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quinta-feira,30 julho,2026
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18 de maio foi o dia da mobilização nacional de combate à violência infantil

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Com a participação do Podemos Paraná, caminhada “Silêncio que Grita”, na Avenida Paulista, reuniu lideranças, famílias e apoiadores de diversas regiões do país em defesa da proteção de crianças e adolescentes.

A Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco, no último domingo (17/05), da Caminhada “Silêncio que Grita”, mobilização nacional de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. O evento reuniu pessoas de diferentes regiões do país em um grande ato de conscientização, informação e incentivo às denúncias contra a violência infantil. A iniciativa foi organizada pela vereadora do Podemos de São Paulo Ana Carolina Oliveira, que atua diretamente na conscientização e no enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. A caminhada também contou com a presença da presidente do Podemos Paraná, Lu Bonatto, e da presidente do Podemos Mulher Curitiba, Ana Pavelski, que participaram da mobilização ao lado de lideranças, famílias, educadores e apoiadores da causa. O movimento “Silêncio que Grita” tem como principal objetivo mobilizar toda a sociedade no combate à violência infantil, promovendo conscientização, fortalecendo redes de proteção e incentivando denúncias. A campanha busca transformar cada cidadão em um agente ativo na defesa das crianças e adolescentes, ajudando a identificar sinais de violência, acolher vítimas e romper o ciclo do silêncio. A iniciativa promove campanhas educativas, orientações sobre canais de denúncia e capacitação de profissionais que atuam diretamente com crianças e adolescentes. Por meio de ações em escolas, comunidades e espaços públicos, o projeto fortalece a rede de proteção envolvendo famílias, educadores, profissionais da saúde e toda a sociedade. Além das mobilizações nas ruas, o projeto realiza capacitações, distribui conteúdos educativos e desenvolve parcerias estratégicas para ampliar o alcance das ações de conscientização e acolhimento às vítimas e suas famílias. A presidente do Podemos Paraná, Lu Bonatto, destacou a importância do engajamento coletivo na causa. “Participar deste movimento é reafirmar nosso compromisso com a proteção das crianças e adolescentes. É uma causa que precisa unir toda a sociedade em torno da conscientização, prevenção e combate à violência infantil.”, finalizou.

Fonte de texto e fotos: Raphael Augustus – Assessoria de Comunicação Podemos Paraná

A IMPORTÂNCIA DA DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA

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Todos os anos, milhares de brasileiros enfrentam dúvidas, insegurança e preocupação na hora de realizar a Declaração do Imposto de Renda. Embora muitas pessoas enxerguem esse processo apenas como uma obrigação fiscal, a declaração vai muito além disso: ela é um importante instrumento de organização financeira, comprovação de renda e segurança patrimonial.
Manter a declaração em dia evita problemas com a Receita Federal, reduz riscos de cair na malha fina e garante mais tranquilidade ao contribuinte. Além disso, a declaração correta pode trazer benefícios importantes, como restituições, financiamentos, aprovação de crédito bancário e comprovação de patrimônio em diversas situações do dia a dia.
É nesse momento que o acompanhamento de um escritório contábil faz toda a diferença.O escritório Da Rosa Contabilidade atua oferecendo atendimento personalizado, análise detalhada das informações financeiras e orientação completa para que cada cliente realize sua declaração com segurança, agilidade e total conformidade com a legislação.
Mais do que preencher números, uma assessoria contábil qualificada ajuda o contribuinte a identificar deduções legais, organizar documentos e planejar sua vida financeira de forma estratégica. O suporte profissional também é essencial para empresários e investidores que possuem movimentações mais complexas e precisam evitar inconsistências perante os órgãos fiscais.
O escritório Da Rosa Contabilidade reafirma seu compromisso em oferecer soluções contábeis modernas, atendimento humanizado e suporte completo para pessoas físicas e empresas que desejam manter suas obrigações fiscais em dia com tranquilidade e eficiência.
Regularizar hoje é evitar problemas amanhã. E ter ao lado uma equipe preparada faz toda a diferença no resultado final.

Entre em contato com nossa equipe!
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UNIFORMES DE INVERNO: PROTEÇÃO, CONFORTO E VALORIZAÇÃO DA IMAGEM PROFISSIONAL

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Com a chegada das temperaturas mais baixas, muitas empresas passam a investir em soluções que garantam mais conforto e bem-estar aos colaboradores durante a rotina de trabalho. Entre essas medidas, os uniformes de inverno ganham destaque por unirem proteção térmica, padronização visual e fortalecimento da identidade da empresa.
Muito além da estética, os uniformes adequados para o inverno contribuem diretamente para a produtividade da equipe. Funcionários que trabalham protegidos do frio conseguem desempenhar suas funções com mais conforto, disposição e segurança, especialmente em ambientes externos, setores industriais, áreas logísticas e empresas com grande circulação de pessoas.
Peças como jaquetas, moletons, coletes, blusas térmicas e casacos personalizados ajudam a criar um ambiente corporativo mais organizado e profissional. Além disso, transmitem credibilidade ao cliente, fortalecendo a imagem institucional e demonstrando preocupação da empresa com seus colaboradores.
Empresas que investem em uniformes de qualidade também reduzem desgastes com roupas inadequadas no ambiente profissional, promovendo mais praticidade no dia a dia dos funcionários. Materiais resistentes e confortáveis garantem durabilidade, economia e melhor desempenho das peças mesmo em uso contínuo.
Além da funcionalidade, o inverno também abre espaço para unir sofisticação e estilo corporativo. Atualmente, muitas empresas buscam modelos modernos e personalizados, utilizando cores institucionais, bordados e acabamentos diferenciados que valorizam ainda mais a presença da marca.
Investir em uniformes de inverno é investir em cuidado, organização e valorização da equipe. Em um mercado cada vez mais competitivo, detalhes fazem diferença — e empresas que priorizam conforto e apresentação profissional se destacam pela credibilidade e pelo compromisso com seus colaboradores.

TANIA UNIFORMES
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O FALSO DEPOIMENTO EM CASOS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

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Os casos de violência doméstica exigem atenção, sensibilidade e rigor na apuração dos fatos. A proteção às vítimas é fundamental e garantida pela Lei Maria da Penha, considerada um importante instrumento no combate à violência contra a mulher no Brasil. No entanto, também é essencial que toda acusação seja analisada com responsabilidade e baseada em provas concretas.
Em algumas situações, podem surgir relatos inconsistentes, contradições ou até falsas acusações, o que reforça a importância de uma investigação cuidadosa por parte das autoridades e do Poder Judiciário. O falso depoimento, quando comprovado, pode gerar graves consequências jurídicas, emocionais e sociais para a pessoa acusada.
A análise técnica das provas, testemunhas, mensagens, laudos e demais elementos do processo é indispensável para garantir que a verdade dos fatos prevaleça. O princípio da ampla defesa e da presunção de inocência deve ser respeitado em qualquer investigação criminal.
Ao mesmo tempo, é importante destacar que denúncias verdadeiras precisam ser acolhidas e tratadas com seriedade, evitando que vítimas reais deixem de buscar ajuda por medo ou insegurança.
O equilíbrio entre proteção à vítima e garantia de defesa é essencial para que a Justiça atue de forma correta, responsável e imparcial. A atuação de profissionais qualificados do Direito é fundamental para assegurar que todos os direitos sejam respeitados durante o processo.

VANUSA APARECIDA GALVÃO DA ROSA
ADVOGADA CRIMINALISTA
OAB/PR 121.457

Esclarecimentos sobre a reportagem entrar em contato com Dra. Vanusa da Rosa

(46) 99920-9305
vanusadarosaadv@gmail.com

Riscos Psicossociais: entre a saúde mental e a segurança jurídica das empresas

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A saúde mental no ambiente de trabalho deixou de ser apenas um tema de bem-estar corporativo para se tornar uma questão estratégica dentro da gestão de Segurança e Saúde no Trabalho (SST). Com as recentes atualizações da NR-01, especialmente relacionadas ao gerenciamento de riscos ocupacionais, os fatores psicossociais passaram a exigir atenção técnica, organização documental e ações preventivas efetivas por parte das empresas.

Na prática, isso significa que situações como excesso de cobrança, conflitos interpessoais, jornadas desorganizadas, pressão excessiva, ausência de autonomia, comunicação falha e até ambientes com constante instabilidade podem passar a integrar o inventário de riscos ocupacionais das organizações.

Entretanto, é importante esclarecer: a legislação não exige que as empresas criem um “programa isolado de saúde mental” ou adotem medidas genéricas apenas para cumprir obrigação legal. O foco está na identificação dos fatores de risco relacionados à organização do trabalho, avaliação do impacto sobre os trabalhadores e implementação de medidas preventivas proporcionais à realidade de cada atividade.

Esse ponto é fundamental para garantir segurança jurídica.

Nos últimos meses, o mercado passou a enfrentar uma enxurrada de informações desencontradas, muitas vezes baseadas no medo de fiscalizações ou na venda de soluções prontas. Porém, a condução técnica adequada exige cautela, metodologia e integração entre documentos como PGR, PCMSO e avaliações ergonômicas previstas na NR-17.

A própria fiscalização trabalhista já vem sinalizando que o objetivo não é punir empresas que possuem dificuldades operacionais, mas sim combater a negligência diante de situações evidentes de adoecimento relacionado ao trabalho.

Por isso, mais do que “comprar um documento”, as empresas precisam desenvolver gestão.

Uma abordagem séria envolve escuta dos trabalhadores, análise das atividades reais, acompanhamento de indicadores como absenteísmo e afastamentos, alinhamento entre lideranças e criação de medidas preventivas viáveis dentro da rotina operacional da empresa.

Outro aspecto importante é que nem todo desconforto emocional caracteriza automaticamente um risco ocupacional. A avaliação técnica deve considerar contexto, frequência, intensidade e relação direta com a organização do trabalho, evitando interpretações superficiais que possam gerar insegurança tanto para empregadores quanto para trabalhadores.

O momento exige equilíbrio: empresas precisam compreender que saúde mental faz parte da SST moderna, enquanto profissionais da área devem atuar com responsabilidade técnica, sem alarmismo e sem transformar a legislação em um ambiente de insegurança.

A prevenção continua sendo o melhor caminho, tanto para proteger pessoas quanto para fortalecer organizações.

A Delta Laboral atua de forma integrada na gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, auxiliando empresas na identificação e gerenciamento dos riscos ocupacionais, incluindo fatores psicossociais, sempre com foco em conformidade legal, prevenção e segurança jurídica. Para saber mais sobre como estruturar sua gestão de SST de forma estratégica e alinhada às novas exigências legais, entre em contato com a equipe.

 

Guarda compartilhada significa que a criança mora metade do tempo com cada um?

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Muitas pessoas ainda confundem guarda compartilhada com “dividir a criança”. É comum ouvir frases como: “Então meu filho vai passar 15 dias em cada casa?” mas a verdade é que guarda compartilhada não significa, necessariamente, divisão igual de tempo.

A guarda compartilhada é, antes de tudo, um modelo de responsabilidade conjunta. Isso significa que pai e mãe continuam participando das decisões importantes da vida do filho, mesmo após a separação: escola, saúde, rotina, viagens, atividades e criação em geral.

Na prática, a criança geralmente possui uma residência principal, onde mantém sua rotina, seus estudos e sua organização diária. O outro genitor exerce o direito de convivência de forma ampla e saudável, conforme acordo entre as partes ou decisão judicial.

O objetivo da guarda compartilhada não é criar uma disputa de tempo, mas evitar que apenas um dos pais concentre todas as decisões sobre a vida do filho. A lei entende que, sempre que possível, a presença ativa de ambos é importante para o desenvolvimento emocional da criança.

Mas e quando os pais não se entendem?
Mesmo em situações de conflito, a guarda compartilhada ainda pode ser aplicada. Isso porque o foco da Justiça não é o relacionamento entre os adultos, mas sim o direito da criança de conviver com ambos os pais.

Outro ponto importante: guarda compartilhada não elimina a pensão alimentícia. Mesmo dividindo responsabilidades, aquele com qual a criança não reside precisa estar contribuindo financeiramente para equilibrar as despesas da criança.

No fim das contas, guarda compartilhada não é sobre matemática. É sobre presença, responsabilidade e participação ativa na vida dos filhos, mesmo quando o relacionamento do casal chega ao fim.

Procure sempre um profissional de sua confiança.

Alice dos Santos de Coutinho, advogada OAB/PR
nº 108.915 – OAB/SC 70.779

SUA OBRA ESTÁ REALMENTE REGULARIZADA?

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Você sabe se a sua casa, ampliação, edícula ou construção está devidamente averbada na matrícula do imóvel? Muitos proprietários acreditam que possuir o imóvel e pagar IPTU significa estar totalmente regularizado, porém, na prática, muitas obras permanecem irregulares perante o município e o cartório de registro de imóveis.

A regularização de obras é um procedimento fundamental para garantir a valorização do patrimônio e tranquilidade ao proprietário. Quando uma construção não está regularizada, o imóvel pode enfrentar dificuldades em financiamentos, inventários, vendas e até mesmo na obtenção de seguros ou alvarás.

É muito comum encontrar situações em que a residência foi ampliada ao longo dos anos, ganhou garagem, área gourmet, piscina ou novos cômodos, mas essas alterações nunca foram oficialmente comunicadas aos órgãos competentes. Nesses casos, a matrícula do imóvel não reflete a realidade da construção existente.

A regularização evita problemas futuros, um imóvel regularizado transmite confiança, possui maior liquidez no mercado e reduz riscos jurídicos.

Antes que a irregularidade se transforme em prejuízo, procure orientação técnica e verifique se a sua obra está devidamente regularizada.

Regularizar a construção hoje é evitar problemas amanhã.

Se você precisa de projetos, execução de obras ou consultoria técnica com confiança e profissionalismo, conte com um engenheiro civil qualificado entre em contato e garanta um serviço seguro, eficiente e com qualidade em cada detalhe da sua obra.

Thiago Pertice
Engenheiro Civil
CREA-PR 144750/D
(46) 98822-1293

O impacto do sono na saúde cardiovascular, mental e metabólica

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Dormir não é apenas “descansar”. Durante o sono, o organismo regula hormônios, consolida memória, reduz inflamação, controla o apetite e promove recuperação cardiovascular e cerebral. A privação crônica de sono está associada ao aumento do risco de obesidade, hipertensão arterial, diabetes, ansiedade, depressão, arritmias e doenças cardiovasculares.

Quantas horas de sono são recomendadas?

A necessidade de sono varia conforme a idade:
*Recém-nascidos: 14–17 horas/dia
*Crianças: 9–13 horas/dia
*Adolescentes: 8–10 horas/dia
*Adultos: 7–9 horas/dia
* Idosos: 7–8 horas/dia

Em adultos, dormir menos de 6 horas regularmente está associado a maior mortalidade cardiovascular e pior desempenho cognitivo. Por outro lado, dormir excessivamente (mais de 9–10 horas de forma persistente) também pode estar relacionado a doenças metabólicas, inflamatórias e depressão.

O que acontece quando dormimos pouco?

A restrição de sono provoca alterações hormonais importantes:

*Aumento do cortisol (hormônio do estresse)
*Redução da sensibilidade à insulina
*Aumento da grelina (fome)
*Redução da leptina (saciedade)
*Maior ativação do sistema nervoso simpático

Essas alterações favorecem:
*Ganho de peso
*Desejo por alimentos ultraprocessados
*Elevação da pressão arterial
*Inflamação sistêmica
*Queda de imunidade
*Piora da ansiedade e do humor

Sono e coração: qual a relação?

Durante o sono profundo ocorre redução da frequência cardíaca e da pressão arterial, permitindo “descanso” cardiovascular. Pessoas que dormem mal apresentam maior risco de:

*Hipertensão arterial
*Infarto
* AVC
* Fibrilação atrial
* Insuficiência cardíaca

Distúrbios como apneia obstrutiva do sono merecem atenção especial, principalmente em pacientes com obesidade, ronco intenso, sonolência diurna e hipertensão resistente.

Qualidade do sono importa mais do que quantidade?
Sim. Dormir 8 horas fragmentadas ou com baixa qualidade não produz os mesmos benefícios de um sono reparador. Alguns sinais de sono inadequado incluem:

*Acordar cansado
*Sonolência diurna
*Irritabilidade
*Falhas de memória
*Dificuldade de concentração
* Necessidade excessiva de cafeína

Estratégias para melhorar o sono

*Manter horário regular para dormir e acordar
*Evitar telas pelo menos 1 hora antes de dormir
*Reduzir cafeína à noite
*Dormir em ambiente escuro e silencioso
*Evitar refeições pesadas antes de deitar
*Praticar atividade física regularmente
*Controlar estresse e ansiedade

Sono não é luxo — é necessidade biológica. Dormir bem reduz inflamação, protege o coração, regula hormônios e melhora saúde mental e metabólica. Em muitos casos, melhorar o sono pode ser tão importante quanto alimentação e exercício físico para prevenção de doenças.

Estudos atuais mostram que a combinação ideal para longevidade e saúde cardiovascular inclui:

* atividade física regular,
*alimentação equilibrada,
*controle do estresse,
*e cerca de 7 a 9 horas de sono de qualidade por noite.

Se você sofre de insônia, procure tratamento médico.

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