O grid da Fórmula 1 para 2020: veja quem está confirmado, quem sai e quem ainda é dúvida

No que a temporada 2019 da Fórmula 1 se encaminha para o fim, a maioria das vagas nas equipes já foi definida para o próximo ano, deixando poucos lugares disponíveis. Confira abaixo como está a situação do grid de 2020.
As indefinições ficam por conta de cinco times. Na RBR e STR, que ainda não decidiram se manterão Alexander Albon no time principal e, Pierre Gasly, no time menor. A troca foi feita no meio da temporada, já que o francês tinha dificuldades em entregar resultados com a RBR, e acabou funcionando para ambos os lados.
A Racing Point ainda não confirmou Lance Stroll, mas como ele é o filho do dono da equipe, a chances de ele sair do time são muito remotas, a não ser que ele queira ou que aborreça o pai.
Na Alfa Romeo ainda não houve confirmação da permanência de Antonio Giovinazzi no time. Contudo, a vaga que ele ocupa pertence a Ferrari. E apesar do desempenho mediano do piloto, principalmente se comparado ao veterano Kimi Raikkonen, ele deve ser mantido pela vontade da escuderia de ter um piloto italiano.
Na Williams, Robert Kubica já anunciou que deixa o time ao final do ano. E apesar de George Russell ter contrato com o time britânico, o piloto ainda não foi confirmado para a próxima temporada.
Fonte: ttps://globoesporte.globo.com
Rua do Bem prestou inúmeros serviços à população de Pato Branco

Projeto é realizado pela Prefeitura de Pato Branco e reuniu centenas de voluntários na promoção de serviços e lazer
A Prefeitura de Pato Branco, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, em parceria com diversas entidades, empresas e voluntários, realizou, na tarde de sábado (05), a 4ª edição da Rua do Bem. A ação aconteceu na rua Papa João XXIII, no bairro São Cristóvão, e ofereceu aos moradores mais de 120 atividades e serviços gratuitos, como testes rápidos e orientações em saúde, aferição de pressão arterial, teste de acuidade visual e de audição, robótica, corte de cabelo, orientações sobre emissão de documentos, consultoria financeira, videogames, exposição de plantas comestíveis, artesanato, assessoria jurídica, pintura facial, minicircuito de trânsito, brechó, entre outros.
A Rua do Bem é uma mobilização que promove o fortalecimento entre o poder público, a iniciativa privada e as famílias. Nas últimas três edições, realizadas nos bairros Planalto, Alvorada e São Vicente, mais de 12.500 pessoas foram atendidas. Para o prefeito Augustinho Zucchi, este é um projeto vitorioso, porque consegue reunir todas as entidades, em uma palavra que define bem aquilo que se quer fazer: o bem. “Para nós é uma alegria enorme estarmos aqui. É um momento de aproximação da sociedade, com prestação de serviços de voluntários, em uma ação de valorização e elevação da autoestima das pessoas que moram nos nossos bairros e podem participar de tudo aquilo de bom que a cidade tem”, salientou.
A secretária municipal de Assistência Social, Anne Cristine Gomes da Silva Cavali, reforçou que a Rua do Bem é uma atividade de doação e amor em prol da comunidade. “O Município realiza eventos como esse para que instituições e entidades, todos de maneira voluntária, que queiram fazer o bem, se unam e venham até os moradores prestar seus serviços. É um trabalho que tem que ser feito com o coração, com amor, porque é de aproximação e dedicação aos outros”, afirmou.
O presidente da Câmara de Vereadores de Pato Branco, Vilmar Maccari, destacou que a Rua do Bem é um projeto social que deu certo e que traz grandes benefícios para a população pato-branquense. “É um evento digno de ser enaltecido, tanto é, que já estamos na 4ª edição. Com a estrutura da prefeitura e o apoio dos voluntários de toda a sociedade, oportunizamos aos moradores os mais diversos serviços e vivenciamos a confraternização”, frisou.
A coordenadora do Departamento de Extensão Universitária da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Márcia Balbinotti de Lourenço, enfatizou que ajudar o próximo é ajudar a si mesmo. “A gente precisa disso. Quando você faz o bem para os outros, elenca um monte de coisas boas para você e a tua vida se torna melhor. E nós, enquanto Universidade, temos a obrigação de devolver para a sociedade tudo o que recebemos. O tempo que passamos aqui é muito rico”, ressaltou.
O diretor de eventos do Moto Clube Dragões, Ari Rietta, destacou que são engajados em fazer o bem. “Fazendo a filantropia, que é o nosso lema, proporcionando com que as crianças tenham um dia diferente ao oferecermos pipoca e algodão-doce, estamos construindo algo de bom para a sociedade e fazendo a diferença. Isso é gratificante”, disse.
Para o presidente da Associação dos Moradores do São Cristóvão, Adecir Borges, a Rua do Bem é uma ação muito bem aproveitada pela comunidade. “Temos que agradecer todos os envolvidos, os clubes de serviços, secretários e entidades. A municipalidade está de parabéns por fazer esse evento, em regiões diferentes de Pato Branco, para que todos os cidadãos façam um bom proveito. Só quem participa sabe dos benefícios destas atividades”, apontou.
Ana Paula Ferreira Garcia, moradora do bairro São Cristovão, destacou que a Rua do Bem é um projeto diferenciado, que reúne diversas atrações em um único espaço. “Eu acho que Pato Branco está evoluindo cada vez mais. Poder trazer meu filho para brincar e se divertir ao lado de casa é muito bom. É um projeto que socializa o ser humano e permite que conheçamos outras atividades desenvolvidas na cidade”, considerou.
Parceiros
A 4ª edição da Rua do Bem é uma realização da Prefeitura de Pato Branco, através da Secretaria Municipal de Assistência Social (CRAS Sudoeste, CRAS São João, Creas, Espaço de Convivência da Pessoa Idosa – Centro Dia e Projeto Ser Mulher), com apoio das seguintes empresas e entidades parceiras: 2º Subagrupamento de Bombeiros Independente, 3º Batalhão de Polícia Militar, Ampernet, Clínica do Ouvido e da Fala (Cliof), Comunic – Aparelhos Auditivos, Comissão de Controle de Animais Abandonados (CCAA), Copel, Compato, Detran, Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), Farmácia Salute, Grupo de Apoio a Mama (Gama), Instituto de Saúde São Lucas (Issal), Moto Clube Dragões, OAB, Ótica Diniz, Ótica Precisão, Pastoral do Idoso, Pro Som Aparelhos Auditivos, Polícia Civil, Sanepar, Senac, Sesc, Sesi/Senai, Sicredi, Unimed e UTFPR.
Os serviços oferecidos pelo Município, na ocasião, contaram com a participação da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Secretaria Municipal de Engenharia e Obras, Departamento de Iluminação Pública, Departamento de Limpeza Pública, Departamento Municipal de Trânsito de Pato Branco (Depatran) e Departamento de Imprensa.
Departamento de Imprensa do Município de Pato Branco
Engenheiros Agrônomos contribuem para o desenvolvimento do agronegócio no Paraná e no Brasil
Profissão completa 86 anos acompanhando as transformações tecnológicas e em sintonia com as exigências de mercado.
A profissão de Agrônomo ou Engenheiro Agrônomo completa 86 anos neste sábado, 12 de outubro. Criada pelo Decreto nº 23.196, em 12 de outubro de 1933, a modalidade passou por transformações nessas décadas e contribuiu para solidificar o Brasil como protagonista mundial no agronegócio.
A Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, regulamentou o exercício da profissão. Atualmente, segundo a Câmara Especializada de Agronomia (CEA) do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (Crea-PR), há 12.904 Engenheiros Agrônomos registrados – 11.088 homens e 1.816 mulheres. São mais de 105 mil inscritos no Sistema Confea/Crea no país.
A profissão ganhou importância junto à sociedade, como observa o Engenheiro Agrônomo Almir Antonio Gnoatto, professor da UTFPR – Câmpus Dois Vizinhos e coordenador da CEA do Crea-PR. A presença do Engenheiro Agrônomo assessorando os produtores e empreendimentos rurais leva ao uso racional e eficiente dos recursos e melhora os resultados econômicos, sociais e ambientais. Com o uso e acesso das tecnologias e das inovações adequadas a cada situação, tem-se gestão produtiva, comercial, financeira e da mão de obra. Para a sociedade, a presença do profissional garante a oferta de alimentos seguros, com rastreabilidade, preservando o meio ambiente.”
Gnoatto cita que os profissionais têm o papel de produzir alimentos saudáveis e de forma sustentável. “A CEA tem incentivado e fiscalizado os profissionais para o uso racional dos recursos, principalmente quando envolve controle químico, orientando a realização de diagnósticos para a prescrição do receituário agronômico.”
A agricultura brasileira, seja na produção de grãos, fibras, cereais ou criação de animais, tem forte atuação dos Engenheiros Agrônomos. E novas oportunidades de atuação têm surgido, como cita Gnoatto. “Um exemplo está na chamada agricultura urbana e da economia criativa. Podendo produzir alimentos em pequenos lotes, terrenos baldios no meio urbano, utilizando fertilizantes oriundos da compostagem do lixo orgânico produzido nas residências. O Engenheiro Agrônomo está em tudo, novos mercados estão surgindo.”
O coordenador da CEA também destaca que a sociedade pode e deve recorrer aos Engenheiros Agrônomos. “São profissionais habilitados para prestar assessoria na produção de alimentos; fitotecnia e zootecnia; melhoramento animal e vegetal; recursos naturais renováveis; ecologia, agrometeorologia; nutrição animal; economia e crédito rural; e em muitas outras áreas”, completa Gnoatto.
Transformações
No Brasil, a agricultura transformou-se depois de regulamentada a profissão de Engenheiro Agrônomo. Além da assistência técnica e da conservação de solos, há várias áreas de atuação – marketing, inteligência de mercado, gestão, avaliações, perícias e assessorias jurídicas, entre outras.
O Censo Agropecuário de 2017 apontou que, dos cinco milhões de estabelecimentos ligados ao setor agropecuário brasileiro, 85% não tiveram acesso ao crédito. Vale lembrar que, para obter financiamentos, os produtores precisam contar com responsáveis técnicos.
O mesmo estudo mostrou que, dos 305 mil estabelecimentos do Paraná, 74% não obtiveram financiamento, ou seja, não receberam orientação de profissionais habilitados.
Na Regional Pato Branco do Crea-PR, que compreende os municípios do Sudoeste, há 965 Engenheiros Agrônomos registrados ou com vistos (formados em outros Estados, mas que atuam na região). “Temos 811 profissionais do sexo masculino e 154 mulheres, com um aumento gradual da participação feminina nos últimos seis anos”, relata Diogo Colella, gerente da Regional.
Evolução
As novas tecnologias também exigirão mudanças no perfil dos Engenheiros Agrônomos, com questões emergentes de um mundo globalizado, novas fontes energéticas e maior consciência socioambiental.
A formação dos futuros profissionais está ocorrendo em praticamente todas as regiões do Paraná. Segundo dados do portal e-Mec, do Ministério da Educação, o Estado conta com cursos presenciais de Agronomia ou Engenharia Agronômica em 47 instituições de ensino, somando 61 campus e 6.237 vagas. No país, segundo o Mec, existem 456 cursos e 93.120 vagas.
Fonte: Assessoria















