XR. A realidade virtual e aumentada se tornará cada vez mais utilizada em treinamentos e simulações, além de oferecer novas maneiras de interagir com os clientes.

Tecnologia Blockchain

O Blockchain é essencialmente um livro digital usado para registrar transações que é protegido devido à sua natureza criptografada e descentralizada. Durante 2019, alguns comentaristas começaram a argumentar que a tecnologia era exagerada e talvez não tão útil quanto se pensava. No entanto, o investimento contínuo de empresas como FedEx, IBM, Walmart e Mastercard durante 2019 provavelmente começará a mostrar resultados do mundo real e, se conseguirem provar seu caso, poderá rapidamente levar a um aumento no uso da tecnologia por empresas menores. E se as coisas fluírem de acordo com o planejando, 2020 será o ano do lançamento da criptografia baseada em blockchain do Facebook, batizada de Libra.
Fonte:smartcity

Top 22 Músicas Mais Tocadas

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1 – CARREIRA SOLO (Músicas Lançamento 2019) Gusttavo Lima
2 – MENTIRA (Músicas Lançamento 2020) Felipe Araújo
3 – AÍ EU BEBO Maiara e Maraisa
4 – LIBERDADE PROVISÓRIA (Músicas Lançamento 2020) Henrique e Juliano
5 – BEBI MINHA BICICLETA (Músicas Lançamento 2020) Zé Neto e Cristiano
6 – SOME QUE ELE VEM ATRÁS – FT. MARÍLIA MEN Anitta
7 – CHEIROSA Jorge & Mateus
8 – SUPERA Marília Mendonça
9 – 3 BATIDAS Guilherme e Benuto
10 – RELÓGIO PARADO Diego & Arnaldo
11 – BARZINHO ALEATÓRIO (Músicas Lançamento 2020) Zé Neto e Cristiano
12 – DOIS LADOS Wesley Safadão
13 – MENSAGEM SÓ DE IDA FT. MAIARA & MARAISA (Músicas Lançamento 2020) Yasmin Santos
14 – ALÔ EX-AMOR FT. HUMBERTO E RONALDO (Músicas Lançamento 2020) João Bosco e Gabriel
15 – PERRENGUE Gusttavo Lima
16 – NA CAMA QUE EU PAGUEI PART. ZÉ NETO & CRISTIANO Wesley Safadão
17 – FERIDA CURADA Zé Neto e Cristiano
18 – HOJE EU BEBEREI Felipe Araújo
19 – COM OU SEM MIM (Músicas Lançamento Janeiro 2020) Gustavo Mioto
20 – ISA Marcos & Belutti
21 – DECLARAÇÃO PRO BAR PART. ISRAEL E RODOLFFO (Músicas Lançamento Janeiro 2020) Guilherme e Benuto
22 – QUEM TRAIU LEVOU Gusttavo Lima

Fonte:musicasmaistocadas

Animais de estimação podem melhorar a qualidade de vida dos donos

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Não é segredo para ninguém que ter um animal de estimação melhora em muitos aspectos a vida. O pet pode aliviar o estresse e até ajudar pessoas com problemas como ansiedade e depressão. Mas não é só nessas doenças que os animais ajudam: eles podem auxiliar no tratamento contra o câncer e também diminuir o sedentarismo.

Segundo a Dra. Livia Romeiro, do Vet Quality Centro Veterinário 24h, o impacto dos animais de estimação em na vida dos donos é muito maior do que se imagina, e isso foi revelado em diversos estudos. Pesquisadores do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, perceberam a redução da incidência de doenças comuns, como resfriado, em pessoas que convivem com pets.
Alívio do estresse pós-traumático
A presença de animais faz com que haja diminuição dos níveis de cortisol, hormônio relacionado ao estado de alerta que é produzido em excesso quando estamos diante de situações de perigo. Junto aos pets, é possível tirar o foco do problema e diminuir a tensão que é causada por lembranças de eventos traumáticos.

Melhora o ambiente de trabalho
Algumas empresas permitem que os funcionários que possuem amigos de quatro patas que são sociáveis e tranquilos os levem para passar um dia no trabalho. Essa prática auxilia na redução do estresse e estimula o processo criativo, além de deixar o clima do ambiente muito mais leve e divertido.

Ameniza sintomas de depressão e ansiedade
Um estudo realizado por psiquiatras da Clínica Médico-Psiquiátrica da Ordem, em Porto (Portugal), revelou que os pets são capazes de amenizar sintomas típicos de depressão, como isolamento e tristeza profunda.

Oitenta participantes envolvidos na pesquisa não tinham apresentando nenhuma melhora significativa apenas com sessões de psicoterapia. A inclusão dos pets mudou o quadro de alguns sinais da doença após quatro semanas de convívio com animais. A maioria relatou que voltou a sentir prazer em atividades comuns, como caminhar, se alimentar, ouvir música e socializar com outras pessoas.

Estimula o desenvolvimento infantil
Muitos estudos apontam que há uma melhora significativa nos quadros de doenças psíquicas. Crianças autistas, por exemplo, apresentam redução nos comportamentos relacionados à agressividade, isolamento e alienação com a presença de cães ou gatos . Em casos de hiperatividade, os pets podem influenciar na saúde, deixando as crianças mais calmas e concentradas. Além desses benefícios, todas as crianças, ao terem contato com animais, podem desenvolver maior senso de responsabilidade, socialização, autocuidado e altruísmo.

Elevação da autoestima
O carinho e amor que os pets nos dão faz com que os tutores sejam capazes de sentir que são realmente importantes para eles e acabam se sentindo mais capazes e confiantes.

Benefícios para os idosos
Animais de estimação podem ser uma ótima companhia para idosos porque auxiliam na melhora dos sentimentos de tristeza, estresse e solidão. Ao fazer atividades e terapias na companhia de animais, os sintomas depressivos que surgem por conta da idade podem sem amenizados. Além disso, pessoas mais velhas se sentem mais motivadas a praticar atividades físicas e socializar mais.

Tratamento contra o câncer
Alguns efeitos colaterais da quimioterapia e radioterapia podem ser amenizados por meio do convívio com os animais . Um dos grandes benefícios é a redução de ansiedade. Há respostas positivas relacionadas ao alívio da dor e do desconforto, redução dos sintomas depressivos e diminuição das sensações de solidão e tristeza.

Ajuda a prevenir doenças cardíacas
Uma pesquisa realizada pela Baker Medical Research Institute revelou que tutores de cães e gatos apresentam taxas menores de colesterol e triglicérides.

Auxilia no combate ao sedentarismo
Pessoas que não praticam atividades físicas regularmente podem correr riscos de desenvolver problemas cardiovasculares. Os animais de estimação fazem com que elas se movimentem com maior frequência.

Aumento da imunidade
Pesquisadores do Departamento de Psicologia Experimental da Universidade de São Paulo (USP) perceberam a redução da incidência de doenças comuns, como resfriado em pessoas que convivem com pets . Os dados revelaram que as vantagens independem da idade. Algumas proteínas que agem na regulação do sistema imunológico e das alergias aumentam significativamente em crianças expostas à presença de cães.

Também foi observada a redução de doenças alérgicas devido à elevação da imunoglobulina A, um anticorpo presente nas mucosas que evita a proliferação viral ou bacteriana, atuando na prevenção de vários problemas de saúde.

Por isso, além de trazerem companhia e felicidade com os “lambeijos”, os nossos amigos de quatro patas também estão comprovados como verdadeiros remédios para diversas doenças. Não é todo mundo que pode ter um cão, gato ou outro animal de estimação em casa, mas se for possível conviver com um, com certeza sua qualidade de vida pode melhorar.

Fonte:canaldopet

A vida extraterrestre será finalmente encontrada em 2020?

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O poderoso radiotelescópio de 100 metros em Green Bank, na Virgínia Ocidental, está sendo usado pelas Iniciativas Avançadas a fim de buscar sinais de vida extraterreste. (FONTE: Seth Shostak / Instituto SETI)
Provavelmente não, 2020 ainda não será o ano em que vida extraterrestre será finalmente encontrada. Porém, há algumas razões para sermos otimistas quanto ao que nos aguarda no futuro. Nas últimas três décadas, os cientistas encontraram mais de 4.000 exoplanetas. E as descobertas continuarão rolando; observações sugerem que todas as estrelas da Via Láctea hospedam mais de um planeta em média.

A busca por seres inteligentes em outros lugares é amplamente conduzida através da verificação de sistemas estelares próximos quanto a sinais de rádio de banda estreita ou breves flashes de luz laser, conforme explicado por Seth Shostak, astrônomo senior do Instituto Mountain View, na Califórnia. Para Shostak, qualquer uma dessas atividades pode vir a ter sucesso a qualquer momento.

Buscas cada vez mais aprimoradas
Ainda há razões para os caçadores de alienígenas ficarem animados e otimistas sobre o próximo ano. Vários projetos existentes serão expandidos ou aprimorados em 2020, disse Shostak. Por exemplo, o Instituto SETI obterá novos receptores para o Telescópio Allen, no norte da Califórnia, e o Instituto SETI e a Universidade da Califórnia, Berkeley, conduzirão novas pesquisas para possíveis assinaturas tecnológicas a laser.

O fascínio pela vida alienígena é tamanho que as representações dos seres extraterrrestres acompanham a humanidade há muito. Hoje, até mesmo jogos onlines ganham a temática alienígena. Em Space War, jogo de cassino NetBet, é possível desfrutar da vida espacial e seus mistérios. E por falar em mistérios, Shostak afirma que a qualquer momento os cientistas podem ser pegos de surpresa.
“E, claro, sempre há o inesperado”, disse o astrônomo. “Em 1996, a maior história científica do ano foi a afirmação de que micróbios marcianos fossilizados foram encontrados em um meteorito. Ninguém realmente viu isso acontecer. Portanto, sempre se pode esperar ser pego de surpresa”.

Preparação para a descoberta
Apesar do trabalho em andamento, o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA e da pesquisa sobre a detecção de bioassinaturas e tecnossignaturas promissoras, não há razão para pensar que 2020 seria o ano para a descoberta, disse Steven Dick, um estudioso e escritor de astrobiologia reconhecido do livro premiado “Astrobiology, Discovery and Societal Impact” (Cambridge University Press, 2018).
“Na minha opinião, todas essas coisas se combinam para aumentar as chances, durante a próxima década, de encontrar inteligência extraterrestre. Eu advertiria, porém, que qualquer descoberta será um processo estendido, consistindo em detecção e interpretação antes que qualquer entendimento seja alcançado”, Dick disse. “Isso fica claro na história das descobertas, mesmo quando pensávamos que tínhamos evidências em mãos”.

Duke continua. “Uma coisa certa é que estamos lidando melhor com as questões de impacto social, caso tal descoberta seja feita. Muitas outras ciências sociais e humanas estão se envolvendo em astrobiologia, o que é bom. Em outras palavras, estamos nos preparando para a descoberta “, disse Dick. “Então, vejo a busca avançando gradualmente no próximo ano, mas com uma possibilidade acelerada de que a vida será descoberta em um futuro próximo”.

Fonte: ovnihoje

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