POLÍTICA PARA MULHERES
TIPOS DE VIOLÊNCIA QUE MULHERES SÃO SUBMETIDAS
Quais os tipos de violência que as mulheres mais sofrem durante as campanhas políticas ? Infelizmente, as mulheres enfrentam diversas formas de violência durante as campanhas políticas, que podem ser categorizadas em física, psicológica, sexual, simbólica e patrimonial. A violência física inclui agressões diretas como empurrões, socos ou qualquer tipo de ataque corporal. A violência psicológica envolve ameaças, intimidações, assédio moral e tentativas de desestabilizar emocionalmente a mulher, muitas vezes através de ataques nas redes sociais. A violência sexual pode incluir desde assédio verbal até agressões sexuais, infelizmente uma realidade para muitas mulheres em espaços de poder. A violência simbólica refere-se à desvalorização da mulher em discursos, na mídia e em material de campanha, perpetuando estereótipos de gênero e minando sua credibilidade. Já a violência patrimonial envolve danos a bens materiais e recursos financeiros da candidata, como destruição de material de campanha ou sabotagem de recursos.Essas formas de violência não apenas prejudicam as candidatas individualmente, mas também reforçam barreiras sistêmicas que dificultam a participação plena e igualitária das mulheres na política.
BPC para quem tem Autismo
O BPC é um benefício de caráter assistencial, e é pago aos idosos ou às pessoas com deficiência que não possuem condições financeiras de arcar com seu próprio sustento.
Quando discutimos uma deficiência, a legislação a classifica como um impedimento de longo prazo, o que abre margem pra discussão. Sendo assim, é possível que com um diagnóstico de autismo, consigamos o pagamento desse benefício.
Vale dizer que ele pode ser pago inclusive para crianças, pois não há nenhum impedimento legal.
O benefício pode ser uma forma de ajudar a custear medicamentos e suprir as necessidades básicas da família.
É necessário um laudo, e que a pessoa passe por uma pericia do INSS.
Em caso de dúvidas, procure um advogado.
Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR nº 108.915 – OAB/SC 70.779
Setembro Amarelo: Um mês de reflexão e ação pela vida
Setembro é um mês dedicado à conscientização sobre a prevenção ao suicídio, um tema ainda cercado de tabus e estigmas na sociedade. O Setembro Amarelo surge como uma oportunidade de promover diálogos abertos sobre saúde mental e a importância de buscar ajuda, destacando que falar sobre o sofrimento psíquico pode ser a chave para salvar vidas.
Como psicóloga, testemunho diariamente o impacto profundo que as questões emocionais não tratadas podem ter na vida das pessoas. Ansiedade, depressão, estresse e outros transtornos mentais, quando ignorados ou não compreendidos, podem levar a um estado de desesperança. No entanto, é crucial lembrar que o suicídio nunca é uma escolha livre, mas sim uma expressão de dor profunda e de um sentimento de falta de alternativas. Assim, o ato de acolher quem sofre, sem julgamentos, é fundamental.
Um dos maiores desafios para a prevenção ao suicídio é a desinformação. Muitas pessoas ainda acreditam que falar sobre o tema pode “incentivar” o comportamento suicida. Contudo, estudos mostram que o diálogo aberto, respeitoso e informativo pode, na verdade, ser um fator protetor, ao permitir que as pessoas se sintam ouvidas e compreendidas, além de oferecer caminhos para a busca de ajuda.
Outro aspecto importante da prevenção é a identificação de sinais de alerta. Mudanças bruscas de comportamento, isolamento, fala sobre morte ou sentimentos de inutilidade, assim como a desistência de atividades que antes traziam prazer, são alguns dos sinais que podem indicar um sofrimento emocional significativo. O apoio de amigos, familiares e profissionais de saúde mental é essencial nesses momentos.
Ainda assim, é preciso avançar na criação de ambientes de acolhimento e escuta nas diferentes esferas da sociedade. Espaços de trabalho, escolas e famílias devem se tornar ambientes seguros para que o sofrimento psíquico possa ser expressado. Além disso, é fundamental ampliar o acesso ao cuidado em saúde mental. Infelizmente, ainda há um grande número de pessoas que enfrentam barreiras para receber o tratamento adequado, seja por falta de informação, recursos financeiros ou preconceito.
A campanha do Setembro Amarelo nos lembra da importância de não apenas conscientizar, mas também agir. Buscar ajuda é um ato de coragem, e oferecer ajuda é um ato de empatia. Durante este mês, reforçamos a necessidade de olhar para o outro com sensibilidade e compaixão, lembrando que cada pessoa tem uma história única e que o apoio pode fazer toda a diferença em momentos de crise.
Se você ou alguém que você conhece está passando por um momento difícil, não hesite em buscar ajuda profissional. Há uma rede de apoio à disposição, como o CVV (Centro de Valorização da Vida), que oferece escuta gratuita e confidencial pelo telefone 188. Juntos, podemos quebrar o silêncio e fortalecer a luta pela vida.
Lembre-se: falar é a melhor solução.
Alessandra Procópio Moreira
CRP 08/41553
ALERGIA E INTOLERANCIA ALIMENTAR. ENTENDA AS DIFERENÇAS
Apesar de terem os sintomas parecidos e surgirem após a ingestão de algum alimento, a intolerância alimentar e a alergia alimentar são problemas diferentes, com causas e tratamentos distintos. Ambas podem trazer impactos e desconfortos bastante negativos na vida das pessoas que, muitas vezes, precisam tirar determinados alimento da rotina.
INTOLERÂNCIA ALIMENTAR
Quando o alimento não é devidamente digerido. Dessa forma, os sintomas manifestam-se principalmente no sistema gastrointestinal. Existem vários tipos de intolerância mais as principais são:
Intolerância ao glúten (proteína do trigo): presente em alimentos como o pão, massas em geral, doces, cervejas, dentre outros.
Sintomas: Diarreias, náuseas, vômitos, alterações na pele, fraqueza nas unhas, queda dos cabelos, Alterações no ciclo menstrual, infertilidade, Inchaço nas pernas.
Intolerância à lactose (açúcar do leite): principalmente presente no leite de vaca e seus derivados, tais como a manteiga, queijo, creme de leite, etc. Decorrente da deficiência da enzima lactase, principal responsável pela digestão da lactose, presente no intestino delgado.
Sintomas: Desconforto digestivo, seguidos de gases e dores abdominais, diarreias, náuseas seguidas de vômitos
ALERGIA ALIMENTAR
O alimento é visto como um agente agressor pelo organismo. A partir do momento que o alimento é ingerido, o corpo começa a gerar anticorpos visando combater o elemento invasor.
Essa doença vem de uma resposta imunológica anômala, resultante do consumo de determinado alimento. Por volta de 80% das reações alérgicas alimentares são decorrentes do consumo de: Leite, trigo, soja, ovos, oleaginosas (castanhas e amendoim), peixes e frutos-do-mar no geral.
Cada tipo de proteína do alimento causadora da reação, chamada de alérgeno, gera uma resposta imunológica mais grave ou amena, variando de pessoa para pessoa.
Sintomas: Manchas, coceiras seguidas de erupções na pele, coriza e broncoespasmos: fechamento nas pequenas vias aéreas e presença de inchaço nos brônquios e nos bronquíolos, inchaço nos lábios, língua e envolta dos olhos, diarreia, náuseas seguidas de vômitos, anafilaxia: ocorre um inchaço imediato em algumas partes do rosto, pele avermelhada e aumento dos batimentos cardíacos, Choque anafilático.
Tratamento:
Na intolerância à lactose, é possível amenizar ou prevenir tratando a flora intestinal, reduzindo o consumo de leite e derivados, além de produtos ou alimentos preparados com leite ou substituí-los por derivados que já passaram por processo de fermentação, como iogurtes e queijos que apresentam em sua composição uma quantidade menor do nutriente em seu formato de moléculas maiores.
Outra forma de evitar os sintomas é experimentar os suplementos da enzima lactase disponíveis no mercado, todavia devem ser usados como um complemento e não como um substituto para a restrição alimentar. Isso porque essas enzimas podem não aliviar completamente os sintomas ou pela digestão incompleta da lactose ou pela dificuldade de determinar sua dose precisamente.
No caso de alergias alimentares é indicada a exclusão do alimento alergênico da alimentação até que o organismo se adapte ou desenvolva tolerância a esse alimento. É comum que, com o tempo, o organismo desenvolva tolerância à substância capaz de provocar alergia, mas esse processo deve ser acompanhado por um médico, pois enquanto houver alergia, a simples exposição ao alimento desencadeador pode gerar reações graves.
MUDANÇAS CLIMATICAS PODEM AUMENTAR PREÇOS DE ALIMENTOS AINDA EM 2024
Os produtores de alimentos enfrentarão um grande desafio caso as variações súbitas de clima continuarem a afetar o país. É o que adianta economistas ao alertar que os eventos climáticos podem afetar grandemente os varejos ainda em 2024 e acordo com Oliveira (UPTS) a pressão sobre os preços aos consumidores afeta mais os cítricos, como laranjas limões, que têm clima seco e instável como condições que podem impactar a produtividade e afetar o tempo de colheita. Essas condições porem favorecer o avanço do Cancro Cítrico ou Greenin, doença bacteriana transmitida pelo inseto Psilídeo.
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Entendendo os Algoritmos das Redes Sociais
Os algoritmos das redes sociais são fórmulas complexas que determinam o que os usuários veem em seus feeds. Ao contrário do que muitos pensam, não se trata de uma fórmula mágica, mas de processos matemáticos que analisam o comportamento de cada pessoa nas plataformas.
Cada rede social possui suas particularidades. O Instagram, por exemplo, utiliza algoritmos diferentes para cada seção, como Reels, Feed e Stories. No TikTok, o foco está na relevância do conteúdo, não nas conexões. Já o Facebook prioriza o engajamento, enquanto o LinkedIn foca em conteúdos que agregam valor profissional, evitando que se tornem virais.
Essas plataformas usam técnicas de machine learning para aprender e se adaptar conforme os interesses e interações dos usuários. Assim, se você curte, comenta ou compartilha um post, o algoritmo entende que quer ver mais conteúdos daquele tipo. Da mesma forma, ignorar ou ocultar um post faz com que a rede mostre menos daquele tipo de conteúdo.
Entender como esses algoritmos funcionam é essencial para quem deseja maximizar o alcance das suas postagens. Adaptar o conteúdo ao estilo e público de cada plataforma pode ser a chave para alcançar mais pessoas e, consequentemente, mais resultados.
A chave para o sucesso? Conheça os detalhes dos algoritmos, crie conteúdo relevante e mantenha para o seu público, crie conteúdos pensando no seu cliente.
“Picos de Pressão Arterial: O Que os Difere da Hipertensão e Quais São os Principais Causadores’’
Picos de pressão arterial e hipertensão arterial crônica são fenômenos relacionados, mas é importante diferenciá-los. A hipertensão arterial é uma condição crônica na qual a pressão arterial se mantém elevada de forma persistente. Já os picos de pressão arterial são elevações súbitas e temporárias que podem ocorrer em pessoas com ou sem diagnóstico prévio de hipertensão. A seguir, abordaremos alguns dos principais fatores que podem causar esses picos:
1. Estresse e Ansiedade
O estresse e a ansiedade têm um grande impacto na pressão arterial. Quando o corpo está sob estresse, há uma liberação de hormônios, como adrenalina e cortisol, que aumentam a frequência cardíaca e causam vasoconstrição, resultando em um aumento temporário da pressão arterial. Esses picos são geralmente transitórios e tendem a diminuir quando a pessoa consegue relaxar.
2. Consumo Exagerado de Sal
O excesso de sódio na dieta é um dos principais fatores que podem levar a picos de pressão. O sal retém água, aumentando o volume de sangue nos vasos e, consequentemente, a pressão arterial. Em pessoas que já têm predisposição à hipertensão, esse efeito pode ser ainda mais significativo.
3. Consumo de Cafeína e Bebidas Estimulantes
Bebidas com cafeína, como café, chá, e refrigerantes, bem como energéticos, podem causar picos transitórios de pressão arterial. A cafeína estimula o sistema nervoso simpático, aumentando a frequência cardíaca e a pressão arterial. Embora os efeitos sejam temporários, para pessoas sensíveis ou com hipertensão, o consumo dessas substâncias pode contribuir para picos frequentes.
4. Falta de Sono
Dormir mal ou privação do sono pode resultar em aumento da atividade do sistema nervoso simpático, contribuindo para elevações da pressão arterial. A qualidade do sono é fundamental para a regulação da pressão arterial, e episódios de apneia do sono, em especial, estão associados a picos frequentes durante a noite.
5. Dor Aguda ou Crônica
A dor, seja aguda (como uma lesão) ou crônica (como a artrite), pode desencadear respostas do sistema nervoso que resultam em um aumento da pressão arterial. O corpo reage à dor liberando hormônios do estresse, que podem causar vasoconstrição e elevar a pressão.
6. Uso de Certos Medicamentos
Alguns medicamentos, como anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), descongestionantes nasais e pílulas anticoncepcionais, podem contribuir para o aumento transitório da pressão arterial. Esses medicamentos podem causar retenção de líquidos ou atuar diretamente sobre o sistema cardiovascular, resultando em picos de pressão.
7. Desidratação
A desidratação pode causar um desequilíbrio nos níveis de eletrólitos no corpo, como sódio e potássio, afetando a função normal dos vasos sanguíneos e do coração. Isso pode levar a um aumento temporário da pressão arterial.
Diferenciando de Hipertensão Arterial
A principal diferença entre os picos de pressão arterial e a hipertensão crônica é a duração e a frequência dos episódios. A hipertensão é diagnosticada quando a pressão arterial permanece elevada (acima de 140/90 mmHg) de forma constante em várias medidas ao longo do tempo. Já os picos de pressão são episódios pontuais que podem ocorrer mesmo em pessoas com pressão arterial geralmente normal. Esses picos podem ser um sinal de alerta, indicando um possível risco para o desenvolvimento de hipertensão arterial no futuro.
Conhecer os fatores que causam picos de pressão pode ajudar a identificar possíveis hábitos ou condições que estejam afetando a saúde cardiovascular. A diferenciação entre picos de pressão e hipertensão crônica é fundamental para a abordagem adequada e para prevenir complicações.






















