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sexta-feira,23 janeiro,2026
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Sofri um acidente e fiquei com sequelas: tenho direito ao auxílio-acidente?

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Pouca gente sabe, mas além do auxílio-doença e da aposentadoria por invalidez, existe um benefício importante no INSS para quem sofreu um acidente e ficou com sequelas permanentes: o auxílio-acidente. Ele é pouco divulgado, mas faz toda a diferença na vida de trabalhadores que nunca mais conseguem trabalhar como trabalhavam antes.

O auxílio-acidente é um benefício indenizatório, pago ao segurado que, após um acidente — seja de trabalho, trânsito, doméstico ou qualquer outro — fica com uma redução definitiva da capacidade laboral, mesmo que consiga continuar trabalhando.
Ou seja: não precisa estar totalmente incapacitado para ter direito. Basta que o acidente tenha deixado uma limitação permanente que dificulte suas atividades profissionais.

Alguns exemplos comuns:

perda parcial de movimentos;

limitação em membros superiores ou inferiores;

redução de força;

sequelas ortopédicas;

visão diminuída;

danos neurológicos.

O principal: é possível continuar trabalhando normalmente enquanto recebe o auxílio-acidente.

Para ter direito, é necessário passar por perícia médica do INSS, que irá confirmar a existência da sequela e a redução da capacidade. É importante levar exames, laudos, relatórios médicos e qualquer documento que comprove o acidente e suas consequências.

Outro detalhe relevante: o benefício é devido mesmo que o acidente não tenha relação com o trabalho. Basta que o segurado esteja vinculado ao INSS na época do ocorrido.

Infelizmente, o INSS costuma negar muitos pedidos. Nesses casos, é possível recorrer administrativamente ou buscar o Judiciário, onde a perícia é mais completa e detalhada.

O auxílio-acidente não apaga a dor do acidente, mas oferece um suporte financeiro para quem teve a vida modificada por uma limitação permanente. É um direito pouco conhecido — e que pode mudar realidades.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO DE OBRA PELO ENGENHEIRO CIVIL

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Uma obra bem-sucedida vai muito além de um bom projeto ou de materiais de qualidade. O verdadeiro diferencial está no acompanhamento técnico constante, feito por um profissional qualificado. É durante a execução que surgem imprevistos, ajustes e decisões cruciais que impactam diretamente na segurança, no prazo e no custo final do empreendimento.

O acompanhamento de obra garante que o projeto seja seguido à risca, respeitando normas técnicas, evitando desperdícios e prevenindo erros que, muitas vezes, só seriam percebidos tardiamente quando as correções já seriam dispendiosas ou mesmo inviáveis. Além disso, permite uma gestão mais eficiente de recursos humanos e materiais, o que reduz retrabalhos e eleva a produtividade no canteiro.

Também é papel do engenheiro responsável intermediar a comunicação entre o cliente, fornecedores e equipe de execução, assegurando que todas as partes estejam alinhadas com os objetivos e padrões da obra. Essa presença ativa contribui para a transparência do processo e para a entrega de um resultado final de alta qualidade.

Ignorar essa etapa é abrir espaço para riscos estruturais, atrasos e prejuízos financeiros. Por isso, valorizar o acompanhamento de um engenheiro é investir na tranquilidade de uma obra segura, eficiente e duradoura.

Vai construir ou reformar? Não deixe sua obra sem direção técnica. Fale com quem entende:

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

Aumento de Infarto no final de Ano: Como se cuidar

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Fim de ano é um período marcado por celebrações, viagens, confraternizações e mudanças bruscas na rotina. Apesar do clima festivo, essa época também registra um aumento significativo nos casos de infarto e outras emergências cardiovasculares. Diversos estudos mostram que dezembro e janeiro concentram mais internações por eventos cardíacos, e entender o motivo é fundamental para prevenir.
O principal fator é a soma de estresse emocional, excesso de comida e álcool, noites mal dormidas e interrupção de medicamentos. Muitas pessoas viajam, mudam horários, pulam doses dos remédios ou se expõem a situações de estresse que elevam a pressão arterial e a liberação de hormônios que sobrecarregam o coração. Além disso, alimentos muito gordurosos e o álcool aumentam triglicerídeos e favorecem processos inflamatórios que podem desestabilizar placas de gordura já presentes nas artérias. O clima mais quente, comum no Brasil nessa época, contribui para desidratação, que também pode elevar a pressão e aumentar o risco de eventos.
Outro ponto importante é que sintomas iniciais muitas vezes são ignorados. Muitas pessoas evitam procurar atendimento para não “estragar a festa”, atrasando o diagnóstico. Esse atraso aumenta mortalidade e complicações.
Para reduzir riscos, é essencial manter o uso regular dos medicamentos, especialmente para hipertensão, colesterol, anticoagulação e diabetes. Dormir bem, evitar exageros em gordura, sal e álcool, hidratar-se durante todo o dia e realizar pausas para descanso são atitudes simples que fazem diferença. Outro passo importante é não abandonar a atividade física; caminhadas leves ajudam a controlar pressão, glicemia e estresse. Por fim, qualquer sinal de alerta como dor no peito, falta de ar, palpitações ou mal-estar súbito deve ser avaliado imediatamente.
Cuidar do coração no fim de ano é garantir que os novos ciclos comecem de forma saudável e segura.
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Audiência Pública sobre Regularização de Obras será realizada no dia 27

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A Prefeitura realizará, no próximo dia 27, uma Audiência Pública para discutir o projeto de lei que trata da regularização de obras no município. O encontro está marcado para às 19h, no auditório da Secretaria de Educação, e será aberto a toda a comunidade.

O objetivo da proposta é permitir que os munícipes possam regularizar suas edificações e obter as licenças necessárias, suprindo lacunas que hoje não são contempladas pelo Plano Diretor vigente. A atualização da legislação é considerada essencial diante da demanda crescente por segurança jurídica e adequação às normas municipais.

A administração municipal reforça que a participação popular será determinante para aprimorar o projeto de lei. A audiência reunirá moradores, profissionais da área e demais interessados, proporcionando um espaço amplo para sugestões, esclarecimentos e contribuições técnicas.

“A construção de uma legislação moderna e eficiente depende da escuta da comunidade. Queremos assegurar que todos tenham condições de regularizar suas obras com transparência e respaldo legal”, destaca a gestão.

A Prefeitura reforça o convite e destaca que a presença da comunidade fortalece o processo democrático e contribui para o desenvolvimento organizado do município.

Fonte: Prefeitura de Palmas

Audiência Pública sobre a Lei da Cisterna avança etapa decisiva do processo legal

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Na última sexta-feira,21, a Administração Municipal realizou a audiência pública referente ao Projeto de Lei da Cisterna. O encontro aconteceu no auditório da Secretaria de Educação e contou com um excelente público, reforçando o interesse da comunidade nas discussões sobre desenvolvimento urbano e sustentabilidade.

A condução da audiência ficou a cargo de Jean Valduga, assessor de Urbanismo e Trânsito da Prefeitura, que apresentou os aspectos técnicos, estruturais e legais envolvidos na proposta.

A realização da audiência atende às exigências do Paranacidade, que estabelece etapas obrigatórias para garantir a transparência e a legalidade do processo: elaboração do estudo técnico, análise pelos conselhos municipais, realização da audiência pública e posterior envio ao Poder Legislativo.

O Projeto de Lei da Cisterna propõe flexibilizações em parâmetros previstos no Plano Diretor, especialmente relacionados à taxa de ocupação e permeabilidade dos lotes, desde que o imóvel adote o sistema de captação de água da chuva. A medida busca incentivar práticas ambientalmente sustentáveis e melhorar a gestão das águas pluviais no município.

Durante a explanação, Jean Valduga detalhou o funcionamento da cisterna: o sistema capta a água proveniente do telhado, direcionada pelos tubos de queda até um reservatório que pode ser enterrado ou elevado. Além de gerar uma reserva técnica de água, o sistema contribui diretamente para o controle urbano de cheias.

Isso porque o extravasor libera o excedente de forma gradativa, diminuindo a pressão sobre a rede existente de drenagem pluvial e colaborando para a redução de enchentes e a melhoria das galerias.

A Administração Municipal destacou que a expressiva participação popular legitima cada etapa do processo e reforça o compromisso da gestão com políticas públicas modernas, eficientes e sustentáveis para Palmas.

Fonte: Prefeitura de Palmas

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