A Praça Senhor Bom Jesus, no Centro de Palmas, no sul do Paraná recebeu uma mobilização alusiva à campanha Agosto Lilás, iniciativa voltada à conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher.
A ação levou informação e orientação diretamente à população, reforçando a importância de reconhecer situações de violência, buscar ajuda e denunciar casos de agressão ou ameaça.
Segundo Marilene Aparecida Santana de Lara, durante a mobilização foram distribuídos aproximadamente 500 panfletos informativos, contendo orientações sobre medidas de proteção e os principais canais disponíveis para denúncias.
A iniciativa contou com a participação de diferentes instituições e entidades, fortalecendo a atuação conjunta da rede de proteção às mulheres em Palmas. Participaram da mobilização a Polícia Militar do Paraná (PMPR), Polícia Civil do Paraná (PCPR), OAB Palmas, Procuradoria da Mulher de Palmas, Conselho Comunitário de Segurança (CONSEG) e Sala da Mulher.
Além da distribuição dos materiais, a atividade buscou aproximar os órgãos de proteção da comunidade e ampliar o acesso às informações necessárias para que vítimas, familiares, amigos e demais cidadãos saibam como agir diante de situações de violência.
Informação também é proteção
O Agosto Lilás é marcado por ações de conscientização sobre as diferentes formas de violência contra a mulher e pela divulgação dos mecanismos existentes para proteção das vítimas.
A mobilização em Palmas reforçou que o enfrentamento à violência exige a participação de toda a sociedade. Identificar os sinais, acolher a vítima e comunicar os órgãos competentes são atitudes fundamentais para interromper ciclos de violência.
A população pode realizar denúncias por meio do Disque 181, inclusive para repassar informações sobre situações que necessitem de apuração. Em casos de emergência ou quando a violência estiver acontecendo, o acionamento da Polícia Militar deve ser feito pelo telefone 190.
A campanha também chama atenção para a necessidade de não silenciar diante da violência. A denúncia pode representar o primeiro passo para garantir proteção à vítima e possibilitar a atuação dos órgãos que integram a rede de enfrentamento à violência contra a mulher.
Fonte: https://pmp.pr.gov.br/













